The Redhead Problem
18 Meu filho tem a testa rachada mas é famoso, chupem!
Notas iniciais
Saltei pra fora do carro ao mesmo tempo que o Potter. Corremos pra porta e nos esprememos nela. Porque ela não é maior? Tentei empurrar o Potter mas ele era gordo. Ok, ele era musculoso.
— SAI POTTER! — gritei sufocada.
— EU QUERO OUVIR PRIMEIRO! — ele gritou.
— EU QUERO!
Nós dois partimos para dentro e acabamos caindo no chão embolados. Bati nele gritando 'Seu idiota!'. Fiquei batendo nele ate notar a presença do senhor P. e mamãe. Ela tinha um sorriso enorme no rosto.
— Sentem-se crianças. — ela disse.
— EU NÃO SOU CRIANÇA! — gritamos ao mesmo tempo sentando no sofá.
— Temos algo importante para anunciar.
— Da ultima vez que você disse isso eu descobri que você ia casar com esse ai. — eu disse cruzando os braços.
— Lily primeiro de tudo, amanha nós vamos provar os doces do casamento.
— UHUU! — gritei. — Doces! — todos me olhavam então sentei.
— E James você vai junto.
— YEAH! — ele gritou e eu choraminguei.
— MALDITO SEJA! — gritei chutando os paises baixos dele que caiu no chão se contorcendo.
— Lily. — mamãe ralhou comigo. — Você esta bem querido?
— Estou. — ele disse sentando.
— Essa era a noticia? — perguntei irritada.
— Não. Bem... Eu estou gravida. — ela disse segurando a mão do senhor P. e sorrindo.
— O QUE? — eu e o Potter gritamos.
— ELE TE ESTUPROU! MEU DEUS DO CÉU EU SABIA! — gritei.
— Ele não me estuprou. — mamãe disse. — Se recomponha.
— NÃO! EU VOU TIRAR ESSA COISA COM MEU SABRE DE LUZ! — gritei tirando meu sabre de luz de algum lugar magicamente e partindo pra barriga. — SPARTA!!!!
Mas alguém me segurou antes que eu pudesse bater na barriga dela.
— ME SOLTA! ME SOLTA! ME SOLTA! NÃO ENCOSTA EM MIM VELHO RABUGENTO! SAI DE MIM CAPETA! — gritei desesperada me debatendo.
O senhor P. me soltou quando eu estava calma. Eu comecei a chorar.
— Eu não vou mais ser a caçula. — eu choraminguei.
— Lily Katherine Evans recomponha-se! Você tem 16 anos, a criança nem nasceu e você esta dando piti igual a uma retardada.
— Mas mãe e-
— Lily para! — ela pediu. — Vai ser bom. Pode ser uma menina, você vai ensinar ela a se vestir?
— Só se for como nerd. — o Potter riu.
Eu bati nele.
— Vou. — respondi sorrindo.
— Ok, então todos felizes?
— Mas e se for homem? — o Potter perguntou.
— AI EU MATO! — gritei pegando meu sabre de luz. — NÃO VOU VIVER CERCADA DE GAROTOS A NÃO SER QUE SEJAM MEUS NAMORADOS.
— Calma Lily. Eu tenho certeza que vai ser uma menina. Eu sinto isso. — mamãe disse sorrindo. — E se não for podemos castra-lo.
— O QUE? — o Potter e o senhor P. gritaram.
— É brincadeirinha. — ela disse dando tapinhas nas costas do senhor P.
Ele sorriu amarelo.
— Eu ainda estou de mal por terem feito um filho. Eu odeio vocês! Tchau vou dormir. — falei subindo as escadas e entrando no quarto.
Tranquei a porta, tirei o vestido e coloquei uma camiseta do Batman e um short curto e colado. Tirei a maquiagem e me joguei na cama.
***
Acordei com um barulho de coisa quebrando e levantei sonolenta. Talvez o Potter tenha rolado a escada e morrido. Seria bom. Entrei no banheiro fiz minha higiene matinal, e tomei uma ducha rápida.
Coloquei uma camiseta branca escrito 'Mamãe passou açucar ni mim'. Um short jeans colorido com lilas e azul e desfiado e algumas spikes. E um coturno preto com spikes pontudas na traseira. E fiz uma maquiagem pesada, e deixei meus cabelos ruivos soltos.
Desci as escadas com pulinhos. Cheguei na cozinha e sentei, todos estavam me olhando.
— Que foi? — eu perguntei.
— Você não sai assim. — o senhor P. disse.
— Hein? — perguntei.
Ele saiu da cozinha e voltou uns minutos depois com uma camiseta rosa escrito 'Cuidado. Pai bravo'. Ele colocou por cima da minha blusa e eu fiquei tipo #WTF?
— Mas você não é meu pai. — eu disse.
— Sou seu padastro, quase pai. — ele disse sorrindo.
Eu fiquei emburrada o café da manha inteiro. Eu ia ter que ir com uma blusa ridícula assim?
— Eu não vou sair de casa. — eu disse cruzando os braços e ficando emburrada.
— Vai sim. — ele disse.
— MÃE! Faz alguma coisa. — eu disse irritada.
— Lily, ele é seu pai agora. — ela disse me ignorando totalmente.
Urrei e sai batendo o pé. São uns idiotas.
Entrei no carro do Potter, e ficamos a viagem inteira em silencio. Quando sai do carro, ele colocou um adesivo na minha blusa. Eu olhei: ' Cuidado. Irmão bravo.'
— Só pode ser brincadeira. — eu disse tentando tirar mas ele me impediu.
— Pode ficando com isso e nem pense em tirar nenhum dos dois. — ele disse.
Eu chutei seus paises baixos e fui para minha aula de dança com a Voldy. Agora eu odeio esse professor.
Sentei em uma cadeira ao lado da Lene. Ela caiu na gargalhada até ver que a Dorcas entrou na sala vestida de cenoura. O que esta acontecendo com essa garota?
— Oi gente. — ela acenou pra todos.
Eu coloquei a mochila na frente da minha camiseta e adesivo ridículos. O Potter entrou e me fitou antes de sentar ao meu lado de cara fechada. Eu tentei empurrar ele, mas ele não caia. Mas que coisa, esse garoto andou malhando?
— Sai daqui. — grunhi tentando empurrar ele. — Virou irmão ciumento agora?
— Fica quieta Lily. Como irmão é meu papel cuidar de você.
— NÃO! — gritei/grunhi morrendo pra empurrar ele.
Depois de meia hora desisti.
— Ola alunos. — a Voldy disse.
— Oi Voldemort. — eu disse só porque ele odiava o nome. — Como vai o senhor?
— Eu sou senhora criatura. Não esta vendo? — ele apontou para o corpo.
Ele tinha cara de cobra com uma barba rala, usava batom rosa e uma sombra rosa. Ele tinha os braços e pernas peludos, e usava um vestido rosa neon.
— Você precisa se depilar. — eu disse depois de fita-lo durante um tempo.
Ele me ignorou.
— Hoje um convidados especiais. Com vocês, Damon e Stefan Salvatore. E também os irmãos Winchesters.
— VOCÊ TIROU O DAMON DO MEU PORÃO? — gritei e todos me olhavam então sentei.
Todos estavam amarrados, mas o Dean ainda piscava. Eu acho que vou morrer.
— VOCÊ ROUBOU TODOS MEUS MARIDOS SUA COISA PELUDA! — gritei erguendo meu sabre de luz.
Ele pegou um sabre de luz cor-de-rosa e começamos a lutar. Era uma luta mortal, somente um levaria os Salvatore e os Winchester para casa. Lutávamos bravamente, quando derrubei ele no chão e estava prestes a acertar o golpe final quando a Elena, Bonnie, Ruby e o Luke entram na sala. Todos com sabre de luz.
— ELENA! — Damon e Stefan gritaram.
— RUBY? — Dean e Sam perguntaram.
Eles sempre fazem isso.
— Eu adoro quando vocês falam ao mesmo tempo e- LUKE! — gritei voando pra cima dele e o abraçando.
Ele me empurrou.
— O que foi? — perguntei.
— Eu não gosto de pais bravos. — ele disse apontando para a minha camiseta. — Muito menos irmãos bravos.
—M-m-mas...
De repente ouvimos um barulho enorme e ouvimos a musiquinha de Star Wars. E uma fumacinha e depois o Darth Vader com as mãos na cintura.
— DARTH VADER! — gritei sorrindo.
Luke pegou o sabre de luz dele e apontou para Darth Vader.
— Luke eu sou seu pai. — ele falou com a voz abafada.
— NÃOOOO! — o Luke gritou se defenestrando pela janela.
— LUKEE! — gritei.
O Potter me segurou pra mim não me atirar.
Peguei meu sabre de luz e parti pra cima do Darth Vader. Ele era o culpado sim. Lutamos bravamente, até a musiquinha voltar junto com uma fumaça. Eu tossi sem parar, e quando abri os olhos ele tinha sumido.
— Fugiu porque sabia que eu ia ganhar. — eu disse cruzando os braços.
De repente um garoto com a testa rachada levemente parecido com o Potter apareceu na sala junto com uma garota que usava uma vassoura na cabeça (?) e um ruivo com cara de mané.
— MÃE! — o garoto de testa rachada gritou me abraçando.
— HEIN? — perguntei.
— Eu sou seu filho, Harry Potter. — ele disse.
— Ai meu deus eu tive um filho e nem sabia? Foi naquela noite que eu bebi de mais quando eu tinha treze anos?
— Você bebeu quando tinha treze anos? — o Potter perguntou.
— Espera ele tem o mesmo sobrenome que você. Que droga é essa? Porque aquela garota tem cabelo de vassoura? — comecei a chorar.
— James Potter e Lily Evans são meus pais. — o Harry disse.
— O QUE? — eu gritei.
— Mas você foram mortos por Voldemort.
— É UM VADIO! EU SABIA QUE ESSE PELUDO IA ME MATAR UM DIA. — eu gritei tentando partir pra cima do Voldemort.
— Eu fui criado por sua irmã, Petúnia. — ele continuou.
— Cruzes. Minha mãe tem mal gosto. Petúnia?
— É.Ela me maltratou muito e era casada com uma baleia gigante e tinha um filho parecido com um porco. Eles me maltratavam por eu ser bruxo. — o Harry disse.
— Você é um bruxo? Como em Harry Pott- AH MEU DEUS MEU FILHO É HARRY POTTER? CHUPEM! MEU FILHO É FAMOSO. — gritei fazendo uma dancinha.
— Você é trouxa? — ele perguntou pro Potter.
Bati na cara dele.
— Não se chama os outros de trouxa. Só eu posso. — eu disse.
— Oh-oh. Viemos pra dimensão errada. Aqui eles são humanos normais. Não são bruxos — o testa rachada disse.
— Meu filho existe cicatriure. — eu disse passando o dedo na testa dele.
— Vamos embora. — ele disse puxando os outros.
Mas de repente todos estavam vestidos de preto com um óculos escuro. O ruivo com cara de panaca pediu pra nós olharmos para aquele artefato. Nós olhamos, e saiu uma luzinha. Mas nada aconteceu. Ele ficou vesgo por alguns segundos.
— Merda! — o testa rachada disse. — Você é idiota? Estava ao contrario.
E desapareceram.
— Que doidera. — falei andando lentamente até os irmãos. Empurrei um por um pela janela em cima de uma lata de lixo e depois me joguei.
Todos foram para a janela ver eu morta. Mas o Stefan amorteceu a queda. Ele era um vampiro mesmo.
— DAMON! — gritei abraçando ele.
— Meu nome é Ian. — ele disse parecendo irritado.
Empurrei eles pro carro e acelerei deixando o Potter para trás. Agora eu teria o Damon, Stefan, Dean e Sam no meu porão. Minha vida não podia estar melhor.
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