The Reality Shines In The Mirror
2 Capítulo 2 – O objeto mágico
Notas iniciais
No capítulo anterior...
“(...) Todos nós corremos até o ponto de onde entramos, mas estávamos correndo muito mais tempo do que chegamos andando, logo que descobrimos que...
– Pessoal, eu acho que esse túnel não tem mais a entrada e nem tem saída! – Eu disse desesperada.
– O que faremos agora?! – Disse Carolline horrorizada.
– Eu acho que termos que ficar aqui por hoje... Até o amanhecer. – Daniel lamentou-se.
– Eu acho que não tem outro jeito – Eu disse com uma lágrima se escorrendo pelo meu rosto.
– Não chore amiga... Eu também estou com medo e triste, mas não sabemos o que aconteceu... – Carolline disse tentando me reanimar.
Fomos tentar nos aconchegar para dormirmos, quando pegamos no sono, todos nós ouvimos um barulho assustador e acordamos apavorados, quando olhamos em volta com à luz de uma lanterna que Daniel havia na mochila e avistamos uma sombra estranha.
– MAS O QUE É ISSO?! – Eu disse quando não aguentei o meu pavor e desmaiei.”
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Capítulo 2 – O objeto mágico
“Debatendo eu acordo assustada e vejo os meus amigos, eles estavam... DIFERENTES! Não sabia se era um efeito de algum remédio que eu tomara após o desmaio, mas parecia que eu não estava enxergando bem. Estava tudo tão escuro, tão profundo, tão abandonado, como se meus amigos estivessem sumindo do mundo e eu ali ficava, sozinha naquela imensidão escura sobre uma luz branca que tomava conta de mim, mas o que será que era aquilo?”
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Lauren Pov. On
Quando acordei, me dei conta de que tudo aquilo foi um terrível pesadelo, mas nós ainda estávamos presos dentro daquela caverna muito misteriosa, quando Carolline me viu sentada encostada num canto da caverna e disse:
– Você está melhor?
– Não sei, mas eu tive um horrível pesadelo – Eu disse esfregando os olhos.
– Me conte tudinho, eu adoro coisas que acontecem em sonhos. – Disse ela num sorriso.
– Mas não foi um sonho! – Eu disse arregalando os olhos.
– Tudo bem... Conte seu pesadelo – disse ela num tom mais baixo.
– Ok... Foi assim: eu tinha acordado depois daquele desmaio e eu estava me sentindo estranha. Você e Daniel também estavam estranhos, seus jeitos, seus olhares, suas aparências, depois me levantei e fui até uma parede próxima de onde eu estava caída e vejo um enorme buraco aqui na caverna, mas o que eu não tenho certeza era do que eu tinha desmaiado.
– Hum... Eu me lembro do que você desmaiou. – Disse ela pensativa.
– Sério? Então, do quê? Qual foi a causa?
– Bom... Eu lembro que nós três acordamos num pulo e o Daniel pegou a lanterna dele e...
– E o quê?
– E... Cadê o Daniel falando nele?
– FALA LOGO MENINA! QUAL FOI A CAUSA POR EU TER DESMAIADO?! – Eu disse gritando desesperadamente.*debate — debate os braços*
– Tudo bem, tudo bem – Disse Carolline indicando para eu me calmar com suas mãos – Eu conto: Lembro que quando você desmaiou, Daniel tinha pegado a lanterna e quando vimos e ouvimos algo, logo vimos você caindo para trás e bateu a cabeça no chão e nos viramos para sua direção para te socorrer.
– Mas então vocês não viram o que era aquilo? – Perguntei
– Não. Você estava precisando muito da nossa ajuda. – Carolline disse se virando para o lado observando sem saber o que iria fazer.
Quando nós avistamos uma luz e corremos até o local, que era após uma curva daquele túnel. Era Daniel que estava com sua lanterna observando atentamente algo que parecia estar no chão.
– O que você está fazendo Daniel? – Perguntou Carolline tentando ver o que ele estava vendo.
– Isso me parece muito estranho... – Disse Daniel pensativo – Isso não estava aqui ontem à noite.
Observei o que ele observava e era mesmo algo que não havia até a noite passada. Quando eu vi, não acreditava no que meus olhos viam, pensei comigo mesma “Isso só pode ser algum sinal para nós podermos sobreviver, pois o que tínhamos para comer era o lanche da escola que nós tínhamos na mochila, sobrou um pouco de dinheiro, mas não havia lugar aqui nesse túnel onde pudéssemos utilizá-lo, não há água nas proximidades e luz até o do luar.” [Vocês devem estar pensando como nós três estávamos enxergando dentro do túnel se ele é totalmente escuro. Bom... já que o túnel é mágico, ele absorve um pouco a luz do dia, assim deixando as pareces iluminando uma luz meio cinza, só que uma luz bem fraca, mas quando chega a noite, o túnel absorve a escuridão.]
– I-Isso é impossível! – exclamei.
– Alguém teve algo relacionado a isso? – disse Daniel como se fosse um detetive.
Neguei, assim como Carolline, que foi ver se era realmente verdade.
– Mas, mas... Isso é...? ... Quem poderia ter feito isso? – Disse ela pensativa – A não ser...
Daniel completou:
– A não ser que o dono daquela sombra misteriosa e assustadora poderia ter causado isso.
–EI! Daniel! Deixe-me acabar de falar antes de me atropelar! *u.u* Eu ia falar... “A não ser que eu tivesse sem querer trazido um coelhinho e uma escavadeira dentro da minha mochila sem querer, ai durante a noite ele saiu da minha mochila e pegou a escavadeira e, bem escondidinho, fez isso daqui *aponta para o buraco* sem fazer nenhum barulhinho sequer... Tcharan! *levanta alegremente os braços*
– Carol! – eu gritei – isso é coisa séria! Estamos aqui sozinhos, sem nada pra comer e você fica falando bobagens?!
– *snif, snif* Me-me desculpe...
– Ta... Voltando ao assunto... – Disse Daniel tentando chamar a atenção – Eu disse “ A não ser que o dono daquela sombra misteriosa e assustadora poderia ter causado isso”.
– Mas... Depois da ideia do coelhinho eu ia falar exatamente isso também... – E logo olha para o buraco e pede para Daniel a lanterna, que iria usá-la para dar uma examinada. – Bem... *liga lanterna e aponta para o fundo do buraco*... Parece que esse buraco é bem fundo, se alguém cair nela, nunca mais volta... Mas tem algo muito estranho nele. – Afirmou com firmeza – Mas... *põe a mão no buraco e assusta*.
– O que foi Carol? – Perguntei assustada – tirando o fato de que se alguém cair lá não voltar...
– Parece que por aqui contém uma camada mágica. – disse impressionada ao tirar a mão, que estrava brilhando.
Logo, ficamos observando aquele misterioso brilho até que sopra uma brisa [que também não sei de onde é...] e parte desse brilho sai da mão dela e segue em direção à brisa. Seguimos até que esse brilho começa a girar em círculos parecendo estar rodeando algo até que de lá se forma uma voz:
– Sigam os seus instintos e use as suas habilidades especiais, que os libertarão dessa escuridão. E mais uma coisa! Lauren, esse objeto será muito importante para você – Diz a voz misteriosa mostrando uma imagem que faz se assemelhar com um espelho diferente. – Você deve encontrá-lo, mas não o procure. Ele virá até você sem que o procure, pois na hora certa ele aparecerá – Assim ela termina a frase e desaparece deixando o brilho mágico cair, quando apareceu um pequeno portal numa das paredes desse horrível túnel que chamou nossa atenção, pois além de ser a única coisa iluminando esse lugar, era algo que nos puxava para si.
Demos as mãos, um para o outro e logo fitamos aquele estranho portal, que parecia estar nos esperando. Nos entreolhamos com temor, mas no rosto de todos estava estampada uma decisão. Começamos a dar lentos passos até ele e o atravessamos.
O portal era espelhado, sendo assim possível nós vermos nosso reflexo banhado na luz dourada que vinha dele. Ao olharmos no mesmo, nossa imagem parecia com um jogo em alta definição, portanto, achamos que era virtual. Com estranhamento, percebi que não estávamos mais usando as mesmas roupas.
A minha se tornou um vestido médio, um pouco balonê no início, com babados e uma faixa escura no final. Uma tira de tecido enrolada três vezes, com um grande laço atrás ornamentava minha cintura. Mangas curtas e bufantes, junto com alças sustentavam a parte de cima. Percebi também que estava usando uma sapatilha simples nos pés.
A de Carolline tornou-se um vestido meio curto com um longo laço borboleta na lateral da cintura na parte da frente, com uma meia comprida e simpáticos sapatinhos com salto pequeno. Da faixa, segue alças como “orelhinhas de gato” sustentando o vestido. E entre as alças, um pequeno colar com uma brilhante estrela.
E Daniel apareceu com uma camisa vermelha com uma gravata larga e listrada preta, uma calça jeans escura, com um tênis cinza, assim como o chapéu que apareceu sobre seus cabelos loiros bagunçados.
Quando o meu cabelo foi tomado por pixels e transformou-se, preso por duas brilhantes estrelinhas, que delas saem longos e altos cachos pretos, com uma repicada franja. Logo o de Carolline tornou-se soltos com uma fina trança presa ao lado com uma (e novamente) pequena estrelinha e uma franja inclinada (cabelos castanhos).
Naquele portal apareceu o nosso destino, uma escuridão aparece naquele mundo tecnológico que começa a nos sugar até cairmos num lugar todo preto e branco (ou cinzento) *Eu estava com os olhos ardendo de tanta coisa doida que aconteceu rapidamente, então, eu não estava muito no meu normal, mal conseguindo identificar as cores... AINDA MAIS CINZA DE PRETO E BRANCO! u.u *. Olhamos ao redor até que vimos aquela caverna, na qual havíamos entrado e que não havia mais fim e nem começo, e o pior de tudo era que saímos da caverna, mas o mundo perdeu a cor, e até nós e nossas roupas foram tomados por aquela tintura “incolor”. Quando também percebemos que algo azul brilhava. Estava meio longe e entre árvores, e muito curiosos corremos até lá.
Lauren Pov. Off
...
Narrador Pov. On
[Então… eu sou o narrador! Às vezes vou aparecer aqui... mas eu estou achando que estraguei o clima de tensão... *se é que era clima de tensão...* ‘-‘ ... tá... vou continuar a fic! **Peraí criadora já estou indo!** Bom...”]
Lauren pegou o objeto em suas mãos [sim,.. pense o que quiser e use sua imaginação. Ela o encontrou em algum lugar ai e você pode imaginar como estava (flutuando, no chão, etc) mas estava entre as árvores próximo a um campo aberto], que não conseguia identificá-lo muito bem por causa do intenso brilho, e disse:
– Será que o que estou vendo é exatamente o que estou vendo?
– Meu Deus! Acho que sim, porque estou vendo também.... ou já estou vendo coisa demais! – Disse Carolline mais assustada.
– Para mim, isso é...- Disse Daniel pensativo.
– O ESPELHO! – Gritou todos.
Nesse momento o espelho começou a puxar Lauren, mas Carolline segurou seus pés. Quando Carolline também estava saindo do chão e Daniel segurou seus pés assim que ela fez em Lauren.
O espelho puxou todos para o alto e depois mergulhou, levando os três amigos para a imensidão do misterioso lago.
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Narrador Pov. Off
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