The Race
10 Ten Miles
Notas iniciais
Pov Jake:
– Pelo o mesmo motivo que você não me chamou para o seu noivado e não me contou que seria pai. Ela disse me olhando com desprezo.
– Foi para o seu próprio bem. Puxei a cadeira em sua frente e sentei.
– Conta outra Black. Ela disse rindo. – Meu próprio bem, quem escuta acha até que você se preocupa comigo.
– Mais eu me preocupo, você é a minha amiga e eu ..
– Não fala nada. Ela me interrompeu. – Já cansei de ficar escutando as besteiras e desculpas sem cabimentos que saem de sua boca. – E mesmo que você não mereça saber, eu fiquei noiva hoje, por isso que você não sabe do ocorrido. Ela olhou para algo atrás de mim e começou a sorrir. Virei a minha atenção para o local onde ela olhava. E o Alec estava vindo todo cheio de sorrisos para ela.
– Vamos dançar. Ele foi logo a puxou me deixando sozinho na mesa. Deixei o meu pensamento me levar. E os mesmo me levaram para três meses atrás.
Flashback On:
Quando acordei depois mais tarde no apartamento da Renesmee eu estava sentindo uma dor de cabeça sinistra, mas nada doía mais do que o meu coração. A rejeição havia sido grande e dura, as palavras dela ainda batiam em minha mente como se fosse um martelo pregando pregos.
“Tudo isto me fez ver que o seu erro pode ser o acerto de alguém, e alguém melhor que você”.
Como que o nosso relacionamento chegou aquele ponto? Ao ponto dela me falar uma coisa daquelas? Eu havia ido ate Nova York para receber o seu perdão e só recebi rejeição.
Arrumei as minhas coisas, deixei um bilhete e voltei para a minha vida, já que havia ficado claro que na vida da Nessie eu não tinha mais lugar.
– Que negócio é esse de viajar sem avisar? Eu mal havia colocado os pés no apartamento e o a Jane já estava enchendo o meu saco.
– Tive que resolver uns negócios, você sabe que a temporada está para começar, eu tinha que dá uma olhada na minha moto.
– A primeira corrida é no Brasil Jake, o que você foi fazer em Nova York?
– De onde a minha equipe é Jane? Perguntei achando que estava abafando.
– Itália. Ela respondeu ainda mais brava. – A não ser que a Itália tenho se deslocado para a America do Norte e mudado de nome você está no lugar certo.
– Sim, minha equipe é da Itália, mas você sabe que tudo que resolvemos sobre ela é em Nova York.
– Não sei, estou em sua vida há pouco tempo. Ela respondeu brava.
– Então aprende uma coisa, eu mando em mim ainda e continuarei mandando. — Você só será a minha esposa, não a minha dona. – Agora licença que quero dormir.
– Jake. Ela segurou o meu braço quando passei ao seu lado. – Você está fedendo a álcool. Ele fez careta. – Eu não vou dormir com você desse jeito.
– Sinta-se a vontade para dormir no sofá então, ele é grande o suficiente para você. Eu disse soltando os meus braços do seu aperto.
Os dias depois desses só foram piores, as brigas eram constantes e a saudade da Nessie só aumentava. Tentei a tática amigos pelas redes sócias e telefones, mas ela estava sempre ocupada com algo e quase nunca estava em casa. Eram raras as vezes que eu ligava para o telefone residencial e ela atendia. E quando eu perguntava o porquê do desaparecimento, era sempre a mesma resposta: muito trabalho; estou viajando muito para congressos, e mais um monte de coisa que eu sacava que era mentira.
Jane estava cada vez mais insuportável e eu já não estava mais aturando aquilo. Ela estava de mau humor, sentia enjoo de tudo e o gênio que já era do filho do cão passou a ser do próprio Lúcifer. O dia que resolvi dá um basta em tudo aquilo eu recebi uma surpresa.
– Jane. Chamei-a, mas a mesma não me deu atenção. – Jane. Chamei de novo.
– Oi. Ela disse meio dispersa de toda a situação.
– Precisamos conversar. Sentei ao seu lado no sofá. Fiquei preocupado com o olhar dela que estava vago. – Algum problema?
– Pode falar o que você quer falar depois eu falo. Ela disse com a voz baixa.
– Jane, foi bom enquanto durou, mas eu ..
– Estou grávida. Ela não me deixou terminar a frase.
– O QUE? Acabei gritando.
– Estou grávida. Ela repetiu baixando o olhar.
– Desde quando você sabe disso? Perguntei assustado.
– Eu tinha as minhas dúvidas com toda essa mudança de humor, e enjoos, mas eu confirmei mesmo quando fiz o exame e o resultado saiu. Ela colocou em minha mão. Passei os olhos pelo o mesmo e constatei que era verdade.
– Quanto tempo?
– Mais o menos dois meses. – Acho que foi aquela vez que transamos sem caminha quando você chamou .. Ela não terminou.
– Eu me lembro. A vontade que eu tinha era de quebrar a minha própria cara.
– O que vamos fazer agora? Ela perguntou parecendo nervosa. – Tive a impressão que você terminaria comigo, se é isso que você quer, pode fazer, mas eu não vou criar filho nenhum sozinha.
– Eu não escutei isso não é? Perguntei alterando a voz.
– O que? Ela só podia está de brincadeira.
– Você falou em aborto? Perguntei indignado.
– Falei. Ela disse com naturalidade. – Eu não vou criar filho nenhum sozinha, eu não o fiz sozinha, e nem quero ser mãe ainda se você quer saber.
– Ah e eu quero ser pai? Perguntei incrédulo. – Eu quero, mas não nessas circunstâncias.
– Pelo o visto não. Mas o erro foi seu, já que ficou pensando na vadia.
– Chega Jane, que saco, será que em um momento na sua vida você pode esquecer que a Nessie existe e pensar no que estamos enfrentando aqui? – Você acabou de falar em aborto. – Você tem noção do quanto isso é errado? Desumano?
– Eu fique nervosa okay. Se você quiser terminar sinta-se a vontade. Ela deu de ombros.
– Para você matar o meu filho depois? – Nem pensar. – Vamos continuar o que estávamos fazendo.
– Vamos nos casar então? Ela perguntou animada. – Estamos juntos ainda?
– Sim. Eu me dei por vencido. A derrota ali havia sido terrível também. – Licença. Eu disse a deixando na sala.
Depois disso ela começou a organizar a festa de noivado e mais algumas coisas para a gravidez. Se eu estava pensando em deixa-la eu não podia fazer mais, ela já havia ameaçado a vida do meu filho, e eu não pagaria para ver se ela teria coragem.
Logo as horas, dias, semanas, e meses foram passando e eu me vi cada vez mais distante da Nessie e cada vez mais estranho. A falta que ela estava me fazendo não era um falta suportável. Estava doendo, estava me consumindo aos poucos. O marceneiro parceria ainda está pregando os pregos com martelos em minha mente e agora em meu coração. Pois tudo aquilo só poderia ser paixão, um gostar de um homem para como uma mulher, mas o meu tempo já havia passado, ela não me queria mais.
Flashback off:
Porem nada me preparou para o que eu vi durante aquela noite que eu estava vivendo. Ela de mãos dadas com o cara que deveria ser somente o meu cunhado, e não o caro que estava roubando quem poderia ser o meu futuro, a minha razão de viver. O pior foi ver que os olhos dela brilhavam na direção dele, e aquilo só podia significar uma coisa, ela estava apaixonada.
Agora como explicar para ela que paixão não é amor? E que eu estava arrependido grandemente por tudo? E que o motivo que estava me levando a casar não era amor e sim necessidade. Como convencê-la de que errar é humano? Como fazer com que uma médica, uma pessoa que tem que ser cem porcento racional entenda que eu a queria?
Fiquei olhando a Nessie dançando com o Alec foi terrível vê-lo passando as mãos pelo o seu corpo, a forma como ela fechava os olhos quando ele cantava ou fala ao pé do seu ouvido, o roçar de lábios que ela recebia com alegria, os sorrisos que ela dava para ele, e o pior foi ver que ela não estava fazendo para me deixar com ciúmes. Tudo estava rolando porque ela estava apaixonada por ele, e os olhos dele falavam a mesma coisa.
– Jake. Embry já estava mais do que bêbado ao meu lado. – Deixa de ser trouxa e tira ela para dançar com você. – Já não aguento mais ficar aqui olhando você olhar para eles com esse olhar de cachorro abandonado que está sentindo dor pela partida dos dono. – Nossa falei bonito agora! Ele disse cheio de si.
– Ela seguiu a vida dela Embry. Falei olhando a forma que o Alec havia colocado as mãos na lateral de seu pescoço e encostou a testa na dela e consegui ler perfeitamente os seus lábios quando ele pronunciou um eu te amo sobre os lábios dela. Ela sorriu um sorriso lindo, abriu os olhos e olhou dentro dos olhos dele. Crispei os olhos para poder ler os seus lábios e poderia não ter feito aquilo, a resposta me pegou de surpresa. Não mais do que eu te amo.
Depois daquela eu saí da mesa em direção da rua, eu não ficaria ali presenciando aquele show de horrores, aquele espetáculo ridículo.
– Jake aonde você vai? Jane estava atrás de mim.
– Bebi demais e estou passando mal. Falei indo em direção do meu carro. Entrei no mesmo e dei partida cantando pneu, deixando a marca da minha raiva no asfalto.
[...]
Passei a noite em claro e não ajudou em nada o fato da Jane está a fim de transar, e eu não está no clima. Consegui dá a desculpa que era por causa do inicio de temporada que estava chegando, afinal faltavam somente três dias para a corrida em Interlagos, São Paulo, Brasil.
Olhei o dia amanhecer sentado na cadeira na minha varando relembrando os carinhos e palavras trocadas entre os dois. Percebi o sol nascendo e dei um pulo da cadeira, eu teria que fazer algo a respeito de tudo aquilo.
– Você viu que horas são? Lee abriu a porta reclamando. – Jake, são seis e quarenta da manhã, eu tive que passar a noite toda cuidando de um Embry embriagado falando um monte de merda. – Tive que escutar meio próprio namorado falando que a minha amiga estava gostosa, — Agora vem você para encher o meu saco.
– Preciso de ajuda. Eu disse entrando sem ser convidado e ignorando tudo que ela estava falando.
– Que tipo de ajuda? Ela perguntou sentando-se ao sofá.
– Preciso falar com a Nessie.
– Ah Jake pelo amor de Deus cara, — Você irá casar, ela está noiva, a sua mulher está grávida, o que mais você quer? Ela perguntou cruzando os braços.
– Conversar com a Nessie, e preciso da sua ajuda.
Depois de muito custo eu conseguir convencer a Lee a chamar a Nessie para ir para sua casa com qualquer desculpa esfarrapada. Eu não estava ligando qual seria a mentira, eu só queria poder conversar com ela sem ter nem um Alec no meio.
Não sei o que a Lee disse a ela, mas ela aceitou ir até a casa dela de manhã.
– Ela está vindo. Lee disse antes de sair com o Embry. – Pelo o amor de Deus não vão quebrar nada da minha casa, eu preciso dela. Ela disse séria.
– Obrigada Lee. Eu disse lhe abracei.
– E resolvam isso. Embry disse fazendo uma careta. – De uma vez por todas.
Eu andei de um lado do apartamento nervoso a esperando chegar. Depois de uns trinta minutos a campainha tocou. Olhei pelo o olho mágico e ela estava do outro lado da porta. Abrir a mesma ainda parado atrás da porta.
– Trouxe pão já que eu não pude tomar o meu café. Ela entrou falando e rindo. – E não posso demorar muito, Alec está me esperando. Fechei a porta e ela virou para ver a Lee e me encontrou atrás da porta.
– Black? Ela disse espantada.
– É Jake Nessie. Eu sou o seu Jake. Eu disse encurtando o espaço entre a gente a agarrando a sua nuca invadindo a sua boca com a minha língua faminta.
[..]
Pov Nessie:
Não tive tempo de falar que não queria. Ele já havia me colocado em seu colo e seguia comigo para o quarto. Sua boca não deixou a minha em nenhum minuto enquanto ele me carregava.
Ele me deitou na cama, com uma delicadeza sem fim, como se eu fosse quebrar, assim como uma boneca de porcelana, acho que ele me via assim, dessa forma, uma menina, uma boneca. Mas eu até poderia ser frágil para ele, mas eu era uma mulher. E eu sabia o que queria. E eu o queria neste exato momento.
– Hoje você será minha...Vou te possuir com todo o meu desejo, de todas as formas com que nossos corpos aguentarem...Eu quero continuar o que paramos na sala do seu apartamento em NY Nessie...– Ele falava baixo, me deixando arrepiada.
– V-você não pode fazer isto Jacob... – Era para ter sido uma frase dita de forma agressiva, mas apenas saiu como um murmúrio.
– Shhh... – Ele fez, enquanto descia sua língua por toda extensão do meu pescoço, parando na curva do meu ombro, chupando-me com prazer.
– Jakee...não...isso não é... – Mas não consegui terminar, sua mão subiu para os meus seios, apertando-o por cima do sutiã.
– Para Jacob, eu não posso, Jane , Alec.Oh meu Deus você me deixa tão... – Não consegui terminar a frase, estava sem ar, pelas reações que sentia em meu corpo, quando sua mão desocupada segurou meu outro seio, deixando-os presos em suas enormes mãos, quentes, macias, sendo massageados e fazendo-os enrijecer, mesmo com o tecido grosso da lingerie.
– Fala. Eu quero ouvi, me diz como eu te deixo... – Ele falou com voz baixa em meu ouvido. Eu apenas gemi, não consegui responder.
– Diz Ness...Quero ouvir você dizer, como eu te deixo? – Ele perguntou, passando a língua em minha orelha de cima a baixo, precisei morder meus lábios para não gemer mais alto e minha pele inteira arrepiou com o toque de sua carne úmida.
– Louca... –Sussurrei
– E o que mais? – Perguntou, com as mãos ainda em meus seios, os massageando, seus lábios incendiaram minha boca.
– Jake. Deixei o seu nome saiu entre os meus lábios.
– Você ainda não me respondeu Ness... – Ele separou seus lábios para me fitar – O que mais eu te deixo? Quero ouvir... – E lambeu meu queixo, eu tremi e mordi meus lábios.
– Excitada... – Gemi quando uma de suas mãos desceu para o fio fino de minha calcinha, só de imaginar o que poderia estar por vir, me deixou à beira da loucura.
– Excitada? Preciso conferir...Mas antes... – Jacob levou suas mãos para as minhas costas e levou seus lábios gostosos mais uma vez para meu pescoço, enquanto eu o enlaçava com meus braços.
E ali eu perdi a batalha e me deixei levar pelos meus sentimentos.
Minhas mãos não pararam de trabalhar em seu corpo. Eu as passava como se eu quisesse guarda na memória cada parte, cada músculo, cada sinal, cada imperfeição em minha memória, pois eu sentia que aquilo seria a nossa despedida.
Ele levou as mãos em minha blusa e a tirou deixando-me só de sutiã, mas isso não durou muito, logo eu também já estava sem sutiã e ele já tomava os meus seios em sua boca. Ele lambeu, mordeu e beijou os meus seios, os colocando às vezes por completo dentro da boca, proporcionando- me gemidos sôfregos.
Ele desceu com a boca fazendo caminhos em minha barriga depositando pequenas mordidas, parando somente perto da minha saia que eu estava usando. Ele levou as mãos no botão e no zíper a tirando por completo. Deixando-me somente com a minha calcinha.
– Linda! Ele disse passando a mão pelo o meu sexo ainda sob a calcinha. Ele subiu para ficar com os lábios sobre o meu. – Eu irei lhe fazer minha, e dessa vez eu não irei me esquecer. Ele disse devorando os meus lábios novamente.
Desceu para o meu sexo e baixou a minha calcinha. Beijou as minhas pernas intercalando entre as duas e chegou ao meu sexo. Passou a língua devagar e passou a me chupar, beijar e às vezes morder o meu clitóris. Sua língua não havia deixado o meu sexo e ele levou dois dedos em meu interior introduzindo-os com força. Passei a rebolar em seus dedos e estava quase gozando quando ele tirou os seus dedos e língua do meu sexo.
– Não quero que você goze desse jeito. Ele disse me virando de costa e colocando-me de quatro para ele. – Quero comer você assim. Ele disse com a voz completamente obscena.
Fiquei como ele havia me mandado e esperei que ele colocasse o preservativo que ele havia tirado do bolso da calça. Logo o senti segurar o meu quadril e puxar de encontro a seu corpo, introduzindo-me com fervor. Como eu estava quase no ápice, só aquilo fez com que eu gozasse, e os meus gemidos por causa disso tornaram-se gritos.
Suas estocadas eram fortes e precisas. Eu gemi coisas desconexas e ele fazia a mesma coisa. Eu já sentia a minha bunda arder de tanto tapa que ele estava deferindo nas mesmas.
Eu estava de costas para ele empinando o meu corpo de encontro ao seu o quanto mais fosse possível. Ele gemia e batia nas minhas nádegas com força e apertando às vezes para deixar a marca dos dedos.
Eu queria que ele explorasse-me e possuísse-me de todas as formas, eu queria que o meu corpo fosse dele por completo. Eu queria deixar na memória como foi ser amada pelo o homem da minha vida.
– Que bundinha gostosa Nessie. Ele disse mordendo a minha nádega enquanto me estocava com toda força.
– Eu quero. Eu falei em um feixe de voz.
– Quer o que amor? Ele perguntou segurando a minha cintura para se enterrar mais em mim.
– Quero ser sua por completo. – Quero poder dizer que todo o meu corpo foi seu, sem nenhuma exceção. Eu não podia ver os seus olhos e sua expressão pela a posição que eu encontrava-me.
– Você tem certeza? Ele perguntou parando de estocar.
– Tenho. Eu respondi empinando mais ainda o meu quadril em sua direção.
Ele retirou o se membro de dentro do meu sexo e depositou os lábios em meu ouvido.
– Gozaremos de uma forma diferente então. Ele disse tirando a camisinha e pegando outra no bolso da sua calça.
Ele veio beijando o meu pescoço e a minha nunca, deixando o rastro de sua língua pelas as minhas costas. Colocou o travesseiro em baixo do meu quadril para que eu ficasse com o tronco um pouco mais alto em sua direção.
Senti-o passando o seu dedo em minha entrada e fiquei arrepiada com a carícia que ele estava fazendo naquele local.
– Empina mais para mim amor. Ele pediu ajudando-me.
Empinei o máximo que conseguir e o vi gemer com aquilo. Ele deferiu mais um tapa com força e com vontade.
– Chupa. Ele levou dois dedos a minha boca. Fiz o que ele havia me pedido e logo entendi, não tinha lubrificante.
– Não tem lubrificante. Ele disse com um sorriso safado enquanto eu chupava os seus dedos.
Ele levou os dois dedos e colocou sobre o meu ânus, ficou massageando o meu orifício por fora, e aquilo estava me deixando louca, eu gemi de prazer. Com cuidado ele introduziu o primeiro dedo. Ele terminou de colocar o primeiro e depois colocou o segundo bem devagar, eu gemi de dor e prazer. Ele os deixou parados por um tempo e depois começou a estoca-los devagar. Em uma necessidade insana de querer mais eu comecei a empurrar o meu quadril contra os seus dedos.
– Isso minha gostosa. – Mostrar para mim quem é o seu dono. Ele disse enquanto estocava o meu ânus com os dedos.
Ele tirou os dedos e o senti colocar o seu membro na minha entrada. Ele passou a ponta do membro em meu ânus torturando-me com aquilo. Eu estava pegando fogo e eu o queria dentro de mim.
Senti quando o seu membro começou a ser introduzido devagar em meu ânus, e parecia me rasgar. Contrair a minha entrada por causa da dor que aquilo estava me causando.
– Relaxa amor. Ele praticamente gemeu ao falar.
Ele levou uma mão em meu sexo e começou a estoca-lo com dois dedos enquanto o seu dedão fazia movimentos circulares em meu clitóris. Na tentativa de fazer com que eu relaxasse. E foi isso mesmo que aconteceu eu conseguir relaxar e ele terminou de introduzir o seu membro no meu orifício.
– Quando você se sentir pronta me dá um sinal. Ele disse ainda estimulando o meu sexo.
A essa altura eu já estava mais do que pronta. O prazer que os dedos dele me proporcionava estava fazendo com que eu esquecesse a dor que era tê-lo me estocando por trás.
Eu comecei a investir o meu quadril de encontro ao seu membro e ele começou a me estocar devagar. Porem logo ele estava dando estocadas fundas e fortes, alternando entre tirar o membro por completo e enterra-lo com vontade e rebolar dentro do meu orifício. Eu passei a rebolar junto, pois aquilo estava sendo maravilhoso.
– Rebola Nessie. – Geme Nessie. Ele mandava estocando-me com força ao mesmo tempo em que estimulava o meu clitóris.
– Jake eu vou ..
– Goza gostoso. Ele disse antes que eu sentisse o seu membro inchando dentro do meu orifício. Acabei gozando pela a segunda vez naquela manhã.
Ele estocou-me mais algumas vezes e logo se derramou por completo dentro de mim gemendo.
– Eu te amo Ness... Meu coração se aqueceu, mas a escuridão me levou, para o sono tranquilo dos amantes.
Acordei e senti o meu corpo todo cansado. O que eu e o Jake havíamos feito foi alucinante demais. Tateie a cama ao meu lado e logo a minha mão encontrou o corpo que havia me proporcionado a melhor forma de fazer amor na vida. Nem uma noite ao lado do Alec poderia ser comparada com aquela.
– Alec. Resmunguei passando a mão pelo o rosto. – O que eu havia feito? Alec não merecia aquilo.
Olhei mais uma vez para o corpo todo Jake ao meu lado. Ele havia pronunciado as palavras que eu sonhei tanto em ouvir. Mas por mais que eu ansiasse pelas aquelas palavras eu não podia seguir com aquilo.
Ele estava noivo, Jane estava grávida, eu havia aceitado o pedido do Alec e estava me sentindo feliz depois de tanto tempo de luta. Havia sido maravilhoso tudo aquilo, mas não passaria disso, de uma simples lembrança.
Levantei da cama devagar para não fazer barulho. Ele dormia tão serenamente que eu não queria acorda-lo. Vesti a minha roupa e peguei um papel sobre a mesa do computador da Lee.
Jake foi tudo maravilho, eu amei tudo mesmo, foi a melhor forma de você ter provado que me ama, mas não podemos tornar isso real. Fizemos escolhas as quais não podemos voltar atrás, sua noiva está grávida, e eu estou noiva do irmão da sua noiva por sinal. Sinto muito em lhe dizer, mas acabou, e dessa vez é para valer, te amo Ness!
Olhei mais uma vez para o seu corpo sobre a cama. Ele tinha marcas pelas as costas toda, ele havia sido meu, e dessa vez foi de verdade.
– Eu também te amo. Eu disse depositando o papel sobre a cama e virando as costas para o homem da minha vida.
Pov Jake:
Estava de bruços na cama quando acordei com alguém me chamando de uma forma nada carinhosa.
– Eu não acredito seu cretino. Reconheci a voz como da Lee. – Vocês transaram na minha cama? Ela estava tirando os lençóis com nojo. – E cadê a cadela da Renesmee que deu para você e se escondeu.
Olhei ao redor rindo, esperando ver a Nessie sair do banheiro vermelha de vergonha.
– Jake. Embry estava com o tom de voz triste.
– O que foi cara? Perguntei lhe encarando.
– Acho que é para você. Ele entregou o papel na minha mão.
Passei os meus olhos pelas letras e conforme eu fazia isso um aperto enorme tomava conta do meu coração. Quando cheguei à parte em que ela escreveu:
Sinto muito em lhe dizer, mas acabou, e dessa vez é para valer, te amo Ness!.
– Nããããõooooo ... Gritei jogando o meu corpo sobre o colchão.
– O que foi Jake? Lee estava me abraçando.
– Ela me deixou. Eu disse em meio aos meus soluços. – Ela me abandonou e dessa vez é para SEMPRE! Eu gritei colocando os braços em volta do meu corpo e tomando a posição de um feto sobre cama.
Senti lágrimas caindo em meus ombros e percebi que a Lee estava chorando junto comigo.
– Eu quero morrer! Eu sussurrei antes de deixar a escuridão tomar o meu ser.
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