The Queen Wishes You A Merry Christmas...

1 The queen wishes a merry christmas...


Notas iniciais
Especial de natal... xD One-shot gente... Swan Queen bem delicado.. Aquele episódio 11 de OUAT me matou de tanto chorar.. Noooosssa demais ='(( precisei escrever algo, nem que fosse pouquinho. Tive a ideia de uma curta para o natal e aqui está... Meus sentimentos foram pro espaço com aquele final, então aqui vai a minha pequena versão sobre o que eu gostaria que tivesse acontecido haha Hope u like it o/ XOXO

THE QUEEN WISHES A MERRY CHRISTMAS

Emma acordou particularmente inspirada naquele dia. Ao som de uma boa música a loira preparava o café dos dois. Henry estava ao lado e cuidava das plantas aguardando a mãe, ambos ainda em seus pijamas. Era véspera de natal e o pinheiro que haviam comprado no dia anterior já estava todo enfeitado para a noite. Mais uma dentre todas as outras que haviam passado juntos.

A casa em Boston era aconchegante e com um toque todo original. Moderna, prática e estilosa, vinha sendo o lar da família Swan há exatamente um ano naquela data. Para Emma parecia até mais. Contudo, era como se a vida deles tivesse ganhado um ar diferente naqueles últimos tempos. Ela não sabia explicar o motivo, mas parecia que todos os anos para trás não passavam de lembranças distantes. Ela estava feliz, ali e agora. A vida com o filho era tudo o que prezava, mas ainda assim, certas vezes a loira se sentia incompleta. Como se apesar de ter tudo o que desejava com Henry, ainda faltasse alguma coisa. Emma afastou aqueles pensamentos e serviu os pratos. Ovos mexidos e panquecas eram a base do café e, é claro, capuccino com chantilly. Assim que ela descansou as canecas sobre a mesa, Henry lembrou a loira.

– Ahn mãe, você esqueceu de uma coisa...

Emma entendeu na hora o recado.

– Certo. A canela – disse, buscando o frasco com o tempero no balcão ao lado – Aqui está.

Eles brindaram e cada um tomou um gole. Mais uma manhã agradável de final de ano. Até que alguém bateu à porta.

– Esperando alguém? – indagou Henry.

– Não...

Emma forçou a cabeça tentando recordar se por um acaso teria esquecido algum compromisso. A batida se repetiu, reforçando que quem quer que estivesse do outro lado, tinha alguma urgência. A loira descansou o guardanapo sobre a mesa e se levantou.

– Henry, espere aqui.

Emma desligou a música enquanto se dirigia até a entrada. Ela abriu então a porta e por um segundo teve a impressão de que a pessoa parada ali lhe parecia ligeiramente familiar. Porém foi algo passageiro e logo sua razão tomou frente da situação limpando sua mente daquele sentimento.

–Emma... – a voz estava entorpecida e lágrimas começavam a umedecer seus olhos.

– Ahnn... Posso te ajudar?

– Pode sim... Tem idéia de quanto tempo esperei para ouvir essa voz? – uma gota se desprendeu percorrendo sua bochecha – Onze meses, trinta dias, oito horas e... – ela chegou o relógio – quarenta e três minutos.

A reação de surpresa de Emma foi evidente e ela tentou analisar toda aquela informação. Quem era aquela mulher? O que ela fazia ali e o que deveria significar tudo aquilo?

– Mãe?? – a voz do menino pode ser ouvida vindo de dentro – Quem é?

Emma se preparou para uma resposta, mas o que veio em seguida a deixou tão pasma que não encontrou palavras.

– Henry?? – a mulher a frente estava visivelmente emocionada.

– Espera, você me conhece? E a Henry? Quem diabos é você e o que está fazendo aqui?

A loira se colocou entre o corredor e o vão da entrada de forma protetora.

– Eu não te conheço, então quer me explicar como isso é possível?

– Você está errada Swan...

Emma sentiu um arrepio percorrer seu corpo quando a mulher pronunciou seu sobrenome daquela forma. Por mais que sua cabeça negasse, seus sentidos não pareciam concordar. Tinha algo ali, algo naquela voz que provocava nela quase que uma nostalgia. Aquele timbre...

– Você me conhece muito bem... Apenas não se lembra disso.

Antes que ela tivesse tempo para um contra ataque, Emma sentiu seu corpo deslizar para frente, mergulhando de encontro à mulher. A morena puxou-a pelo colarinho do pijama de forma rápida e decidida, sem deixar espaço para qualquer esquiva. Era sua chance. Tudo ou nada. Se não funcionasse, ela teria de aceitar a dura hipótese que vinha atormentando-a durante todo o ano e conviver com o fato não só de que as coisas não eram da forma como imaginava, como também o de que precisariam de uma abordagem para resolver aquela situação.

A distância diminuía progressivamente e então o momento mágico que ela tanto imaginara todo esse tempo aconteceu. Mágico de fato. Seus lábios se chocaram e ela esperou pelo que viria. Emma estava rígida a princípio, era algo totalmente inesperado para ela: uma estranha bater em sua porta no raiar do dia e de repente aquilo. E então... Alguma coisa mudou. Foram frações de segundo. Uma onda de energia irrompeu dos dois corpos ali parados e explodiu por todo o apartamento, transcendendo seus limites e ganhando o mundo lá fora. Henry sentiu o impacto na mesma hora e foi jogado de leve para frente batendo contra a mesa. E não foi só ele que sentiu. O corpo de Emma estremeceu e ela se desvencilhou.

– Reg... – ela gaguejou – Regina...

Seus próprios olhos então transbordaram de emoção ao vê-la ali. Tudo agora parecia fazer sentido. O buraco que ela carregava por dentro, aquela incompreensão, aquele sentimento vazio... Tudo desapareceu num piscar de olhos. Ou melhor, num toque de lábios. As memórias rasgaram caminho em sua mente e todos aqueles anos voltaram à tona como se nunca a tivessem deixado. Storybrooke, a Enchanted Forest, os pais, Regina... Regina. A mulher que havia se sacrificado por todos no final, que havia colocado finalmente o bem comum acima do seu próprio, a mulher que havia lhe permitido escapar da maldição com o filho e viver aquele um ano, que mesmo tendo sido uma farsa, fora o melhor que ela poderia ter imaginado se de fato não houvesse deixado Henry aquele dia. A mulher que agora se encontrava ali, a sua frente e que havia acabado de beijá-la. Isso só poderia significar uma coisa... Algo que ela já vinha suspeitando e debatendo em seu âmago há algum tempo desde a expedição a Neverland. Algo que agora estava provado de forma irrefutável e que com certeza era recíproco. Um de seus maiores medos então se foi, desaparecendo junto com as últimas sombras daquela maldição que a havia levado até ali. A morena sorriu de uma forma tão sincera que Emma só se recordava de já tê-la visto assim quando se dirigia a Henry.

– Você me encontrou... – Emma sussurrou.

– E não é esse o lema da sua família?

– Mãaaaaae!!!! – Henry correu para os braços da morena que quase foi ao chão com a força do abraço do filho – Você voltou! Voltou! Eu sabia!...

Regina apertou o garoto contra o peito e as lágrimas escorreram fartas por seu rosto.

– Eu fiz uma promessa, não se lembra? – ela segurou o rosto de Henry de forma que ele a fitasse direto nos olhos – Nunca vou te deixar...

O menino grudou ainda mais na mulher, já soluçando em meio ao choro. Emma chegou por trás e acariciou-lhe as costas de forma gentil. Ela foi surpreendida mais uma vez quando uma mão a puxou, juntando a loira num abraço em grupo.

– Eu causei tudo isso... Nada mais justo que fosse eu também a resolver as coisas... – Regina disse e Emma percebeu então que a mão que a puxara havia sido exatamente a dela.

Era muita informação para a loira processar de uma vez só. Ela e Regina não haviam sido exatamente melhores amigas e de repente tudo havia mudado. Era difícil e ao mesmo tempo... Não era. A relação das duas sempre fora turbulenta e principalmente intensa. Parada ali naquele abraço, a loira finalmente compreendeu que tudo havia evoluído com o tempo a outro patamar. E no fundo, no fundo... Ela já sabia.

– Como conseguiu quebrar a maldição? – Henry desfez o silêncio.

– Ahn... – Regina se desvencilhou dos dois procurando uma forma de escapar da pergunta – Olha, eu já estava quase me esquecendo!

Ela então entregou um cartão de natal ao menino. Henry foi logo abrindo e para sua surpresa ao invés de um recado havia apenas uma foto. Só que era ai que estava a diferença: as pessoas nela estavam se movendo.

– Vovó??! – ele se entusiasmou na hora.

As pessoas da imagem não estavam focadas em sua direção, mas assim que ouviram a exclamação do garoto todos os olhares se dirigiram a ele.

– Henry?! É ele, David! Deu certo!! Venham ver! – a voz de Mary Margaret soou do outro lado da conexão.

O cartão mágico levou Henry a milhares de milhas dali, de encontro a todas aquelas pessoas que o amavam.

– Mãe?? – Emma tomou o lugar ao lado do filho – Mãe! Pai!

– Emma!!! – o grito do pessoal foi unânime.

– Emma... – a voz de Mary estava carregada de emoção, guardada durante todo um ano de incertezas.

Os amigos e familiares que tinham em Sotybrooke estavam todos reunidos ali e o relógio da cidade podia ser visto ao fundo, mas a surpresa maior foi, quando ao caminhar com o olhar por todos os presentes, Henry se deparou com um realmente inesperado. Mary e David ocupavam o centro, seguidos à esquerda por Archie, Leroy, Hook e Tinker. À sua direita, Ruby e Granny, seguidas de Blue, Bae, Belle e, seus olhos tiveram dificuldade de aceitar, mas ao lado dela estava o homem apoiado em sua costumeira bengala.

– Gol.._ Vovô?? Mas como? – o menino esfregou os olhos para se certificar de que aquilo tudo não se tratava de uma ilusão.

– Henry... – a voz de Gold surgiu do outro lado – Nós voltamos por vocês..

Eles sorriram. A ligação mágica começou a falhar e Regina então surgiu por sobre o ombro do menino.

– A conexão não vai durar mais muito tempo... – ela avisou.

– Emma, não sabemos como, mas funcionou.. Vocês estão de volta e nós estamos também... Estaremos esperan__ — David começou a falar, mas não chegou a terminar sua frase.

O papel voltou então a ser apenas um simples cartão em branco.

– Eu fiz o máximo que pude... – Regina se desculpou.

– Você fez mais, muito mais do que eu estava esperando Madam Mayor...

Regina não esperava pela resposta da loira, mas um breve sorriso pode ser notado em seu rosto.

– Conseguiu mamãe... Voltou por mim... – Henry pensou por um segundo e se corrigiu – Por nós..

O sorriso da morena se alargou.

– Sempre...

Um breve silêncio então se instaurou no cômodo. Nenhum deles sabia ao certo o que deveria fazer em seguida. A vida de Emma e Henry havia sofrido uma virada de trezentos e sessenta graus em questão de minutos.

– Então... O que fazemos agora? – Emma perguntou.

– Bom, acho que têm várias pessoas aguardando por vocês em Storybrooke... Não acho que devam desapontá-las, afinal, passaram um ano planejando e trabalhando por este momento...

Regina disse e, pelo tom, a loira pôde perceber que ela própria se incluía naquela descrição.

– Então nós voltaremos para Storybrooke?? — Henry estava muito mais que empolgado – Mas como? Como conseguiram trazer a cidade de volta? E Gold? Como?

As duas riram com o turbilhão de perguntas do menino.

– Acho que isso é história para a viagem... – Regina disse.

Henry assentiu.

– Então... Eu posso ir arrumar minhas coisas?? – ele sorria de orelha a orelha.

– Com certeza, kid.. – foi Emma quem falou desta vez.

O garoto deixou a sala já correndo para o quarto. Elas puderam ouvir o som de algo se chocando contra o chão e várias gavetas sendo abertas.

– Sabia que conseguiria... – Emma disse pegando Regina desprevenida.

A mulher se virou para ela.

– Foi tudo minha culpa, Swan... Desde o princípio. Era minha obrigação..

– Mas não era sua obrigação vir até aqui... – Emma observou – Por que é que foi você, Regina?

A morena suspirou como se houvesse refletido sobre aquela pergunta durante todo aquele um ano.

– Por que foi você, Swan...

Emma franziu a testa tentando interpretar as palavras da prefeita.

– Foi você... Que me mostrou o caminho. Foi você que sempre se sacrificou por todos lá, impedindo cada investida minha contra eles... Foi você que me ensinou de novo o que realmente vale à pena... Foi você que me trouxe de volta... – a voz de Regina estava trêmula e ela controlava as lágrimas para que não saltassem de seus olhos – Foi você que trouxe a parte de mim que há muito tempo eu acreditava não existir mais... Você Emma... Você me salvou. E aquele dia, parada na estrada, me preparando para dizer adeus a Henry, a tudo o que eu havia construído, a você... Foi ai que eu percebi realmente o que estava acontecendo...__

Regina não teve tempo de terminar seu discurso. As mãos da loira investiram contra seu rosto, segurando-o firme enquanto forçavam seu corpo de encontro à parede. Os lábios de Emma encontraram os seus num beijo apaixonado e reprimido há muito. E naquele momento elas se entregaram ao sentimento recém descoberto que mudava por completo o rumo de suas vidas dali por diante. Emma não poderia reatar com Bae, tampouco seria capaz de criar algo com o pirata, pois sua metade estava ali em seus braços e a loira querendo ou não já havia se rendido àquele amor. Elas ficaram ali, explorando cada nova sensação de contato, por alguns generosos minutos. Quando finalmente se separaram, ambas arfavam por ar. Regina passou a mão pelos cabelos e se endireitou. Emma pousou as suas na cintura e fitou o teto. Foi só após algum tempo de constrangimento que elas notaram o garoto prostrado do lado oposto da sala, encarando as duas com um sorriso largo.

–Henry! – Regina sentiu-se empalidecer.

– Ahnn, Henry... – Emma caminhou em sua direção com as mãos espalmadas.

– Tudo bem mãe...Mães.. – o garoto abaixou os braços da loira tentando confortá-la – Eu já sabia... – ele piscou para as duas – Tentei juntar você e papai por um tempo, Emma... Mas depois deu pra perceber que nunca daria certo.. E talvez tenha sido por isso que não funcionou da primeira vez.

Henry acenou para que Regina se aproximasse. Ela obedeceu.

– É como a vovó e o vovô... – ele juntou as mãos das duas mulheres – Vocês estão predestinadas a ficarem juntas...

Henry sorriu e Regina sentiu seu rosto queimar. Com Emma não foi muito diferente... As bochechas da loira logo enrubesceram.

– Ahn, Henry.. Nós ainda precisamos conversar e..__ — Regina começou a falar, mas foi interrompida pelo menino.

– Eu sei, eu sei... Mas vocês vão acertar as coisas... Como sempre fazem – ele sorriu e voltou correndo para o quarto.

– Ahn... Acho que deve arrumar suas coisas também, Swan... – Regina disse tentando quebrar aquele momento embaraçoso.

– Olha... Acho que teremos todo tempo do mundo agora para resolver as outras coisas... Mas não acho que vai ter outra oportunidade de conhecer nosso apartamento.. Eles tem uma das melhores pizzas aqui em Boston..

Regina sorriu com o canto dos lábios.

– Sabe, se não te conhecesse bem, diria que está tentando me seduzir Swan... – ela brincou.

– E se não te conhecesse, Regina... Diria que você aceitaria.. – Emma piscou para a morena ao lado e segurou uma de suas mãos.

Regina permitiu que o ato se concluísse e entrelaçou seus dedos nos dela.

– E afinal de contas... Hoje a noite comemoraremos o natal... E já temos uma árvore montada bem aqui. Podemos falar com o pessoal... E irmos de manhã. Fique conosco Regina... Henry iria gostar... Eu iria gostar...

A última confissão fez um sorriso sincero brotar nos lábios da morena. Ela apertou a mão de Emma.

– Então tudo bem, Swan... Vamos ver se essa cidade é mesmo tudo o que falam por ai..

Emma sorriu e elas caminharam para o quarto do garoto.

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Naquela noite eles jantaram sob a luz de velas e de muitas outras que piscavam incessantemente em sua árvore, colorindo a atmosfera com um tom mágico. Regina encantou as figuras no pinheiro para que ganhassem “vida” e se movimentassem sobre a superfície verde. O jantar havia sido preparado por eles em conjunto, uma experiência de que ela nunca se esqueceria. A prefeita começava a sentir que finalmente havia encontrado de fato sua família, seu lugar. Estendidos sobre o tapete estavam todos os pratos e guloseimas da primeira ceia de natal que passariam todos juntos. Mais cedo, haviam contatado o pessoal outra vez em Storybrooke e acertado a situação. Partiriam de manhã de volta à vida a que pertenciam, mas desta vez, como um trio concreto. Muito ainda havia de ser resolvido, porém os caminhos já estavam traçados.

Henry encarou os flocos de neve brilhantes que Regina havia colocado no pinheiro. Ele estava sentado no meio das duas mães, que terminavam mais uma taça de vinho.

– São tão lindos... – ele disse não mais alto que um murmúrio.

Regina então encarou a loira e obteve um aceno de aprovação com a cabeça. Num simples movimento de mão um vento abalou as árvores que podiam ser vistas através do vidro, do lado de fora do apartamento. Uma imensidão branca já tomava conta das ruas. E então, sem que nenhum meteorologista pudesse explicar, naquela noite a neve caiu sobre Boston de uma forma nunca vista antes. Os flocos pareciam piscar, dançando de forma hipnotizante e encantadora, brilhando e espalhando sua luz sobre toda a cidade. A magia do natal naquele ano invadiu o local de forma literal, soprando ares de mudança e esperança para todos ali.

– Uaaaaau..! – Henry exclamou boquiaberto.

Por detrás do garoto, as duas entrelaçaram as mãos e ambas apoiaram suas cabeças na de Henry assistindo ao espetáculo que se desenrolava do outro lado das vidraças. O garoto se aconchegou nas duas mães e aquela nevasca lavou todos os sentimentos amargos, curou todas as cicatrizes daqueles três e plantou ali uma nova semente. Uma nova oportunidade de vida, onde agora, eles estariam sempre juntos. Regina inclinou a cabeça e beijou Emma deixando que todo o amor que a dominava se tornasse evidente à loira, que correspondeu da mesma forma. Henry sorriu e contemplou os cristais que brilhavam a sua frente iluminarem sua vida. Uma nova era estava para se iniciar, uma era onde agora sua família estaria completa e finalmente o tão esperado final feliz estivesse começando a ser escrito.

Notas finais
Espero que tenham gostado... Bem simples, mas foi algo que eu devia a mim mesma kkk não dava pra terminar daquela forma u.u Bom, é isso ai.. comentem pessoal... =)) e um feliz natal (atrasado pq era pra eu ter postado ontem, mas só terminei dps da meia noite kkk) e mta felicidade nesse fim de ano =) o// ps. a fic é one-shot, mas se quiserem posso continuar dps.. reviews =)
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!