The Quarterback

17 Capítulo 16 - Oh you and me baby making love like gorillas


Notas iniciais
AI MEU DEUS ME DESCULPEM! Eu tenho uma explicação racional para essa demora insana. Meu padrasto simplesmente tirou a internet de casa e fui obrigada a viver mais de um mês sem minhas queridas leitoras. Me desculpem, o capitullo já está pronto há um bom tempo mas não tive como postar até agora. Espero que vocês não tenham me abandonado.

Noah cachorra está prestes a atacar novamente, pensei. Como eu poderia ser tão biscate ao ponto de um dia transar com Cory e no outro me assanhar para James como se não houvesse um amanhã? Tudo bem que os dois caras eram completamente lindos e irresistíveis, mas Brad Pitt existe e não namora todas as mulheres que existem no mundo. Parada ali de frente para James, deitada no chão com minhas mãos entrelaçadas às dele, não havia mais nada no mundo que eu quisesse a não ser beijá-lo até nossos lábios doerem.

– James – arfei

Ele parou e esperou que eu dissesse o que tinha para dizer. O problema é que palavras não eram mais importantes naquele momento, só queria pertencer a ele e queria mais ainda que ele fosse inteiramente meu, mesmo que por alguns minutos.

– Eu gosto tanto de você. – ele disse com a voz rouca.

– Eu também gosto de você. Mais do que gostaria.

O riso seco de James me fez lembrar o quão gostoso e sedutor ele era. Colei seus lábios nos meus e beijei-o com todo o apreço que sentia por ele, colocando para fora tudo o que eu não conseguia dizer. Suas mãos começaram a deslizar pelo meu corpo, e o ambiente ficou tão quente que já estava suando antes mesmo de tirar minhas roupas.

– Ah, esses seios. – disse ele quando tirei minha camisa

Diverti-me ao lembrar da ultima ocasião em que ele os vira, quando fora obrigada a beijá-lo se não teria meu segredo contado. Juras de amor safadas foram ditas ao pé do meu ouvido enquanto ele se apoderava dos meus seios com suas mãos e massageava-os de leve, aproveitando cada detalhe. Nossos lábios se encontraram e eu o beijei com ferocidade, mordendo o seu lábio inferior como forma de finalizar o beijo e indicar que ele poderia prosseguir no caminho da perdição. Seus lábios desceram para o meu pescoço, colo, até chegarem à altura dos meus seios. Uma lambida de leve em um deles foi o necessário para me fazer soltar um gemido que deixou James contente. Focado em me deixar louca, ele passou a dar lambidas e mordidas de leve nos meus seios, me fazendo arranhar suas costas e percorrer todo o seu corpo com minhas mãos. Uma de suas mãos desceu até o meu sexo e começou a me massagear.

– Porra Noah – James sussurrou ao meu ouvido – para de ser tão irresistível.

James não resistiu por muito tempo e também se despiu. Precisávamos um do outro como naqueles filmes clichês, em que a garota é louca pelo cara que nunca a notou e do nada se inicia uma paixão ardente. Sem perda de tempo, James me penetrou e nosso ritmo era sincronizado como uma bela melodia. James estava deitado no chão de olhos fechados, a boca semiaberta sem emitir um som sequer. Eu por cima, rebolava na medida certa para deixar nós dois loucos de prazer. Rebolava lentamente de modo cruel, apenas para deixá-lo tão louco a ponto de implorar por mais. Suas mãos apertavam meus seios com vontade e eu arranhava seu peito definido sem medo de machucá-lo. Tentamos nos beijar, mas a sensação era tão boa que não conseguimos nos concentrar em qualquer outra coisa. Aceleramos o ritmo até que ambos nos contorcemos ao mesmo tempo, suando e arfando.

– Uau. – disse deitando-me ao lado de James.

– Eu sei. – ele arfou. – Uau.

O ritmo que tínhamos na cama era algo totalmente incomum, e só me deixou com vontade de mais. A melhor transa da minha vida tinha acabado e o cara mais gostoso de toda a Londres estava deitado ao meu lado com os braços em volta de mim, me abraçando e massageando meus cabelos. Que puta de sorte eu era.

– Por que a gente demorou tanto para transar? – ele se sentou de repente, me dando um susto.

Soltei uma boa risada e coloquei a blusa que era dele mais uma vez. Levantei-me e fui até um dos milhões de jogos que tinham naquela sala imensa. Parei em frente a uma maquina azul e meus olhos brilharam como os de uma criancinha.

– Pacman? – exclamei em bom som. – Você está brincando comigo? Esse é simplesmente o melhor jogo de todos os tempos.

Ouvi a risada fraca de James e me virei para admirar aquela bela cena. James tinha botado sua cueca box, mas ainda estava deitado no chão de um jeito muito a vontade. Voltei-me para a máquina e procurei alguma moeda em qualquer lugar, mas não encontrei.

– Não precisa de moedas. – James adivinhou. – É só me dar um beijo e pode jogar o quanto quiser.

– Que coisa mais brega. – disse revirando os olhos, mas mesmo assim fui até onde ele estava e beijei-o.

Voltando a maquina, apertei o botão Start e travei uma boa luta com aquele jogo maldito. A cada vez que perdia ficava mais irritada e mais tentada a jogar de novo, o que gerou horas de um jogo sem fim. Eu pulava e me irritava com aqueles malditos monstrinhos que batiam no meu Pacman antes que eu pudesse recolher todas aquelas bolinhas amarelas. Afinal, o que eram aquelas bolinhas? Eram mini pacmans ou a comida dele? Em meio a meus pensamentos idiotas, me perdi totalmente no tempo. Quando finalmente cansei de jogar, vir-me-ei para James e encontrei-o dormindo no chão, todo esticado como uma lagartixa.

Andei até ele a passos lentos e silenciosos e chequei seu relógio. Já passavam das sete da noite.

– James – beijei-o no pescoço. – eu tenho que ir para casa, tenho trabalhos da faculdade para fazer.

– Ah, mas já? – ele disse abrindo os olhos. – Quantas partidas você perdeu?

– Trinta e quatro. – revirei os olhos. – Aquela maquina está viciada.

Ele riu enquanto se levantava e colocava suas calças. Fiz o mesmo com as minhas, sem conseguir parar de olhar para o corpo torneado de James por um segundo. Quando acabamos de nos vestir, não me contive e me aproximei dele o máximo possível sem que nossos lábios se tocassem. Minhas mãos deslizaram por suas costas, subiram até seus braços e depois desceram por sua barriga torneada. De olhos fechados, eu prendia a respiração enquanto me aproveitava daquele pedaço de mal caminho. Quando abri os olhos, o maxilar de James estava travado e ele olhava para mim com um olhar brincalhão.

– O que é isso? – ele disse finalmente.

– Só queria testar. – disse virando de costas e começando a me afastar.

– Espera aí – ele segurou meu braço e me virou de frente para ele. – Agora é minha vez de testar.

Fechei os olhos e rezei para que conseguisse resistir às mãos de James percorrendo todo o meu corpo enquanto eu ficava quieta. Ele começou pelas minhas costas, massageando-as até a altura da ultima vértebra e voltando para cima. Passou os dedos pelo meu pescoço, o que me deixou arrepiada, e depois deu um leve puxão no meu cabelo. Não pude deixar de arfar, o que o fez rir brevemente. Suas mãos largaram meu cabelo e desceram para os meus ombros, e depois para meus seios. Ele se demorou um pouco mais nessa região, massageando-os por cima da blusa. Depois do que pareceu uma eternidade, James passou para a minha barriga e logo para minhas coxas. Suas mãos deslizaram, bobas, até a minha bunda, e pararam lá. Ele se aproximou um pouco mais de mim e me beijou nos lábios, apertando minha bunda com ferocidade. Logo uma de suas mãos chegou até a minha intimidade, massageando-a com dedos experientes. Minhas unhas estranhamente grandes me serviram naquela hora, pois comecei a arranhar as costas de James e senti eu corpo enrijecer.

– Vem. – ele sussurrou no meu ouvido e me puxou para fora do salão de jogos.

Subimos um grande vão de escadas e entramos no corredor mais fabuloso que eu já vira. O chão era coberto de cristais e o teto era de vidro, o que nos permitia ver a noite turva que surgiu enquanto estávamos no andar de baixo. Passamos por duas grandes portas, uma com o nome Sr. e Sra. Parker cravado a ouro e outra com Jason pichado em tinta preta, abaixo de uma placa de proibido entrar. Entramos na terceira porta, que continha uma grande bola de futebol americano pintada e o nome James logo abaixo. O quarto em si era tão maravilhoso quanto o resto da casa. Vários pôsteres de futebol americano cobriam as imensas paredes do cômodo. A maior cama de casal que eu já vira estava localizada bem no meio do quarto, ao lado de uma mesa de cabeceira em forma de capacete. Uma televisão daquelas tipo cinema estava na parede oposta, ao lado de um imenso aparelho de rádio que tocava uma musica calma e erótica.

– Você já tinha planejado isso aqui? – disse sorrindo para o aparelho.

– Dora sabe das coisas. – ele piscou e me puxou mais para perto.

James arrancou sua blusa do meu corpo e me jogou na cama, deitando por cima de mim e me beijando. Tirei sua calça e ele mesmo se deu ao trabalho de tirar sua roupa intima. James beijou meus seios e fez um caminho com a boca até o meu sexo, onde começou um oral digno de premio. Eu gemia e me contorcia, inevitavelmente louca de prazer. O sexo com James era algo surreal demais para ser explicado com palavras, mas um simples toque dele era capaz de me levar à loucura. Invertendo as posições, fiquei novamente por cima dele e sentei em seu quadril, bem em cima de seu membro já enrijecido. Estávamos suando mesmo com o frio cortante de Londres, e não pude deixar de jogar meus cabelos para o lado para arejar quando tive a chance.

– Ta com calor? – ele perguntou

– Um pouco. – respondi sem jeito.

– Aguenta firme.

James envolveu meu quadril e coxa com cada uma de suas mãos e me levantou sem o menor esforço, enquanto me agarrava ao seu pescoço e tentava não estragar o momento mais legal que já tivera em minha vida com todo o meu ar desastrado. Entramos em um banheiro que ficava dentro do quarto de James e assim que fechei a porta com um dos pés, ele se virou e me pressionou contra a parede, minhas pernas ainda envolvendo sua cintura. Com os corpos colados, sentia seu sexo pulsando sobre o meu, e parede gelada só me fez tremer mais ainda. Consegui por os pés no chão e fui até o chuveiro, deixando James a deriva me olhando. Liguei a ducha e me deliciei embaixo dela, James vindo em minha direção.

– Você é muito gostosa – ele disse com uma voz rouca extremamente sexy. – Se eu pudesse fodia com você o dia inteiro.

O comentário grosseiro e banal de James Parker não abalou minha vontade de fazer sexo com ele novamente, pelo contrario, me instigou mais. Puxei-o pelo braço para perto de mim e nossos corpos se colaram, molhados. As mãos de James agarraram minha cintura e me puxaram para cima, de modo que voltamos a posição em que encaixava minhas pernas em sua cintura. Apoiando-me na parede e tão desesperado quanto eu própria estava, Parker encaixou seu membro no meu com uma estocada rápida e ambos demos um gemido alto. Demorou até que ele investisse novamente, e logo estava me segurando na saboneteira para não me esborrachar no chão de tanto prazer. Gemíamos alto embaixo da ducha de água. Senti o corpo de James se contrair e percebi que ele estava chegando ao seu ápice. Como já não estava aguentando também, investi e logo cheguei ao meu. Segundos depois, ele também. Pus os pés no chão, arfando, e abracei-o. James me envolveu com seus braços gentis e a água fria lavou meus pensamentos. Eu não só fizera amor com James Parker, fizera amor com ele duas vezes em um mesmo dia.

– Noah. – ele disse de repente, cortando meus pensamentos.

– Oi – encarei-o e dei um selinho rápido em seus lábios.

– Termina o banho, vou deixar alguma blusa limpa pra você em cima da cama.

James saiu e pegou uma toalha, me deixando livre para tomar um bom banho. Lavei meus cabelos suados e me ensaboei até ficar extremamente cheirosa, o que não foi difícil com aqueles sabonetes caros que os Parker usavam. Sai do chuveiro e me enrolei em uma toalha, andando até o quarto de James. Estava vazio, então enrolei a toalha nos meus cabelos e coloquei a blusa que ele deixara em cima da cama. A estampa era dos quatro Beatles andando na Abbey Road. Como ele sabia? Achei uma escova em cima da escrivaninha e desembaracei meus longos cabelos com cuidado, tremendo com um pouco de frio.

– Estou morrendo de fome, o que você acha de fazer um lanchinho? – James surgiu à porta, me fazendo pular de susto.

– Eu topo.

James Parker usava apenas sua cueca box, o que me fez ficar brevemente corada. Tudo bem que eu já o tenha visto nu, mas é constrangedor ver um homem daqueles na sua frente, tão a vontade. Ele foi andando até mais um daqueles comunicadores e apertou o botão, enquanto eu admirava aquela linda bunda.

– Dora, hambúrgueres e fritas para o meu quarto, por favor. – ele olhou para mim. – Coca cola e sorvete também.

Não resisti e fui até onde ele estava. Paramos de frente um para o outro e ficamos nos analisando. Cheguei mais perto de James e apertei sua bunda.

– Desculpa, mas sua bunda é muito gostosa.

Me virei e fui andando em direção a cama, mas logo senti um tapa na minha bunda que me fez virar novamente.

– Você é muito gostosa. – ele disse com um ar pervertido.

Ele me segurou pela cintura e me beijou calmamente, como se o mundo inteiro não fosse mais importante enquanto tivéssemos um ao outro.

Toc toc.

Dora vinha entrando com uma bandeja enorme coberta até o talo de diversas porcarias. Ela deixou aquela tentação toda em cima da cama e olhou para James.

– Obrigada Dora. – dessa vez fui em quem falei. – Isso é muito gentil.

Aquela moça conquistara meu carinho e respeito em minutos. Uma pessoa que só aparece duas vezes na sua vida e nas duas ela traz uma enorme bandeja cheia de comida merece no mínimo adoração e respeito. Dora sorriu para mim e fez um movimento de cabeça, se retirando em seguida.

– Olha só, virando toda amiguinha da Dora. – James riu.

– Ela é um amor, preciso de uma mulher dessas lá na minha casa para fazer comida para mim o tempo todo. Quer sonho maior? – ri enquanto andava até a bandeja e atacava as batatas fritas.

James ligou a TV e um filme pornô daqueles bem nojentos estava passando. Larguei minha batata frita e olhei para ele com cara de nojo, que só deu de ombros e começou a assistir o filme.

– Nós vamos mesmo assistir pornô enquanto comemos essa comida maravilhosa?

– Te desafio a comer e assistir. – ele disse – Quem sabe a gente não aprende alguma coisa nova.

– Desafio aceito. – disse, corando.

A cada mordida o hambúrguer se tornava menos apetitoso e mais com gosto de borracha queimada. Não me importo de ver filmes pornôs, mas aquele era tão nojento e grotesco que eu simplesmente não sentia um pingo de prazer ao assistir.

– Ele está quase matando a mulher. – gritei quando um homem de quase dois metros, muito bombado e de cara amarrada jogou a mulher que ele estava transando do outro lado do cômodo.

– Tem gente que sente prazer em ser torturado. – James deu de ombros novamente, misturando assim como eu uma batata frita com sorvete e enfiando tudo na boca.

– Gostou da minha mistura não é? – me gabei. – Eu faço as melhores misturas.

James riu, sarcástico, e me beijou brevemente. Os gritos (ainda não descobri se eram de horror ou de prazer) da mulher cortaram o clima e nos desfizemos do beijo.

– Ta bom, eu desisto. – James disse. – Odeio esse tipo de pornô.

– Ainda bem, isso significa que eu ganhei o desafio. E sua punição é...

– Espera aí, tem punição?

– Sim senhor. – disse com triunfo. – Sua punição é assistir um bom pornô comigo e depois transarmos a noite inteira qualquer dia desses.

– E isso lá é punição? – ele riu. – Vou cumprir minha penitencia com prazer.

Com os pelos do pescoço arrepiados, olhei para James e minha vontade foi me arremessar sobre ele como uma leoa. Como sou uma pessoa sensata, me contive a morder os lábios e voltar a encarar a televisão. James tirou a bandeja agora vazia de cima da cama e se deitou, convidando-me para deitar ao seu lado. Ficamos abraçados um ao outro, James acariciando meu cabelo, por um bom tempo. Quando aquele rubor de sono pesado já estava me atingindo e me enrosquei em seu peito para tirar um cochilo, James disse com a voz rouca.

– Noah. – olhei para ele. – Dorme aqui comigo essa noite, vai.

– Já não pretendia ir para casa mesmo. – sorri fraco

James puxou meu queixo de leve e nos beijamos. Passei a mão por seu abdômen e me contive a altura do umbigo. Ele pigarreou e levou minha mão até o seu sexo. Comecei a massageá-lo e logo o volume cresceu, me fazendo ficar vermelha. Agradeci por estar escuro, assim James não poderia ver minha expressão ruborizada. Suas mãos deslizaram e pararam na parte interna das minhas coxas, me fazendo soltar um breve suspiro. Ele abriu minhas pernas com um movimento rápido e sorriu maliciosamente. Ótimo, pensei, aqui vamos nós de novo.

Notas finais
Me perdoem, mesmo :(((( Espero que vocês continuem aqui, até domingo que vem