The Powers (Em Revisão)
34 Decidida
Notas iniciais
Os dias foram passando rapidamente, e cheios de confusões, agora que todos estavam em "paz". No começo todo mundo estranhou que Cheel, a garota introspectiva, estivesse saindo com saindo com três deuses gregos, que aquele show no refeitório era por amizade. Mas depois todo mundo aceitou e algumas meninas aderiram o estilo de vida, o que deixou a Cheel muito orgulhosa. Já com o meu casal favorito (porque com a Cheel é quarteto) estão mais depravados do que nunca e sempre tem uma briguinha, que é para esquentar a relação, segundo eles. Agora eu meu namoro com Jonny, meu Troglo, vai ótimo. Vai tão bem que até estou decidindo dar o próximo passo, se é que me entende?
– Anabelle mulher, para de pensar na morte da bezerra! — Vick fala num tom absurdamente alto.
– A morte da bezerra? — perguntei incrédula, olhando-a.
– É! O que é que você tem contra? — Vick respondeu carrancuda, e eu rapidamente balancei a cabeça negativamente. — Acho bom, pensei que queria apanhar...
– Vick chama a Cheel! — falei subitamente. Ela estranhou o pedido, mas foi ao quarto ao lado chama-la.
– É bom que seja sério! Eu tava recuperando as energias, se é que vocês me entendem. — falo um Cheel totalmente descapelada e com a cara amassada.
– Bom... — comecei nervosa. — É que... Eu andei pensando sabe...
– Fala logo PORRA! — gritou Cheel e a Vick fez cara de espantada.
– MEUS DEUSES! Minha melhor amiga quer dar! — Vick anunciou e eu corei violentamente. — Você chamou a gente pra tirar alguma duvida?
– Na verdade, eu ainda não sei vou "dar". Mas dependendo dessa conversa... Quem sabe?! — falei roendo as unhas.
– Certo! — Cheel suspirou fundo e voltou a falar. — Você quer? Não tipo desejo carnal, sabe? Tipo... Sem arrependimentos futuros! Que ele pode fazer a pior merda depois disso, que eu particularmente acho muito improvável, e você não sentir remorso?
– Quero! — respondi depois de pensar alguns instantes. — Acho que com ele vai especial sabe? Não vai ser porque eu sou virgem, ou por ser bonita, ou por...
– Tá, tá, tá! — Vick disse impaciente. — Você já esta decidida! O que só resta saber é... Como você quer sua noite? Eu e a Cheel podemos falar com o Jonny, porque ele é meio lerdo pra entender essas coisas, e fazemos tudo como você quiser...
– Na verdade... Foi por isso que eu chamei vocês! Eu não quero nada forçado... Quero que aconteça naturalmente, sem forçar a barra, maaaaaaaaaaaas o Jonny é meio lerdo, como você disse, e eu queria saber o que eu faço para mostrar o que eu quero!
– JÁ SEI! — Cheel dá um pula da cadeira onde estava sentada me puxa pelos braços e me joga no banheiro. — Só vai sair dai quando terminar de fazer uma “faxina” completa! Com direito a depilação e esfoliação!
Depois de terminar de esfregar, puxar, massagear, depilar e hidratar todo meu corpo saio da prisão que era o meu banheiro, as meninas estavam com sorrisos maldosos no rosto e olhavam para minha cama, onde se encontrava uma linda lingerie vermelha, que eu tinha comprado e nunca usado, e uma camisola comportada, mas bem sensual.
– O que vocês pensaram quando separaram essas peças? — eu perguntei encarando as duas.
– Que você, Anabelle Fhorck, como a mulher decidida que sempre foi, vai vestir tudo isso e vai atrás do seu namorado fazer o que bem quiser com ele. — Vick enquanto me joga na cadeira. Ela seca parcialmente meus cabelos, Cheel faz uma maquiagem leve (que eu não vejo necessidade, afinal eu vou dormi... ou não) depois de pronta, me preparo psicologicamente para sair do meu quarto e ir bater na porta do quarto do meu Troglo.
– Vai lá e faz de tudo para ele entender o que você! — Vick ordenava.
– E se mesmo assim ele não entender, grita no ouvido dele! — Cheel terminava a ordem me empurrando em direção à porta e me deixando lá em frente à porta dele estática. (elas bem que poderiam ter feito um comentário maldoso, mas acho que perceberam meu estado de nervos). Bati a porta e no terceiro toque ele atendeu.
– Oi meu amor! — Troglo me cumprimenta com um selinho. — Demorou!
– As meninas me prenderam um pouquinho. — solto uma risadinha nervosa.
– Vamos assistir um filme? — ele pergunta agora me avaliando. O que ele não sabe é que, quando ele me chama para assistir um filme, fazemos tudo, ou quase, menos assistir o bendito filme.
– Tá! Eu faço pipoca e você escolhe o filme, mas não de terror! — falo indo em direção ao micro-ondas dele. (eu tenho uma mini geladeira e ele um micro-ondas, não sei se somos gulosos, ou preguiçosos.) [n/a: São os dois! Vocês não me enganam não.] [n/Belle: Deixe pelo menos dar benéfico da duvida.]
– Não precisa! A gente nem acaba comendo mesmo. — eu disse com um sorriso safado, eu não falei que nunca é para assistir.
– Ok! — ele coloca qualquer filme e se senta comigo na cama, depois de segundos já esquecemos que temos um filme passando e estamos nos agarrando na cama, os beijos já são cheios de urgência e desejos, nossas mãos percorrem e exploram livremente nossos corpos, que estão quentes e cheios de luxuria, começo a tirar a blusa dele, que deixa de bom grado. Depois de mais uns minutos de amasso tiro sua calça de flanela, o deixando de cueca, marcada com a excitação do seu membro. (Até ai tudo bem, nos já fizemos isso varias fezes, só que agora eu quero levar mais adiante, e ele sempre me respeitou muito, como vou fazer para dizer pra ele que o "sinal tá verde?") Então viro as posições e fico em cima dele, tirou lentamente a camisola sem nenhuma vergonha, como se um dia eu tivesse uma, e ele me olha admirado, mas levemente confuso e... Com medo.
– Tá tudo bem? — eu pergunto a ele.
– Tudo ótimo, mas Belle... — ele me tira do colo e se sente, faço o mesmo e fico em frente a ele. — Eu sei que você nunca fez isso antes... E eu queria que se você me escolhesse, fosse especial sabe?
– Mas é especial... — eu falei mostrando toda minha sinceridade.
– Mas não é assim que deve ser Anabelle! Toda menina quer rosas pelo quarto, uma música romântica no plano de fundo, essas coisas, não quero que você faça uma coisa e vá se arrepender. – ele pode ser mais fofo? NÃÃÃÃO, meu namorado é perfeito.
– Mas eu como "toda menina", vai ser especial porque é natural, porque é com você... — antes de terminar a frase, Jonny avança sobre mim, me deitando/derrubando na cama e começa a beijar avassaladoramente, voltando ao clima que estava antes do nosso pequeno papinho.
– Amor, me promete que se eu te machucar você vai dizer... Vai doer, é normal, mas se você não aguentar a dor, eu paro tá certo? — afirmo com a cabeça e ele volta a me beijar como se sua vida depende-se disso.
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