Notas iniciais
13/12/2016 eu estou atualizando essa fic, corrigindo erros ortográficos, que eram muitos por sinal... A história não vai perder a essência, estarei revisando e pode ser mudado algumas coisas. Boa Leitura...

Capitulo 1

A frente da república era pedras cinza escuras, como em um castelo, era uma estrutura imponente, porém convidativa. Essa era a minha nova casa pelos próximos três anos. As pessoas pareciam deslumbradas com tudo a sua volta, também não era para menos, era uma mansão com estilo de prédio muito bem organizado. As cores das paredes era de um lindo branco acinzentada, todos os móveis eram de madeiras escuras com detalhes pretos, isso em todos os andares.
O térreo da mansão/prédio era dívida entre refeitório e sala de lazer, tudo misturado, mesas de 8 cadeiras perto de mesas de sinuca, que ficam perto de mesas menores, e assim alternava em mesas para refeição e mesas de jogos. Televisões espalhadas por todas paredes e penduradas por suportes no teto. No canto esquerdo havia uma bancada enorme onde eram servidas as comidas, também havia geladeiras uma só com besteiras e outra só com bebidas.
Nos outros cinco andares ficavam os quartos, os corredores seguiam os mesmos tons da decoração do térreo, as portas eram de madeiras escuras só que com detalhes diferentes em cada uma.
Enfim cheguei ao segundo andar, quarto 218 por sorte a Vick, minha melhor amiga, ficaria no quarto em frente, o 217.
Nossa fiquei tão bestificada com minha nova casa de nem me apresentei, sou Anabelle Fhorck.
Ao entrar no meu quarto vi que já estava tudo que precisaria para deixar o quarto com jeito da minha casa. Passei a manhã e à tarde ajeitando tudo, por fim estava tudo arrumado só que com cheiro forte de tinta, tinha pintado alguns desenhos que me lembravam a minha infância e uma parede em lilás. O toque final foi a placa de transito de "PARE", que pendurei na porta do corredor.

Admirei meu quarto por alguns segundos, depois fui tomar um banho rápido, afinal o cheiro da tinta é insuportável. Tranquei minha porta e fui entrando no quarto da minha melhor amiga sem bater, intimidade que só BFF's tinham, já que cada uma tinha a chave da outra.

— Já sei, pintou o quarto e quer dormir aqui! — a Vick foi falando assim que entrei em seu quatro.

— Você me conhece melhor que eu mesma. — falei fingindo espanto, não demorou muito e nós duas rimos.

— Já que te conheço tão bem, sei que você não comeu nada até agora. São 18:00 já teve ter comida no refestar — ela disse já vestindo um vestido azul-escuro que delineava suas lindas curvas.

— Refestar? Abriu uma lanchonete nova e eu não fiquei sabendo? E que nome esquisito é esse? — falei fazendo uma careta enquanto me avaliava no espelho, estava vestindo uma calça que realçava meu bumbum (ok, admito sou apaixonada pela minha bunda e daí?).

— Dã! É! Refestar, mistura de refeitório com sala de estar! — ela disse com tanta convicção que já sabia que aquele nome iria pegar que nem chiclete ou garoto apaixonado desprezado.

— Tá bom senhora das nomenclaturas, agora que lembrei que fiquei o dia todo sem comer estou morrendo de fome, vamos logo colocar alguma coisa aqui dentro — falei alisando minha barriga e lhe empurrando para a porta onde ainda não tinha nada.

— Aquela placa de "PARE" não vai me parar. Se não respeito ela no transito, imagine no seu quarto Belle? — Vick disse na cara mais sínica do mundo, mas tudo bem amo ela do jeito que é. — Aliás, que coisa feia, roubando uma placa importante para o transito.

Claro que ela falou brincando, pegamos essa placa de uma estrada quase deserta. Uns dias depois meu pai descobriu, ligou para o departamento de transito e nos deixou de castigo, sim, ele tem moral com minha melhor amiga também, com autorização dos pais dela

Quando chegamos no refestar, como diz minha amiga, já tinha uma grande quantidade de selvagens fazendo selvagerias, brincadeiras eram só adolescentes e seus hormônios mesmo, meninos paquerando meninas, putas andando com top's e cintos (elas chamam de saia, mas toda população mundial vê o útero delas de tão curto que é), e imbecis que se acham gostosos, e muito gostosos, mas são imbecis que se acham, avaliando as novas alunas.

— Belle, olha aqueles gatos, eles são lindos, mas acham que dominam tudo aqui, vamos dar uma lição neles. — Vick falou e eu logo lhe dou meu mais perverso sorriso.

— Só se for agora! — passamos na frente deles conversando qualquer coisa, “distraídas”.

— Morenas, vocês tem nota máxima, esse ano terá duas musas Power! — algum idiota falou e logo todos estavam olhando para nós duas. A atenção era mais que bem-vinda.

— Morena de calça, me apaixonei por sua bunda, sério, por mim podia casar com ela agora — outro idiota falou só que mais próximo de mim, próximo demais...

— Também gosto dela, só não me caso porque ela ficará comigo para sempre, e só pra você saber, ela não é para qualquer um. — eu disse já virando acompanhada pela Vick, era agora que a gente detonava esses idiotas.

— Por que mulher gostosa sempre tem que um defeito enorme? Falam demais, gamam demais, putas demais... — um ser lindo, com a pele levemente bronzeada que mal dava para notar, cabelos pretos lisos e olhos amendoados, acabou de me chamar de PUTA?

— Ouww, o bebê se estressou porque não vai ter a bunda mais linda que verá na vida, tsc, tsc, tsc, tão mimado. — Vick falou na sua melhor voz de criança (que imitava muito bem por sinal) debochada fazendo sinal negativo com o dedo.

— E sabe que defeito todo homem tem? Julgar mulheres sem antes conhecer, mas como você fez isso comigo, agora eu vou fazer com você... Bom você até que BO-NI-TI-NHO, mas não tem um pingo de caráter, é galinha e se acha o rei dessa porra aqui! — falei dando uma volta em torno do corpo, e que corpo, daquele ser imprestável.

Depois do que falei todos ficaram calados como se aquele cara fosse mesmo o rei do castelo, alguns segundos depois um murmúrio baixo começo, mas logo se desfez assim que a Vick começou a falar.

— Homens não, moleques mimados, egoístas e machistas, estavam dando notas para as meninas como se elas fossem mercadorias sem preço, e as que deram um sorrisinho tem menos valor que as notas que eles deram. E que merda de título é esse, “Musas Power"? Criatividade estava em falta no mercado quando estavam procurando um nome, ou foi uma criança de 5 anos de inventou? — Quando a Vick começa a falar se deixar não para nunca mais, esse é um dos defeitos dela.

— Vocês tem ideia de com quem estão falando desse jeito debochado? — o troglodita lindo que estava cobiçando minha bunda fala trincando os dentes, na mesma hora porta da entrada se abre. Todos abriram passagem para quem quer que seja entrar.

— Meu filho... — o Reitor Rodolf falou abraçando o troglodita de forma paternal, enquanto o troglodita me olhava como se tivesse acabado de ganhar uma quantia muito alta de dinheiro e algo mais...

Notas finais
Primeiro capitulo é uma merda, então vamos aguardar a atualização do próximo... (ainda tenho a mesma opinião)