The Power Of Love

34 Capítulo 34 É natal


Notas iniciais
Então gente, eu estou conseguindo manter um bom ritmo não?! Eu adorei escrever esse capítulo não sei pro que, mas é adorei e já vou avisando ele contem fofura :3 Boa leitura.

POV: Alice

A ida à cabana de Hagrid embora tenha sido nada divertida surtiu o efeito que Rony e Hermione queriam, Harry estava ocupado demais tentando achar um jeito de ajudar Hagrid que havia parado de falar sobre Sirius Black, não que ele tenha esquecido, mas pelo menos não parecia um maníaco. Passamos um dia inteiro de cara nos livros, lemos vários sobre muitas coisas, mas nenhuma parecia conter o que precisávamos.

Na manhã de Natal eu decidi dar o troco em Hermione por todas as vezes que ela havia me acordado, também dei m jeito de dar presentes que a satisfariam, eu havia comprado alguns livros trouxas, não me pergunte como, achei que ela gostaria de ler algo diferente.

—FELIZ NATAAL! Bom dia é um ótimo dia perfeito para acordar você não acha?—Eu disse pulando histericamente na cama da Mione que acho que só não me matou por que viu os presentes ao pé da cama.

Ela desembrulhou seus presentes e parecia muito feliz com todos, eu ganhei do meu pai algumas coisas como um álbum de fotos, ele havia colocado algumas fotos lá. Eu me lembrava muito bem delas a primeira era uma das nossas preferidas, eu com seis anos junto com meu pai embaixo de uma arvore muito linda, ela estava praticamente coberta de flores rosas é a arvore na qual eu e meu pai sempre visitávamos, ela me trazia as melhores lembranças da minha infância. O que eu mais gostava naquela foto era o sorriso do meu pai, fazia um tempo que eu não o via sorrir daquele jeito, na foto nós dois estávamos olhando para o céu e falando sobre algo, com certeza meu pai estava rindo de algo devo ter falado. A segunda era um pouco mais recente eu, Hagrid e Canino brincando na neve, foi um dia muito feliz pelo que me lembro eu havia infortunado meu pai até ele dar um jantar para Hagrid, Canino é claro, Professora Minerva e a professora Sprout, não me lembro o motivo, mas foi um belo jantar. Mas eu sentia falta de uma coisa que um álbum deveria ter uma foto de minha mãe, eu sei que não a conheço, mas me faria bem pelo menos poder ver o rosto dela. Folhei o álbum e alguma coisa caiu em meu colo, era uma carta.

“Querida Alice, como esta nesse natal, tudo bem?

Eu espero que goste do seu presente, a Professora Minerva disse que quer contribuir com algumas fotos depois assim como Hagrid como pode ver, você viu a nossa foto? Você esta linda não me canso de vê-la, sei que esta crescendo, mas quero que saiba que te amo mais do que tudo nesse mundo minha filha e gostaria que colocasse todas suas boas lembranças nesse álbum para poder lembrar-se de todos os bons momentos de sua vida. Com amor papai.

P.S: Não mostre essa carta para ninguém mocinha.”

Dei uma risada fraca, em meio a lagrimas silenciosas que começaram a escorrer pelo meu rosto, esse homem conseguia ser tantas coisas ao mesmo tempo, um belo pai, um bom professor, uma pessoa chata e irritante, mas o melhor era o amor que ele sabia demostrar, mas parecia ser só comigo.

—Lice o que houve?—Hermione se sentou em minha cama.

—Promete que não conta para ninguém Mione?

—Prometo o que foi?—mostrei as fotos e a carta para ela que leu em voz alta, apenas me fazendo chorar mais—nossa Lice que fofo, é difícil acreditar que foi o professor Snape que fez essa carta.

—Ah você viu—disse engatinhando pela cama para pegar o presente da senhora Weasley—ganhei uma daqueles suéteres que a mãe do Rony faz, é o meu primeiro—falei vestindo meu suéter que era meio roxo com uma grande letra A.

—É lindo agora podemos sair por ai, eu, você, o Rony e o Harry com nossos suéteres personalizados, que tal?

(...)

Decidimos ver Harry e Rony que com certeza já deviam estar acordados abrindo seus presentes. Chegamos ao dormitório e eu pelo menos quase tive um enfarte.

—AI. MEU. DEUS—gritei correndo em direção à cama de Harry que segurava uma coisa muito, mas muito perfeita—Não brinca. É uma Firebolt— eu parecia uma criança em uma loja de doces, bom eu me comporto talvez até pior em uma loja de doces, mas isso não vem ao caso.

—É, ela não maravilhosa—disse Rony com os olhos brilhando, não mais do que os meus eu imagino..

—Harry quem foi à santa pessoa que te deu ela?—Harry estava muito impressionado com a vassoura, embora não tanto quanto eu e Rony.

— Não tenho a menor ideia. Não tinha cartão nem nada.

—Mesmo assim você é muito sortudo, nossa que sorte, não mesmo Mione?

Hermione não parecia nem excitada nem intrigada com a nova maravilha de Harry. Pelo contrário, ela parecia desapontada.

— Que é que você tem? — perguntou Rony.

— Não sei — respondeu Hermione—mas é meio esquisito, não é? Quero dizer, essa é uma vassoura muito boa, não é?

Rony e eu suspiramos.

— Ta brincando é a melhor vassoura que existe no mundo, Hermione—falei.

— Então deve ter sido realmente cara...

— Provavelmente custou mais do que todas as vassouras da Sonserina, juntas — disse Rony alegremente.

— Bem... Quem iria mandar a Harry uma coisa tão cara e nem ao menos dizer que mandou? — perguntou Hermione.

— Quem quer saber disso? — retrucou Rony—Harry você me deixa dar uma volta nela depois?

— Acho que ninguém devia montar essa vassoura por enquanto! — disse Hermione.

Eu, Harry e Rony encaramos ela.

— Que é que você acha que Harry vai fazer com ela Mione... Não espera que ele varra o chão não é?

(...)

Bichento inventou de tentar comer Perebas novamente, no que isso resultou? Rony e Hermione estavam quase se matando com olhares no salão principal, eu e Harry decidimos que era melhor não interferir, eu com certeza iria ficar grudada em Harry por que ele estava com a vassoura na sala comunal, ele estava examinando ela, eu fiquei apenas ali sentada com ele, fazendo um ou outro comentário de vez em quando, o melhor é que Harry pareceu gostar da minha companhia, por que se não com quem mais eu ficaria?

Hermione não parava de lançar olhares carrancudos à vassoura, como se esta também tivesse criticado Bichento, não sei qual o problema dela com a vassoura, ela devia estra feliz por Harry.

Na hora do almoço nós descemos para o salão principal e descobrimos que as mesas das casas tinham sido encostadas nas paredes outra vez e que uma única mesa fora posta para doze pessoas no meio do salão. Os professores Dumbledore, Minerva MeGonagall, , Sprout e Flitwick estavam sentados à mesa assim como papai, Filch havia tirado o avental marrom e estava com um casaco com aparência de mofado. Havia apenas mais três alunos, dois novatos e um garoto mal-humorado da Sonserina.

— Feliz Natal! — desejou Dumbledore quando entramos—Sentem-se por favor.

Harry, Rony e Hermione se sentaram lado a lado na ponta da mesa. Eu dei um jeitinho de sentar ao lado de meu pai, precisava ficar perto dele para lhe dar uma coisa.

— Balas de estalo! — disse Dumbledore entusiasmado, oferecendo a ponta de um tubo prateado a papai, que o pegou com relutância e puxou. Com um estampido, a bala se rompeu e surgiu um grande chapéu cônico de bruxo encimado por um urubu empalhado. Coitado.

— Podem avançar! — convidou ele sorrindo.

Quando todos estavam começando a se servir entreguei um pacote para meu pai por baixo da mesa, ele me olhou e fez menção de abrir.

—Quero que abra só quando estiver sozinho ok?—sussurrei.

Ele fez que sim e guardou o pacote.

—Batatas?—ele ofereceu—estão maravilhosas tem que experimentar.

—Quando eu recusar comida é por que estou doente pai.

Quando meu pai estava terminando de servir às batatas as portas do salão se abriram. Era a professora Sibila Trelawney, ela tinha posto um vestido verde de paetês em homenagem à ocasião, o que a fazia parecer mais que nunca uma libélula enorme e cintilante.

— Sibila, mas que surpresa agradável! — saudou-a professor Dumbledore.

Ela teve que dar seu showzinho sobre ter consultado a bola de cristal e se ver abandonando seu almoço e se juntando a nós, até ai tudo bem, mas ai ela veio com um papo de que não poderia se sentar por que seriam treze pessoas a mesa, e “Não vamos esquecer que quando treze comem juntos, o primeiro a se levantar será o primeiro a morrer!” tudo a maior bobagem.

— Vamos correr o risco, Sibila — disse a professora Minerva, impaciente. — Por favor, sente, o peru está esfriando.

(...)

Depois de duas horas apenas comendo e jogando conversa fora Harry e Rony decidiram se levantar, mas a professora Sibila deu um grito.

— Meus queridos! Qual dos dois se levantou da cadeira primeiro? Qual?

— Não sei — respondeu Rony olhando preocupado para Harry.

— Duvido que vá fazer muita diferença — disse a professora Minerva com frieza —, a não ser que o tarado da machadinha esteja esperando aí fora para matar o primeiro que sair para o saguão—soltei uma risada baixa, que veio junto com um olhar de reprovação do meu pai, ou seria um olhar disfarçado?

— Vem com a gente? — perguntou Harry a Hermione.

— Não — respondeu— Quero falar uma coisa com a professora McGonagall.

—E você Lice vem?—Rony perguntou.

—É acho que sim—disse me levantando, meu pai se levantou também me deu um beijo na testa, me surpreendi com essa atitude, acho que todos no salão se surpreenderam—boa noite e feliz natal pai.

(...)

Harry foi diretamente ao dormitório e apanhou a Firebolt, ele havia levado o estojo de manutenção, mas não fazia sentido polir mais a vassoura ela já estava perfeita. Ele, eu e Rony ficamos ali admirando a vassoura de todos os ângulos até que o buraco do retrato se abriu e Hermione entrou acompanhada da professora Minerva.

Ficamos olhando para professora, era raro vê-la na sala comunal mesmo sendo a diretora da Grifinória. Hermione se sentou, apanhou o livro mais próximo e escondeu o rosto nele.

— Então é isso? — perguntou a professora com o seu olhar penetrante, aproximando-se para examinar a Firebolt— A Srta. Granger acabou de me informar que alguém lhe mandou uma vassoura, Potter.

Nos viramos para encarrar Hermione, surpreendentemente deu para ver a testa dela corando por cima do livro, que aproposito ela estava segurando de cabeça para baixo.

— Posso? — perguntou a professora, mas não esperou resposta para tirar a vassoura das mãos de Harry. Examinou-a atentamente— Hum. E não havia nenhum bilhete, nenhum cartão, Potter? Nenhuma mensagem de nenhum tipo?

— Não — disse Harry .

— Entendo... Bem, receio que tenha de levar a vassoura, Potter.

— Q... Quê? — exclamou Harry, ficando em pé. — Por quê?—eu e Rony também levantamos, era uma injustiça.

— Teremos que verificar se não está enfeitiçada. Naturalmente eu não sou especialista nesse assunto, mas imagino que Madame Hooch e o professor Flitwick possam desmontá-la...

— Desmontá-la? — eu e Rony repetimos.

— Não deve levar mais do que umas semanas. Você a receberá de volta se tivermos certeza de que está limpa.

— A vassoura não tem nada errado! — exclamou Harry— Francamente, professora...

— Você não pode saber Potter — disse a professora—pelo menos até ter voado nela, e receio que isto esteja fora de questão até nos certificarmos de que ninguém a alterou. Eu o manterei informado.

Harry ficou observando a professora partir, Rony, porém, se voltou contra Hermione.

— Para que você foi correndo contar à professora Minerva?

Hermione largou o livro de lado. Seu rosto continuava vermelho, mas ela se levantou e enfrentou Rony.

— Porque achei, e a professora McGonagall concorda comigo, que provavelmente a vassoura foi mandada a Harry por Sirius Black!

Eu não iria brigar com Hermione nem nada, mas acho que ela não tinha que ter feito o que fez tudo bem que a vassoura poderia ter algo, mas contando a professora Hermione sabia que a vassoura seria tirada de Harry, e isso foi maldade.

POV: Autora

Severo Snape havia acabado de terminar seus preparativos para poder se deitar quando se lembrou do pequeno pacote que Alice havia dado á ele mais cedo no salão principal. Ele pegou o pequeno pacote muito bem embrulhado, caminhou até a lareira, se sentou em sua poltrona desembrulhando-o, nele havia uma carta com uma bela grafia, ele poderia reconhecer a bela letra de sua filha em qualquer lugar, ele abriu a carta.

“Querido pai, sei que já devia ter lhe dado isso, mas sabe o meu presente foi meio difícil de conseguir, mas acho que faço tudo para ver o senhor sorrir. Sorrir como no dia da nossa foto preferida esta lembrado? E falando naquele dia, seu presente tem tudo haver com ele, espero que goste, e guarde muito bem.

Sabe que amo o senhor mais do que tudo não é. E quero que saiba que você é o melhor pai que alguém poderia ter.

P.S: Seu segredo esta guardado comigo, senhor sentimental.”

Um sorriso se formou nos lábios de Severo, que segurava a carta contra o peito, pensando no quanto amava sua filha e o quanto ela havia crescido, mas não havia mudado nada, sempre a mesma garota gentil e doce de sempre. Ele largou a carta na mesa ao lado da poltrona e se concentrou no presente, era uma pequena caixinha de vidro que continha dentro uma bela flor rosa, Severo conhecia a flor, ela dava apenas em uma única arvore. A arvore em que eles costumavam ir na infância de Alice. O presente podia parecer simples aos olhos de outras pessoas, mas para ele era de muito valor. Severo guardou a carta em uma caixa onde costumava deixar todas as cartas de Alice, a caixa era para ser simples, mas Alice tinha feito a gentileza de decora-la com o nome dela e de seu pai varias vezes, Severo lembrava muito bem que Alice antes de ir para Beauxbatons tinha lhe entregado a caixa, “ é apenas para cartas minhas ok papai?”

Severo sentou novamente em sua poltrona e ficou observando a bela flor em sua mesa, seu pensamento o levou para longe, o passado, feliz, e tão triste ao mesmo tempo.

Notas finais
Bom foi isso até a próxima boa noite, para quem estiver lendo agora e boa trade e bom dia para quem ler em outros horários. P.s: sei que ficou idiota, mas só quero ser educado com todos :3 bjss