The Power Of Love

28 Capitulo 28 Amigos


Notas iniciais
Oi gente não vou ficar pedindo desculpas por não postar, mas só vou dizer que agora The power of love é meu foco, exclui uma de minhas fanfics para que ela seja revisada e reescrita, e a outra entrou em HIATUS, então isso só quer dizer que essa historia que eu amo vai ser a unica que continua firme e forte. Nada de achar que eu deixei ela de lado. Okay? Boa leitura

POV: Alice

Madame Pomfrey manteve Harry na ala hospitalar pelo resto do fim de semana. Harry não discutiu nem nada apenas não deixou a gente jogar os restos de sua Nimbus fora, da para entender, foi à primeira vassoura dele, ela tinha muito valor para ele, embora não valesse mais nada.

Muita gente ia visita-lo, levando cartões, doces entre outras coisas, Rony, Hermione e eu só saiamos de lá á noite, ficávamos conversando sobre varias coisas para poder distrair Harry, e deixa-lo mais confortável, por que aquela ala hospitalar não é nem um pouco legal.

Certa noite em que eu estava sem sono, coisa que anda frequente ultimamente, decidi andar pelo castelo ignorando todas as advertências que meu pai me deu sobre Sirius Black e o quanto ele era perigoso. Andei por muitas partes, que se encontravam iluminadas apenas pela luz do luar, não me preocupei com luz, pois estava acostumada com a escuridão das masmorras. Decidi que devia voltar, mas quando já estava começando a subir as escadas tive a ideia de ir visitar Harry que havia comentado que na maioria das noites ficava acordado lendo ou fazendo alguma coisa para se distrair, então dei meia volta e fui em direção à ala hospitalar.

Quando estava me aproximando, tomei o maior cuidado para não fazer nenhum ruído, abri a porta muito calmamente e entrei, podia ir até a cama de Harry de olhos fechados, por que acho que eu fui quem mais o visitou, devido as minhas “escapadas” que tenho dado, quando a Madame Pomfrey nos pedia para sairmos, eu dava uma um jeito de ficar com Harry.

Harry estava deitado de costas, isso me impedia de saber se ele estava ou não acordado, caminhei em direção à cama e percebi que ele estava apenas ali deitado olhando para cama ao lado, ele estava totalmente só, mas graças a mim, agora pelo menos teria uma companhia.

—Harry?—Chamei quando já estava do lado da cama.

Ele se virou, e quando me viu de um salto para fora da cama.

—Lice o que você esta fazendo aqui?—ele disse olhando para os lados—se Madame Pomfrey te pega aqui, ou o seu pai...

—O que meu pai estaria fazendo essa hora na ala hospitalar Harry, se liga—falei deitado na cama para qual ele estava olhando segundos atrás—relaxa.

Ele se deitou novamente, sempre quando eu escapava vaziamos isso, deitávamos um em cada cama e ficávamos virados um para o outro conversando.

Estávamos conversando sobre varias coisas, quando de repente um silencio muito incomodo se instalou sobre a gente, o clima ficou pesado e muito tenso, como eu não ia ficar encarando o Harry durante esse nosso minuto, ou minutos de silencio decidi me virar e encarar o teto.

Acho que o Harry tinha feito o mesmo, por que escutei uma movimentação na cama.

—Alice, posso te contar uma coisa?—Harry disse finalmente quebrando o silencio. A voz dele era fraca, não sei, mas não tenho esses tipos de momentos com o Harry, é diferente, quer dizer ele é meu amigo, mas, não é igual eu e a Mione, na verdade deixa para lá é difícil explicar.

—Pode Harry—falei ainda encarrando o teto sem graça da ala hospitalar.

—No dia do jogo eu vi uma coisa...—ele parou como se ainda estivesse pensando se devia ou não contar.

—O que Harry, oque você viu?

—O sinistro—ele disse e depois ficou em silencio de novo.

—Você acha que tem alguma relação, com os dementadores?

—Não sei, quer dizer talvez.

Dei um suspiro, aquilo era estranho, quer dizer eu não acredito na professora Sibila, mas não se pode ignorar uma coisas dessas.

—Alice—Harry chamou enquanto se virava novamente para mim, e eu, é claro fiz o mesmo.

—O que?

—Eu não contei isso para Rony nem para Hermione.

—Não entendo o porquê Harry.

—Não sei, você não acha que Rony iria ficar preocupado demais, lembra do tio dele?

—Ah é mesmo, não seria bom contar mesmo.

—E Hermione ela não iria acreditar, iria...

—Fazer um discurso dizendo que você não deve acreditar nessas coisas, que não são confiáveis, e que deveria parar de se preocupar?—completei.

—Exatamente.

—Mas então por que contar para mim?

—Por que você não entraria em pânico isso eu sei—dei uma risadinha— e muito menos começaria um discurso sobre o quanto isso é bobagem. Até por que você não muito disso não é.

—Harry, essa foi a primeira vez que você viu o sinistro?

—Não, quando sai da casa dos meus tios, eu tinha visto algo entre as arvores antes do Nôitibus chegar e quase me atropelar.

—Então das duas vezes que o viu, coisas ruins aconteceram, é não podemos ignorar isso.

—Não mesmo!—depois daquela revelação do Harry eu decidi que já estava na hora de voltar para o dormitório, por que iria amanhecer dentro de algumas horas, e eu não podia de jeito nenhum ser achada dormindo na ala hospitalar.

Eu realmente fiquei feliz por Harry ter me contado aquilo, uma coisa que nem Rony ou Hermione sabem, ele confiou em mim para contar isso e eu com certeza me sinto muito bem por isso, nossa amizade fica cada dia melhor, não é como antes no começo de tudo, quando eu me sentia uma intrusa, eu achava que tinha interferido na amizade dos três, mas não. Eu vejo o quanto somos unidos, nós quatro, de um jeito que de alguma forma da certo, às vezes alguns de nós podem se desentender, mas acho que isso só ajuda a nos aproximarmos mais.

Na segunda Harry estava de volta finalmente, agora ele teria outras coisas para poder ocupar a mente e esquecer-se do sinistro e dos dementadores que embora ele não tivesse falado eu sei que ele não gosta do fato de que é o único que, como vamos dizer, desmaia quando esbarra com um, eu no caso só me senti muito triste, como o Rony disse, “ é como se eu nunca mais fosse ser feliz de novo”.

Mas como sempre nada é perfeito, Malfoy que melhorou (infelizmente) do braço, estava muito feliz com a derrota da Grifinória, ele não parava de imitar o Harry caindo da vassoura, desta vez eu não era a única a querer socar a cara dele, Rony e Hermione também não estavam aguentando mais. Malfoy passou a maior parte da aula seguinte de Poções, fazendo imitações dos dementadores, eu não podia me intrometer e meter a cara dele no caldeirão por que meu pai não estava de cara boa, mas Rony finalmente se descontrolou e atirou um enorme e gosmento coração de crocodilo em Malfoy, que o atingiu no rosto e foi bem feito para o loiro azedo, para compensar papai descontou cinquenta pontos da Grifinória. Nossa como se isso fosse dar em algo bom.

E mais uma vez Grifinória perde pontos por culpa do meu pai, é parece que eu não vou conseguir fazer as pessoas pensarem coisas boas dele quando nem mesmo eu penso.

Notas finais
E ai gente gostaram? Ou não. Eu fiquei uma semana escrevendo esse capítulo, cada dia eu escrevia umas três linhas e até que enfim acabei. Queria agradecer a todos que leem minha fic eu adoro saber que tanta gente lê, mesmo que eu não faça ideia de quem são a maioria né. Mas oque importa é que vocês gostam, isso já esta bom. Bjss