The Power Of Love
38 Capítulo 38 Reconciliação
Notas iniciais
Naquela noite ninguém mais dormiu, todos sabiam que o castelo estava sendo revistado, quase todos os alunos permaneceram na sala comunal com exceção de uma única pessoa, Alice ela não via o porquê de ficar na sala comunal.
—Eu não entendo por que todo mudo vai ficar aqui em baixo acordado, todos sabem que não vão conseguir pega-lo—Alice dizia enquanto subia de volta ao dormitório das meninas.
—Valeu pelo otimismo Alice—gritou Simas, que estava sentando em uma das poltronas.
—É isso ai! —disse Alice levantando os braços quando chegou ao patamar da escada, algumas meninas que estavam sentadas em umas das mesas deram risadinhas, as meninas não só da Grifinória, mas também das outras casas tinham muito o que falar de Alice, por que ela não era o tipo de garota normal que se costumava ver em Hogwarts, ou talvez ela era apenas uma mistura de tudo o que elas queriam, mas não podiam ser.
—Ela costuma ficar assim quando esta com muito sono. —disse Harry a Dino que estava de pé ao seu lado, e havia feito uma carreta ao ver o comportamento da garota. Os dois se olharam e riram.
Todos puderam notar que o castelo na manhã seguinte estava com uma segurança bem mais rigorosa, Sir Cadogan avisa sido demitido e agora a Mulher Gorda havia voltado, mas é claro ela apenas concordou em voltar se recebesse mais proteção. E arrumaram nada mais, nada menos, que um bando de trasgos, eles percorriam o corredor, rosnando, e com seus enormes bastões.
As aulas da amanhã tinham acabado e Harry e Rony estavam indo para sala comunal para poder descansar um pouco antes das aulas recomeçarem.
—Você acha que devemos contar a alguém sobre a passagem da bruxa de um olho só, ela não recebeu nenhuma proteção.—falava Harry enquanto subiam as escadas.
—Não, sabemos que Black não esta entrando pela Dedosdemel. Acho que saberiam se a loja tivesse sido arromba não é mesmo.
Eles chegaram ao corredor onde ficava o retrato a Mulher Gorda, os trasgos os olhavam feio, enquanto passavam por eles podiam os ouvir resmungarem uns para os outros, não sabiam do que se tratava, mas parecia que estavam rindo.
—A senha, por favor—pediu a Mulher do grande retrato.
Rony olhou para Harry, ele ainda não havia decorado a senha, e não queria cometer o mesmo erro que Neville.
—Sorte a sua que você esta comigo, a senha é “Pirgus Malvae”—o retrato se afastou para o lado dando lugar a passagem que levava a sala comunal, eles dois entraram e arrumaram um lugar para se sentarem a sala não estava cheia, algumas pessoas faziam seus deveres sentados à volta lareira outro sentados nas mesas ao canto, e alguns jogavam xadrez de bruxo.
Neville estava completamente ferrado, o coitado fora proibido pela professora Minerva de ir a todas as futuras visitas a Hogsmeade, e ela também havia feito uma coisa pior ainda, ela tinha proibido a todos de informar a Neville a senha para a torre, ele tinha que esperar ao lado de fora da sala comunal todas as noites até alguém deixa-lo entrar. Alice que não conseguia acreditar que McGonagall havia feito isso com ele, estava sempre saindo e voltando da sala comunal, tudo para poder ver se Neville estava parado lá com os trasgos caçoando dele, e, além disso, ela não estava se encontrando muito com os garotos, ela havia dedicado todo seu tempo para ficar com Hermione depois da noite em que Sirius Black tinha invadido a sala comunal da Grifinória.
(...)
Harry e Rony estavam conversando sentados em frente à lareira, falavam sobre o treino daquela noite, Harry mais uma vez havia se saído muito bem com sua Firebolt. Alice estava descendo as escadas do dormitório das meninas, Harry que estava dando uma boa olhada na sala parou os olhos nela, fazia um tempo que não conversava com a amiga, apenas algumas simples palavras como bom dia, boa tarde.
—Hey, Lice vem sentar com a gente tenho que contar algumas coisas para você.—Harry gritou para a amiga abanando.
Alice atravessou a sala comunal com o rosto concentrado em apenas uma coisa, a saída, ela passou por Harry e Rony, e apenas lançou um olhar penetrante, um olhar que dizia muita coisa, mas que os garotos não compreendiam.
—Mas o que será que deu nela—perguntou Rony com uma carreta para a passagem do retrato do qual Alice havia acabado de passar.
—A gente conversou ontem e pelo que sei ela esta muito brava com vocês dois—disse Simas se sentando na melhor poltrona, logo atrás de Rony.
—Mas por que ela esta brava, o que será que a gente fez?—Harry perguntou confuso, não tinha em mente nada que houvesse feito para deixar Alice brava.
—Tem alguma coisa haver com a noite em que Black entrou aqui.—falou Simas descontraído jogando pequenos pedaços de pergaminho no fogo á sua frente.
—Mas o que aconteceu além de Black ter entrado aqui e quase me matado? —Rony disse.
—Mas de uma coisa eu sei, tem haver com a Hermione também, foi só o que deu para entender, por que o resto era apenas “se eu pegar aqueles dois eu vou matar eles, é bom nem olharem para mim” —disse Simas fazendo uma imitação realmente horrível de Alice.
—Eu sabia—disse Rony se levantando—só podia ter Hermione no meio, viu Harry eu disse que mais cedo ou mais tarde ela também pararia de falar com a gente por culpa daquela garota. —naquele exato momento Alice estava voltando, a Mulher Gorda ralhando com ela por ficar saindo e entrando a todo o momento.
—Ah, ai esta você, fico feliz de saber que foi influenciada pela mentira da Hermione...—Rony disse assim que Alice entrou.
—Muito bem Rony, continue assim, você sabe que é um idiota, magoou muito ela naquela noite, você não da valor a amizade, apenas para ratos. —Alice disse indo em direção a Rony, as pessoas da sala agora prestavam atenção na discussão.
—Ei Alice, calma—Harry havia se levantado, ele sabia que Alice era agressiva quando estava com raiva.
—Não me manda ficar calma, você também é um idiota Harry, viu que ela ficou mal, e o que fez, voltou para festa, e outra coisa, Neville, será que eu sou a única que se importa—Alice agora tinha um olhar ameaçador.
—Nos importamos também—Harry protestou.
—É da para ver o quanto se importa, quem é que esta saindo toda hora para ver se ele esta lá do lado de fora com aqueles trasgos nojentos? —ela disse em tom obvio e subiu novamente para o dormitório, o barulho da porta batendo pode ser ouvido por todos os presentes na sala.
Alice e Hermione estavam na sala comunal, havia uma pequena aglomeração de pessoas em volta do quadro de avisos, Hermione tinha decido ir lá para poder saber do que se tratava.
—Hogsmeade no fim de semana—dizia Rony animado para Harry.
—Como Filch não mexeu na passagem para Dedosdemel não vai haver nenhum...
—Harry! —chamou Hermione que estava atrás deles tentando ver o aviso e havia escutado—se você for a Hogsmeade outra, vez eu contarei a professora McGonagall, sobre o mapa.
— Você está ouvindo alguém falar, Harry? — disse Rony sem sequer olhar para Hermione.
—Como é que pode deixar ele o acompanhar? Depois do que o Sirius Black fez a você, quero dizer, vou contar...
— Então agora você está tentando provocar a expulsão do Harry! — Rony disse furioso. — Não acha suficiente o mal que você já fez este ano?
Hermione que iria logo protestar resolveu sair, ela foi correndo para o dormitório das meninas com Bichento no colo.
—Nossa Rony, será que não vê que ela só quer o bem do Harry? —Alice se levantou da mesa em que estava.
—O que você quer agora? —perguntou ele.
—Nada, só falar que concordo com ela, é perigoso você ir a Hogsmeade desta vez. —Alice disse e saiu.
(...)
O fim de semana havia chegado todos já haviam saído da escola á caminho de Hogsmeade, Harry que tinha decido ir fingiu se despedir de Rony e subiu para poder usar a passagem da Bruxa de um olho só quando viu pelo mapa do maroto que Neville vinha vindo em seu encontro rapidamente ele puxou a varinha disse o feitiço que fazia a passagem se abrir e largou a mochila na estatua e antes que pudesse entrar Neville chegou.
—Ei Harry, tinha esquecido que não iria a Hogsmeade também!
Harry tentava se livrar de Neville de modo que não o magoasse, mas parecia que não havia jeito. No mesmo momento em que Harry estava começando a perder a paciência Alice aparece no corredor, andando despreocupada.
—O que vocês dois estão fazendo aqui? Harry não esta tentando contrabandear gente par... —Alice foi interrompida por seu pai que havia acabado de chegar, Neville apresentava uma cara de espanto.
— E o que é que os três estão fazendo aqui? — perguntou Snape. Ele olhava de Harry para Alice. — Que lugar estranho para se encontrarem...
— Nós não... Marcamos encontro aqui. Só nos encontramos, por acaso. —disse Harry.
— Verdade? Você tem o hábito de aparecer em lugares inesperados, Potter... Sugiro que os dois voltem à Torre da Grifinória, e você Alice não esta pensando em ir a Hogsmeade escondida de novo não é?
—Claro que não, agora não se pode mais andar por ai e encontrar os amigos—Alice disse chegando perto de Neville. Os três saíram andando, Alice não estava com cara de bons amigos para Harry.
—O que você estava tentando fazer Harry? —perguntou Alice brava. Neville estava no meio dos dois.
—Alice agora não! E o que você esta fazendo aqui, não deveria estar á caminho de Hogsmeade nesse momento com Hermione?
—Eu não posso ir, recebi detenção, a professora Minerva disse que era isso ou contar para meu pai, que é bem pior. — Ela disse se lamentando.
—E o que você fez para receber mais uma detenção?
—Uma coisa que você e o idiota do Rony deviam fazer também, estava na seção reservada da biblioteca procurando algo para ajudar Hagrid com Bicuço. —isso tudo serviu para calar Harry até o retrato da Mulher Gorda, onde ele deixou Alice e Neville. E voltou a estatua para poder ir a Hogsmeade, é claro que agora não estava tão empolgado quanto antes, mas ainda assim queria muito ir.
Alice e Neville ficaram jogando xadrez de bruxo e Snap explosivo, uma tarde bem diferente para os dois que eram amigos, mas não costumavam passar um tempo sozinhos, Alice não conseguia parar de pensar que Harry estava correndo perigo indo a Hogsmeade, ela estava brava principalmente por eles, Harry e Rony, não darem a devida importância para a segurança de Harry, isso a irritava.
(...)
Alice andava pelos corredores da escola, cantarolando uma canção qualquer, havia deixado Neville fazendo seu trabalho sobre vampiros, ou melhor, copiando do seu, a coisa que mais a incomodava era, oque Harry poderia estar fazendo naquele momento, como ela não saberia até todos chegarem de Hogsmeade ela decidiu então que fazer uma visita ao seu pai seria um bom jeito de passar o tempo, a hora de todos chegarem estava perto, então não teria que esperar muito.
Alice havia acabado de entrar na sala, sua visão foi Harry sentado em uma cadeira e seu pai com as mãos apoiadas nos braços da cadeira, com o rosto muito perto do de Harry.
—Opa desculpa, eu estou interrompendo alguma coisa? Que pergunta idiota a minha é claro que eu estou! Eu volto depois, o que o Harry esta fazendo aqui? —Alice se atrapalhou toda, ela falou tudo muito rápido, Harry e seu pai a olharam.
—O senhor Potter foi visto em Hogsmeade, ou melhor sua cabeça foi—explicou Snape— o senhor Malfoy veio me contar, sabe de alguma sobre isso Alice?
—Não que bobagem, olha só finjam que eu não estou aqui eu só vim pegar uma coisa que eu esqueci—Alice inventou um motivo para poder ficar ali e ver no que as coisas iam dar.
Snape assentiu e se voltou a Harry.
— Estive na Torre da Grifinória. Como o senhor me mandou...
— Alguém pode confirmar isso? Alice? — Harry olhou para Alice suplicando com olhar para que ela o ajudasse.
—É, sim. Ele estava lá pai—Snape olhou bem para Alice que desviou o olhar.
— Então — disse Snape — Todo mundo, do Ministro da Magia para baixo, está tentando manter o famoso Harry Potter a salvo de Sirius Black. Mas o famoso Harry Potter faz as suas próprias leis. Que as pessoas comuns se preocupem com a sua segurança! O famoso Harry Potter vai aonde quer, sem medir as consequências.
—Mas você ouviu Alice, eu estava na sala comunal—disse Harry indignado.
—Você acha que eu não a conheço, Potter. Sei quando ela esta mentindo.
Harry ficou calado.
— É extraordinário como você se parece com o seu pai, Potter — disse Snape—Ele também era muitíssimo arrogante. Um pequeno talento no campo de Quadribol o fazia pensar que estava acima dos demais. Exibia-se pela escola com seus amigos e admiradores... A semelhança entre vocês dois é fantástica.
— Meu pai não se exibia — disse Harry, Alice estava atrás de Snape e acenava com as mãos para que Harry calasse a boca. — E eu também não.
— Seu pai também não ligava para as regras — continuou Snape— Regras foram feitas para meros mortais, não para vencedores da Taça de Quadribol. Era tão cheio de si...
— CALE A BOCA! —Harry gritou,Alice levou as mãos ao rosto, ela não podia defender Harry sem se voltar contra seu pai, ou vice e versa.
— Que foi que você disse a mim, Potter?
— Disse para parar de falar do meu pai! — berrou Harry. — Conheço a verdade, está bem? Ele salvou sua vida. Dumbledore me contou! O senhor nem estaria aqui se não fosse o meu pai!
Aquilo era uma coisa da qual Alice não conhecia, o pai de Harry salvando a vida de seu pai, mas aquele não era o momento para argumentar, protestar, apenas para ficar calada e tentar fugir daquilo tudo, mas a curiosidade não a deixava.
— E o diretor lhe contou as circunstâncias em que seu pai salvou a minha vida? Ou será que considerou os detalhes demasiado indigestos para os ouvidos delicados do precioso Potter?
“Eu detestaria que você saísse por aí com uma ideia falsa sobre seu pai. Será que você andou imaginando um glorioso ato de heroísmo? Então me dê licença para corrigi-lo: o seu santo paizinho e seus amigos me pregaram uma peça muito divertida que teria provocado a minha morte se o seu pai não tivesse se acovardado no último instante. Não houve coragem alguma no que ele fez. Estava salvando a própria pele junto com a minha. Se a peça tivesse chegado ao fim, ele teria sido expulso de Hogwarts.”
— Vire seus bolsos pelo avesso ou vamos ver o diretor agora! Pelo avesso, Potter!
Harry tirou do bolso a saca com artigos da Zonko's e o Mapa do Maroto, Alice arregalo os olhos pra o mapa, se seu pai soubesse sobre o mapa não só Harry e ela estariam encrencados, mas Fred Jorge também.
— Foi Rony que me deu — informou Harry quando Snape pegou a saca da Zonko’s — Ele... Trouxe para mim de Hogsmeade da última vez...
—Pai eu acabei de lembrar que o que eu quero não esta aqui, eu vou saindo tchau! — Alice disse, e antes de sair disse sem som algum para Harry que iria procurar Rony, ela havia se lembrado de que eles já deviam estar chegando.
(...)
Rony e Alice entraram na sala de Snape correndo, os dois sem folego, o professor Lupin estava lá e com o mapa em mãos.
— Eu... Dei... Isso... A... Harry — disse Rony — Comprei... Na Zonko's... Há... Séculos...
— Bem! — professor Lupin disse batendo palmas— Isso parece esclarecer tudo! Severo vou devolver isto, posso? —Ele dobrou o mapa e o guardou nas vestes.
— E vocês três—ele olhou para Harry, Rony e Alice— venham comigo, preciso dar uma palavra sobre a redação dos vampiros, você nos dá licença, Severo...
— Professor, eu...
— Não quero ouvir explicações — disse Lupin aborrecido, ele baixou a voz— Por acaso eu sei que este mapa foi confiscado pelo Sr. Filch há muitos anos. É, eu sei que é um mapa . Não quero saber como você o obteve. Estou abismado, no entanto, que não o tenha entregado a alguém responsável. Especialmente depois do que aconteceu na última vez em que um aluno deixou uma informação sobre o castelo largada por aí. E não posso deixar você ficar com o mapa, Harry.
— A culpa é minha — disse Rony enquanto caminhavam de volta para sala comunal— Eu o convenci a ir. Lupin tem razão, foi uma estupidez e não devíamos ter feito Isso...
Rony parou de falar, eles tinham chegado ao corredor dos trasgos, Hermione vinha ao encontro deles, e parece que ela sabia do que havia acontecido.
— Veio tripudiar? — perguntou Rony ferozmente quando ela parou diante deles. — Ou acabou de nos denunciar?
—Rony para com isso—repreendeu Alice.
— Não — respondeu Hermione, ela tinha uma carta nas mãos— Só achei que vocês deviam saber... Hagrid perdeu o caso. Bicuço vai ser executado.
— Ele... Ele me mandou isto — disse Hermione entregando a carta.
Alice apanhou a carta que estava úmida pelas lagrimas de Hermione e leu em voz alta.
“Cara Mione,
Perdemos. Tive permissão de trazer Bicuço de volta a Hogwarts.
A data de execução vai ser marcada.
Bicucinho gostou de Londres.
Não vou esquecer toda a ajuda que você nos deu.
Hagrid.”
— Eles não podem fazer isso — disse Harry—Bicuço não é perigoso.
— O pai de Malfoy deve ter intimidado a Comissão, para ela fazer isso — disse Alice — Vocês sabem como ele é. Ai que raiva, aqueles velhos malucos da comissão são medrosos.
—Mas vai haver recurso, sempre há. Só que não consigo ver nenhuma esperança... Nada vai mudar até lá—disse Hermione com lagrimas nos olhos.
— Vai, sim — disse Rony com ferocidade — Vocês duas não vão ter que fazer o trabalho todo sozinhas. Eu vou ajudar.
— Ah, Rony! —Hermione atirou os braços ao pescoço de Rony e desabou completamente. Rony, com cara de terror muito sem jeito acariciou a cabeça dela. Alice tinha os olhos brilhando.
— Rony, eu realmente sinto muito, muito mesmo, pelo Perebas...
— Ah... Bem... Ele estava velho — disse Rony, Hermione havia se soltado dele, ele pareceu aliviado com isso— E estava ficando meio inútil. Talvez mamãe e papai me comprem uma coruja agora.
—Finalmente, obrigada Merlin—Alice disse levantando os braços, em meio a decepção e tristeza por Bicuço, uma coisa boa aconteceu.

Fale com o autor