The Possibility That I Never Considered
17 Merry Fuckin' Christmas
Notas iniciais
Vem cá, porque eu tenho 22 leitores e recebo no máximo cinco ou seis reviews por capítulo? -q Enfim, falando desse cap.
Tem uma personagem nova. Eu mandei uma mensagem para as quatro primeiras leitoras que me mandaram review no capítulo passado e tinham algumas perguntas bem idiotas e tals e outra que era bem inteligente e elas teriam que dar a resposta igual a de um alguém que elas com certeza conheciam. A ingriduchiha e a
MissNandaMoon responderam essas perguntas:
- O que a primeira pessoa que comeu ovo de galinha tinha na cabeça ao pensar em comer o ovo da galinha?
- O que a primeira pessoa que tirou leite da vaca tinha na cabeça para tirar leite da vaca?
- Porque vocês acham que o Max Schreck foi realmente o ator perfeito para interpretar o primeiro Drácula? (Cara, Drácula é o melhor vampiro de todos o/)
- O que é um rasta branco?
Me perdoem pela terceira, eu baguncei e errei tudo, o Max nem é o Drácula gente. Enfim. Foram respostas bem criativas e tudo. Mas a MayShadows conseguiu acertar a última, que é "o que é insanidade?". "Insanidade é continuar a fazer oque você sempre fez,desejando obter resultados diferentes" - Albert Einstein. Ela acertou. Então, a nova personagem é toda da MayShadows... kkkk'
Eu sei, podia ter um capítulo só de minhas notas -q.
Eu prometi três partes nesse capítulo. Só tem duas. A terceira, vocês vão fazer comigo u-u Esse capítulo tá bem grandinho e é um presente de Natal para vocês (é só o que posso fazer, gente kkk'). Espero que gostem dele, eu me diverti bastante escrevendo. E nem liguem se der alguma merda, o Nyah vive me trolando e colocando as coisas que eu posto emboladas, por isso eu leio logo depois de postar. Mas caso leiam antes de eu conseguir consertar, desculpem-me qualquer erro grave de colocação. E mais uma coisa: Vamos sair um pouco dessa rotina de puro mistério, ok? Vai ser assim na primeira parte (que puta merda,, deu muito trabalho de escrever) e depois acaba.
Calei a boca e vamos ao que interessa... LEIAM AS NOTAS FINAIS, É IMPORTANTE. E Boa leitura -q
Narrador Observador
Parte I
– Se eu disser que recebi mais uma carta, você acredita Thomas?
– Sem dúvidas, não acho que isso venha acabar tão cedo. — Ele respondeu com seu ar de mistérioso que nunca acabava. Era difícil acreditar que aquele homem era casado, afinal que mulher iria querer um Sherlok Homes ao vivo e a cores do seu lado e vestido de paletó e gravata em uma igreja? Bom, talvez uma mulher misteriosa, sei lá. Não eram misteriosos um com o outro.
A noite já havia terminado. Nem é preciso falar que a Mel dormiu com o Syn e que o Syn não conseguiu dormir mais uma vez, não é? Ele resolveu se importunar nesse tempo, sobre o que já estava acontecendo há quase dois anos. Sentia como se tudoo resolvesse desabar bem ali, naquele momento (leia-se naqueles dias) e ele não tinha idéia do que fazer. Tinha a Mel, mesmo que ainda estivesse distante dele (?) (ou de todos?), o que deixava ele bem até. Mas ainda não conseguia sentir sua consiência, se sentia um estúpido, idiota, mas vamos combinar que ele realmente era, se sentia ausente do que tinha acontecido, sentia como se tivesse simplesmente afastado todo mundo. O pior, sabia que estava coberto de razão, apenas não conseguia se livrar e parar com isso. Por isso se sentia tão inútil.
– Como assim? — Matt perguntou um tanto que preocupado. Claro. Ele está recebendo cartas estranhas e do nada escuta um detetive dizendo que não vai acabar tão cedo com tanta certeza... Só ficando preocupado mesmo.
– Olha, vamos falar da primeira carta e quando tudo estiver entendido, nós vemos a segunda. Certo?
Todos concordaram com as palavras do misterioso Thomas. Também, quem era o detevive alí mesmo? Ele era o experiente, o certo, o fodão... Enfim, ele ditava e o resto obedecia. Era assim que iria funcionar. Até porque, ele tinha muito à falar e com certeza, muito à descobrir. Afiinal, fica muito difícil tentar uma investigação sem conhecer o ameaçado.
– Eu estava lendo a carta e achei que me parecia muito familiar. — Preciso comentar que era o Thomas falando? Não, né? Ótimo... — Então minha mulher chegou e acabou reconhecendo.
– Como assim, "reconhecendo"? — Perguntou Arin, o mais curioso ~e misterioso~ dos Avengers.
– A família dela foi atacada por tentar ajudar uma família amiga. Eles estavam recebendo cartas com escritas misteriosas e textos em Latim, exatamente como na sua carta. Mas ela reconheceu mesmo, por causa disso aqui. — Disse apontando o símbolo (²O²),, que por sinal foi o que tinha estragado a vida do autor desconhecido da carta. — Muitas pessoas morreram seguidamentes e algumas recebiam muitas cartas até que finalmente eram mortas, se é que me entendem por "finalmente".
– O atacante foi descoberto?
– Os atacantes, Zacky. — Parece que alguém tinha se dado ao trabalho de gravar os nomes de acordo com as fisionomias, não é mesmo? — Uma gangue de ex-membros das forças armadas e do exército americano e ainda uma quantidade indefinida de membros participantes de um movimento contra ambas forças... — Parou por um momento, parecendo formular alguma pergunta. E logo depois voltou-se para Matt. — Sua família tem alguma relação com as forças armadas ou o exército americano?
– Não... Mas eu sou à favor dessas forças. E todo mundo sabe disso, inclusive algumas pessoas não gostam da idéia, mas...
– É aí que está o problema. — Thomas sabia que escutar toda a fala do homem não o levaria à nada que não fosse perder sua linha de raciocínio. Então se deu ao trabalho de interrompe-lo, calmamente, é claro. Apesar de ter confundido todos com sua fala alí. — Se a gangue era formada por ex-membros de tais forças e membros de movimentos contra essas, é porque houve alguma revolta que não sabemos vestígio algum.
– Acha que conseguimos alguma coisa?
– Não, Johnny. A última carta enviada seguido da última pessoa morta foi à cento e cinquenta anos atrás. — O comentário deixou todos confusos. Mas antes que qualquer um se manifestasse, Thomas resolveu esclarecer seu ponto de vista. — Há duas opções: Ou eles são descendentes dos atacantes que resolveram voltar a atacar por algum motivo, ou é alguém que sabe de toda a história e de como as cartas eram escritas quer te atingir e fez isso pensando que você sabia de tudo. E se não fosse minha mulher, não saberia ainda.
– E a escrita da carta foi revelada? — Matt perguntava. Não sabia se aquilo que sentia era medo, preocupação ou dúvida. Quer dizer, assim como ele podia estar correndo risco de vida, ele podia estar sendo vítima de um famoso "trote".
– Sim, foi revelada junto com os atacantes. E era exatamente aí que eu queria chegar. — Tirou a carta do envelope ~que havia passado quase uma semana em sua mão~ e a desdobrou, tirando o fato de que ela estava bem amassadinha por causa do "ataque de nostalgia" da mulher dele. — Eles usavam substituição e misturavam várias formas diferentes de ameaça.
– Chegou à alguma conclusão?
– Cheguei... — Ele respondeu ao homem de olhos verdes que segurava a segunda carta na mão. — Começando pelo mais óbvio, a escrita no meio desses números tem "you" "not" e "free". Você, não, livre. Você não está livre, é uma ameaça. — Todos tinham percebido aquilo, mas não sabiam que sentido que tinha... — Usei a substituição com os números que envolvem a pequena ameaça e cheguei a conclusão de que ele querem dizer ROMA, já que R;O;M;J ficaria muito estranho.
– Roma?
– Sim pequeno, Roma. — O uso do pequeno foi só porque ele não sabia o nome do Oliver e nem mesmo quem ele era. Mas não podia tratá-lo mal e muito menos tinha motivos para isso.
– E os outros números?
– Então Arin, o último "alvo" da família Karmo recebeu a última carta com um endereço. Era a única. Nunca fez sentido algum para ele e a minha mulher não tinha a carta em mãos nem o endereço em mente. Mas eu levei um bom tempo analisando essa parte e ela marca uma data. Dezoito de Julho de sessenta e quatro. Uma data bem antiga.
Arin usava sempre um Iphone e sempre iria buscar algo na internet dele. Exatamente como tinha feito agora, mesmo que ninguém dali tivesse percebido.
– Data um tanto quanto antiga, não?
– Sim, Matt... Mas o endereço também não fazia sentido para o último alvo.
– Ta tentando me dizer que sou um alvo?
– To tentando lhe dizer que seja quem foi que bolou isso, é muito inteligente.
– Dezoito de Julho de sessenta e quatro. — Falou Arin, tirando a atenção do detetive e da vítima, fazendo com que todos olhassem para ele, enquanto este encarava a tela de seu Iphone atentamente. — Um dos maiores incêndios da história, que teve início nesse dia aconteceu na Roma.
– Bom, unificando faz sentido, mas o que algo que aconteceu à 1947 anos atrás teria de tão importante assim? — Claro que todos encararam a vítima da história.
Matt estava com a expressão mais assustada que qualquer um já o viu usar. Parece que algo fazia sentido para o nosso vocalista muito sexy que agora se encontrava em uma situação sem explicação. Sem explicação? Talvez não.
– Essa data marca o que? — Foi tudo o que ele perguntou, encarando diretamente o Arin.
– Um dos maiores incêndios da história, acontecido em Roma. — Ele respondeu.
– Porque, Matt? — Perguntou Thomas curioso. — Isso faz algum sentido pra você?
– Não que eu me lembre de algo dessa data, óbvio... — Nenhuma brincadeira daria certo com a expressão que ele usava — ... Nem que me lembre de alguma história da minha família, mas... — Demorou um tempo para completar a frase. Não conseguia saber se era ou não necessário contar aquilo, mas preferiu contar. — Mas desde os meus doze anos de idade, meu maior medo é morrer queimado.
Foi comentário suficiente para assustar todo mundo ali.
– Matt, sinto em te avisar... Mas as chances de ser uma brincadeira são mínimas já que o autor dessa carta te conhece mais do que você mesmo.
– A pequena aí tem razão. — Ficou claro que ele também não tinha gravado o nome da Mel? Acho que sim, né? Ok... — Se ele sabe seus medos, alguma coisa tem.
Puta merda. Era tudo o que o Matt pensava. Se tem algo com a minha família, eu podia estar mais preparado para isso.
– Mas fala aí, cara. Porque desde seus doze anos o seu maior medo é morrer queimado?
– Gates, eu não sei se é a melhor hora de comentar sobre isso. Quer dizer, ainda tem a parte em Latim, quero saber o que tinha escrito nela, e... — Ok, o Haner, Gates, sei lá quem, estava se roendo completamente por dentro. Parece que o tão querido nome o maltratava agora. E o Matt estava simplesmente tentando esconder algo. Esconder, porque o Zacky podia lembrar muito bem da época, muito bem de um certo e estranho dia...
– É a hora perfeita, Sanders... — Thomas o interrompeu pela segunda vez. — Depois eu mostro a tradução do texto para vocês.
Um pouco de tempo pedindo, estressando de tanto implorar, um bolota de olhos verdes conseguiu convencer o ogro a contar a história. Ele estava lutando e relutando contra isso, não sabia se não queria mesmo era deixar claro seu medo imbecil ou o se não queria se lembrar do passado. Talvez um pouco dos dois, o que é mais provável.
– Eu me lembro que durante um bom tempo, quando eu era pequeno, tive alguns pesadelos horríveis e todos envolviam fogo. Eu sonhei com a minha casa pegando fogo e apenas a minha mãe lá. Eu sonhei com um carro pegando fogo e um garoto que eu não fazia idéia de quem era... — Será que agora alguma coisa a mais faz sentido para ele? Porque essa pausa deixou os outros um tanto desconfiado. — ... dentro, junto com um homem estranho, branco e de cabelos loiros bem claros, quase brancos, com um tom esverdeado bem claro. Mas a raiz escura e os fios estragados entregavam descoloração no cabelo dele. Lembro de um sonho onde eu não via nada além de fogo e eu acordei com um ardor muito forte na pele, como se algo tivesse mesmo me queimado e... E eu sonhei com o Zachary. Nós dois, apenas nós dois. E fogo, muito fogo. Eu sentia fogo em minha pele e juro que tentava acordar, mas parecia que algo me impedia... E eu não conseguia respirar. Nesse dia, quando eu finalmetne acordei, fiquei tão paranóico que a minha respiração estava mais forque que a de alguém em ataque de bronquite.
– Hey, espera... — Essas palavras saídas da boca do Zacky fizeram o Matt congelar. Ele se lembrava e era uma das coisas que o Matt temia. Que ele lembrasse desse acontecido. — Eu me lembro disso. Nesse mesmo dia a gente passou perto da lareira de minha casa e você nem queria encostar. E logo depois, se queimou com um gelo seco.
– Espera, a lareira tava acesa, então... Era inverno?
– Sim. — Baker respondeu Thomas antes do Matt. — O que torna muito estranho o fato dele ter acordado com tanto calor.
– É, eu sei... Todos os sonhos se repetiram seguidamente em ordem não definida. Menos o do Zacky. Foi o último e se seguiu umas três vezes. Foi o mais traumatizante. — Ele parou por um instante. — Durante tanto tempo eu guardei isso só pra mim... Um trauma por causa de sonhos tão bestas.
– Trauma começa assim, sabia? Desde criança... E com coisas bobas. Mas se mais ninguém estava com o Zacky no dia, como alguém pode perceber isso.
– Não sei, Thomas. O próprio Zacky nunca percebeu.
– Querem escutar mais um pouco sobre o incêndio?
– Fale Arin... Pode ajudar em mais alguma coisa.
– O incêndio se iniciou no núcleo comercial da antiga cidade de Roma em volta ao Circo Máximo. Nove dias de duração por conta de alguns focos de reacendimento e facilidade de alastação, já que os Romanos viviam em insulaes, edifícios feitos de madeira de três à cinco andares.
– Alguma coisa sobre o que casou o incêndio?
– Uma não... — Arin finalmente se virou para olhar Thomas, mas logo depois voltou sua atenção para a pequena tela em suas mãos e prosseguiu: — Há hipoteses de que foi um acidente, já que eles usavam lareira para se aquecer, outra que diz que o Imperador Nero provocou propositalmente, mas foi desmentida pelos históriadores... E mais algumas. E tem alguma coisa haver com cristãos, eu realmente não acho necessário ler isso.
– A única coisa que me fez sentido foi sobre o incêndio que bateu com o meu pequeno trauma. Agora fala da parte em Latim.
Thomas havia traduzido a escrita e copiado em um outro papel. Entregou este para Matt, que leu, junto com todos. Mas ué, nada fazia sentido alí. Quer dizer, se ele não conhecia e não acreditaria, porque mandava acreditar. Afinal, era isso mesmo que estava escrito ali? Era impossível de entender qualquer palavra. Estava repetitivo, mas sempre mudava, isso estressava o Matt ou simplesmente o confundia?
– O que isso quer dizer?
– Pode querer dizer algo muito embolado ou pode não ser nada, foi colocado apenas para te assustar. O quer dizer para você não acreditar em nada, o que ainda não faz sentido. — Thomas decidiu que palavras demais só iriam atrapalhar os pensamentos do vocalista e preferiu optar por uma resposta curta e simples. Se ficasse mais assustado do que realmente estava, seria impossível Thomas manter o controle da situação. — Mas agora me deixe ver a segunda carta.
Esta segunda carta era ainda mais estranha, mas continuava à fazer sentido. Estava escrito como a anterior. Outra data, outros números indicando local, outras escritas em Latim... Quase tudo igual, menos os significados. Foi muito mais fácil desvendar aquela carta, já que o trabalho com a primeira tinha mostrado "sucesso". Usaram as mesmas tecnicas e todas corresponderam. Parece que o autor da carta não era tão inteligente assim.
A data marcava 2, 11 e 1994. Dois de Novembro de 1994. E os números substituidos por letras. 5 --> E ; 7 --> G ; 9 --> I ; 20 --> T ; 15 --> O. EGITO. E a parte escrita em Latim: Nosti flumen sensus? Et esse fortissimum, et eris semper congue, elit? Neque haec tu inprudenter malum facere pro arbitrio. Ceterum si tibi te nibh nulla in mentem amore pares. Lustus es funestum. You ; not ; free. Parece que alguma coisa não tinha mudado.
– Você sabe o sentido do rio? Estão muito fortes, você vai se afogar no centro? Não que você está, inadvertidamente, de acordo com sua vontade de fazer o mal. Para você quem você gosta de você mente, mas que isso, se não iguais. Lembre: Vocês são apenas mortais, em vão. – Thomas terminou de ler com a expressão mais confusa que podia usar. Realmente não tinha entendido nada. De fogo para enchente? Isso existe? — Essa é a tradução da parte em Latim.
– Bom, isso não faz sentido pra mim, mas...
– Mas... — Thomas apressou a fala de Matt. Sabia que não deveria contar aquilo, apenas com uma certa autorização que, com certeza, ele não teria. Será?
– Mas faz sentido pra mim.
– Pra você?
– Sim, pra mim. Talvez a carta fosse pra mim e não para o Matt.
– Talvez não. — Alegou Thomas, virando a carta para o homem que apesar de tentar esconder, encontrava-se um pouco assustado. — Olha a parte escrito em inglês.
"O confuso não é tão incerto se pensar de mente aberta. Use alguém para atingir quem ama e se sairá muito melhor do que iria sair antes, mas tem que ser inteligente. Como restringindo o que ficar óbvio, mas ainda não acabou..." . Era o que tinha escrito. Estranho, não? Quer dizer, o autor entregou o jogo dele ou deu uma dica? Tanto faz, amas opções são ridíclas. Mas é exatamente isso que ele/ela tem feito. Dado dicas. Era pra confundir de vez, não é?
– Então ele usou o Matt para me atingir?
– Não sei, mas fala aí. Porque faz sentido para você?
– Porque eu tenho medo de morrer afogado.
– Mas isso não quer dizer nada...
– Sinto informar que quer dizer sim, Johnny. Se ele sabe as fobias do Matt e do Zacky, ele sabe sobre um dos únicos dias em que o Matt e o Zacky estiverão sozinhos. Então é pior do que podemos imaginar. Como a pequena mesma disse, ele/ela os conhece mais do que eles mesmo.
– Dois de Novembro de 1994. — Falou Arin em tom alto para que todos escutassem. Ele estava prestando atenção na conversa e é claro, com sua pequena tela digital que fazia o que ele quizesse nas mãos. — Uma enchurrada derrubou um trem com oito tanques cheios de combustível. O óleo começou a pegar fogo, parece que um raio caiu justamente em cima, mas não há nada que comprove firmemente isso, causando um incêndio que matou 557 pessoas. — Ele parou por um momento e encarou todos de volta, que estavam voltados para ele. O homem é realmente infalível, não? Só podia ser Arin mesmo. — Estranho, não é? A água causou um incêndio...
– É isso... — Uma vozinha levemente rouca e quase grossa soou totalmente compreensível no meio de todo mundo alí. — O medo do Matt é morrer queimado e o do Zacky é morrer afogado. Uma unificação de fobias e um acidente perfeito para colocar no meio. Mas essa última fala do Arin me chamou muita atenção...
– Porque, Oliver? — Perguntou Arin, percebendo que todos estavam interessados com o que o garoto falava.
– A água causou um incêndio. Quando eu falo gelo, qual a primeira coisa que vem na tua cabeça.
– Água... — Respondeu um tanto que desconfiadamente.
– E quando eu falo fogo?
– Bom, tratando-se de agora, falaria incêndio...
– A água causou um incêndio. E no dia que o Matt acordou psicótico por causa do sonho com o Zacky, estava com ele o dia inteiro. E acabou se queimando com...
– Gelo seco. — Completou Matt, que se encontrava com uma expressão um tanto preocupante. — Eu me queimei com gelo seco.
Que era uma teoria ridícula, com certeza era. Mas também, com certeza fazia sentido.
– Tem certeza que você tem quinze anos? — Perguntou Zacky em uma tentativa de quebrar mais um pouco a tensão do momento. Ele estava com medo, mas não tanto quanto o Matt. Afinal, não tinha passado por tantos sonhos e traumas, nada do tipo. E o amigo sim.
Um silêncio tomou conta do lugar por um tempo. Até que.
YEEEEAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH
– Bat Country? — Perguntou Mel, sendo a única que não tinha se assustado com o grito no meio do silêncio. — Não, Mel. Master Of Puppets do Metallica. — Falou para si mesma em tom de obviedade, revirando os olhos e fazendo os que estavam presentes rirem.
Um tempo com um Matt quase inaudível no celular e o resto conversando entre si. Todos queriam saber com quem ele estava conversando com expressão tão angustiada, acho que no fundo, todo mundo alí estava ficando meio paranóico. Afinal, se o Zacky já tinha entrado no meio e era só a segunda carta, mais pessoas poderiam entrar nas próximas. Até porque, podia ter algo que o Matt ou o Zacky não tivesse contado. Por sorte não ficaram tão psicóticos a ponto de ficarem com medo um do outro, distante disso, nunca colocariam a culpa em alguém dali.
– Qual foi, ogro? — Perguntou alto o Haner, que tirou a atenção de todos ao que estavam fazendo e voltarem-se para Matt.
– A Mayane voltou de viajem e encontrou sua casa rodeada de pessoas estranhas e não quis nem chegar perto. Aí a desgraçada compra uma passagem de avião e me avisa exatamente no dia que vai vir ficar comigo porque não tem mais onde ficar. Aí quem se fode? O Matt. Matt é o vocalista fodão muito sexy de uma banda de rock, então sobra pra ele. — Falou em tom de raiva, fazendo muitos se assustarem um pouco com ele ou com a história da garota.
– Espera... — Falou Zacky meio que se segurando para não rir. — Mayane quer dizer a sua...
– Prima. — Completou, dando certeza na fala do Zacky e fazendo-o rir descontroladamente. O que ninguém entendia, mas o Matt sim.
– Caralho, tem certeza que o Zacky não é nenhum tipo de hiena mutante?? — Não é que a felicidade dos outros estresse o Oliver, é que o Baker dá muito mais risada que uma pessoa normal dá. Tanto que quando falou isso, o Oliver também tava rindo. Rindo da risada de Zacky, como todo mundo.
– Eu perdi alguma coisa? Quer dizer, qual foi a graça? — Perguntou Johnny completamente confuso. Parece que alguém não tava rindo da ridada do V. Custume? É, pode ser.
– O Matt... — Falou Zacky se controlando para parar de rir. — O Matt e a Mayane sempre brigaram, desde pequenininhos. O Syn, o Johnny e o Arin não chegaram a conhecer, só eu e o Jimmy. — Um Syn com vontade de estourar os próprios tímpanos... Zacky prosseguiu sem perceber nada de diferente. — E eu lembro que a gente jogava video-game e a pequena Mayane aparecia, atrapalhando a gente. Mas eu particularmente, ficava só torcendo para que ela entrasse, assistir ela e o Matt brigando era quase que um show de comédia, até porque ela é bem mais nova. — Um tempo pra respirar, e para se acalmar mais das risadas, é claro. — Fala aí, Matt... Vocês ainda brigam daquele jeito? Eu sei que você encontrou com ela tem uns oito anos, mas briga com ela ainda?
– Aquela baixinha é insuportável. — Matt falou sério, mas fez todo mundo rir. — Ela deve ter o tamanho do Johnny, se não for menor.
– Matt, eu acho que ela é maior...
– Você tem anos sem ver ela, Zacky. Além do mais, vai ver ela re-desperta a paixãozinha que tinha por você à alguns anos atrás... — Sorriu malicioso.
Zacky era a paixão da pequena garota na época de infância. Garota que ele se recusava qualquer tipo de compromisso ou qualquer toque mais íntimo. Ela era 'muito' mais nova e não era a mais gatinha que já tinha conhecido. E ele a chamava de gorda, como uma desculpa de não quere-la. Mas nem gorda ela era. Ela sempre chorava quando isso acontecia e, mesmo que isso te fizesse muito mal, Zacky se mantinha calado para livrar sua cabeça de gracinhas do Matt e do Jimmy. Mas mesmo assim, nunca tiverá nenhum interesse na Mayane. Nem interesse em algo que fosse... Digamos que "íntimo demais", já que ele tinha treze na época e ela tinhe sete. Mas também não tinha interesse em faze-la chorar. E agora, dezessete anos depois, teria que encarar ela de novo. Logo a garota que tanto fugia dele.
Pois é, parece que além do Syn, temos mais um idiota na história.
RAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAWR
Pois é, mais um 'grito'. E esse celular não era do Matt. E esse sim, com certeza assustou quase todo mundo dali. Mais uma vez quem não se assustou foi a Mel. Bom, o celular era dela. Todo mundo ficou olhando assustado para a pequena garota que não conseguia parar de rir da cara deles.
– Mel, que porra é essa? — Soou totalmente espantado.
– Nossa, Haner... Vocês não conhecem os caras que vão tocar na turnê Buried Alive que, por um acaso é de Avenged Sevenfold? — Disse se afastando deles. Tinha que atender o celular. Era o Daniel. Sim, ela ainda tinha muito contado com o amigo, que sentia muita falta dela por acaso. Apesar de serem totalmente diferentes, eles sempre andavam juntos. Eram como irmãos.
– Ela tava falando de Hollywood Undead, Asking Alexandria ou Black Veil Brides? Quer dizer, eu realmente não conheço aquela música.
– É Black Veil Brides, Syn. — Oliver sorriu. Tirando o fato de que gostava muito de Avenged, era um grande fã dos "garotos de preto". — É Perfect Weapon, deviam escutar. Eu realmente recomendo.
– Agora eu sei porque aquele projeto de mulher não se assustou com o celular do Matt. — Johnny fez todo mundo rir, inclusive era essa a idéia dele.
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Parte II
Bem, vamos adiantar um pouco a história até o dia do Natal.
Começando com a Mel, não se demonstrava mais estar tão triste, parece que ela tinha se acostumado com o que a deixava assim. Além de tudo, ela estava muito mais próxima do Syn de novo. Eram muitas noites consolando o coitado ou muitas noites tentando fugir do idiota. A maioria era consolando. Os Avengers ainda estavam na mesma com ele, apenas Mel agia naturalmente. Então ela se via em um buraco sem fundo onde ela tinha que ajudar o seu melhor amigo e mantar amizade com todos os outros, afinal, ela "morava" com eles e tinha que tentar reaproxamá-los, em geral. Aliás, o que essa garota tem na cabeça pra tentar isso? E também tinha andado bem próxima do Oliver. Tão próxima que fazia o Syn transformar algumas partes de suas lamentações em piraças para Mel. Embora ambos soubessem que não havia interesse algum, pelo menos não pelo lado da pequena. Ela realmente o achava legal e ele tocava bateria para ela.
O que ficava cada vez mais tenso eram as conversas de Mel com o Arin. Parecia que ele podia ler (ou controlar) mentes. Os textos da Mel pareciam ficar um pouco tensos e nenhum parecia ser um pouco "Jimmy", se é que me entendem. E Arin não conseguia encontrar explicação para nenhum.
O Syn ainda não curtia muito ser chamado dessa forma, embora Mel tentasse colocar na cabeça dele que ele é o Synyster Gates da banda e só precisava ser o Brian Haner dos amigos. Mas ele é teimoso mesmo, só faltava explodir sua pele da força que usava para apertar as mãos quando era chamado pelo nome artístico e não pelo nome real. Bom, era tão difícil para a Mel quanto para ele controlar quando... Bom, vocês sabem bem do que eu estou falando. Até porque a pequena parecia se sentir cada vez mais insegura em relação a isso. E se vocês estão se perguntando, não, não descobriram quem tinha visto eles dois juntos aquele dia. E o Brian estava irritado por ter tantas coisas lembrando o Jimmy juntas, afinal, fora ele a última pessoa com quem o Jimmy falou antes de se matar (?)! Acima de tudo, eles eram melhores amigos.
E se lembram de uma conversinha com a Michele que ele queria ter? Então, essa conversinha não rolou, acredita? Por algum motivo, a Val não deixava de forma alguma que isso acontecesse. Bom, depois ficamos sabendo dos motivos delas. Mas o Brian estava meio que compulsivo com essa conversa e a Mel também. Quer dizer, a Michelle matou o Jimmy ou ele se matou?
Bom, o Matt continuava recebendo cartas. Todas com fogo, fogo, fogo... Se é que me entendem. Nenhum outro tipo de ameaça envolvendo água, muito menos enchentes. todas indicavam os locais dos incêndios e as datas e uma escrita estranha em Latim. Como sempre, como em todas outras as vezes. Isso deixou o bolota fora da história, pelo menos não teve mais nada do tipo depois daquela carta.
Johnny. Bom, Johnny é um tanto calado demais e isso, todo mundo pode perceber. Mas apesar de tudo, ele era um grande amigo e era bem engraçado quando se abria mais. No caso, quando abria uma garafa de cerveja ou qualquer outra bebída alcóolica, ou quando usava drogas. Todos ali usavam, isso é um fato. Podemos dizer que ultimamente o baixinho tem estado muito tarado e podemos dizer também que ele estava tomando posse de "o pegador" dos Avengers, pelo menos por um tempo. Pois é, o que aconteceu com o synyster Gates? Ou o que aconteceu com o Johnny Christ, tava mais atacado que cadelo no cil. Mas tudo bem.
Bom, vamos falar um pouquinho da novata? Sabem a Mayane, prima do Matt, ok? Então, a baixinha (que não ganha de johnny nesse sentido, porque ainda é um pouco maior que ele), tinha criado a maior amizade colorida com o baixinho... ainda não tinha parado as brigas com o primo super sexy dela. E tava na maior enrolação com logo quem, o Zacky. Não que ela simplesmente queria desculpá-lo, ele havia magoado muito a mulher quando criança, mas ele estava totalmente focado em reconquistar a mulher e ela parecia ceder às vezes. Apesar de que, todo mundo achava que algo iria rolar com o Matt por causa das brigas constantes. Mas não havia atração em sentido algum alí. E estavam crescidos, amadurecidos e nem sempre tinham as brigas.
Mayana tinha cabelos negros e ondulados, não passavam de sua cintura. Tinham um brilho impossível e um movimento perfeito. Sua pele era morena o suficiente para saber que ela tomava sol. Seus olhos não eram como os do primo, eram mais acinzentados. E o corpo dela faziam qualquer um querer bater em Zacky por ele ter chamado ela de gorda quando criança. Sabe aquele tipo de mulher perfeita? Corpo perfeito, rosto perfeito, totalmente perfeita. Mas tinha uma personalidade forte que ninguém a fazia mudar de idéia. E se vestia (quase) sempre como aquelas damas da noite, sabe? Roupas sempre contornado o corpo, sapatos altos, meias calça, maquiagem levemente escurecida... Apesar de todo o jeitão, era uma mulher de família e uma pequena ingênua em busca de seu príncipe encantado. Tola ela, não?
O Zacky parecia querer voltar no passado e ser abusado até aquele dia pelo Matt e o Jimmy. A garota nem era tão bonita quando pequena e quando cresceu se tornou aquilo. E nossa, aquilo realmente fazia qualquer um morrer de inveja. Até porque ela usava uns vestidos bem contornantes e uns saltos que a deixavam um pouco maior que o Johnny (ela era maior sem, mas só uns dois ou três centímetro de diferença) e aquelas maquiagens que apenas cobriam o rosto dela. Mas ela não precisava daquilo, usava por querer. Muitas vezes Zacky se pegava viajando nas ondas de seus cabelos cheios. Rolava umas conversas e olhares diferentes, talvez um tanto tensos. Uns toques diferentes também, mas a mulher sempre se tocava do que estava acontecendo antes de alguma coisa acontecer. O que deixava Zacky muito estressado.
Realmente, ele estava se esforçando para conseguir aquilo que parecia impossível e seu humor andava em uma montanha russa. Ele sentia a dor nos olhos do Syn quando o olhava com seu olhar repugnante e de reprovação. Queria voltar e desculpar, mas apesar de tudo, ele ainda... Bom. Sentia aquilo que mesmo na maior enrolação com a Mayane, não conseguia esquecer, afinal, Gates é teu amigo. Mas não podia se controlar, tinha muita raiva em seus pensamentos ao escutar o nome dele mais uma vez. Chegou até a pensar que começou com algo mais divertido com a Mayane pra ver se esquecia tudo aquilo, mas adivinha, não deu certo. Afinal, como é que se esquece de um amigo mesmo? Mas como é que se considera um amigo tendo raiva dele? Raiva e... raiva. Isso não é normal, nunca foi. De todos, era o que não falava com o Syn quase que de forma alguma. Os outros já estavam desconfiando até, eles semrpe ficavam juntos e na maior resenha, mas não era mais assim.
Mas sobre o Zackyane, a primeira vez que se falaram sozinhos foii algo um tanto engraçado, que até ele dava risada ao se lembrar. Será que era porque gostava de lembrar do sorriso dela mais uma vez? E foi no mesmo dia que ela chegou, quando os "garotos" saíram da sala e eles acabaram ficando alí mesmo.
– Mudou muito... — Falou analisando a parte descoberta das pernas da mulher, que não era muito pequena não.
– É, você também. — Ela respondeu olhando... Bom, um olhar um tanto difícil de descrever, preso no tronco do mais velho.
– Quando dizem que o feitiço sempre vira contra o feiticeiro é verdade, gata. — Sorriu malicioso. Pow, o cara é gordo, mas tem um monte de mulheres por aí que vivem em suas fantasias sexuais com o Zacky usando as próprias mãos. Então porque ela iria recusar a originalidade?
– Não tem ninguém miando aqui Zacky, controle suas idiotices. — Riram juntos. Bom, era uma piada, então... — E só tem você se chamando de gordo.
– Não me acha gordo?
– Eu não falei nada disso...
– Acha que o tempo perdoa?
– Acho que o tempo não tem nada a ver com as decisões dos outros.
– Acha que o tempo faz alguém perdoar?
– Talvez faça o físico mudar.
– Tenha certeza. — Chegou ele, na maior onda. Mas bom, o baixinho sempre foi assim mesmo. — Johnny Christ. — Estendeu uma mão.
– Eu sei quem você é... — Apertou a mão dele educadamente. E o gordo ficava alí no Zacky-poker-face. — Mayane.
– E daí? Eu também sei quem você é. Só faltou uma apresentação mais considerável. — O sorriso dele era confortador. E sem nenhum tipo de segundas intenções...
E olha só, agora são grandes amigos. Tipo a Mel e o Syn, que até dormirem juntos dormem.
O Arin... Bom, eu não posso falar muito dele. O mistério dahistória está quase todo na cabeça desse novo baterista. Ele continua pegando os textos da pequena Mel e tentando reconhecer eles, ou coisa do tipo. Sem sucesso. Parece que não fazem mais sentido. Mas com certeza aquilo o lembrava algo. E parece que alguém estava disposto à... Consolar a Michelle, sem sucesso também. Enfim, ele tentava.
O Oliver... Bem, o nosso pequeno estava normal. E estava muito amigo da Mel, como vocês já sabem. E como sempre, parecia estar escondendo mais alguma coisa. Mas ele tinha esse ar de misterioso mesmo, por isso se dava tão bem com o Arin e além do mais, as roupas dele não ajudavam no pensamento contrário, isso é um fato. Ele era o tipo de coração de pedra que nunca sabia definir o que realmente sentia. E morria de ciúmes do outro amigo da Mel, o Daniel. Talvez um pouco do Syn, mas se importava bem menos. E olha que era pra ser ao contrário. E se sentia sempre altamente surpreso ao olhar para a prima de Matt. Eles se pareciam muito. Isso, ou o oliver apenas usava como desculpa para olhar sempre para a Mayana, vamos combinar que qualquer garota acha ela bonita demais. Oliver, tarado... Okay, a pequena Mel está cercada de tarados.
Tirando algumas coisas estranhas, ele estavam perfeitamente bem. Se uma grande curiosidade é "O Brian e a Mel se beijaram de novo?", a resposta é: Não. Eles se controlavam sempre, não aconteceu um outro beijo. E o Thomas? Bom, o Thomas estava normal. Apenas era informado das cartas e tentava pensar em algo encaixando-as, mas nenhuma mostrava algum tipo de ligação com outra. Em detalhes mais específicos dos acontecimentos... Fãs sabem antes de continuar a ler
ONZE DE NOVEMBRO
Happy Birthday to you... Happy Birthday to you... Happy Birthday Zacky Vengeance... Happy Birthday to you. (8) ~fan screams~
O aniversário do nosso Baicon gigante \\o/ Então, o aniversário foi um acontecimento bem particular, para convidados mais íntimos. Mas que rolou de tudo, rolou. Dança, galera, bebida, loucura, pegação... Preciso comentar o resto? Não, né? OK. Adivinha quem quase saiu sozinho? Se chutou no aniversariante, acertou. Mas não, ele não sairia sozinho, não naquele dia.
Ele quase comprou briga com um homem tão malhado quanto o Matt só para falar com ela. Depois disso eles discutiram e todo mundo sabe muito bem qual é a melhor forma de calar uma mulher quando está brigando com ela... Finalmente, eles se beijaram de vardade. Pareciam dois tapados que não iriam sair das brigas, olhares e provocações. Mas enfim, eles mostraram que não era bem assim, então tá na boa.
No meio da briga, o Zacky simplesmente agarrou a garota com tudo. Esta cedeu muito rápido. Era o beijo, toques, movimentos, tudo o suficiente para que eles finalmente parassem com aquela putaria de fica-não-fica. Mas adivinha, a May tem um coraçãozinho muito mole (e é muito besta também), acabou interrompendo todo o momento. Desculpa?
Depois de todas as vezes que você me fez chorar, todas asvezes que me agrediu verbalmente, que me machucou na frente de seus amigos, que se pegou com uma outra garota na minha frente só pra provocar... Elas não acabam em tão pouco tempo assim. Para de me perseguir e vai catar qualquer garota idiota por aí, eu já passei dessa época, já esqueci de você. Não é porque é guitarrista de uma bandinha famosa que eu nem gosto muito, que eu vou me aproveitar do momento. Feliz Aniversário, Zachary!
Sabe aqueles desvaneios de falta de reação que o Syn tem frequentemente? O Zacky passou por isso nessa hora. Ele tava pensando em pegar o Synyster Gates e acabar com a moral e a cara dele antes disso. Mas não, ele desistiu e foi lá falar com a May. Estranho, ele sempre colocava o Gates em primeiro lugar... Amigo é foda, né?
DEZOITO DE NOVEMBRO
HAPPY BIRTHDAY JOHNNY FUCKIN' CHRIST!!!!!
Sim, o Brian e a Mel conseguiram organizar a festa do baixinho. Com a ajuda dos outros Avengers e o Oliver, claro. Mas conseguiram. Foi um tipo de festa à fantasia. Como conseguiram enrolar o baixinho? Bom, disseram que era uma festa qualquer que o levariam, afinal, era o aniversário dele. Mas aí na verdade, era a festa dele mesmo. E nossa, aquela festa sim rolou muita coisa. Mais que a de Zacky.
E foi depois de um ensaio que fizeram, talvez um dos mais cansativos. Bebidas à vontade para quem quisesse. O Brian tava se pegando com uma loira que conheceu lá mesmo e nem sabia quem era. Ele estava completamente... Bêbado. Sem dúvidas, totalmente bêbado. Mas a mulher também estava. Mas cara, quem não quer acordar depois de uma transa selvagem e encontrar o Synyster Gates ao seu lado, completamente sem roupa mesmo? É, acho que isso muitas mulheres e homens (vamos respeitar as opções sexuais, ok galera?) queriam.
Nem preciso falar que o Zacky não saiu sozinho de novo, né? Ele tentou mais uma vez e falhou mais uma vez. E mais uma vez, não se contetou em sair sozinho. Encontrou uma ruiva com beleza, corpo e vontade o suficiente para acabar com a vontade dele. Ele descontava no corpo daquela mulher, que não tinha nada a ver com ele e a Mayane, toda a raiva de não conseguir estar na cama com a morena. E ela gostava, pedia por mais e só faltava chorar, mas sempre queria mais. Também... Aquilo sobre "quem não queria estar na cama com o Gates?" sepre para o nosso gordo também. Seus olhos quase mudavam o tom de tanta raiva que ele sentia. O fato é que ele só estava afim de bom sexo e pronto.
O Matt... Bom, o Matt estava com a Valary, né? Aqueles dois sim eram uma prova de que o ogro tinha coração, e como tinha coração. A relação entre eles era amor verdadeiro e não apenas atração. Eles conversaram sobre a história do Syn e da Mii por um bom tempo. O que fez Matt esclarecer sobre o que estava acontecendo com o Syn. Claro que a Val não falou nada sobre a Michelle ter matado o jimmy, ele podia interpretar tão errado quanto o Synyster Gates. Mas bem, depois de tanta conversa séria com o seu gigante, quem acha que eles dormiram? Claro que não, né gente? Bebida vai, bebida vem, seriedade vai embora de vez, dança, pegação, beijo, amassos.... E o final, todo mundo aí já conhece.
E o Arin... Adivinha quem tava tentando consolar a Michelle? Ela não tinha mais disposição para nada, não queria beber e nem continuar ali, queria ir embora e não assistir mais o seu Synyster Gates com uma loira de farmácia qualquer. Ainda mais depois de tudo aquilo dele achar que ela matou o Jimmy e de Valary praticamente proibir eles dois de se falarem. E o Arin tinha toda a disposição do mundo voltada em tentar ajudar a Michelle, se é que entendem o "ajudar" que quero dizer. Ela começava o tratando bem e logo partia para a ignorância. Ela estava andando um pouco mal e exatamente assim, uma cavala, tratando todo mundo da pior forma imaginável. Coitada, ela tinha apenas um coração pertido e uma história mal contada sobre algo muito sério. E claro, uma pequena pedra no sapato chamada Mel. Parece que muitos problemas rodeavam a nossa morena que já não fazia idéia do que fazer, quando ninguém se importava com ela. Espera, ninguém? Porque ela insistia em ignorar o Arin? Ele só faltava ir lá e matar o Gates por ela. Mas ele nunca faria isso com o amigo, óbvio.
O Johnny. Nossa, o Johnny. O Baixinho tinha tirado o dia, definitivamente. O ensaio havia sido muito cansativo, mas aí que os milagres que apenas bebidas alcólicas e algumas drogas são capazes de fazer entram. Estava muito agitado e... Era meio que o "alvo". Algumas fãs estavam alí e faziam questão de ir comprimentar o anão de jardim (quero um anão de jardim desses, ignorem). Digamos que o baixinho baixou o Synyster Gates (Synyster Gates, não o Brian Haner) naquele dia. Tinha se pegado com umas três mulheres que não fazia idéia do nome, que aliás ficavam muito engraçados juntos já que elas eram sempre mais altas e com salto alto. Aí é pra fuder com a vida do pequeno. Mas adivinha quem não teve uma noite daquelas no dia do próprio aniversário? Esse é o preço de ter uma amiga tão melosa e tão próxima, baixinho. Passou o final da festa consolando a May, ela estava totalmente confusa sobre o Zacky. Chegou a mandar ela calar a boca e colocou pra dormir. Meigo, não? Não. Ele já estava... Assim... Digamos que a felicidade dele estivesse (mal) escondida em baixo de suas calças e ele não iria simplesmente foder a melhor amiga. Depois que ela dormiu ele saiu em caça e voltou depois de tudo. Miserável, não é mesmo? Com um melhor amigo desses, quem precisa de inimigo? Ou melhor, de Vengeance?
O Oliver e a Mel saíram mais cedo. Um pouco mais cedo. E a pequena teve que aguentar desvaneios de um garoto de quinze anos quase bêbado perto dela. E puta merda, como esse garoto estava idiota. Estava contando piadas e sempre repetia uma piada do troca. Ele sempre trocava a resposta, fazendo de tudo para que a Mel errasse. Ou então uma piada do pintinho, que ele levantou uma perna e gostou, levantou a outra e caiu. A esse momento, Mel já não sabia se dava risada ou ajudava o amigo, e apenas aguentava tudo calada. E com vontade de pegar uma arma e atirar na garganta do amigo. Além do mais, mão boba já bastavam as do Syn. Parece que alguém atrai bêbados. Ele chegou a colocar uma peruca verde na cabeça dela e começar a correr feito louco, gritando "MEDUSA, MEDUSA". Ela nem sabia que ele sabia da mitologia grega. Ele também chegou a arrancar a próxima camisa e foi impedido de arrancar as calças, insistindo no fato de que ele era o Tarzan. Também contou umas histórias de que ele lembrava da vida passada dele e que ele tinha sido um corvo. Ele jogou água na menina, puxava os cabelos dela e chegou a se fingir de bicha, e vamos combinar, ele fingia muito bem. Nessa parte, a Mel não conseguiu nem mesmo tentar se controlar. E ele tinha tentado agarrar ela. Até a hora que uma Mel delicada (que nós já conhecemos bem) fez ele se sentir um pintinho milhado e deitar na cama encolhidinho de baixo das cobertas até que dormiu. Ela estava acostumada com esse lance de bêbados, principalmente agora que morava com os Avengers, mas nunca tinha sido chamado de Medusa por uma bicha louca que só contava piada sem graça. É, mas foi bem engraçado e isso ela tem que admitir.
Thomas foi convidado mas nem apareceu na festa. É, né...
Notas finais
1 - Quem sabe o que tem no dia 28 de dezembro? Pois é, dois anos sem o Rev... Eu terei um capítulo especial para ele aqui. E tenho uma idéia bem interessante para esse capítulo. Quem quizer "deixar um recado pro Rev" pode deixar que eu vou postar com a sua "assinatura". Bom, é uma coisa bem legal poder falar o que sente, sempre. Mas olha, não manda por review. Manda por mensagem privada. Eu aceito as mensagens até o dia vinte e sete de manhã e dia vinte e oito o capítulo será postado (sem hora definida).
2 - Quem quer me ajudar no capítulo de ano novo?? kkkk' Tem que me mandar (POR MENSAGEM PRIVADA TAMBÉM) seu casal preferido e uma indireta que quiser. Não importa se é um casal definido ou não, podem colocar o Matt com o Oliver se quiserem kkkk' Enfim, é só um jogo pra ver se a minha idéia vai dar certo nessa Fic. E sim, eu irei comentar sobre a 'campeã' nas notas. kkk'
Quem aí tá sentindo falta das cenas hots? O desafio número dois vai servir para isso. kkkkk' ~vocês vão entender depois.~
Então, eu posto a próxima dia vinte e oito.
Feliz Natal ♥
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