The Poison Smoother II

24 Capítulo 24 - Peace of Mind.


Notas iniciais
Olá pessoal!
É, eu disse que agora estava administrando o tempo melhor :)
O capítulo de hoje ta saindo mais cedo!
Anyway, eu ACHO (é, não tenho certeza) que a The Poison vai aumentar mais um capítulo. Ou seja, ontem eu disse 26... Mentira, 27.
Espero que dê tudo certo.
Aliás, tenho uma coisa pra perguntar...
Que surto de reviews foi esse hoje?
Que surto de recomendações foi essa?
Que surto de favoritos foi esse?
Quero saber quem está por trás disso tudo, não tem lógica todos terem aparecido ao mesmo tempo.
Olhem como ficou minha caixa de entrada (246) -> http://yfrog.com/0n14e4j
Bem... Só tenho a agradecer.
Quanto às recomendações, não vou dizer nome por nome porque tá foda ir lá e conferir, acho que foram 5.
Obrigada!
Boa Leitura! o/

Slash – E o que você fez?

Marjorie – Eu o beijei.

Slash tombou a cabeça para trás e fechou os olhos. Marjorie apenas ficou o observando, não queria dizer nada que pudesse piorar a situação de alguma forma. Alguns minutos se passaram e aquele silêncio continuou.

Slash – E o que você sentiu?

Marjorie – Eu não senti absolutamente nada. Slash, eu te amo desde sempre, e as únicas sensações que sinto, sejam elas quais forem, é quando eu estou com você, beijo você, toco você, transo com você...

Slash – Então porque você fez isso?

Marjorie – Eu senti que devia a ele, por tudo o que ele fez, por ter me ajudado e me dado apoio quando precisei, que como você pode ter percebido, não foi fácil. Eu não fiz porque sentia algo por ele, fiz como um favor, se é que posso colocar dessa forma.

Slash – Marjorie, eu fiquei na prisão durante todo esse tempo, com mais 3 caras na mesma sela que eu. Nessa prisão, não separavam as pessoas pelos crimes que cometeram ou coisa assim, e eu fiquei ao lado de 2 estupradores e um cara que matou o próprio filho.

Marjorie – Ah meu Deus... Eles não fizeram nada com...

Slash – Não. Mas eu convivi com eles todos os dias, 24 horas. Eu fui obrigado a ouvir cada história suja vinda deles. Não bastasse isso, eu tive abstinência por causa da drogas, desintoxicação forçada, tive delírios, vomitei muito, tive febre...

Marjorie – Eu não imaginei que você passaria por isso tudo...

Slash – Mas sabe de uma coisa? O que me motivava a lutar era você e o Marshall. Cada vez que eu me lembrava de vocês, eu me esforçava para sair daquela, porque eu amo vocês.

Marjorie – Eu te amo também Slash... Você sabe disso.

Slash – Quando voltei da prisão e vi você e aquele cara aqui, meu mundo se distorceu completamente. Quando você foi até a casa da banda, eu já estava me preparando para sair, encher a cara no bar e pegar a primeira prostituta que eu vesse na frente. Mas eu olhei bem nos olhos do Marshall, e não consegui fazer isso. Que tipo de pai eu seria? Que tipo de exemplo eu daria a ele?

Marjorie colocou a mão na testa e começou a chorar.

Slash – Porque você chora?

Marjorie – O que eu fiz com a gente? Que exemplo eu dei ao Marshall beijando outro homem? – chorava.

Slash segurou o rosto dela com as duas mãos.

Slash – Marjorie, olha pra mim.

Ela não o encarava, apenas olhava para baixo ainda chorando.

Slash – Marjorie – falou mais firme.

Ela o encarou.

Slash – Está tudo bem... Eu perdoo você.

Marjorie – Slash, você não precisa fazer is...

Ele a puxou e a beijou. Fez isso mais veracidade e intensidade do que o beijou anterior, na porta. Marjorie ainda assustada retribuía ao beijo, suas mãos estavam trêmulas. Quando se separaram...

Slash – Porque o nervosismo? Não é a primeira vez que fazemos isso – sorriu.

Marjorie – N-n-não s-sei – gaguejava.

Slash se inclinou um pouco sobre ela no sofá, voltando a beijá-la. Passou a mão por baixo da blusa que ela usava e a sentiu tremer novamente.

Slash – Três meses longe e você volta a ser aquela garotinha virgem de 17? – riu.

Marjorie – É o que você acha?

Slash assentiu.

Marjorie – Então daqui a pouco você pode tirar suas conclusões – se levantou – Agora vem aqui que tem um carinha que quer te conhecer.

Ela puxou a mão dele e o guiou até o quarto dela, Marshall dormia em sua cama. Ela se assentou ao lado dele.

Slash – Ele está dormindo, não precisa acordá-lo.

Marjorie – Está na hora dele acordar, não tem importância – o pegou e o levou até Slash.

Slash – Oi Marsh – pegou a mãozinha dele.

Marjorie – Pega ele.

Slash – Não, ele vai chorar.

Marjorie – Anda Slash, pega ele – passou pata os braços dele.

Marshall acordou.

Slash – Realmente ele tem seus olhos. Verdes bem firmes. E também tem seu cabelo. Ei, que tipo de injustiça é essa?

Marjorie riu.

Slash – Alguma coisa ele tem que ter minha.

Marjorie – É... Eu acho que tem.

Slash – O quê? Me mostra!

Marjorie – Um protótipo de ofídio no meio das pernas, igual ao seu – riu.

Slash – Sei...

Marjorie – Mas é claro que ele tinha que se parecer mais comigo, o carreguei na barriga 9 meses!

Slash – 7.

Marjorie – Não estraga minha alegria!

Eles riram. Marshall começou a chorar.

Slash – Merda, e agora?

Marjorie – Balança um pouco, conversa com ele.

Slash tentou, mas sem sucesso.

Marjorie – Me dá ele aqui – o pegou – esfomeado da mamãe – brincou.

Slash – Ah, então ele está com fome?

Marjorie – É.

Ela se assentou na cama com Marshall, colocou as pernas para cima e começou a amamentar. Slash foi até o outro lado da cama e se assentou do lado.

Slash – Vai, me conta tudo o que eu perdi.

Marjorie – Perdeu ele rindo quando nasceu, os olhões azuis olhando pra mim quando o peguei, a primeira amamentação, a primeira fralda, o primeiro banho, o primeiro puxão no meu cabelo... – riu.

Slash – Nossa!

Marjorie – E recentemente aprendeu a engatinhar.

Slash – Mas ele não é muito novinho ainda?

Marjorie – Mas ele é pequeno e tem pouco peso. Pelo menos foi o que a Mayla disse, e faz sentido, já que ele consegue engatinhar uns 2 passos pra frente.

Eles riram.

Slash – A partir de agora prometo não perder mais nada.

Marjorie – A partir de agora eu vou descansar muito bem, já que vou ter três meses de vantagem, sabe?

Slash – Como assim?

Marjorie – Tive três meses de horas mal dormidas. Você voltou, agora é a sua vez durante esse tempo. Cada vez que ele chorar você pode ir lá ver o que ele quer.

Slash – Ah...

Marjorie – Sem “Ah...”.

Slash – Tá.

Marjorie riu.

Marjorie – A propósito, temos um pequeno probleminha…

Slash – Qual?

Marjorie – Ele acostumou a dormir no seu lado da cama. Ele odeia o berço.

Slash – Então vou ter que disputar com ele por um lugar?

Marjorie – Vai – riu.

Slash – Mas você vai ser bonzinho com o papai, não vai Marsh? – mexeu com ele.


Notas finais
Vai Marsh, seja bonzinho, sim? Queremos um hentai, tipo, NOW.
Ahhh, um final feliz pra todo mundo! (Por enquanto).
Temos que lembrar que o Mark não morreu... (Por enquanto).
E sim, haverá uma morte ^^ (Por enquanto).
Hahahahaha.
Nos vemos amanhã pessoal!
E obrigada de novo!
Até.