The Poison Smoother II

6 Capítulo 6 - M. Ávillah Hudson.


Notas iniciais
Olá pessoal!
To postando tarde porque ninguém está me cobrando e todos estão sumindo daqui de novo, então... Postei agora e pronto.
Pois então...
Só para não virar intriga ou qualquer coisa que queiram chamar por postagens minha no twitter, venho deixar o meu ponto de vista aqui também. Então...
Por favor, não façam fakes pra comentar em suas próprias histórias. É muito feio, e não é verdadeiro, então de que adianta? O Nyah já pegou um monte aqui. Tomem cuidado. Sem mais.
Espero que gostem do capítulo de hoje, é!
Boa Leitura o/

Izzy – Miguel é mais calmo... Marshall mais firme, presente.

Duff – Então...?

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Marjorie e Slash se entreolharam.

Marjorie – Vai ser... Marshall!

Steven – Viva! – comemora.

Axl – Cala a boca Steven.

Marjorie sorriu.

Slash – Bem, acho que agora podemos ir pra casa, não é Marsh? – colocou a mão na barriga dela.

O bebê riu.

Duff – Mas que porra é essa? Ele riu?

Marjorie – Longa história.

Slash – Então vamos indo?

Marjorie assentiu.

Marjorie – Mayla, agora eu vou de carona com o Slash. Você pode voltar pra casa, não precisa se preocupar.

Mayla – Tá.

Maressa – Nós também vamos indo, temos que inaugurar a casa nova.

Despediram-se de todos e seguiram para casa.

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Chegando ao apartamento, depois de Maressa e Duff se organizarem um pouco, eles subiram para o apartamento de cima. Marjorie tinha muito que conversar com eles ainda. Ela explicou toda a situação para os dois.

Duff – Sem dúvidas, é filho de vocês.

Maressa – Se fosse normal, aí sim desconfiaríamos.

Slash – Tá querendo dizer o que? Que meu filho não é normal?

Maressa – Mais ou menos isso.

Marjorie – É, agora eu preciso descansar um pouco que o dia foi bem tenso hoje.

Maressa – Nós estamos descendo também.

Marjorie se levantou e foi andando em direção ao quarto.

Marjorie – Só pra constar, quando o Marsh nascer, você que vai ficam com os Mikkens tá?

Maressa – Mas...

Marjorie fechou a porta.

Slash – Você a conhece, se ela falou está falado.

Maressa riu.

Eles se despediram e desceram para o apartamento deles.

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Um tempo depois, Slash se deitou ao lado de Marjorie.

Slash – E então, o que a Mayla disse na consulta?

Marjorie – Estou proibida de dirigir.

Slash – Não tem problema... Eu te levo e busco.

Marjorie – Já estourei minha cota de ultrassons comuns. Os próximos serão intra-vaginais.

Slash – Ai... Isso deve doer.

Marjorie – É, um ferro pode passar lá dentro e um pênis não. Que revolta.

Slash – Então não podemos transar?

Marjorie – Podemos tentar. As mesmas palavras de antes.

Slash – Então a gente tenta.

Marjorie bufou.

Slash – E porque ele ri e chora?

Marjorie levou a mão de Slash até o lado esquerdo de sua barriga, um pouco mais embaixo.

Marjorie – Aqui tem tipo uma bolha de ar, quando o bebê vira o rostinho pra cá, conseguimos ouvir os sons.

Slash – E isso é normal?

Marjorie – Não. Mas ele está bem.

Slash riu.

Marjorie – E já está pensando 800g.

Slash – Só isso?

Marjorie – Foi o que eu perguntei.

Slash riu.

Marjorie – Estou cansada... Acho que já vou dormir.

Slash – Já comeu? Quer que eu faça alguma coisa?

Marjorie – Ovo frito? De novo?

Slash riu.

Marjorie – Brincadeira. Estou bem, comi lá na casa da banda, só quero descansar mesmo.

Slash – Tá.

Slash levantou e se trocou de roupa. Logo se deitou atrás dela e passou o braço em volta.

Marjorie – Boa noite.

Slash – Boa noite.

Marjorie – Boa noite Marsh.

Slash – Boa noite Marsh.

Eles dormiram... Por algumas horas. Até que Marjorie acordou de madrugada e se assentou na cama.

Slash – Marjorie... Tá tudo bem? – disse isso ainda com a cara no travesseiro.

Marjorie – Não, não tá tudo bem.

Slash – O que houve? – levantou a cabeça.

Marjorie – Fica em silêncio e escuta.

Eles ficaram em silêncio e puderam escutar...

- “Eu adoro jogos – Duff disse.”.

- “Hmmm... E o que tem dessa vez? Fiquei curiosa”.

- “Pega essa corda e se amarre”.

- “O que? – rindo.”

- “É só um joguinho não confia em mim?”.

- “Se você fazer o que a Marjorie fez com o Slash ou me machucar eu te mato.”

– “É essa a intenção, dor e prazer... E você pode me dar os dois...”.

- “Uh, então vamos lá bananão”.

Marjorie – Isso não é justo Slash, eu quero fazer coisas assim.

Slash – Nós vamos fazer coisas assim.

Marjorie – Quando?

Slash – Quando o bebê nascer.

Marjorie – Isso vai demorar muito. E eu quero aventuras assim.

Slash – Tá bom Marjorie, a gente vai tentar. Mas vamos dormir, você tem que descansar e está muito agitada. Você não pode ficar agitada assim.

Marjorie bufou e se deitou. Slash a abraçou por trás.

- “Ah.. Oh.. Isso... estamos quase lá”.

- “Cara... Você consegue me destruir”.

Marjorie – Slash?

Slash – Que foi?

Marjorie – Seu amiguinho está me cutucando aqui atrás.

Slash riu e Marjorie virou-se ficando de frente pra ele.

Marjorie – Não adianta, precisamos transar. Anda, vamos tentar.

Slash subiu em cima de Marjorie e começou a beijá-la. Passava a mão por todo corpo dela. Ela virou e ficou por cima dele, beijando o seu tórax.

Slash – Marjorie, se você ficar por cima eu não vou ter controle de...

Marjorie – A intenção é essa.

Slash – Nada disso.

Ele virou e ficou por cima novamente.

Marjorie – Mas Slash eu quero...

Slash – Shhh.

Ele prendeu os dois braços dela acima de sua cabeça.

Slash – Deixa comigo.

Com uma das mãos voltou a passear e acariciar o corpo dela, enquanto a ajudava a se livrar de sua roupa. Logo fez o mesmo com as suas.

Ele soltou os braços dela e beijou sua barriga, parando no umbigo.

Slash – Posso?

Ela assentiu e ele se posicionou no meio de suas pernas. Quando encaixou a ponta de seu membro...

Marjorie – Droga...

O bebê começou a rir.

Slash riu e saiu de cima dela.

Marjorie – Como ele sabe a hora certa?

Slash – É nosso filho – sorriu.

Marjorie – Marsh, saia logo por favor.

Slash – Ei, não fala isso. Ele está te escutando.

Marjorie bufou.

Slash deu um selinho nela e foi para o banheiro. Alguns segundos depois, Marjorie ouviu Slash gemer, bem baixo.

Marjorie – Ótimo, todos tem sexo, só eu que não.

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Na manhã seguinte...

Marjorie e Slash estavam na cozinha, supostamente tomando café.

Slash – Eu acho que você devia vim morar comigo por alguns meses na casa da banda.

Marjorie – Por que?

Slash – É melhor pra você. Lá sempre tem alguém, então você não ficar sozinha e eu sempre preciso estar lá pra ensaiar. É só por um tempo, quando o bebê nascer você volta pra cá e eu moro com você aqui.

Marjorie – Vou pensar.

Slash riu.

Alguém bateu na porta.

Marjorie – Provavelmente é a Maressa.

Slash abriu a porta.

Maressa – Bom dia!

Marjorie – Pra você.

Maressa – Nossa, que humor.

Marjorie a ignorou.

Maressa – Acabei de fazer café. Alguém quer?

Marjorie – Café me deixa elétrica e eu realmente não quero passar a noite acordada ouvindo você e o Duff.

Notas finais
Marshall... É um nome bonito!
Agora deixa eu contar algumas histórias...
Primeiro, esse nome me surgiu por acaso, tava eu quietinha e me veio esse nome na cabeça. É bonito, e combina Marjorie com o Slash, e novamente a bruxaria atacou, já que é com M e não foi intencional. Nesse caso o intencional seria Miguel.
Aí ontem tava eu quietinha na minha vendo The Secret Life of the American Teenager, aí quando vê o pai da menina chama Marshall. Tá, tudo bem.
Daí de noite eu comecei a assistir Supernatural (podem olhar no twitter porque postei essa história maluca) aí do nada apareceu o tal do personagem que chama Marshall. Tá, beleza.
Aí eu fui dar uma olhada no twitter, e o Bumblefoot postou no twitter uma foto de um suposto frigobar só que como caixa de som, e o que tinha escrito na frente? Marshall, é.
Daí quando eu cliquei pra continuar SPN, falaram Marshall again.
Gente, esse nome me perseguiu e ainda ta perseguindo. Sério, isso é doidera.
Pois bem...
Até amanhã :)