The Poison Smoother II

2 Capítulo 2 - Under a Slight Despair.


Notas iniciais
Oi pessoal!
Segue aí o segundo capítulo...
Posso ir ali morrer e voltar por ter 2 recomendações e um capítulo? Sim? Então com licença.
Brandon e Stephanye... Não podia ser mais ninguém!
Quando postei a The Poison 1, ganhei uma recomendçaõ no segundo capítulo postado, daí veio a In the Beat e recebe uma recomendação no primeiro capítulo, aí agora veio a The Poison 2 e recebi DUAS recomendações no primeiro capítulo.
Na próxima vai ser 3 é? aoieoiaoie'
Seja bem vinda Rosalie Bailey Mckagan!
Boa Leitura! o/

Na manhã seguinte...

Slash – Bom dia Daniel... – colocou a mão na barriga de Marjorie.

Marjorie – Não começa a me irritar cedo – sua voz saiu abafada por causa do travesseiro que estava em seu rosto.

Slash – Você vai perder a hora.

Marjorie – Dane-se, eu não quero ir.

Slash – Você não precisa trabalhar se não quiser. Mas eu duvido que você vai querer ficar os próximos 4 meses em casa e atoa.

Marjorie – Eu só quero dormir, me deixa.

Slash – Não Marjorie, levanta!

Ela virou e ficou olhando para o teto.

Slash – Assim está melhor.

Marjorie bufou.

Slash se debruçou em cima dela.

Slash – Anda – selinho – enquanto você se arruma – selinho – eu arrumo alguma coisa pra você – selinho.

Ela o encarou profundamente.

Slash – Que foi?

Marjorie – Slash, você não está me entendendo. Eu quero beber e transar.

Slash saiu de cima dela com pressa.

Slash – Aproveita hoje quando chegar lá na Ofidi’s e conversa com a Mayla.

Marjorie – Eu quero agora!

Slash – Melhor não.

Marjorie – Então tá bom – ela se levantou e foi direto para o banheiro trancando a porta.

Slash – Marjorie?

Marjorie não respondeu.

Slash – Você concordou comigo ontem, porque está fazendo isso agora?

Ela não respondeu.

Slash – Tá, eu não vou insistir. Só destranca a porta do banheiro, porque se acontecer alguma coisa... Ah, você sabe.

Ele saiu de lá e foi para cozinha. Marjorie tomou um banho e logo saiu do chuveiro correndo e foi ainda enrolada na toalha para a cozinha.

Slash – Que foi? Parece assustada...

Marjorie – Slash, ele riu.

Slash – Hã? Como assim?

Marjorie – O Jack riu enquanto a água caía em cima da barriga.

Slash – Tem certeza?

Marjorie – Vem aqui.

Ela o puxou e o levou até dentro do banheiro, jogou a toalha no chão e ligou o chuveiro, deixando que a água caísse em sua barriga.

Slash – Não ouço nada...

Marjorie – Ótimo, agora ele não quer.

Slash – Tem certeza que ouviu?

Marjorie assentiu.

Marjorie – Que merda.

Slash – Vou voltar lá pra cozinha.

Marjorie – Vem aqui – fez sinal para que entrasse dentro do box.

Slash – Marjorie, não...

Marjorie – Eu sei que você quer.

Ele cruzou as pernas.

Marjorie – Não adianta tentar esconder o “fodão”.

Slash – Ah, então você admite que ele é o fodão?

Marjorie – Não.

Slash riu.

Marjorie – Anda, vem.

Slash – Já conversamos sobre isso.

Marjorie – E eu não concordei.

Slash – Anda, você vai atrasar – disse ele saindo do banheiro e fechando a porta.

Marjorie – Se eu te pegar usando a mão você vai ver! – gritou.

Slash – Que droga – sussurrou.

Marjorie – E eu ouvi isso!

Algum tempo depois, Marjorie se trocou e foi até Ofidi’s. A primeira coisa que fez foi procurar Mayla, porém o turno dela só começaria à tarde.

- Droga – pensou.

Foi fazer seu trabalho. O pessoal de Seattle tinha chegado a trago novas cobras que eclodiram durante os dias passados, Marjorie ficou com o trabalho de cortar as glândulas de veneno. Enquanto fazia isso...

- Fiquei sabendo que está grávida... É verdade?

Marjorie – Sim pai, é verdade.

- Com quantos meses está?

Marjorie – Estou com cinco.

- E está tudo bem com a gravidez? O bebê está bem?

Marjorie – Porque ele não estaria?

- Foi só uma pergunta.

Marjorie – Ele está bem. A propósito, é um menino.

Ele sorriu.

- Parabéns.

Marjorie assentiu como que em “obrigado”.

Marjorie – A Mayla é a minha médica, pode ficar tranquilo que seu segredo está a salvo.

O pai dela se assustou com o que ouviu.

- Como descobriu?

Marjorie – Não importa, o que importa é que estamos bem.

- Seu irmão também sabe?

Marjorie – Sabe.

- E vocês sabem fazer ou possuem algo diferente no organismo de vocês?

Marjorie hesitou por um momento, mas logo respondeu.

- Não.

Nesse momento um choro de bebê pôde ser ouvido. O pai dela a olhou assustado.

Marjorie – O que foi? É o toque do meu celular. Com licença...

Ela disse isso e saiu correndo da sala, mas aquilo não convenceu muito o pai dela.

- Toda vez que ela coloca a mão no queixo ela mente... Mas vou descobrir o que ela esconde.

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Marjorie foi para o lugar mais longe o possível daquela sala. Ela apoiou a mão direita em uma árvore, abaixou a cabeça e passou a mão esquerda em sua barriga.

- Aquele é seu avô Jack... Ou Daniel – acariciava a barriga.

- Por favor, não faça mais isso perto dele, ele é meio obcecado em “ajudar na medicina”, se ele descobrir isso...

- É, mas você não entende nada do que estou falando, então... Esquece.

Ela riu de si mesma.

Mayla – Marjorie, o que faz aqui?

Marjorie – Mayla, que bom que chegou!

Mayla – O que houve?

Marjorie – Longa história, mas preciso da sua ajuda urgentemente.

Mayla – O que foi? Você está bem? O bebê está?

Marjorie – Mayla, esse bebê chora e ri dentro da minha barriga.

Mayla – Como assim? Isso é impossível.

Marjorie – Eu também achava que era, mas ele já chorou três vezes e riu uma.

Mayla – Você tem certeza disso?

Marjorie assentiu.

Mayla – Dentro da placenta é cheio de líquido amniótico, é impossível que ele produza qualquer tipo de som.

Mayla passou a mão pela barriga dela.

Mayla – Agora ele está na posição de nascer.

Marjorie – Mas ele não vai ficar assim até o nono mês não né?

Mayla – Não, só achei que ia querer saber – riu.

Marjorie – E o que fazemos?

Mayla – Você vai ter que ir ao hospital comigo fazer exames... De novo.

Marjorie – Quando?

Mayla – Só posso segunda...

Marjorie – Segunda? Mas hoje ainda é segunda!

Mayla – Vamos ter que esperar um pouquinho.

Marjorie – Mayla, vai demorar muito e... Eu preciso transar.

Mayla – Eu não recomendo que você...

Marjorie – Fala que eu posso, por favor.

Mayla riu.

Mayla – As grávidas quando entram nessa fase da gravidez realmente tem compulsividade por sexo, mas você sabe que sua gravidez é diferente.

Marjorie – É, maldito seja meu pai por ter deixado isso acontecer comigo e com Mittch quando pequenos.

Mayla – Fica calma...

Marjorie – Mas o que eu faço?

Mayla – Vocês podem tentar... Penetração pela metade.

Notas finais
Eita... Não é muito a cara da Marjorie tentar esse tipo de coisa não. O que acham?
Espero que tenham gostado.
O título do capítulo "Sob um leve desespero", veio da música do Capital Inicial.
Bem,nos vemos amanhã!
Até :)