The Philosopher's Stone

1 Verdades nunca ditas


Notas iniciais
Tomara que gostem.

Em uma noite escura e chuvosa, uma família teve um filho meio que um tanto estranho, o nome desse filho era Korumuno Nakashika, uma familia um tanto pobre com poucas condições financeiras.
Esse garoto era estranho, uma energia mistica envolvia seu corpo toda vez que ele chorava ou ficava com raiva. Em uma noite, Korumuno ainda tinha 7 meses e um assassino invadiu a casa dele e, em seguida, matou os pais do garoto com várias facadas, mas antes disso os pais deles o salvaram e colocaram na porta da casa de uma pessoa estranha.

~15 Anos depois ~

POV Kuromuno

Estava um dia claro, e eu estava treinando com minha sensei, já tava fraco com o treino, ela estava me treinando a muito tempo, e isso era um saco porque ela era muito forte e eu nunca vencia se quer UMA lutazinha...

– Vamos Kuromuno! Sem Moleza Garoto!
– Ela fala pra mim com um tom meio sério

Após dizer isso, ela tenta dar uma joelhada no meu estomago, eu consigo me defender colocando as mãos para frente, mas a joelhada foi muito forte e me fez cair para trás. Sinceramente aquela mulher "apelava" de mais, ela sabia que não tinha como eu me defender. A queda doeu apenas um pouco, então eu me levanto .

– Sensei... Você é forte de mais... Não dá uma trégua... – Falo e, em seguida abaixo a cabeça.

Então, sinto um tapa no meu rosto que fez eu cair no chão, mas não senti nada na hora, estava com o sangue quente, só que depois de uns 40 segundos.. A dor veio com tudo.

– Cala a boca e continua! – Ela fala pra mim com bastante arrogância.

Essa sensei era muito puxada, sempre fazendo eu treinar mais e mais, isso já estava enchendo, nesses treinos eu sempre perdia. Era ruim de mais ficar perdendo e além do mais que ela era arrogante as vezes, isso era chato e eu não gostava muito, mas tinha que aguentar por que ela era a única pessoa que eu conhecia... As vezes parecia que minha Sensei estava preocupada com algo, mas eu não me atrevia a perguntar por que tinha medo de ela dizer alguma coisa que não me agrade muito...

Então, a surpreendendo, eu corri na direção dela e, em seguida, saltei por cima dela, e quando cai atrás dela, dei uma cotovelada nas costas dela que a fez se desequilibrar, então eu salto e tento dar uma voadora de um pé nela, mas ela rapidamente segura meu pé e o joga para frente, por sorte eu não caio deitado por ter me segurado no chão e dado uma cambalhota para trás.

Logo, eu corro na direção de minha sensei tentando acertar um soco nela, mas ela era muito ágil e segura minha testa e a empurra pra trás me desequilibrando e me fazendo cair, esse tombo doeu, já estava começando a ficar com raiva. Então eu resolvo terminar com isso para mim descansar.

– Sensei, estou cansado... Deixa eu descansar um pouco?– Pergunto com um tom de tristeza, eu realmente estava triste, mais forçei um pouco para ela me deixar ir. -Por favor... – Continuo.

– Tudo bem. Mas por apenas 10 MINUTOS APENAS! –Ela me responde.

Na minha opinião, ela parecia um pouco nervosa com alguma coisa, eu não entendia muito bem. Uma das minhas habilidades que eu tinha era ler a mente das pessoas, mas com ela era diferente... Não conseguia ler, era tudo tão ''preto'', não dava pra ver nada e isso me indignava. Como eu podia ler os pensamentos de todo mundo menos o dela? É meio chato...

Eu me levanto e começo a caminhar até a varanda que fica de frente com o mar. A vista era linda, aquilo me deixava encantado. As águas cristalinas do mar deixava ver tudo por dentro. Avistava golfinhos, peixes, dentre outros animais marítimos. Aquilo era realmente fascinante, não havia nada melhor do que olhar aquela paisagem naquela casa. Eu estava triste por não conhecer minha familia... Sabia apenas que eles morreram em um Acidente , não sabia nem os nomes dele .. Isso me desanimava mais ainda. Quando eu menos espero, eu vejo minha sensei se sentar ao meu lado, era raro isso acontecer.

– O que ouve? Parece meio triste... – Ela me pergunta.

– Não é nada... – Minto. Tento, novamente, ler os pensamentos da mesma, não conseguia de novo e isso me indignava mais ainda.

– Diz logo que eu to sem paciência. – Ela diz um tanto ''nervosa''. Parecia que ela já sabia da tal resposta e eu não entendia isso, eu não gostava de conversar com ela por que ela era muito arrogante...

–Ok... Ok... Eu nem conheci minha verdadeira família, não sei de nada sobre ela, só sei que eles morreram em um acidente, como você mesma disse... – Tento responder com a menor quantidade de palavras possíveis.

–É... Acidente. Eu vou te contar uma coisa; Eles moravam naquela casa destruída que foi reformada mês passado na rua de cima... Estava no bilhete... –Responde ela com uma cara de que estava mais aliviada..

– Sério? Posso ir até lá?! – Pergunto, com um sorriso no meu rosto de ponta a ponta.

– Pode , claro... Mas não demore! – Ela me responde.

–Não demorarei.

Logo então começava a andar até a rua. Eu fiquei feliz por descobrir isso , principalmente por ela que eu pensava que iria me esconder tudo sobre minha família biológica... Apenas queria saber sobre descobrir sobre eles, mas era difícil, minha sensei raramente dizia alguma coisa.

...


Já estava na rua, ansioso por saber onde minha família morava, e mais ainda por estar podendo ir lá! Não sei o que deu na minha Sensei, ela nunca deixava eu ir para lugar nenhum, o que será que ela tem? Eu fiquei com isso na cabeça até chegar na casa, quando me deparei com um Homem Idoso, que estava olhando para a nova casa. Estranhei, tipo, por que um homem idoso estaria aqui na casa da minha família, olhando a casa reformada? Ta bom, ele poderia querer comprar a casa, mas isso me indignou por um instante, mas deixei de lado, poderia ser algum conhecido. Então eu me dirigi até ele e logo perguntei:

– Olá, é aqui onde moravam Hakawan Nakashika e Kishito Nakashika?

Ele se virou para mim, e logo estranhou alguém perguntar isso. Ele então faz sinal com a cabeça de "Sim", e logo diz com a voz meio roca:

– Sim, eles moravam aqui, jovem. Por quê?

Depois dele confirmar que meus pais moravam aqui, me senti mais aliviado, era incrível saber onde sua família morava, e mais. Eu olho nos olhos do Homem, que é difícil descrever, não sabia se era impressão minha ou eles mudavam de cor, mas as vezes parecia um vazio imenso... Então eu falo:

– Ah sim... Porque eu sou filho deles, Kuromuno Nakashika.

O velho fez uma face de assustado, logo em seguida ele respondeu:

– Quê? Filho deles? Isso é impossível, um assassino foi mandado pelo Rei para matar eles e o filho deles.

Isso me assustou muito, a minha sensei tinha mentido para mim!? Por que ela fez isso? Não fazia sentido, isso me deixou muito nervoso, então eu me virei e sai correndo até a casa da sensei. Na hora que eu chego, eu vejo a sensei parada, sentada em uma cadeira, bebendo alguma coisa que eu não consegui identificar muito bem o que era, então eu perdi o controle e gritei:

–POR QUE VOCÊ MENTIU PARA MIM? EM? POR QUÊ? VOCÊ DISSE QUE ELES MORRERAM NUM ACIDENTE, MAS É MENTIRA, O REI MANDOU ASSASSINAR MEUS PAIS E A MIM E VOCÊ ESCONDEU ISSO DE MIM O TEMPO TODO! POR QUÊ VOCÊ FEZ ISSO?

Aquela energia que aparecia quando eu ficava nervoso começou a aparecer em meu corpo, eu lembro que ela ficou com muito medo, e tentou se acalmar, e me acalmar, só que eu estava nervoso de mais, não entendia por que ela havia mentido isso para mim! Logo em seguida ela respondeu:

–Calma Kuromuno, calma! Eu ia te dizer... Só estava esperando o momento certo...

Ela estava com bastante medo, e eu ainda não conseguia ler os pensamentos dela e isso fez eu ficar mais revoltado, então eu digo para ela com muita raiva:

– MENTIRA! EU JÁ TENHO 15 ANOS! SE FOSSE PRA ME CONTAR TERIA ME CONTADO ANTES QUANDO EU ESTAVA NA VARANDA!

Ela então me olha, abaixa a cabeça, parecia que ela estava com um pouco de culpa, ou arrependimento, ela então levanta a cabeça e diz:

– Eu sei... Me desculpe...

Comecei a me aliviar aos poucos por ela ter pedido desculpa, apesar que não era o suficiente, desculpas não ia concertar a mentira dela. Então eu falo:

– Você tem sorte que hoje eu estou de bom humor.

A Energia começava a sumir do meu corpo, a sensei começava a se aliviar, então ela diz:

– Vou te dizer uma história... Um certo dia o rei mandou assassinar você e sua família porque ele sentiu que você tinha um poder estranho e que poderia ser ruim para o reino, então sua mãe e seu pai te salvaram colocando-o em minha porta, e no bilhete dizia algumas informações, como era pra te contar na hora certa...

– Entendo... Vou voltar lá pra casa dos meus pais... Depois eu volto...

Eu já estava mais calmo, então eu começo a caminhar lentamente até a casa onde meus pais moravam, mas antes de chegar, eu comecei a sentir uma energia vindo de um lugar perto de onde meus pais moravam e, logo em seguida, assustado, corro para lá para ver o que era. Para mim era estranho e assustador, nunca tinha sentido nenhuma energia parecida.

...


Quando eu chego eu vejo um homem roubando uma loja, ele emanava uma energia estranha, nada comparada com a minha. Sem pensar duas vezes, vou pra cima do ladrão desferindo uma forte voadora e depois um gancho, e em quanto ele caia por causa do gancho, dou uma joelhada na barriga dele, fazendo ele voar com o impacto para trás. Em seguida, coloco a mão para frente e disparo uma esfera de energia branca, que o acerta e em seguida explode deixando-o imóvel e soltando fumaça no chão.

Era estranho, nunca tinha sentido essa força antes, também legal, mas estranho. Então, eu dou de costas e continuo indo até a casa aonde meus pais moravam em quanto um grupo de pessoas começam a rodear ele para ver o que aconteceu.

...


Na hora que eu chego, encontro o mesmo velho de antes. Ele faz uma expressão de aliviado, porque ficou preocupado por causa que eu havia saído tão de repente. Consegui ler a mente dele por isso sei que ele ficou preocupado, então logo em seguida ele diz:

– Você está ai... Já estava preocupado, você saiu tão de repente que não me deixou terminar. Eu vim aqui e achei essa folha dizendo que existe uma pedra que pode dar poderes místicos e que pode reviver os mortos! O Nome dessa pedra é "A Pedra Filosofal". Mas ninguém sabe onde se encontra... Pegue isso.

Eu pego o papel surpreso e olho para ele, não conseguia entender nada, estava em uma língua diferente, parecia simbulos E.T.. Fico analisando por um tempo e então guardo, digo obrigado para o homem e vou embora, mas consigo ouvir o velho dizer:

– Apressado como sempre...

...

Quando eu chego em casa, mostro para a Sensei o papel e ela também não entende nada. Aquilo era chato, o Homem me dá o papel só que eu não entendo nada dele. Me deu uma frustração na hora, mas depois passou. Então, eu guardo o papel e vou dormir, para descansar um pouco, o dia foi cheio.

De noite eu tive um pesadelo, com minha mãe e meu pai, e a pedra, ela era linda, vermelha e despejava um líquido dela. Mas eu não conseguia ver eles direito, tinha um homem com um capuz que tinha uma energia roxa que envolvia o corpo dele, após isso, eu coloco minha família para trás, e começo a lutar com ele, meus poderes não eram nem um pouco páreo para os deles, parecia que não faziam nem efeito. Ele era muito forte, não conseguia, então eu vejo tudo preto, na hora que minhas vistas voltam, eu estou em um tipo de planeta estranho... Parecia tudo destruído e consumido pela escuridão. Acordo rapidamente com tudo, era o pior sonho que eu já tive na vida.

– O que é isso? O que isso significa... Por que no meu sonho minha vista escureceu e eu acordei num planeta destruído? Não faz sentido algum... Será que eu vou conseguir ressuscitar minha família? – Pergunto para si mesmo, com medo.

Logo eu tento dormir novamente.