The Past Always Comes Back

3 Trabalho na casa dele. E hoje não é meu dia.


Notas iniciais
Obrigado a amando e Taty, que comentaram na fic. Fiquei super emocionada , serio mesmo. :)

Ele continuou virado de costa, melhor assim, vai que ele lembre de mim. Mas o que tem ele se lembra de mim? Argh!

– Esse é meu irmão, Jacob. – Falou a Rachel do meu lado. Então esse era o nome dele. Sorri.- Bem essa é a Renesmee.

Havia uma menina ao lado dele. A mesma que ele havia beijado, uma Cullen.

– Oi. – Falei baixinho, mal eu escutei minha voz. Mas a menina respondeu mesmo assim sem olha pra mim.

Eu respirei fundo, e me aproximei da cama onde o Jacob estava deitado. Ele não parecia esta com um semblante triste, só com um sorriso no rosto.

– Melhoras. – Falei em alto e bom som pra ele escutar.

– Obrigado. – Falou ele.

Posso confessar uma coisa, foi ótimo ouvi a voz dele depois de tanto tempo.

Se comporta Lizzie, você veio para trabalhar.

– Então essa é a criança. – Eu sair de dentro do quarto ficando do lado de fora na porta.

– É sim, ele é o Ben. – Rachel olhou para criança e deu um sorriso.

– Que fofinho.

– Vamos ali no meu quarto, eu te passo tudo sobre ele e as coisa do trabalho. – Eu a segui ate o quarto, ela fechou a porta atrás de mim. Colocou o Ben no berço e voltou atenção para mim.

Ela começou a falar um monte de coisa. Pra ser sincera eu não prestei muita atenção.

Na minha cabeça tinha um monte de outras coisas. Primeiro: eu reencontrei o homem que só vi uma vez na vida e queria tanto reencontra. Segundo: trabalho na mesma casa onde ele mora. Terceiro: o Robin estava no meu pé, ele vai acaba me matando. Quarto: uma criatura que parecia um urso me salvou, e algo em mim diz que aquilo não era um urso. O que aquela criatura era?

Ok, minha cabeça esta atordoada demais. Se eu soubesse que seria isso tudo quando eu voltasse, preferia ter ficado no Canada mesmo.

– Você entendeu? Lizzie...- Eu despertei dos meus pensamento e fiquei olhando para rosto da Rachel, com cara de paisagem.

– Entendi. – Sorri. Bem eu tinha entendido alguma coisas.

Esse trabalho vai acaba me deixando louca.

– Então ok. Você pode começar agora, eu vou da uma saída e já volto quando volta você já poderá ir.

Fiz que sim com a cabeça. Ela pegou uma bolsa sobre a cama e saio do quarto, me deixando só com o bebê.

– Trabalho de babá nessa casa, com ele no quarto ao lado. Isso vai da certo? – Falei me aproximando do berço, o bebê ficou me olhando e riu. Talvez pense que eu seja louca, de esta conversando com ele ou me dando uma resposta para pergunta que acabei de fazer.

Estou ficando louca, e mal comecei a trabalhar.

Peguei alguns brinquedos que estava dentro de um baú azul bebe e bem colorido por dentro.

– Você deve gosta de carinhos. – Peguei o carrinho e fiquei pra lá e pra cá com ele em cima da cama, ate ele pega o brinquedo e fazer o mesmo que eu.

Depois de algum tempo ele brincando, eu o peguei no colo e fui ate a cozinha pega agua pra ele. Era fácil se achar dentro da casa.

Quando eu sair do quarto vi um monte de rapazes em volta da porta do quarto do Jacob. Eles olharam pra mim quando passei.

Eles são gatinhos, shiii. Todos estavam sem camisa e são bastantes musculosos.

Quando estava na cozinha a Renesmee estava lá também. Eu peguei uma mamadeira pequena em cima da bancada e coloquei agua normal. Quando estava preste a volta pro quarto, a Renesmee esbarou em mim e deu um sorriso falso como desculpa.

– Não fui com a cara dela. – Falei para o Bem, que começou a rir de novo. Eu dei a mamadeira pra ele e fui pro quarto.

Bem depois eu o coloquei no berço, e contei alguma historias pra ele. Ele começava a rir toda vez que eu contava, com certa minha voz deve ser muito engraçada. A mãe dele chegou depois, eu pôde ir embora.

Eu estava sozinha e estava quase escurecendo. Ótimo! Acho que meu dia não podia ficar pior. Eu fui andando, bem eu sabia mais ou menos o caminho.

Eu vou consegui volta pra casa sozinha, eu vou consegui volta pra casa sozinha... Eu repeti isso uma quinhentas vezes pra mim. Já estava na calçada de uma casa onde tinha uma placa “ Vende-se motos!”, eu devo esta perto de casa.

Sabe quando você diz: “Não poderia fica pior.” ou “O que mais pode acontecer?” bem essas frase tem um grande poder.

Quando eu olhei para trás, lá estava o Robin. Com certeza, esse homem não vai me deixar em paz, tão cedo.

Eu corri com todas as minhas forças.

– Bem vamos deixar isso mais divertido, corra bastante Lizzie. – Eu ouvi a voz dele bem perto do meu ouvido e depois se distanciar.

Ele estava parado, eu correndo igual a uma louca. Foi quando eu esbarrei em alguém.

Bem eu não consegui distinguir que era. Só que eram dois homens. Ele me olharam eu percebi que eles carregavam algo no pescoço, que brilhava como diamante. Parecia ser um “v”.

– Humanos idiotas! Nem olhar por onde andam conseguem. – Falou o mais baixo.

Minha vontade foi de responder um monte. Mas eu estava entre a vida e a morte, e não estou com tempo pra me preocupar com esses idiotas, que agem como se não fosse humanos.

Quando eu olhei para trás o Robin estava lá. Ele correr rápido, pra te conseguido me alcançar.

Eu abri passagem entre os dois homens a minha frente. Um deles o que estava a direita caio no chão. Não me importei e continuei a correr, ate chegar em frente a minha casa.

– Obrigado Deus. – murmurei pra mim mesma e entrei dentro de casa.

– Como que foi o primeiro dia de trabalho? – Perguntou minha mãe assim que adentrei a sala.

– Maravilhoso. – Falei exausta e correndo para meu quarto. Fechei a porta, não preciso de ninguém me enchendo a paciência e muito menos a Mary no meu quarto.

Desabei na minha cama.

Minha vida esta virando um inferno. Enfiei o travesseiro no meu rosto.

– Você deveria olhar por onde anda as vezes. – Falou uma voz masculina. Estou ouvindo coisa, agora?

Tirei o travesseiro do meu rosto lentamente. Não eu não estava ficando louca, havia realmente alguém no meu quarto, de preferencia um homem.

Eu olhei bem. Não era o Robin, eu perceberia pela voz. O cara no meu quarto tem cabelos pretos como a noite e bagunçados, olhos de um castanho caramelo, a pele completamente branca, mas branca que eu. Usava roupas pretas, uma calça, sobretudo e um coturno pretos. Simples, mas com um ar misterioso. E usava um colar com a letra “v”, foi um dos cara que eu esbarrei.

– Quem é você? E como entrou no meu quarto?- Falei me levantando na cama em um pulo.

– Eu, prazer Matthew, pode chamar de Matt. Bem como vim para no seu quarto, isso não poderei conta. – Ele aproximou de mim, pegou minha mão e deu um beijo nela. Tinha os lábios frios.

Com certeza esse cara não é desse século. Ele ágio como se estivesse no século 18 e cumprimentando uma princesa, coisa que eu não sou mesmo.

– Que educação! Mas se puder, poderia se retira do meu quarto. – Falei puxando minha mão do beijo dele.

– Quanta mal educação.

– Você pensa que é quem? Chega no meu quarto, não sei quem é você, fica com mistérios e ainda falar que sou mal educada. Espera que eu te retribua fazendo uma reverencia, segurando o vestido? – Falei com acidez na voz.

Ele deu um sorriso de canto, tentando reprimi o riso. Ela estava rindo de mim. Ótimo!

– Meu quarto, eu quero que você saia dele! – Eu quase gritei.

– Calma. – Ele fala jogando as mão para trás.

– Hoje eu definitivamente, tirei o dia para ser o pior de todos. Merda! – Falei me jogando na cama e esquecendo que tem um cara desconhecido no meu quarto.