The Past Always Comes Back
5 Esquisitices.
Notas iniciais
Bem- Vinda Nati e obrigado por comentar, espero que goste.
Espero que gostem do capitulo.
Todas as aulas tinham se passado. Bem nesse tempo o Matt consegui-o com que todos os meus novos amigos fossem amigos dele também, então meio que deu pra imagina. Eu odiado ao máximo o Matt e meu amigos falando pra eu te calma. O próximo que fala isso, eu saco uma arma e atiro nos miolos.
Estava do lado de fora com o Tomas, as meninas já tinham indo embora. Bem o Matt estava ao nosso lado.
– Já vou, tchau Tomas e Liz. – Ele é sua mania de me chamar de Liz, quando eu matar ele não venham me culpar.
– É Lizzie. – Tentei falar educadamente, bem saio mais ou menos educado.
– Quer saber tchau Tomas. — Fui andando em direção a minha casa. Ter que ir a pé é foda mesmo.
– Olá. – Falou uma voz perto do meu ouvido. Era Matt.
– Quer me matar do coração mesmo? – Falei sarcasticamente, ele riu de mim.
ARGH! Por que ele fica rindo de mim? Ok, deu pra perceber que eu odeio quando ele rir de mim, eu nem sei bem o por que.
– Não tem casa?
– Claro que tenho, segui você parece ser bem melhor. – Falou ele dando um sorriso que mostrou todos os dentes perfeitos dele.
Eu continuei o caminho sem prestar atenção nele, mas ele continuo ali me seguindo. Com certeza ele é um louco querendo me ajudar e garoto chiclete.
Um lindo ponche amarelo passou ao nosso lado. Quem dirigia ela uma mulher, não consegui distingui quem era ou as feições, só sei que reduzi-o a velocidade do carro e ficou encarando o Matt.
Esquisito.
Chegou ao ponto onde ela não consegui olhar mas para o Matt e voltou a velocidade que estava antes.
Mas ele continuou me seguindo, quando cheguei na porta de casa ele sumi-o. Como ele conseguia sumia assim tão rápido?
– Oi Liz. Vai trabalha hoje? – Perguntou minha mãe assim que adentrei a sala.
– Vou sim, só vou tomar um banho e comer algo. – Subi correndo as escadas, fui direto para banheiro.
Quando sair do banheiro, peguei um creme pra passar na perna. Eu estava pronta para fazer isso, quando der repente vejo um monte de preto sobre meu olhos. Olho pra cima e lá esta o Matt.
– Bem minha privacidade eu ainda posso ter, né? – Perguntei fechando o creme e me levantando.
– Pode sim. – Ele se virou pra porta.
Espera ai. Ele espera que eu troque de roupa com ele virado de costas.
– Ate ontem você era um estranho, bem pra mim continua sendo. – Toquei no ombro dele e ele virou. – Gostaria de se retira do meu quarto.
Ele revirou os olhos e saio de quarto me deixando só. Ainda bem né.
Troquei de roupa rapidamente. Coloquei uma calça jeans, uma blusa preta cheia de corações e um casaco grosso. Bem pelo menos dessa vez eu iria sair prevenida e com calma.
– Vai a onde? – Perguntou o Matt adentrando o meu quarto.
– E se eu tivesse trocando de roupa ainda?
– Mas não está. Vai a onde?
– Pro meu serviço. Lugar que você não me seguira. – Peguei minha bolsa e sai do quarto indo para cozinha, comi algo rapidamente.
Quando sair de casa o Matt estava lá me esperando.
– Mania de perseguição?
– Não.
Sorri falsamente e continuei meu caminho. Bem pelo menos agora eu sabia o caminho.
***
Quando cheguei lá o Matt sumi-o como sempre. Parece que fácil pra ele isso, queria eu sumir assim de repente.
O trabalho tinha sido fácil hoje, o Ben dormi-o a maior parte do tempo, não tive que dá de cara com a tal de Renesmee e nem com o Jacob, ele ficou o dia no quarto com a porta trancada.
Estava voltando pra casa, já estava quase anoitecendo. Espero que dessa vez eu não encontre o Robin.
Algo muito esquisito aconteceu com o Robin, eu tenho quase certeza que eu tinha algo a ve com aquilo.
Esquisito, esquisitices. É o eu esta acontecendo comigo ultimamente, esquisitices terríveis.
Quando cheguei em casa o Matt não estava lá. Graças a Deus.
Joguei minha mochila em cima da cama. Olhei para quarto, continuava o mesmo, paredes creme a única diferença era minha cama ali ao lado da parede e uma cômoda em cima da plataforma media.
Troquei de roupa, coloquei meu pijama, fiz a lição de casa e depois fiquei escutando musica. Não desci para jantar, estava sem fome depois como algo a noite.
– Oi filha. – Falou meu pai adentrando no quarto. – Bem trouxe isso aqui pra você.
Ele vinha com uma mesa, ela era simples media, de cor rosa clara e tinha duas gavetas no lado.
– E tem a cadeira. – Era uma cadeira preta rodativa.
– Obrigado pai. – Sair da cama e dei um abraço nele. Quando ele terminou de coloca tudo no meu quarto eu coloquei o meu notebook em cima da mesa e deixei ele lá aberto.
Esta esperando uma mensagem da Pim, ela tinha que entra hoje.
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