The Outbreak Dead
1 Correr, ou.. correr.
Estava trancado em uma sala da prefeitura da cidade. Dois deles se debatiam contra a porta, já tinham sentido meu cheiro, esses malditos não cansam nunca. Ou eu abria a porta e os enfrentava, ou então o barulho atrairá mais deles.
Decidi enfrentá-los. Segundos depois, eles conseguiram arrombar a porta, e vinham em minha direção. Já estavam debilitados, e, para minha sorte, um deles não tinha os braços. Puxei minha faca do suporte de cintura e a cravei em seu cérebro, o maldito caiu. Rapidamente arranquei minha faca da cabeça do infeliz que acabará de matar e fui de encontro ao outro. Fiz o mesmo, já que esta é a única maneira de acabar com eles. Tinha que sair dali rápido, pois não sabia se o barulho atraiu outros zumbis. Resolvi sair pela janela, que dava em um gramado. Me pergunto porque diabos fui até a prefeitura. Não encontrei nada útil, só perdi tempo. Precioso tempo no qual dedico a encontrar meu irmão. Já estava escurecendo, precisava encontrar um local para passar a noite. Estava rodeado de prédios, mas estes não são uma boa opção. Lembrei então que há umas duas quadras da prefeitura havia um posto de gasolina. Sem mais nenhuma opção, me dirijo até lá, com cautela, tendo certeza que nenhum zumbi irá me ver. Passei por uma rua, havia alguns malditos mas nenhum me viu. Finalmente cheguei ao posto, a porta da loja de conveniências estava aberta. Puxei minha faca e entrei. Com passos lentos, verifiquei pra ver se estava seguro. Não havia ninguém além de mim. Empurrei uma prateleira jogada até a porta, fazendo assim uma barreira. Encontrei, por sorte, um pacote de biscoitos e uma garrafa grande de água, respirei aliviado. Peguei o biscoito e a água e fui ate o banheiro. Sentei e me alimentei. O sono chegou, estava bastante cansado. Logo peguei no sono, ali mesmo, jogado no chão do banheiro.
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