The Other Girl

2 Capítulo extra - Unknown Killer


Notas iniciais
What's up, people?! Eu não postei ontem porque eu não tinha terminado de escrever, demorei um pouco mais hoje porque o Nyah ficou bugado toda vez que eu estava no fim do capítulo. E eu acabei tendo que reescreve-lo. But, deixando isso para o lado e virando uma pessoa louca que eu sou... EU DEDICO ESSA COISINHA AQUI PARA **katherinesalvatore2008** QUE COMENTOU E ESTÁ ACOMPANHANDO!! E PARA **Apenas uma garota qualquer** QUE COMENTOU!! MEUS AMORES, AGORA FICAM COM O PRIMEIRO EXTRA DE MAIS OUTROS!! ***Outubro, 7 - Banner divoso feito pela diva da Storan do AM (American Edits) ♥

"Assassino desconhecido"

— Narradora —

A pequena morena franziu o cenho pela estranha animação da coordenadora quando lhe disse aquela frase: "Você foi adotada! Arrume suas coisas que, ainda hoje, irá conhecer eles!". E qual seria a diferença dessa vez? Terceiro lar adotivo, mas nesse Star estaria sozinha. Skye tinha sido adotada pelos Broodys e a castanha não se encontrava mais lá há quase uma hora.

Star fechou a porta de seu quarto e passou pelos grandes corredores dos dormitórios, então, avistou a coordenadora conversando com um casal lá em baixo. A morena franziu o cenho, mais uma vez, quando observou o casal mais atentamente. Os dois eram parecidos demais para serem casados. Muito parecidos

— Desculpe, mas eu atrapalho? — perguntou Star atrás dos três, que se viraram para ela ao mesmo tempo e sorrindo.

— Senhor e Senhora Smirnov, essa é a...

— Star! — a morena interrompeu a coordenadora Cassandra, exclamando o nome que escolheu para si. — Sou a Star. Prazer em conhecê-los, senhores Smirnov.

— Querida, não precisa dessa formalidade toda. — pediu a mulher, abaixando-se até ficar na altura da morena — Sou Scarlet e esse é o meu marido, Erik. Então, me dê a sua mala e vamos para o carro.

Star assentiu com a cabeça e segurou a mão estendida de Scarlet. Erik apareceu em seu lado e pegou a outra mão da morena, fazendo-a olhar para a aliança dele. Star franziu o cenho, pela terceira vez, e quando os três entraram no carro, ela fez a pergunta que martelava em sua mente:

— Vocês são casados, de verdade?

— Claro que sim, querida. — respondeu Scarlet, olhando de relance para o marido.

— Por que a pergunta, Star? — questionou Erik.

— Que eu saiba, ambos casados usam alianças da mesma cor. Mas a sua, Erik, é dourada e você, Scarlet, usa uma prateada. — ela retrucou, então, continuou — Vocês são irmãos por acaso? Tem quase os mesmos traços.

Ambos os adultos viraram-se para trás, olhando diretamente para a pequena. Suas bocas estavam pouco abertas de surpresa por Star ter relacionado tudo apenas olhando para as alianças diferenciadas dos Smirnov. Então, os olhares dos dois se encontraram outra vez, concordando silenciosamente sobre a única coisa que eles tinham em mente e, em seguida, falaram em uníssono:

— É ela.

— O que tem eu? — perguntou Star, confusa — Onde eu entro no meio disso?

— É difícil responder, mas, digamos assim, que é quase como uma cobaia. Uma cobaia perfeita. — respondeu a senhorita Smirnov.

— Agora só falta me dizerem que são soviéticos também. — desdenhou a morena, mas eles ficaram em silêncio e ela um tanto estupefata — Ai meus deuses, onde é que eu fui me meter?

~Xx~

Um mês depois, ela voltou para o St. Agnes. Os irmãos Smirnov estavam sendo caçados por uma agência chamada de S.H.I.E.L.D., então, para manterem a escolhida deles em segurança, mandaram-na de volta para o Orfanato. Coincidentemente, Skye tinha voltado no mesmo dia para lá. Star nunca se sentiu tão culpada por omitir a verdade sobre onde estava. Mas a sua amiga estava triste e ela não queria que a castanha tivesse que se preocupar consigo naquele momento.

Na casa dos Smirnov, eles explicaram todo o treinamento que ela passaria por até certo ano. Scarlet a ensinou a ser uma hacker tão boa quanto os dois assassinos soviéticos. A primeira fase foi aquela, mas não a continuaram por causa de suas identidades falsas, que foram descobertas. Star tinha, realmente, gostado dos irmãos. Não os culpava pelo o que eles eram, foram treinados e crescidos para serem o que, um dia, já foram.

Star e Skye foram adotadas juntas por outras famílias, até que no outro ano, foram separadas outra vez. Quando ela percebeu que os Sokolov eram Scarlet e Erik, sorriu internamente por eles estarem de volta. E outros treinamentos também, mas isso deixou a morena meio deprimente. Dessa vez, Star voltou para o Orfanato St. Agnes depois de três meses na mansão dos Smirnov e isso se repetiu até quando ela completou treze anos.

Aquele não estava sendo um dos melhores anos para os irmãos. Eles eram da KGB, mas também tinham relação com a H.I.D.R.A. e Erik tinha descoberto que ambas as agências conseguiram recriar os soros da Viúva Negra e do Super-Soldado. Scalert tinha um plano para roubar a maleta que eles guardavam as quatro e únicas embalagens com os soros. E, para isso, iriam precisar de alguém para manter o objeto em segurança: os irmãos iriam precisar de Star.

~Xx~

Era um dia um tanto ensolarado, Star encontrava-se sozinha e sentada em baixo de uma das árvores que se tinha no imenso jardim do Orfanato St. Agnes. Um livro jazia aberto em suas pernas e percebiam-se os olhos achocolatados dela mexendo-se rapidamente por cada parágrafo, cada linha e palavra lida pela garota.

A coordenadora Cassandra observava de longe um homem se aproximar de Star. Ele era Hans Kuznest. Pelo menos, esse era o nome que constava nos documentos de adoção. Ele parou em frente da morena e sorriu de canto pelo título do livro. Star olhou para Hans, assim que o mesmo parou em frente a si, bloqueando o sol.

— Harry Potter e o Cálice de Fogo? Bom livro e boa saga. — falou Kuznest.

— Boa? É perfeita, isso sim! J.K. é uma escritora muito, desculpe o linguajar, foda... Além de gênio, claro. — recrutou Star, sorrindo de canto — Você que me adotou, então? Enfim, vamos logo.

— Certo. — resmungou o homem, pondo uma mão no ombro da garota e encaminhando-se para carro, mas ambos pararam em frente ao automóvel.

— Olá, tio Erik. — sussurrou Star, sendo abraçada pelo homem que sempre a adotou com uma diferente identidade toda vez.

— Minha querida, sentiu minha falta? — perguntou o homem, com o sotaque russo quase desaparecido.

— Sabe a resposta, tio. — recrutou, sorrindo de canto — Cadê a Scarlet?

— Hm... Ocupada. — respondeu Erik, sorrindo levemente — Star.

— Sim?

— Você já roubou algo de uma agência de assassinos?

— O que?! Não, eu não sou louca e nem quero morrer! — exclamou a morena, indignada. Star ficou em silêncio, pensando o porquê da pergunta e, depois de um minuto, a morena finalmente entendeu — Meus deuses! Vocês são loucos, não quero me meter nisso.

— Nem para salvar a vida de quatro pessoas? Sabe que uma delas poderia ser a Skye.

— Isso foi golpe baixo. Qual é o plano? — resmungou a morena, ficando meio emburrada enquanto cruzava os braços.

~Xx~

Star não gostou nada daquele plano, mas não poderia fazer nada para mudá-lo de última hora. Erik tinha razão. Poderia ser a Skye entre uma das quatro pessoas e a morena nunca deixaria algo acontecer com a castanha.

Agora Star encontrava-se em uma das bases da H.I.D.R.A., sendo escoltada por uma Scarlet séria e com um olhar tão frio que chegava a assustar todas as outras pessoas com olhavam para a mulher. Erik encontrava-se em uma sala de reuniões, falando para substituírem uma das pessoas que iriam receber um dos soros, pela Star. O homem a nomeou de "cobaia perfeita", o que chamou a atenção de comandantes daquela base: aceitando a troca.

O que a morena não esperava era que eles as convidassem para um jantar. O que você faria se um bando de assassinos psicóticos chamassem-lhe para jantar? Star não sabia, mas ela teria negado antes de tudo, porém, não tinha mais volta naquele momento. Então, ambas pararam em frente a duas grandes portas brancas e, antes que Scarlet Smirnov batesse nelas, Star segurou a mão dela, fazendo-a olhar para a morena.

— Se morrermos aqui, eu juro que eu mato vocês dois, Scar. — sussurrou a mais baixa.

— Talvez não morreremos hoje e aqui, Star. — a mulher respondeu em um sussurro, batendo na porta e entrou em seguida com a outra.

Na opinião de Star, aquilo parecia um banquete da realeza — iguais aqueles de filmes. Tanta comida e muitos talheres que, particularmente, ela achou um tanto quanto desnecessário. Mas apenas se sentou na ponta da mesa e não comeu nada que se tinha, apenas observou todos enquanto girava uma faca em sua mão direita. Scarlet e Erik olhavam para todos os rostos dali, escondendo duas armas, cada um, por debaixo da mesa. Então, um dos homens que se encontrava observando os irmãos, perguntou:

— Qual é o nome dela, senhorita Smirnov?

— Star. — respondeu, brevemente, olhando de canto para Erik e Star.

— No que vocês a tornaram, especificamente? — perguntou o homem sentado na outra ponta da mesa, em frente a morena e olhando diretamente para a mesma.

— Nada de mais. — respondeu o senhor Smirnov, dando levemente de ombros e olhando para a morena — Apenas em uma futura assassina.

Então, os irmãos se levantaram, começando a atirar em todos os convidados. Star deslizou por de baixo daquela mesa até o homem na outra ponta, fincando a faca na mão dele. A morena pegou um objeto estranho e longo do casaco e o colocou no olho do homem, que gritou de dor. Scarlet atirou no homem, assim que a mais nova retirou o objeto e os três saíram da sala.

Um homem no chão rastejou o seu corpo até a mesa quando não se tinha mais nenhum dos três. Ele chamou reforços para a sala em que guardavam a maleta, antes da vida esvair de seu corpo.

~Xx~

— Star, cuidado! — exclamou Erik quando um homem armado apareceu nas costas da morena.

Ela bateu a maleta na parte de trás da canela do homem que perdeu o equilibro e caiu inconsciente, assim que ela bateu novamente a maleta nele, porém, no rosto do mesmo. Sorriu de canto para os irmãos Smirnov, antes de ser empurrada para o outro lado e sair correndo enquanto ambos davam conta dos outros agentes armados.

O corredor estava silencioso demais para a base que sabia do plano deles. Então, um tiro passou zunindo pela sua orelha e outro pela sua perna, fazendo-a se esconder em uma das salas vazias. Uma mulher de cabelos negros e um tanto baixa entrou ali, procurando por Star em todos os cantos. "Maria Hodge". Esse era o nome da mulher, pelo menos, era o que constatava no crachá que ela usava. A morena saiu do esconderijo sorrateiramente, parando atrás de Maria.

— Ei, Hodge! — chamou Star, dando um soco na mulher e depois batendo a maleta na cabeça da mulher, que caiu inconsciente.

— Buh! — exclamou alguém atrás da morena, fazendo-a soltar um grito agudo e pular levemente no lugar — Bom trabalho, agora, venha.

Era Scarlet, que puxou a morena pelo braço até saírem pela porta. Mas um tiro acertou a testa da loira, fazendo-a cair morta ao chão e Star se desesperar, ajoelhando-se ao corpo da mulher.

— Não! Scar! — gritou com lágrimas escorrendo pelas bochechas — Oh, Scarlet. Não!

Erik apareceu e puxou Star pelo braço. Ela viu uma lágrima sorrateira descendo pela bochecha do homem. Então, o loiro colocou uma algema na maleta e prendeu o outro lado no pulso esquerdo da morena, que ficou estupefata pelo ato.

— Isso é para você não soltar da maleta. — ele falou simplesmente, puxando Star e correndo pelos corredores.

Então, o corpo de Erik foi atingindo por dois tiros, fazendo-o cair ao chão com uma poça de sangue se formando em sua volta. Star gritou e rios de lágrimas saíram de seus olhos castanhos. Ela se ajoelhou e apoiou a cabeça dele em seu colo.

— Não, não, não. Erik... Pai. — sussurrou Star.

— Minha querida... — murmurou fraco e apenas algumas palavras foram compreendidas por Star —... Proteja a maleta, querida.

— Claro, pai. — ela sussurrou, vendo a vida se esvair do corpo do homem Smirnov.

Olhou para frente e viu uma arma apontada para a sua testa, que era segurada por um homem que usava uma máscara que cobria uma parte do rosto e que possuía um braço mecânico. Star sorriu debochadamente para ele, então, deu uma rasteira no homem e saiu correndo.

Um dispositivo foi lançado na parede ao seu lado, que explodiu, fazendo a morena cair ao chão. O homem de cabelos escuros a socou na barriga, mas ela revidou chutando as partes intimas do mesmo e o derrubando para o lado, levantando-se em seguida.

Star pôs a sua mão direita para trás, puxando algo do bolso da calça. Era um objeto do tamanho de um lápis, porém, mais grosso. Não tinha nenhuma ponta e era metálico. Ela girou a parte preta que tinha e o objeto virou um bastão um pouco maior que si, enquanto sua mão foi encoberta até o pulso pelo mesmo material prateado. Girou ele em sua mão e defendeu um soco do braço mecânico do assassino desconhecido por si.

O homem atacava e ela defendia, o contrário também acontecia. Ele franziu o cenho. Tinha uma oponente muito mais nova que ele e era a sua altura no desempenho de luta. Ou a garota era muito avançada ou ele que era desatualizado... E muito. Enfim, o homem conseguiu lançar a garota para longe, mas não antes dela bater o seu bastão em seu rosto e tirar a sua máscara.

Seus olhares se encontraram. O verde no castanho. Ficaram se olhando pelo que pareciam minutos até que Star sorriu maliciosamente, deixando ele confuso. Então, a morena jogou algo que atingiu o braço mecânico do moreno, fazendo-o olhar para o membro atingido e ficar levemente surpreso: seu próprio dispositivo explosivo estava preso em seu braço. O que era um problema, porque quando ele olhou para a garota, a mesma tinha sumido e aquele dispositivo explodiu logo em seguida.

~Xx~

Star parecia uma ninja muitas vezes. Silenciosa, sorrateira e mãos leves. Eram três coisas que a definiam. E que a ajudaram e ainda ajudam muito em várias coisas.

A morena, a fugir da breve distração do desconhecido, seguiu-se para fora e percebeu que não se tinha mais ninguém no lado de fora. O que era muito estranho. Apenas um cara se encontrava ali e tomava conta de um carro. O qual seria sua forma de fuga.

Aproximou-se silenciosamente e rapidamente do guarda, ficando bem atrás dele. Abaixou-se e pegou uma pedra que tinha ao seu pé, cuja era uma pedra um tanto grande e que serviu para um bom propósito. Andou de costas e o guarda nem percebeu ela se distanciando, apenas ficou olhando o carro.

Então, em uma boa distancia do homem entre si, Star jogou a pedra que acertou a nuca do cara. Correu em direção a ele, antes que o mesmo pudesse fazer algo e bateu a maleta no rosto do sujeito. De fato, a maleta foi uma arma mais do que ela realmente foi feita para ser usada.

O agente caiu quase inconsciente e Star pegou a chave do carro no cinto dele. Sorriu satisfeita pelos breves atos e caminhou-se para o banco do motorista, ligou e começou a dirigir o carro. Escutou um barulho de algo sendo atingindo e virou-se brevemente para traz, tendo o vislumbre do guarda apontando uma arma para o carro, que logo virou uma curva e ela acelerou no máximo. Quebrando os portões de entrada.

— Pena que a Skye não pode saber disso. — resmungou a morena, então, a realidade a atingiu com tudo e ficou estupefata com os seus atos. Soltou um grunhido, antes de começar a gritar — Oh meus deuses! Droga! Eu roubei um carro e, provavelmente, matei pessoas. Eu sou uma criança de treze anos, completamente, horrível! — então, começou a chorar enquanto percebia a vista mudar para a cidade — Eu podia ter salvado eles, Scarlet e Erik. Eles estão mortos por causa dessa maldita maleta! E... Espera. Cadê a chave dessa droga? — Star começou a procurar em seus bolsos até que viu a chave no painel do carro e tirou a algema, jogando os soros com tudo no banco de carona — Eu roubei um carro e, ainda por eu ser sortuda, ele é blindado. Ai que sorte a minha! — ironizou, enquanto lágrimas escorriam pelo rosto — Mas que droga!

Então, virou uma rua a sua direita e, enfim, avistou a grande mansão dos Smirnov. Star começou a chorar desesperadamente quando o portão se abriu e percebeu os criados dos irmãos na porta. Estacionou o carro de qualquer jeito e saiu dele com a maleta em mãos.

— Star, o que houve? Cadê os senhores Smirnov? — perguntou o mordomo Jacob, ela negou com a cabeça e ele entendeu o porquê do choro da morena — Meus pêsames, pequena.

— Papai pediu para eu proteger a maleta. — sussurrou ela, entrando na casa e sendo acompanhada pelo Jacob.

— Então, a senhorita vai voltar para o St. Agnes e com a maleta. — ele respondeu, levando-a para o quarto da menor e pegando a mala já pronta dela — Não é mais seguro aqui, vão vim atrás de você e dos soros. No Orfanato estará segura.

— Certo, podemos ir agora? — perguntou Star, pegando sua bagagem da mão do mordomo — É melhor.

— Apenas, depois de eu cuidar desse machucado na sua perna e você trocar de roupa — recrutou Jacob, o que a fez revirar os olhos, porém, assentir de forma afirmativa.

~Xx~

Quando Jacob a deixou na porta do St. Agnes, ela viu a tão querida cabeleira castanha. Aproximou-se dela e cutucou suas costas. Fazendo a garota dá um pulo de susto.

— Star, que saudades! Como foi com os Kuznest? — perguntou Skye, abraçando os ombros da morena.

— Nada de mais... — ela retrucou, infelizmente, teria que mentir novamente sobre tudo.

Com o tempo, ela acabou não se sentindo tão abalada com os acontecimentos daquele dia. A maleta encontrava-se em um fundo falso de sua mala, mas a lembrança que aqueles que ela gostou tanto morreram para proteger quatro soros, nunca sairia de sua mente.

Notas finais
HEY!! Espero que tenham gostado desse capítulo. Ele saiu um pouco maior do que eu pensava, mas ele saiu quase do jeito que eu queria. Demorei para concluir? Sim, mas 'tá aí. O que acharam do assassino desconhecido, não tão desconhecido para nós? Me sinto triste por ter matado personagens fodões (minha opinião) que foram Scarlet e Erik, mas tinha que ser assim. Desculpe se o humor de Star veio na hora errada, mas... Star sem humor, não é minha personagem. Agora, sabem qual foi a primeira vez que ela roubou um carro blindado, hehe. E, sim, essa foi a primeira vez, porém, isso foi um spoiler que eu não darei mais. MUAHAHAHAHA!! ~ lê-se risada maligna ~ AGORA!! VOCÊS FICAM COM UM TRECHO DO PRÓXIMO CAPÍTULO, QUE EU TALVEZ POSTE MAIS RÁPIDO DO QUE EU PENSO QUE EU POSSO!! ~Xx~ Capítulo 3 - 0-8-4, object of unknown origin " - Temos duas crianças aqui não preparadas para combate e trouxe outra? - questionou Melinda May para Phil, cujo percebeu que ela se referia a Skye - E Star? - perguntou Coulson - Ela conseguiu derrotar dois Agentes atualmente treinado, e você só conseguiu derruba-la com sedativos. Ela têm potencial. - responde May, sorrindo levemente por dentro. Apesar de não querer admitir, tinha gostado de Star." ~Xx~ Espero vocês no próximo, but eu tenho uma pergunta e preciso... NECESSITO da resposta, que, dependendo da qual, vai determinar o rumo da fic. Quem vocês querem que faz o par com a Star: ¨¨¨¨Steve Rogers¨¨¨¨¨¨ ¨¨¨¨Leo Fitz¨¨¨¨¨ ¨¨¨¨Bucky Barnes¨¨¨¨¨¨ *** Se outro, quem?*** Quero resposta, amores, e espero que tenham gostado, realmente. Beijos de purpurina púrpura!