P.O.V. Elijah.

Eu estava apresentando Niklaus á Katerina quando aparece outra.

Essa usava calças e vestimentas muito peculiares.

De repente ele para, ele olha e ai ele a vê. Ela parecia perdida, confusa.

—Posso ajudá-la senhorita?

Ela olhou pra mim e perguntou:

—Onde estamos exatamente?

—Inglaterra.

—Ano?

—Ano do nosso senhor 1490.

—Isso explica o seu cabelo.

—Uma dama de calças.

—Puta merda é a tia Katherine.

—O que disse?

—Nada esqueça.

Ela caminhou até Katerina e disse:

—Oi versão mais velha e mais vadia de mim.

—Eu ainda sou casta.

—Sério? Isso não cola comigo Katerina, sou a prova de que você não é virgem coisa nenhuma.

—Com licença senhoritas...

—Cai fora tio Klaus. Não vai rolar. Pelo menos, não dessa vez.

—Tio Klaus?

—Relaxa, não surta você vai quebrar a maldição, mas não dessa vez. Numa próxima daqui a alguns séculos.

—Como somos tão parecidas?

—É que o nosso rostinho lindo não nos pertence. Pertence a outra pessoa, nós somos todas fruto do efeito cascata do pecado de Silas e Amara.

—O que?

—Você vai descobrir quando chegar a hora.

—Duas duma vez isso é que é um prêmio!

—Sou sua sobrinha seu idiota! Híbrido filho da puta.

—O que disse?

Ela se virou e caminhou até Niklaus dizendo:

—Eu te chamei de híbrido... filho... da... puta. Não me ouviu? Sorte sua que estamos em público ou eu acabava com você. Deus abençoe a Tia Caroline, só ela mesmo pra dar jeito em você.

Ela se sentou numa das cadeiras e começou uma confusão. Os lordes bêbados começaram a assediá-la e ela nem se importava, até que um deles decidiu que queria tocá-la.

—Como assim?!

Ela meteu-lhe um tapa no meio da cara.

E ele partiu pra cima dela, mas ela facilmente desviava dos golpes e tinha golpes que eu nunca tinha visto.

O Rei ficou intrigado deu pra ver pela cara dele. Ela pegou uma faca e apontou para os Lordes.

—Não se aproximem!

Ela pegou um guardanapo, e começou a misturar coisas, enfiou numa garrafa de vinho, colocou o guardanapo na boca da garrafa e ateou fogo

—Coquetel Molotov. Com os cumprimentos da Isabel Mikaelson, que por acaso sou eu.

Ela atirou aquilo nos Lordes e houve uma explosão. Eles foram queimados vivos.

—Babacas.

—Isabel Mikaelson?

—Sou sua filha. Num futuro muito distante serei sua filha. Tem eu e a minha irmã mais velha Jean, a Alex e dai tem as minhas primas filhas do tio Klaus, a Hope, e as gêmeas.

—Quem é a sua mãe?

—A minha mãe é como eu. Exatamente como eu. Na aparência.

—Uma dopplegganger?

—Sim.

—Eu vou quebrar a maldição?

—Vai. Um dia. Mas, não nesse século.

—Porque não?

—Vai ver. Vai ver.