The Originals New Version
3 Bebês Originais
P.O.V. Elijah.
As duas meninas não podiam ter nascido em locais mais opostos. Hope nasceu numa igreja diante de um altar e Jean nasceu numa cripta de mármore sob os olhos de uma estátua de anjo.
—Ela é uma gracinha. Tem os seus olhos.
—A Jean também é linda. Ela tem olhos castanhos.
—Jackson, essa é a Hope.
—Muito prazer Hope.
A menininha olhou pra ele sem entender nada. E Renesmee deu risada.
—Porque está rindo?
—Porque ela tá pensando assim: Quem é esse cara?
—Consegue ler os pensamentos da Hope?
—Claro. Pensamentos são relativos, são uma espécie de fluxo de consciência continuo.
Jean estava no colo de Renesmee quando os cubos infantis se moveram sozinhos e escreveram: Alimente-me.
—Maneiro Ness.
—Só que não fui eu.
Todo mundo ficou confuso.
—Então quem foi?
—Jean. Segura ela Elijah, vou fazer a mamadeira.
Ela voltou com uma mamadeira cheia de um líquido vermelho.
—Toma.
Ela mamou havidamente.
E cresceu. Virou uma criança de cinco anos.
—Puta merda.
—Vamos colocar uma roupa maior.
—To com fome.
P.O.V. Hayley.
O bebê mamou uma vez e virou uma criança de cinco anos. E agora ela já sabe falar.
—Isso é assustador. Muito assustador.
—Não tanto quanto estar na mente do tio Klaus. Eu garanto.
A única que não estava surpresa ou chocada era Renesmee. Para ela aquilo era completamente normal.
Em seis anos Jean já era uma adolescente. Ela já lia Frued quando tinha dois anos.
Ela era um prodígio. Sua pele era impenetrável, como um diamante, o fogo não machucava ela, ela fazia magia instintivamente. Sem nem usar palavras.
A Hope só foi fazer magia com sete anos. Jean era capaz de ler seis, sete livros sem confundir as histórias e acabava em vinte minutos. Ela recitava cada palavra de cor.
Renesmee ensinava Jean a fazer magia e a bloquear. Ela treinou a menina pra matar. A manejar espadas, arco e flecha, estacas, luta corpo a corpo e o tio de Renesmee a ensinou a lutar com recém criados.
A dinâmica era a seguinte: Renesmee ensinava Jean que ensinava Hope.
E eu virei uma híbrida. Morri no parto, fui assassinada, mas eu voltei.
—Eu nem acredito que vocês já tem seis anos.
—Eu vou para o ensino médio amanhã.
—E quando se trata de questões acadêmicas você vai deixar até os professores no chinelo.
—Eu sei. Te amo mamãe.
—Também te amo querida. Boa noite.
—Boa noite.
P.O.V. Caroline.
Eu pedi licença, subi, tranquei-me no banheiro do quarto e chorei. Chorei, chorei.
—Caroline?
—Porque eu não podia ter nascido híbrida também?
—Não se preocupe. Você vai ter o que quer antes do que imagina.
Eu abri a porta e perguntei:
—Teve uma visão sobre isso?
—Sim.
—O que você viu?
—Gêmeas. Gêmeas bruxas, fruto de um feitiço.
—Obrigado.
—Disponha.

Fale com o autor