The Originals New Version
6 A Batalha final
P.O.V. Cam.
Ela com certeza estava diferente dessa vez. Ela tinha um arsenal de armas mágicas.
—Óleo santo.
—Ariane, pegue essa tinta e faça esse desenho no teto e no máximo de lugares que conseguir, mas tem que ficar escondido.
—Deixa comigo.
—E vê se não erra, se não não funciona.
—Roland, me arruma um esqueiro.
—É pra já.
Ela começou a derramar o óleo no chão fazendo círculos. Círculos enormes.
—Ta ai o esqueiro.
—Obrigado. Tome. Enfie isso em um anjo e ele ascende.
—Ascende?
—Morre e volta pro céu. Vai por mim, funciona. E essa é para demônios.
Montadas as armadilhas e todos armados nós esperamos. A estratégia dela era louca, porém genial.
—E agora?
—Agora? A gente espera.
Logo ele chegou voando e tivemos que ficar olhando.
—Que burrice de Daniel deixar você aqui, sozinha e desprotegida.
—Que burrice sua pensar que eu estou sozinha e desprotegida.
Ela acendeu o esqueiro e ele tocou o óleo. As chamas subiam.
—O que?!
—Óleo santo. Somos só você e eu agora querido.
Eles começaram a se atracar, brigaram, foi uma luta violenta. As chamas não feriam Jean.
—Eu descobri o que é a sua âncora.
—E o que é?
—Você. Você com seu ego hiper inflado se usou como âncora.
—Uau! Estou impressionado.
—Vou te contar um segredo.
Ela desembainhou uma espada, mas Lúcifer estava tão distraído que nem percebeu.
—Conta.
—O verdadeiro amor prevalece e você... que se dane.
Ela enfiou a espada nele sem dó. Atravessou a espada no peito dele.
—Cortesia do seu irmão Miguel.
P.O.V. Lúcifer.
Eu vim confiante na vitória essa está no papo. Ela estava sozinha e parecia apavorada.
Eu facilmente cheguei até ela.
—Que burrice de Daniel deixar você aqui sozinha e desprotegida.
A expressão dela mudou, ela me deu um sorriso sacana e disse com um esqueiro na mão:
—Que burrice sua pensar que eu estou sozinha e desprotegida.
Ela acendeu o esqueiro e o jogou no chão. O fogo começo a se alastrar.
—O que?!
—Óleo santo. Somos só você e eu agora querido.
Eu havia caído numa armadilha. Eu a atirei nas chamas, mas o fogo não a feriu.
Eu estava sob ela, apertando seu pescoço, sufocando-a, mas ela não estava nem um pouco incomodada.
—Eu descobri o que é a sua âncora.
—E o que é?
A resposta dela me pegou de surpresa.
—Você. Você com seu ego hiper inflado se usou como âncora.
Ela acertou.
—Uau! Estou impressionado.
Eu estava realmente impressionado. Tanto que nem percebi o que veio a seguir.
—Vou te contar um segredo.
—Conta.
—O verdadeiro amor prevalece e você... que se dane.
Senti a lâmina atravessar o meu peito.
—Cortesia do seu irmão Miguel.
Senti a morte se aproximando. E ela saiu correndo.
—Corram! Vai explodir!
Quando dei por mim estava de volta ao inferno.
—Desgraçada!
P.O.V. Daniel.
Ganhamos.
—Ganhamos. Ganhamos!
—Eu sou uma Mikaelson otário!
Ela correu para os meus braços e eu a peguei girando-a. Ela me beijou e nós comemoramos.
—Isso merece uma festa.
—Concordo. Não toquem no óleo.
Ela recolocou o óleo santo de volta na ânfora e o guardou.
—Isso merece uma festa com certeza.
—E depois... tenho uma surpresa pra você.
—Uma surpresa?
—É.
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