Notas iniciais
Demorou, mas chegou. Espero que gostem :3 Obrigado para as almas que comentaram. Eu adoro vocês :3 Beijos e boa leitura!

Uma semana havia se passado rápido. A lua cheia despontaria no céu naquela noite, então o dia foi bastante agitado para a família Original, exceto para Hope, que levava tudo na maior tranquilidade. A menina durante a semana que se passara praticou um pouco de cada feitiço, estava se aprimorando cada dia mais na arte da magia.

Hope estava de saída quando a voz de Elijah a chamou do outro lado da sala, ela parou olhando para o tio que estava parado, e coincidentemente sem terno, apenas usava uma calça preta, e uma blusa social.

–A que devo as honras Elijah?- Perguntou Hope com um sorriso sarcástico nos lábios

–A cada inimigo que temos, em troca sempre teremos aliados- Elijah falou andando até Hope com um papel em mãos- Aconselho que para ficarmos mais forte siga o bom senso e vá aonde o papel está indicando. Tenho certeza que ele ajudará.

–Ele quem?- Hope perguntou com uma sobrancelha arqueada de curiosidade

–Marcel. Agora vá, e conte para ele o motivo de sua visita. Tenho certeza que não negara ajuda a uma garota tão bela, e sem contar que ainda é filha do homem que o salvou.

Hope não dissera mais nada, dera um sorriso torto e saíra da casa.

(...)

"Mas que diabos de lugar o Elijah me mandou vim"- Pensou Hope impaciente. A garota estava ficando cansada de tanto andar. Ela teria que atravessar um rio que dividia New Orleans de outra cidadezinha que ela não lembrava o nome.

Depois de mais alguns minutos Hope chegou em uma residência de pintura velha e que tinha as janelas quebradas. Não bateu, nem tocou campainha, apenas deu de ombros e entrou porta a dentro da grande residência do outro lado do rio.

Quando entrou no cômodo que se parecia com uma sala de estar, avistou um homem moreno, que estava sentado em um sofá velho, bebendo pelo que Hope deduzira pelo cheiro ser Whisky.

–A que devo a honra de uma Mikaelson?- Se pronunciou o homem que agora dirigia um olhar para Hope.

–Bem, você deve ser o Marcel. E deduzo ser de confiança já que Elijah me mandou aqui- Hope falou sentando-se em uma poltrona na frente de Marcel- E precisamos de pessoas de confiança hoje a noite- Disse a garota com um sorriso de canto, arqueando as sobrancelhas.

–Então, diga a que pode servir minha lealdade- Falou Marcel apoiando os braços nas pernas e encarando furtivamente Hope.

(...)

Com o passar do tempo a lua começara a despontar, fazendo Klaus ficar fraco a cada transformação que era impedida pelos anéis. E com a lua, os lobos começariam o plano de ir atrás de Klaus.

–Então tudo certo. Todos sigam para seus lugares e no final tudo acabará bem. E lembrem-se nós somos mais fortes que eles. E não existe algo que seja uma má ideia. Apenas idéias incríveis mal executadas, então façamos com que tudo seja muito bem executado- Hope disse correndo os olhos pela sala, tinha um olhar cortante.

(...)

Um grupo de lobos adentraram a casa enquanto Rebekah e Marcel os aguardavam escondidos pelas sombras dos grandes corredores. Ao longo passadas podiam ser ouvidas, eles se aproximavam cada vez mais. E então Marcel e Rebekah agiram. E em menos de 2 minutos todos os lobos que entraram por aquele corredor estavam abatidos, uns com cabeças arrancadas e outros o coração arrancado. E então Marcel pegou os anéis e junto com ele Rebekah partira em rumo dos outros corredores em que outros lobos invadiam.

(...)

Uma mancha de sangue esganiçado na janela assustou Francesca e os lobos que faziam sua guarda. A porta abrindo-se vagarosamente e uma cabeça rolando ajudou ainda mais ainda no pavor que Francesca tentava esconder.

–Está tudo bem. Ele não pode entrar- Falou Francesca com um sorriso vitorioso.

–Não posso?- Falou Elijah em um tom irônico, tinha nos lábios um sorriso sarcástico

–Não blefe comigo Elijah, você não pode ganhar- Falou Francesca dando uma risada debochada.

–Muitos sofrem com excesso de confiança. Sabia que Al Capone achava que era invencível, e no fim, ele foi preso em Alcatraz. Sabem por quais crimes? Alguém?- Elijah perguntou ironicamente para Francesca e seus irmãos-Ele foi preso por uma falha no pagamento de impostos. O diabo está nos detalhes, não é?- Elijah agora falou observando o interior da grande residência que residia a família Guerrera- Você tem uma bela casa. Fiquei encantado quando a cidade decidiu seguir minha sugestão de conservá-la como domínio público. Então acho que isso significa que a casa pertence ao público, e qualquer um pode entrar...Sem ser convidado.

Todos os lobos que estavam ao lado de Francesca deram um passo a frente, ao passo que o sorriso debochado da mulher havia se tornado uma expressão de espanto. Então Elijah se pois a lutar em quanto Francesca fugia.

(...)

O carro de Francesca vinha em toda velocidade, e dera uma atravancada quando vira duas mulheres praticamente do mesmo tamanho em frente ao carro, de início pensara estar ficando louca, ou então alucinando, mas se assustou bruscamente quando na porta do carona Hope apareceu.

–Bu- Falou a menina dando um tapa no vidro, desviando os olhos assustados de Francesca para seu rosto

Do outro lado Hayley abrira a porta e puxara Francesca a jogando no chão, que era iluminado pelo carro. Francesca rapidamente levantou, e cravou as mãos no coração de Hayley.

–Qualquer movimento das duas e você morre- Francesca falara olhando para o lado e para outro desconfiada.

–Sério isso? Não acho que você queira me ver irritada- Hope falou se encostando no carro, cruzou as pernas e encarou Francesca furtivamente

–Acho que você não vai querer me ver irritada, querida- Ela disse dando uma risada estranha.

–Francesca, podemos fazer isso de uma forma melhor, se você não soltar ela agora eu te matarei, caso o contrário talvez eu deixe você ir- Hope disse se levantando.

–Um passo e você sabe- Francesca falou mexendo a mão no coração de Hayley, que tinha uma expressão dolorida.

–Entenda Francesca, ninguém mexe com minha família e vive- Hope falou erguendo a mão, e nos ouvidos de Francesca começou a soar uma espécie de apito ensurdecedor, e assim ela acabou soltando Hayley, que foi para o lado da filha, com uma expressão confusa.

–Pare, por favor- Gritou Francesca, sentia muita dor, estava deitada no chão com as mãos na cabeça.

–Eu falei querida.- Hope falou e depois rasgou o pescoço de Francesca- Tudo resolvido com esse lado do problema- Hope falou para Hayley que observava a filha limpar o canto da boca onde escorria o sangue, e depois puxando o pé de Francesca e jogando seu corpo no fundo do carro.

Notas finais
O que acharam? Gostaram? Acham que eu mereço comentários? :) Beijos e Abraços!