Notas iniciais
Obrigadinho pelos comentários do capítulo anterior :3 Como eu já disse, talvez fique impossibilitada de postar alguns capítulos por motivos escolares :> Espero que gostem desse capítulo :3 Beijos e boa leitura s2

Hope acordara cedo naquele belo dia em New Orleans, o sol entrava penetrante pela janela do seu quarto. O rosto amaçado e o cabelo desgrenhado já era habitual pelas manhãs, então a garota se levantara e fora tomar um banho quente. Levantara relutante da cama onde as cobertas arrastavam no chão, andara até o armário e pegara um par de roupas as jogando sobre a cama e seguindo ao banheiro.

A água colidia sobre suas costas e o colorido do sabão seguia os movimentos sinuosos que a água fazia em seu corpo. Acabando secou-se e seguiu para a cama onde estava uma blusa xadrez que deixava parte de sua barriga amostra, uma calça jeans preta, uma bota preta, e uma corrente de lua com uma pedra e os cabelos que se mantinha soltos e ondulados. (Look da Hope)

Logo após se vestir a garota saíra do quarto e quando se preparava para descer as escadas, parou na frente da porta de Jenny e relutante bateu três vezes e entrou, encontrando a loira sentada na pequena varanda do quarto, com as pernas balançando ao vento, Jenny tinha um olhar longe, um olhar arrependido.

–Gostei da sua tatuagem- Hope falou sentando-se igualmente a Jenny, mas apoiando os braços para frente e apoiando a cabeça

–Não é uma tatuagem, eu já nasci com ela, é como a sua marca do crescente, ela determina minha linhagem, mas meu problema é que eu não sei qual é a minha linhagem, e isso que mais me perturba, não saber de onde eu vim, não saber quem sou, não saber quem eram meus pais, não ter uma informação.

–E aonde você morava? Quer dizer com que você morava?- Hope perguntou agora também encarando o sol que despontava cada vez mais ao longe

–Com minha avó Celeste, mas ela não cultivava um amor tão grande por mim, e por isso entre outros motivos ela teve que me mandar para cá. Sabe Hope, eu nem sempre fui tão "boa" assim- Ela falou mexendo os dedos como que em aspas- Em todo lugar que eu ia era como se tudo estivesse contra mim, eu não conseguia ser diferente, eu tentava, mas era muito difícil, eu era diferente das pessoas e isso mexia comigo. Eu nunca tive uma família de verdade para conversar, uma mãe para me dar conselhos sobre garotos, nem uma mãe para ir comigo ao shopping comprar roupas-Ela falou com um ar de raiva e tristeza na voz- Celeste me contou que eles haviam morrido em 1944 aqui em New Orleans, uma matilha inteira foi morta por vampiros. Mas eu acredito que eles não morreram, e foi por isso que eu voltei, eu preciso ter certeza, eu preciso de um ponto final, eu não consigo mais viver na dúvida.

–Você se surpreende ao perceber o quanto pode suportar tudo que tem que sofre. E no final a dor nunca passa você simplesmente aprende a viver com ela. E mais uma coisa Jenny, se liberte, apenas seja quem você realmente é, não se esconda atrás de máscaras de uma personalidade que não é sua, as vezes quando aprisionamos nossos demônios eles ficam mais fortes, e quando tentamos controla-los depois não conseguimos.

Hope falou colocando a mão no ombro de Jenny, a morena tinha um sorriso torto nos lábios que fez a loira também dar um sorriso. E assim Hope saíra do quarto, deixando Jenny tentar se libertar.

(...)

Hope tocou a campainha duas, três vezes e Derek não apareceu, então ela decidiu entrar junto com Jenny que tinha um ar preocupado com a invasão.

–Hey isso não são modos de entrar em uma residência...-Derek falou e parou no corredor, estava com uma toalha branca amarrada na cintura. Hope olhou por alguns segundos o corpo definido de Derek que ainda estava um pouco molhado, seus braços fortes, sua barriga definida

–Acho que é melhor você se vestir- Hope falou vermelha, mas ainda assim encarando a barriga definida de Derek

–Eu acho que você deveria para de babar no meu tanquinho super definido- Ele falou rindo e se abaixando, na intenção de desviar das almofadas que Hope jogava com força em sua direção.

(...)

–Algemas que impedem um bruxo de fazer magia?- Derek perguntou confuso- Eu achei que você teria, já que agora faz essas coisas de mágica

–Eu já olhei em todo o quarto, não tem nada específico para impedir um bruxo de fazer magia- Ela falou apoiando a cabeça sobre as mãos e levantando rapidamente- Já sei. Camille, ela deve ter, já que pelo que eu sei o tio dela era um lunático que tinha um depósito só dessas coisas, vai Derek. Por favor, e você vai vim com a gente só pra deixar claro

–Está bem, mas se a Cami não der não é problema meu. De ante-mão só avisando.- Ele falou passando a mão sobre a calça jeans

–É só isso? Se for, não sera necessário os esforços do seu namorado. Eu tenho aqui as algemas- Jenny falou sacudindo as algemas nos dedos- E tenho mais um pequeno arsenal de coisas que talvez sejam úteis.

–Primeiro: Eu e Derek não somos namorados, e segundo: Era disso que eu estava falando hoje mais cedo- Hope falou com um sorriso ardente nos lábios.

(...)

–Vamos lá bruxinha. Não temos o dia todo. Você com certeza não seria tão esperta de provocar um ataque assim no Bayou. Quem mandou você fazer isso?- Hope perguntara agachada na frente de Davina. A morena passava vagarosamente uma faca nas pernas da bruxihna, mas ainda sem machucá-la. Hope esperou que Davina a responde-se porém a garota era bem resistente-Não me queira ver irritada querida- Falou agora se levantando e cruzando os braços

–Por milhares de anos Klaus e sua família matavam, e faziam atrocidades com pessoas inocentes. Dor e sangue sempre haveria onde vocês passassem. E eu vou mudar isso-Davina falou com um olhar sério e uma sobrancelha arqueada.

–Ontem você matou pessoas inocentes Davina- Hope gritou, sendo puxada para trás por Jenny que a colocou do lado de Derek. A morena agora observava a loira andar vagarosamente até Davina e parar na frente da bruxa que a olhava indiferente

–Nosso dia não é tão vago como o seu querida- Jenny falou dando um soco no rosto de Davina que cuspira um pouco de sangue- Posso ser bem paciente, mas tudo tem limite florzinha- A loira falou agora com um emaranhado de cabelo de Davina em suas mãos- Ou você fala agora ou você vai sentir o gosto da minha bota na sua cara

–Pode fazer o que quiser lobinha- Davina falou dando uma risada debochada- Mas quando eu sair daqui, tenha certeza que vão atrás de você- Falou lançando um olhar ameaçador a Jenny.

–Você não vai fazer nada Davina. Você não é nada, é apenas uma garotinha querendo chamar atenção. Nada nunca vai mudar. Humanos fracos vão ser sempre fracos, não importa o quanto você tente mudar. E nunca mais tente mexer com minha família, meu povo e meus amigos. O que você acha? Que tentando me matar vai atingir Klaus? Está enganada, e sabe porque Davina? Por que eu sou imortal. E para você me matar vai ter que ter mais esforço. E mais um lembrete, nunca mexa com uma Mikaelson

Notas finais
O que acharam? Mereço comentários e recomendações? Acho que sim :3 Como já disse lá em cima, os próximos capítulos demorarão um pouco e bla bla bla Beijos e Abraços pro cês