Notas iniciais
Mais um??

O resto do dia se passou e realmente é muito melhor trabalhar como garçonete do que trabalhar na cozinha. Retiro minha segunda farda e coloco na lavanderia, espero que minha farda fique limpa e coloco-a para secar. Enquanto espero olho em volta, a cinco máquinas de lavar e cinco máquinas para enxugar, todas dez meninas limpa sua farda. Minha máquina começa a apitar, avisando que a roupa já estava seca, pego minha farda e dou adeus.

Caminho pelas ruas velhas e mal iluminada, solitária e sem ninguém eram aproximadamente dez dá noite, alguns carros corriam pela pista fazendo um enorme barulho. Desde que mudamos para essa casa nossa vida tem sido um belo de um inferno, lembro como se fosse hoje quando minha mãe deu a notícia em casa, quando descobrir sobre as dívidas.

“Cheguei em casa totalmente desesperada, como podia ter feito aquilo com alguém. Tentei subir as escadas, que leva ao meu quarto, sem fazer barulho mais eu não conseguir ouvir um grito com meu nome, mas ao contrário do que imaginei havia sido no quarto dá Karina. Caminho devagar ao abrir a porta do quarto me desespero com aquela imagem. Bianca e Karina abraçadas e chorando, me coloquei ao lado delas e perguntei o que tinha acontecido.

– O papai e a mamãe estão brigando! — Ouvir a voz falha dá Bianca.

Sair do quarto e fui até aonde ouvir uma pequena gritaria, chegando ao quarto e vi a real situação, minha mãe tinha o rosto vermelho e segurava um papel, meu pai ainda estava com seu terno, havia acabado de chegar de viaje, automaticamente dou um grito e tomo o papel na mão dá manhã mãe, contínuo a gritar de repente resolveu ler e julgo como pior erro, uma carta dá justiça pedida para abandonar a casa por dívidas. “

Ao entrar em casa vou ao meu quarto, joguei minha bolsa e em cima dá minha cama e caminho até o banheiro, rapidamente tomo meu banho e coloco um vestido simples de seda. O ar dessa casa não é como dá minha antiga casa, fui até o muro dá frente e olho para as estrelas e nelas tento esquecer-se de tudo de ruim que eu fiz ou que sofri.

– Só peço que não tenha ódio de mim! — Ouvir a voz dá minha mãe.

– Nunca terei ódio dá senhora! — Dei um sorriso forçado.

– Filha você não precisa trabalhar!

– E deixar a Bia e a Ka descobrir sobre as dívidas? Nunca!

– Mas o dinheiro do seu pai dá para pagar as dívidas, ele prometeu que iria pagar as dívidas artes de nós deixar!

– E quando vocês iria me contar? — Era a Bianca.

Olhei para ela e um desejo enorme de não ter falado nada surgiu, minha mãe chorava e já estava de joelho, ela era uma mulher sofrida, uma mulher que todas queriam ser e Bianca tinha lágrimas nós olhos o que afirmava ser uma garota inocente, mas os braços cruzados o que afirmava que minha irmã tentava ser forte e lutar contra seus instintos doce e fraterno.

– Bianca é uma longa história, o que você tem que saber é que estamos com uma dívida como uma bola de neve e se eu não trabalhar iremos passar fome.

– Mas por que não me contaram?

– Bianca, a mamãe estar mal então não vamos conversar agora, somente depois...

Bianca virou as costas deixando nós duas ali a sós, peguei minha mãe e fomos até o quarto, que agora dividia com minhas irmãs, olhei Karina ler um dos meus livros e Bianca me olhar enquanto respondia algum cálculo de matemática do livro didático de Karina.

Sento na cama e pego meu livro e viajo junto com minha Alice.

“- Quem é você? — Perguntou a Lagarta.

Não era uma maneira encorajadora de iniciar uma conversa. Alice retrucou bastante tímida.

– Eu... Eu... Eu não sei muito bem, Senhora, no presente momento — pelo menos eu seu quem eu era quando levantam está manhã, mas acho que tenho mudado desde então.

– O que quer dizer com isso? — Perguntou a Lagarta severamente. — Explique-se! "

“Ou aquilo era muito fundo ou ela caía muito devagar, pois a menina tinha tempo bastante tempo para olhar ao seu redor e para desejar saber o que iria acontecer a seguir."

Acordei com a Karina pulando em mim, virei pro lado oposto a fazendo cair no chão, o que fez um enorme barulho. Desespero-me e levando vendo ela ali no chão. Tiro alguns fios que caía no meu rosto e entendo minha mão para ajudar ela, e ela aceita.
Vou ao banheiro para tomar banho, após terminar de tomar meu banho faço minha higiene bucal. Tento ser mais rápida possível pego minha farda que estava em cima dá cama e tento me arrumar o mais rápido possível e faço um rabo de cavalo alto. Olho-me rapidamente no espelho, algo me indicava que hoje seria um longo e cansativo dia, mas tentei não me abalar com nada.
Fui à cozinha e sento na primeira cadeira que vejo, olho a mesa, lembro dá minha antiga e farta mesa do café dá manhã e nunca mais vou poder comer minha torrada com geleia importada ou algo parecido. Contento-me com o pão e o suco que estar em cima dá mesa.
Término de comer e dou um beijo na testa dá minha mãe. Não sei o porquê, mas hoje eu quero chegar o mais de pressa possível. Corro até lá fora só que a Ka grita baixo meu nome, o que me fez voltar, ela tem minha bolsa na mão e me olha diferente como se quisesse pedir algo... Droga! Eu havia prometido ajudar a lutar.

– Jade quando você vai poder? As aulas já vão começar e o mestre falou se eu não pagar essa semana eu não posso entrar... Jade ela estar fazendo pela metade do preço!
– Vou pedir para adiantar meu salário e pago! Amanhã pode ser? — Olhei curiosa para porta vinha alguém.
– Escondendo algo Jade? — Era a Bianca.
– É sobre o livro! — Karina tentou disfarça.
– Quando chegar tenho que falar com você... Na verdade com as duas!

Karina e Bianca confirmaram e entraram para casa. Então caminho até a lanchonete o mais rápido que posso, perto vejo a Vick sair de um carro com um rapaz e um lindo rapaz por sinal, mas eles se beija. Olho para o outro lado para tentar disfarçar só que a curiosidade é mais forte. Um garoto ruivo com olhos azuis, um pouco mais alto que ela e algumas sarnas em seu rosto, eles me encara e a vergonha toma conta de mim, Vick solta à gargalhada de sempre e dá outro beijo nele e fala algo em seu ouvido, ela corre até mim e eu fico sem saber o que fazer então ela segura meu braço e me arrasta até seu... Vamos dizer amigo! Ele sorri e eu olho para ela assustada.

– Essa aqui é Jade, minha pequena Alice como eu já te falei. Jade esse é o Antônio, meu colega de faculdade!
– Prazer Jade. A Victoria me contou que adorou te conhecer e que eu também teria! — Fiquei surpreendida com sua voz grossa.
–Assim me vai me deixar envergonhada Vick! Muito obrigada, Antônio!

Então Vick deu adeus ao amigo de faculdade e entrou comigo para o estabelecimento e foi tirando as cadeiras de cima dá mesa eu fiz o mesmo, logo tínhamos retirado todas as cadeiras de cima dás mesas. E logo me bateu a curiosidade, Que faculdade Vick fazia? Acho melhor não perguntar. Olhei para ela com olhar curioso e acho que ela entendeu o recado.

–Faço faculdade de letras — Ela se sentou em uma das cadeiras.
– Letras? Sua cara é de moda!
– E ele é meu melhor amigo! — Sua voz saiu totalmente triste.
– Você gosta dele? — Perguntei sem pensar.
– Não... Sei! — Ela tentou mudar o tom de voz, o que foi inútil.

Sentada ao lado dela pude perceber a tristeza que carregava no coração. A coloquei entre meus braços e ela começou a chorar, ela chorava no braço de uma pessoa que ela acabará de conhecer em vinte quatro horas. Ela estava desesperada! Foi o que concluir, sentia seus lábios se contrair no meu braço e então ela me olha nós olhos e passa a mão em meu rosto, sinto meu coração aperta.

– Jade, a vida é tão linda! Sei que é legal ler e até mesmo decorar cada frase de um livro, eu também já fui assim, mas tente viver ao máximo dá realidade, não tenha medo do que você não pode, ou acha que não pode ser. Sorria e viva, vá a uma balada dance como se fosse louca. A vida é bela, mas é tão curta!
– Por que tá falando isso Vick? — Fiquei apavorada com cada fala dela.
– Semana passada descobrir que tenho câncer!

Meu coração apertou e eu não sabia mais o que fazer, nunca vi uma pessoa com câncer de tão perto, mais perto foi o caso de uma prima dá melhor amiga dá minha mãe. Lágrimas rebeldes já caía no meu rosto, tenho que ser fortes por nós duas. Sorri, mesmo com lágrimas no meu rosto, fiquei de pé e vejo aquela linda garota, com um lindo sorriso, na minha frente chorar como um bebe.

– Você é linda! A mais linda das garotas que eu já vi na minha vida... Ou até mesmo das pessoas vou conhecer! Antes de o procedimento começar, vamos viver, vamos ser duas adolescentes que sai pra comemorar todos os dias o simples fato de estar viva! Vamos esquecer um pouco de livro e um pouco de família, amigos, namorados, mesmo que nem tenha um, vamos, curte a ideia?
– Mas eu posso passar mal na rua e... Que saber topo!

Abraço e vejo a Catarina entrar na porta com uma sacola de compras e um cigarro na boca. Ela joga o cigarro fora e vai até a Vick.

– Você é forte pequena! E para provar que você é forte e eu também eu até paro de fumar.
– O que já era para ser feito há muito tempo!
– Olha você vai terminar a faculdade e vai escrever um livro maravilhoso dizendo como se livrar do câncer!

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.