The Night Belongs To You.
16 Capítulo 16
Notas iniciais
Após passearem por mais de uma hora no zoológico. Rachel tinha trago Maya para casa e a pequena estava nitidamente cansada, mas a mesma insistia que ficaria acordada até o jantar, porque ainda queria passar o tempo com sua mãe e Sammy.
Santana e Samantha já estavam no apartamento da latina deixando tudo pronto para receber os amigos. As duas cozinhavam juntas para irem mais rápido. Enquanto Sammy uma ótima lasanha, Santana preparava as saladas. Algumas vezes paravam para aproveitar os lábios uma da outra, mas nada que atrapalhassem suas tarefas.
Rachel estava com Maya no banheiro, ajudando a pequena tomar banho, enquanto Brittany tinha saído para comprar alguma sobremesa. A pequena lutava para se manter de pé, tentando ajudar sua madrinha a lavar seu cabelo cantando música de um dos seus desenhos favoritos.
“Tia Rach, você acha que a tia Britt vai comprar algo de chocolate?” Maya perguntava, pegando Rachel de surpresa ao ouvi-la chamar Brittany de tia.
“Maya, tia Britt é igual a uma criança. Óbvio que ela vai trazer algo que tenha chocolate.” Rachel riu, passando o dedo sobre o nariz da pequena.
“Tia Britt é engraçada, gosto dela.” Maya fechava seus olhos, enquanto Rachel passava a toalha sobre o cabelo da mesma.
“Fico feliz, Maya” Rachel sorriu, tirando a toalha do cabelo de Maya, sentando a pequena na cama, para calçar o sapato na mesma. “E então, senhorita Lopez, o que você deseja calçar hoje?” Rachel brincou e Maya colocou seu dedinho em seu queixo, pensando em qual sapato ela usaria.
A pequena olhou para sua roupa, na qual usava um shorts jeans, com uma blusinha vermelha com flores brancas delicadas espalhadas pela roupa. Maya olhou para seu pezinho e sorriu apontando para seu all star no canto seu guarda-roupa.
“Aquele ali, tia Rach.” Rachel sorriu com a escolha de Maya e pegou uma meia soquete branca, calçando no pé de Maya, seguido de seu tênis e o amarrando.
“Pronto. Agora só falta pentearmos seu cabelo e você vai estar pronta.” Rachel sorriu pegando Maya no colo e a levando para cozinha, onde Santana quem pentearia o cabelo de sua filha, enquanto Rachel iria se arrumar.
“Mi amor, ¿estás listo?” Santana perguntou estendendo seus braços para que Maya passasse para seu colo.
“Si, mama. Yo soy un bebé perfumado” Maya falou com seu sotaque espanhol, fazendo Santana rir.
“Sí, sí. Mi bebé” Santana aproximou seu nariz ao de sua filha, enquanto a mesma passava suas pernas em volta da cintura da mãe, lhe dando um abraço apertado.
“Bom, San, eu vou em casa, tomar banho e esperar Brittany, assim que ela estiver pronta nós voltamos pra cá.” Rachel sorriu ajeitando seu cabelo.
“Tudo bem, Rach, obrigada por ter dado um jeito nessa munchkin e vê se não demora para voltar.” A latina arqueava sua sobrancelha e Rachel revirava os olhos se despedindo de Samantha e de Maya antes de ir para sua casa, deixando que as três pudessem terminar de se arrumar.
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Todos os amigos de Santana já estavam em seu apartamento. Samantha estava se dando bem com todos eles, inclusive com Brittany que Santana achou que ficaria apreensiva em conhecer sua nova namorada, já que a dançarina é melhor amiga de sua ex-amiga-com-beneficio, por quem ela se apaixonou.
Kurt e Blaine contavam para todos eles como foi a última viagem que fizeram para Paris no último fim de semana. Samantha demonstrava estar se dando muito bem com todos eles, inclusive com Blaine e Puck, algo que chamou atenção de Santana, porque Puck apenas se dava bem com garotas que ele pretendia transar e a latina não sabia se confiava em seu amigo perto de sua namorada.
“E vocês não trouxeram presente pra mim?” Maya perguntou sentada no colo de Puck.
“Maya!” Santana repreendia a filha. “Não pode ser assim, mijá. Tenha educação.” A latina arqueou sua sobrancelha e Maya se encolheu no colo de seu tio.
“Está tudo bem, San.” Blaine sorria olhando para Maya. “Nós trouxemos presentes para você, Maya Rose.”
“Presentes?” Maya levantava seu rosto, abrindo um sorriso enorme. “Isso quer dizer que são mais de um?”
“Maya!” Santana repreendia a filha novamente.
“O que? Ele quem falou presentes, mama.”
“Gatinha, deixa ela aproveitar.” Samantha sorriu entrelaçando seus dedos aos de Santana.
“Isso é ótimo, Samantha já está começando a estragar a Maya.” Puck comentou fazendo todos rirem.
“Se já não bastasse todos vocês.” A latina apontava para todos seus amigos, enquanto segurava sua taça de vinho. “Agora Maya ganhou mais uma aliada.” Santana comentou se virou, depositando um selinho nos lábios de Sammy.
“Ela é minha amiga.” Maya balançava a cabeça. “E também fica do meu lado porque ela gosta mais de mim.” A pequena brincou apontando para sua mãe e rindo.
“Um absurdo!” Santana cruzou seus braços fazendo careta para Maya.
Enquanto todos eles continuavam conversando, Brittany observava Santana e Samantha que cochichavam uma vez ou outra. Se beijavam e se acariciavam enquanto prestavam atenção no assunto. A dançarina não pode deixar de ver que Santana estava tentando ser feliz, mas também, era impossível não imaginar Quinn sentada no lugar da pianista.
Brittany sorria consigo mesma, imaginando o quanto sua melhor amiga estaria feliz e radiante ao lado da pessoa que ama. Quinn estaria sorrindo sem parar e grudada em Santana e Maya. Provavelmente Maya estaria no colo da médica e não de Puck. Brittany a ouviria chamar Quinn de “mamãe Quinnie”. Santana estaria feliz por ter conseguido finalmente namorar a médica e as três estariam felizes. Muito mais do que aparentavam estar agora.
“Já podemos ir comer?” Puck apertava Maya em seus braços chamando atenção dos outros. “Eu estou faminto, puta que -.”
“Hey!” Santana o parou. “Você está com a minha filha no colo, Puckerman, não se esqueça disso.”
“Acho que está na hora mesmo de comermos.” Blaine comentou.
“Sim, eu estou com fominha.” Maya falava sufocada, rindo com Puck.
“Então vamos comer!” Brittany falou empolgada se levantando do sofá, enquanto Maya pulava do colo de Puck e as duas corriam para a cozinha.
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“Sua família também são daqui, Samantha?” Kurt perguntava enquanto todos estavam comendo.
“Todos. Meus pais e minhas duas irmãs.” Sammy respondeu sorrindo.
“Duas irmãs? São como você?” Puck perguntou arqueando a sobrancelha e recebendo um olhar de Santana que lhe dizia para tomar cuidado.
“Bom, se você diz lindas, então sim, elas são lindas.”
“Me apresente ou talvez eu já tenha as conhecido.” Noah piscou para a pianista e a fazendo rir.
“Talvez você tenha tido sorte.” Sammy brincou.
“Olha, eu vou interromper vocês, porque não quero que Puck continue jogando charme pra cima de você e fale algo inapropriado.” Santana apontou o dedo para Puckerman antes de passar seu braço em volta dos ombros de Sammy e puxá-la para perto dela.
“Awn minha namorada é ciumenta.” Sammy começava a rir depositando beijos na bochecha da latina. “Não se preocupa, gatinha, eu e Puck jogamos no mesmo time.”
“Eu sei, mas conheço Puckerman, ele já fez uma lésbica virar hetero depois de passar uma noite com ele.” Santana comentava e todos começavam a rir.
“Isso é mesmo.” Rachel entrava no assunto. “Me lembro do dia que ele veio desesperado nos avisando que uma das garotas que ele dormiu era lésbica e o queria. Puck jurou que a garota era uma psicopata, nunca acreditou nos seus dons.” A morena brincou.
“Dons, huh? Em respeito a Brittany, eu não vou convidar você para passar uma noite comigo e conhecer meus dons.”
“Noah!” Rachel o jogou o guardanapo, fazendo Maya rir.
“Ah mulheres. Santana conheceu meus dons no tempo de colégio.” Noah comentou fazendo a latina semicerrar os olhos.
“Mmmm, isso é verdade.” Kurt falava baixo o suficiente para Samantha ouvir.
“Ah é mesmo? E eu aqui achando que minha namorada era 100% lésbica.”
“Em minha defesa.” Santana começava a falar levantando as mãos. “Era uma época em que eu ainda tinha dúvidas sobre o que realmente queria e Puck estava ali e aconteceu.”
“Wow, Santana, me sinto ofendido.”
“Fica quieto, Noah!”
“Que complô.” Noah terminava de comer, balançando a cabeça negativamente.
“Não liga tio Puck, eu to no seu time.” Maya comentou inocente, fazendo todos rirem.
“Eu não acho que você ainda esteja na idade de decidir em qual time está, M.” Blaine comentava e Maya o olhava sem entender.
“É mija, vamos esperar até você completar dezesseis anos e então você vai descobrir.”
Todos eles riram e Maya foi a única que continuava sem entender, mas não se importou, continuou conversando e rindo com seu tio Puck e Brittany que começavam a brincar sem parar falando coisas engraçadas.
Santana estava se sentindo confortável e feliz ao ver que seus amigos estavam se dando tão bem com Sammy. Tudo era tão natural que algumas vezes parecia que Samantha estava em sua vida a muito tempo.
Depois de jantarem, todos voltaram para a sala, tomando vinho e continuando a rirem e brincarem. Puck continuava com seu flirt para cima de Sammy, sabendo o quanto irritava sua amiga, mas ele não se importava, era engraçado ver o quanto Santana se importava com aquilo e Samantha não podia negar que estava adorando.
Maya estava praticamente dormindo sentada no colo de Kurt, quando finalmente se entregou ao sono e Santana a levou para cama, trocando a roupa da pequena e deixando que a mesma dormisse, voltando para a sala.
O relógio marcava uma hora da manhã quando Kurt e Blaine foram os primeiros há irem embora e adoraram conhecer a nova namorada de Santana, alegando que Blaine e a pianista tinham muito em comum. Brittany e Rachel que estavam cansadas, foram para o apartamento delas, mas Santana sabia bem o que as duas estavam querendo fazendo a sós e as deixou ir. Ficaram apenas Puck e Samantha por mais algumas horas, conversando e Samantha contou ao rapaz sobre suas irmãs o deixando animado para conhecê-las.
Samantha naquela noite não poderia ficar com Santana, ela teria que ir para casa, até porque já fazia dias que ela não dormia em casa e precisava de suas correspondências e tinha marcado com sua mãe e irmãs um café da manhã juntas, já que era aniversário da mesma e ela não poderia ficar e ao ir embora, fez questão de aproveitar cada beijo e abraço de sua namorada.
“Puckerman, cuide da minha gatinha e fique longe dela.” Samantha brincou semicerrando os olhos antes de ir embora.
“O que nos resta saber e se Santana vai resistir a pucksaurs.” Noah deu de ombros e Santana revirou os olhos, dando um último selinho em sua namorada antes de deixá-la ir.
“Amanhã nos falamos e assim que meu encontro com minha mãe e minhas irmãs acabar eu te ligo.” Sammy falou pela última vez dando um beijo na bochecha da latina e entrando no elevador.
“Vou esperar. Se cuida.” Santana acenava enquanto a porta fechava e a mesma voltava para dentro de seu apartamento se jogou no sofá ao lado de Puckerman. “E então, o que achou?” A latina perguntou colocando seus pés no colo de seu amigo.
“Na boa? Ela é ótima, San e sabe lidar muito bem com a little Mayasaurs.” Noah comentou.
“Sim, ela é ótima com a Maya e as duas são dão muito bem. Mijá comentou que estava feliz por eu estar com a Sammy, porque você sabe, eu pedi que ela me contasse caso essa situação a fizesse algum mal.” Santana encostava sua cabeça no sofá. “Mas ela está bem e eu fico feliz por isso.”
“E eu fico feliz por vocês duas.” Noah sorriu. “Já estava na hora de você ser feliz e esquecer a Quinn, Tana.”
“Obrigada, Noah.”
“Eu só quero te ver feliz e se essa Samantha te faz feliz, então tá tudo bem. Mas se ela partir seu coração pode esquecer qualquer chances com o Pucksaurs.” Puck apontou para si mesmo fazendo cara de sério, fazendo Santana rir.
“Cala a boca Puckerman.” A latina o empurrou com o pé. “Mas obrigada de verdade. É importante pra mim que meus melhores amigos a aprovem.”
“A partir do momento que algo te faz feliz, nós aprovamos, contado que não seja nada que prejudique sua saúde, vida ou a vida da Maya, então tá tudo ótimo.”
“Obrigada, Pucksaurs”
“Você bem que podia me arrumar um encontro com uma das irmãs dela, porque se forem bonitas iguais a ela... Preciso de uma pelo menos.” Puck arqueava a sobrancelha fazendo um bico de leve, fazendo Santana rir ao ver a cara de sínico do amigo.
“Prometo que pensarei no seu caso e .- “
“Mama?” A voz fraca de Maya ecoava na sala, fazendo os dois adultos olharem na direção em que ela estava.
“Maya? Mijá o que houve?” Santana tirou os pés do colo de Puck, percebendo que sua filha colocava a mão em seu peito começando a chorar. “Maya?” A latina levantou rapidamente se aproximando de Maya, percebendo que a mesma estava com falta de ar. “Meu amor, lembra o que a mamãe falou? Não chora porque isso te atrapalha a respirar e. – “
“E-eu n-não consigo, mama.” Maya começava a chorar desesperada, apertando sua mãozinha em seu peito e Santana viu que a mesma estava com uma grande dificuldade para respirar a deixando desesperada.
“Mijá, olha pra mim.” Santana pegava Maya no colo, mas a pequena esfregava a mão no peito devagar e com força, deixando sua mãe ainda mais desesperada. “Puck? Ela não está respirando.”
“Maya. Olha para o tio. Respira devagar, calma, não chora, olha pra mim.” Puck já estava em pé ao lado das duas tentando ajudar, mas Maya ficava cada vez mais desesperada chorando, enquanto tentava respirar.
Santana colocou sua mão no peito da filha e ao olhar nos olhos da mesma, percebeu o desespero e que Maya realmente não estava respirando. A latina nunca viu sua filha desse jeito e começou a se desesperar, porque a pequena não só estava sem ar, como também suas mãozinhas estavam congelando.
“Maya, respira, filha, respira!” A latina falava tentando manter a calma, mas era difícil ver que sua filha sem conseguir respirar um pouco de ar que fosse.
“M-mama.” O modo sufocado como Maya chorava deixava Noah e Santana ainda mais assustados, até porque, a pequena já passou alguns apuros com falta de ar e ataque de bronquite, mas nada parecido com isso.
“Mijá.” Santana sentia uma lágrima escorrer por sua bochecha, enquanto segurava sua filha em seu colo sem saber o que fazer.
“Hospital” Noah comentou começando a andar pela sala a procura da chave de seu carro. “Vamos levá-la para o hospital.”
Sem pensar, Santana calçou seu sapato, enquanto Noah pegava sua bolsa e os dois saíam rápido para o hospital, sem terem cabeça para chamar Rachel e Brittany. A latina estava com Maya chorando em seu colo, puxando a gola de seu pijama se sentindo sufocada e a latina podia ver o quanto à pequena estava ficando vermelha por estar se arranhando conforme puxava a blusa.
“Maya, vai ficar tudo bem, não chora, não chora!” Puck falava com a pequena no elevador, e quando o mesmo se abriu, os três foram rapidamente até o carro de Puck estacionado logo a frente do prédio.
Santana se sentou no banco de trás com Maya, sentindo seu coração apertado. Ela estava tão desesperada que não sabia o que fazer. A latina chorava em silêncio, com as lágrimas escorrendo por sua bochecha com medo de que algo acontecesse com sua filha no caminho do hospital.
“Puck, e-ela não está respirando!” Santana falava alterada enquanto sua filha praticamente desmaiava em seu colo, parando de se mexer. “Maya? Maya?” A latina chamava a pequena dando leves tapas no rosto da mesma que fechava os olhos caindo para o lado, mas logo os abria quando sua mãe a chamava. “Mijá, olha pra mim. Maya!” Santana gritou ajeitando Maya em seu colo, colocando a mãozinha da pequena contra seu peito para que a mesma sentisse a respiração da mãe. “Maya, presta atenção. Presta atenção na mamãe, mijá, tenta respirar, por favor, por favor, mi amor, tenta respirar igual a mamãe.” Santana implorava chorando para que sua filha seguisse sua respiração, mas a pequena apenas a olhava fazendo bico chorando e Santana podia ouvir a falha na respiração da filha.
“Ma.” A pequena sussurrou fraca a ponto de não conseguir respirar e fechando seus olhinhos deitando sua cabeça no peito da sua mãe.
“Não!” Santana gritou, levantando a cabeça de Maya. “Não, não, não, não” A latina falava rapidamente deitando a cabeça de sua filha em seu braço, dando tapas novamente de leve contra o rosto da pequena que abria e fechava seus olhos lentamente, chorando pouco.
“Chegamos!” Puck estacionou seu carro na frente da porta de emergência, saindo rapidamente, abrindo a porta para que Santana saísse carregando Maya que estava desmaiada em seu colo.
“Alguém ajuda!” Puck gritou ao ver uma enfermeira a sua frente, que veio correndo na direção dos dois. “E-ela não está respirando.”
“Ela tem bronquite e...” Santana falava chorando, enquanto outros enfermeiros se aproximavam com uma maca e uma máscara de oxigênio, pegando Maya de seu colo. “E-eu não sei o que aconteceu, por favor, faça alguma coisa.”
“Vamos levá-la para dentro.” Uma médica que estava ao lado dos enfermeiros pediu que os mesmos levasse Maya para dentro da ala pediátrica. “Não se preocupe, nós vamos cuidar dela.” A médica comentou enquanto Santana andava ao lado da maca segurando a mão de sua filha, mas logo quando chegou próximo a uma porta no corredor, um dos enfermeiros a fez parar.
“Desculpa, senhora, mas a partir daqui, eu peço que aguardem enquanto cuidamos dela.”
“Não!” Santana gritou tentando passar pelo enfermeiro, mas o mesmo bloqueava seu caminho. “Ela é minha filha, ela precisa de mim!” A latina falava alto e quando tentou novamente passar pelo enfermeiro, Puck passou seus braços em volta dela, a segurando, puxando-a para perto dele.
“Shh, eles vão cuidar dela.” Puck falava abraçando a latina, que se virava escondendo o rosto sobre o peito do amigo, chorando desesperada.
“Mi bebé. No puedo perder a mi bebé” Santana chorava, falando contra o peito de Puck.
“Ela vai ficar bem, você não vai perdê-la.” Puck respirava fundo, fechando seus olhos, abraçando Santana com força e pela primeira vez depois de anos, começou a rezar pedindo que nada acontecesse com Maya, porque ele sabia que Santana jamais seria a mesma se um dia perdesse sua filha que sempre foi uma parte dela.
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