Notas iniciais
Oiii gente, primeiro de tudo eu queria avisar pra vocês que fiz uma nova fanfic chamada "Seven Devils - http://fanfiction.com.br/historia/497554/Seven_Devils/" Pra quem gosta de coisas sobrenaturais acho que vai gostar dessa aqui. Se vocês quiserem dar uma olhada fiquem a vontade!!!! Agora queria me desculpar pela demora pra atualizar essa fanfic, mas aqui está, um capítulo novo pra vocês!!! xxx

Um mês depois.

“Bom, então eu vou ir dar aula e se você precisar de alguma coisa é só me ligar.” Santana falava pela última vez com Quinn antes de sair.

A loira ficaria tomando conta de Maya essa tarde, já que era seu dia de folga e a pequena insistiu que queria ficar com Fabray.

“Ela vai querer tirar uma soneca à tarde, então você pode cansa-la o quanto quiser. Correr com ela, pular, tanto faz.” Santana comentava fazendo Quinn sorrir. “Nós vemos mais tarde?”

“Mhm, nos vemos mais tarde.” Quinn se aproximou depositando um selinho demorado nos lábios de Santana. “Não se preocupe, eu e Maya ficaremos bem.” Fabray piscou e Santana sorriu acenando antes de ir embora.

As duas estavam se dando bem cada dia mais. Quinn ainda estava fechada e não conseguia deixar Santana entrar 100%. A loira surtava ainda por algumas coisas porque tinha medo, mas se recuperava com calma todas as vezes que se abria para Brittany. Fabray e Maya estavam cada vez mais próximas e muitas vezes Maya ainda chamava Quinn de mãe. Principalmente nos dias que Quinn dormia em sua casa e a colocava para dormir. A loira já não se sentia mais tão desconfortável, na verdade, ela aprendeu a gostar e se acostumou.

O aniversário da pequena estava chegando e com ajuda de Brittany, Quinn exigiu que ela ficasse a frente dos preparativos, porque ela faria uma grande festa para Maya. No começo Santana negou, dizendo que não era necessário, mas com tamanha insistência de Quinn, a latina acabou liberando.

“Quinn!” Maya chamava Fabray de seu quarto. “Quinn!”

“Oi, M.” Quinn entrava sorrindo no quarto de Maya, encontrando a pequena usando seu pijama da hello kitty, olhando no espelho enquanto tentava arrumar seu cabelo.

“Argh, eu não consigo arrumar meu cabelo.” A pequena respirava fundo olhando frustrada para Quinn.

“E o que você está tentando fazer, miss Lopez?” A loira brincava se aproximando de Maya.

“Uma trança.”

“Mm, eu sou especialista em tranças.”

“Sério?” Maya perguntava empolgada. A pequena adorava tranças e sempre quis aprender como se fazia.

“Sério. Vem, eu te ajudo.” Quinn pegou Maya no colo, colocando-a em cima da cama e se sentando ao lado. “Vira de costas.” Maya se virou e Quinn começava a trançar o cabelo da morena rapidamente, já que eram fios finos e lisos. “Pronto, M.” Maya se levantou indo até o espelho do seu quarto e olhando.

“Trança francesa.” A pequena se empolgava. “Obrigada, Q.” Maya sorriu e Quinn fazia o mesmo. “Mm, agora eu estou com fome.”

“Ok, baby girl, vamos comer alguma coisa então.” Quinn segurou a mão de Maya e as duas foram juntas para a cozinha. Fabray não era uma ótima cozinheira, mas tinha feito ovos e bacon – seu preferido.

Maya se sentou de frente para Quinn, pegando suas frutas cortadas que Santana separou, enquanto a loira comia seu café – nada saudável comparado com o de Maya. Hoje elas teriam um ótimo dia programado com várias coisas divertidas, incluindo assistir filmes sem parar.

Xxxx

“Podemos assistir filmes na cama da mamãe?” Maya perguntava enquanto carregava seus filmes até Quinn.

“Claro que podemos.” Quinn sorriu e a pequena mudou de direção indo para o quarto de sua mãe e colocando todos os filmes em cima da cama. “E então, qual vamos assistir primeiro?”

“Mmm” Maya pensava espalhando seus DVDs no colchão. “O que acha desse aqui?” Ela mostrava o filme os incríveis e Quinn sorriu assentindo. “Toma, coloca você.” A pequena estendeu o dvd para que Quinn pegasse, enquanto ela ia deitar na cama.

Quinn colocou o DVD e enquanto passava os trailers do filme a mesma foi para a cozinha colocar pipoca para estourar no micro-ondas. Ao voltar para o quarto, Maya estava atenta na televisão, onde o filme já tinha começado e mal notou que Quinn voltava com a pipoca em mãos.

As duas ficaram em silêncio assistindo o filme e comendo pipoca. Vez ou outra Maya comentava algo sobre um dos personagens fazendo Quinn sorrir ou até mesmo se mostrar interessada.

Depois que o filme acabou Maya e Quinn decidiram brincar de pega-pega. A pequena corria de um lado para o outro no apartamento, enquanto Fabray tentava pegá-la. Estava sendo divertido brincar com Maya. Quinn nunca imaginou que um dia estaria em uma situação como essa. Até porque, ela sempre evitou se relacionar e ter um relacionamento onde incluía uma criança estava definitivamente fora de questão.

“Você não me pega, você não me... Ah!” Maya gritava quando Quinn se aproximou a pegando no colo e apertando.

“Te peguei!” Maya ria sem parar passando seus braços em volta do pescoço de Quinn e se agarrando na loira com força.

“Você me pegou, mamãe” Maya falava rindo, fazendo Quinn sorrir ao ouvir a pequena novamente lhe chamar de mãe. Bom, pelo menos não a assustou tanto como da primeira vez. Quinn não disse nada, apenas colocou a garotinha no chão e saiu correndo.

“Agora você quem não me pega.” A loira falava de longe entrando no quarto de Santana e se escondendo atrás da porta.

“Eu vou sim!” Maya gritou entrando no mesmo quarto e para sua surpresa, Quinn não estava lá. A pequena estava com um sorriso estampado no rosto começando a procurando Fabray embaixo da cama, dentro do banheiro e quando voltava, Quinn saiu de trás da porta assustando Maya que começava a gritar e rir desesperada e a pegando no colo. “Socorro!” A pequena gritava e Quinn começava a fazer cócegas a deitando na cama.

“Você não me pegou.” Quinn depositava um beijo na testa de Maya, parando com as cócegas.

“Mas não valeu, porque você se escondeu.” A pequena apontava para Fabray que franzia o cenho. “Você roubou”

“Eu não.” Quinn agora se deitava ao lado de Maya que começava a se ajeitar abraçando a médica.

“Roubou sim e não vale”

“Então depois brincamos mais, está bem?” Quinn abraçava Maya que demonstrava estar cansada.

“Está bem.” Maya se ajeitava mais para perto da médica e seus olhinhos lutavam para ficar abertos.

Já estava tarde. Ambas já tinham almoçado antes de começarem a ver o filme e Quinn sabia que a qualquer momento, Maya dormiria. Elas já tinham brincado depois do café e depois do almoço a pequena decidiu que seria o horário do filme. Ela planejava ver filmes o dia inteiro, mas sua vontade de brincar com Quinn falava mais alto e agora era horário exato da sua soneca.

Quinn por sua vez também tinha cochilado junto com Maya, as duas estavam dormindo quando o celular da médica começou a tocar sem parar fazendo-a acordar e se levantar rapidamente para que Maya não acordasse também.

A loira saiu procurando pelo seu telefone, ainda sonolenta e quando achou, ao olhar para a tela, viu que era do hospital e resolveu atender. Era a médica que estava em seu plano essa tarde querendo informações sobre um dos pacientes porque a mãe do mesmo, não queria que Dra Bennet aplicasse remédio em seu filho sem antes confirmar com Quinn se o mesmo não teria reação alérgica. Fabray confirmou que não tinha problema algum e Dra Bennet agradeceu e desligou.

Quinn balançou a cabeça negativamente. Ela adorava todos seus pacientes, afinal, eram todas crianças, mas às vezes, os pais lhe irritavam por serem tão chatos a ponto de fazer isso. Se Dra Bennet estava em seu lugar é porque é uma médica confiável, não precisava fazer tanto drama.

Após colocar seu celular de volta em sua bolsa, Quinn se sentou no sofá ligando a televisão. A casa já estava toda ajeitada e não tinha mais o que fazer. Ela pensou em ligar para Brittany, mas uma hora dessas a mesma deveria estar ocupada e Quinn começava a sentir falta de Santana. É tão melhor quando Santana está por perto, porque a médica nunca fica entediada.

Alguns minutos se passaram e Quinn estava quase cochilando novamente no sofá. Seus olhos lutavam para ficar abertos, mas antes que ela pudesse se entregar ao cansaço, Maya apareceu na sala com a mão em seu peito, chamando atenção de Quinn.

“Maya, o que houve?” Quinn se levantava do sofá indo em direção à pequena latina e percebeu que a mesma estava com falta de ar e começava a chorar. “Hey, hey, não chora, está bem?” Maya assentiu. “Vamos dar um jeito nessa falta de ar.” A médica a pegou no colo, levando-a para o quarto da mesma. “Agora me diz onde está o seu inalador?”

“No armário.” Maya falava com a voz fraca se segurando para não chorar novamente. “Isso nunca para, mamãe” A pequena falava fazendo bico e fechando seus olhos.

Ao ver aquilo, Quinn sentia seu coração apertar. Ela amava Maya e vê-la tão frágil daquele jeito partia seu coração em pedaços.

“Não se preocupe, está bem? Nós vamos fazer isso parar, baby girl.” Quinn agora colocava o inalador em cima da prateleira, preparando com remédios no copinho do mesmo e o fechando. Ela pegou o elefante levando consigo para a cama. “Pronto, prende isso aqui.” Quinn passava o elástico da mascara do inalador pela cabeça de Maya. “Encosta aqui direitinho.” A médica ajeitava os travesseiros na cabeceira da cama e a pequena encostou. “E pronto.” Agora ela ligava o inalador e se sentava do lado de Maya, passando seus braços por trás das costas da pequena, que rapidamente tratou de encostar suas costas contra o peito de Quinn.

Enquanto Maya fazia sua inalação, elas mal ouviram que a porta da frente se abria. Quinn estava distraída olhando a pequena atentamente, enquanto a mesma brincava com os dedos de Quinn e ria vez ou outra.

“Ah, aqui estão minhas duas garotas.” Santana entrava no quarto de Maya sorrindo se aproximando de Quinn, depositando um selinho nos lábios da mesma e logo se virando para Maya e beijando a cabeça da filha.

“Desculpe sobre isso” Quinn falava apontando para Maya. “Eu acho que ela se esforçou demais brincando e rindo o tempo todo.”

“Imagina, Quinn.” Santana se sentava no pé da cama colocando sua mão sobre a coxa da médica. “Não se preocupe.”

“Mm, hoje eu vou precisar voltar para o meu apartamento.” Quinn comentava enquanto passava a mão no cabelo de Maya. “É dia de correspondências”

“Aww eu vou sentir sua falta.” Santana se aproximava depositando outro beijo nos lábios de Quinn que sorria.

“Eu também vou.” Maya falava contra a máscara.

“Logo vamos nos ver de novo, está bem?” Quinn depositava um beijo na cabeça de Maya que assentiu.

“Hoje nos brincamos muito, mama.” A pequena começava a falar ainda contra a máscara do inalador. “Corremos, assistimos filmes, ajudei Quinn fazer o almoço e ficou muito bom, não ficou, mamãe?” Quinn sorriu na direção de Santana, que sorria de volta. Depois de dias, era a primeira vez que Santana ouvia Maya chamar Quinn dessa maneira e ela não podia negar que gostou de ouvir. “Bom, ela não é tão boa cozinheira igual você, mami, mas...”

“Hey!” Quinn olhava para Maya que começava a rir assim como Santana. “Fizemos ótimas batatas assadas.”

“Fizemos” A pequena continuava rindo. “Ficou muito bom”.

“Eu imagino, mijá. Deve ter ficado uma delícia.” Santana piscava para Maya e Quinn semicerrava os olhos.

“Que complô” A médica brincava balançando a cabeça, recebendo logo em seguida dois selinhos de Santana.

Xxxx

O relógio marcava 10 horas da noite e Quinn precisava ir embora. Maya já estava se sentindo bem. Quinn tinha lhe dado um banho e em seguida Santana colocou a pequena para dormir.

“Obrigada por ter cuidado dela hoje.” Santana agradecia enquanto seus braços estavam envolvidos em volta da cintura de Quinn, com o corpo colocado ao dela.

“Imagina, foi ótimo ficar com ela essa tarde e me distraiu um pouco.” A médica passava seus braços em volta do pescoço da latina.

“Espero que você não tenha se assustado novamente por ela ter te chamado de mãe.” A latina comentava. No fundo Santana ainda se preocupava com isso. Ela sabia que Quinn ainda surtava com algumas coisas quando se tratava de relacionamento sério e o fato de Maya continuar chamando-a de mãe, demonstrava que a pequena esperava muito mais de Quinn do que ela imaginava.

“Um pouco. Ainda não me acostumei com isso.” Fabray sorria de lado depositando um selinho nos lábios de Santana.

“Quinn,” A latina respirava fundo pensando novamente em tentar conversar sobre terem algo sério, já que todas as vezes que ela tentou, Quinn corria do assunto sem pensar. “Você sabe que eu gosto muito de você, muito mais do que eu posso controlar e. – “

“Santana.” Quinn interrompia a latina. “Nós já conversamos sobre isso, está bem? Eu não namoro, não posso e não consigo. Nós concordamos que iríamos devagar pra eu conseguir me abrir e as coisas não são tão fáceis como você imagina.” A loira saia do abraço de Santana.

“Eu estou te dando todo o tempo e espaço do mundo, mas e eu? Estou tentando ser compreensiva e paciente, mas você também precisa ajudar e entender o que eu estou sentindo, Quinn.” Santana era calma, mas seu coração batia forte todas as vezes que entravam nesse assunto.

“Santana, eu nunca pedi pra você ser compreensiva comigo ou paciente, não temos exclusividade e você pode arrumar outra pessoa se quiser.” Quinn não tinha certeza se era isso que ela queria falar, mas quando viu, as palavras já tinham saído de sua boca. Ela sentiu seu coração apertando ao ver a nos olhos da latina o quão quebrada ela tinha ficado. É óbvio que Quinn não queria Santana com outra pessoa e muito menos Maya chamando outra pessoa de mãe. Ela gostava de tudo o que tinha com as duas latinas, mas ainda não era fácil admitir para si mesma que gostava de Santana. Era difícil demonstrar para a latina o quanto a queria.

Ao ouvir as palavras de Quinn, Santana sentiu seu coração apertar. Seus olhos automaticamente começaram a se encher de lágrimas e ela mal conseguia respirar. Então é isso? Quinn achava que não eram exclusivas e que podiam sair com outras pessoas? Talvez seja isso que Quinn faz. Ela sai com outras pessoas nas noites que não passa com Santana, certo? A latina começou a sentir seu sangue esquentar e rapidamente ela sentia a raiva subindo pelo seu corpo.

“Deve ser isso o que você faz, né?” Santana começava a atacá-la. “Deve sair com médicos e outras pessoas nas semanas que não vem pra cá alegando que precisa trabalhar.”

“Não, Santana.” Quinn arqueava sua sobrancelha. “Não é isso que eu faço, eu não estou saindo ou vendo outra pessoa. O que eu estou querendo dizer é que nunca te prometi nada e você não precisa ficar esperando por mim.”

“Que droga, Quinn” Santana tentava não alterar sua voz, lembrando de que Maya já estava dormindo. “Você acha que depois desse tempo todo é fácil sair com outra pessoa assim?” A médica ouvia calada. Ela sabia que Santana estava machucada e a mesma não tinha o que falar. “Seria muito mais fácil se eu não tivesse me apaixonado por você.” A latina agora encarava Quinn, encontrando os olhos da mesma.

Quinn sabia exatamente o que Santana estava querendo dizer com tudo isso e sentiu seu coração pulando, como se fosse saltar pela sua garganta. A loira fechou seus olhos mordendo o canto de seus lábios, enquanto ambas ficaram em silêncio. Ela não gostava de ouvir essas três palavras e torcia mentalmente para que Santana não as dissesse.

“Quinn, eu te. – “

“Não!” Quinn rapidamente se aproximou de Santana interrompendo a mesma. “Não diz isso, Santana.” Seu coração agora definitivamente ia saltar por sua garganta e quem chorava era ela.

“Quinn, eu não posso negar algo tão forte, eu realmente estou apaixonada por você e você sabe disso.” Santana aproximava seu rosto ao da médica, deslizando sua mão pelo pescoço da mesma até sua nuca.

“Não.” Quinn balançava a cabeça suavemente e antes que Santana pudesse beijá-la, ela se afastou pegando suas coisas. “E-eu preciso ir.”

“Quinn, espera!” Santana a chamou, mas Quinn já tinha saído pela porta de sua casa como um foguete deixando a latina lutando contra seus próprios sentimentos. Ela amava Quinn, o que tem tão errado tinha nisso? E Santana tinha certeza que Quinn sentia o mesmo. A médica podia negar, mas o modo como à mesma olhava para a latina a entregava, por que então Quinn fazia tanta questão de negar isso? E agora dizer que Santana não precisava esperá-la. Como se fosse fácil deixar tudo isso para trás. O amor que Santana sentia por Quinn era grande demais para ser substituído por outra pessoa. No momento tudo o que Santana queria, era que Quinn se abrisse com ela e deixasse toda essa insegurança de lado.

Enquanto Santana lutava para entender Quinn, a médica continuava chorando a caminho de casa. Ela sabia que também sentia o mesmo pela latina, mas não. Ela não se permitia se apaixonar. Isso era um sentimento inaceitável, porque seu trabalho vai sempre vir em primeiro lugar e ela não quer sofrer ao ter que um dia deixar Santana e Maya. Ela sabe que a pequena ficaria arrasada, assim como sua mãe. Quinn machucaria as duas e no momento, tudo o que Fabray pensava, era em sua irmã Cassie e no que ela faria nesse momento.

Quinn prometeu que ajudaria todas as crianças e não deixaria que nada acontecesse com elas e se ela se abrir e deixar Maya e Santana entrarem definitivamente, ela poderia machucar Maya. A mais doce criança que ela já conheceu e isso ela não se perdoaria. Ela ama suas duas latinas, mas Quinn não entra em relacionamentos. Até porque, todos um dia vão embora.

Assim que a médica chegou em seu apartamento, algumas correspondências já estavam a sua porta. Ela as pegou e destrancou sua porta entrando, colocando a chave na mesa de centro de sua sala e olhando suas cartas até que a última, chamou sua atenção. “Hospital Infantil da Flórida.” O coração da loira começava a acelerar. Não é possível. Depois de meses esperando por isso... Como? Céus. Quinn rapidamente abriu a carta começando a ler o conteúdo. Ela não sabia se sorria ou se chorar e preferiu manter-se neutra. Leu as últimas linhas e fechou seus olhos colocando a carta em seu colo.

“Finalmente, Cassie.” Ela falava em voz alta encostando sua cabeça no sofá e começando a chorar sem parar com a imagem de sua irmã, Santana e Maya que passavam por sua cabeça.

Notas finais
Review?? xx