Notas iniciais
Olá pessoal, essa é a primeira fanfic que eu tomo coragem pra postar aqui, por favor comentem, falem comigo pra eu conseguir mais inspirações pra continuar e não desistir da fic hehehe. Aproveitem a leitura.
xoxo

Era uma noite quente, o que era estranho já que estava no meio do inverno, um jovem andava impaciente dentro de casa a procura de algo pra fazer. Stan era seu nome; Stan tinha 16 anos e era um daqueles garotos que não gostavam de ficar quietos, mas também era daqueles que não gostavam de ir a festas ou algo do tipo.

Stan tinha um certo tipo de beleza que por onde passava chamava atenção, tinha em cerca de 1,77 de altura, olhos negros e cabelos da mesma cor, uma pele tão branca como o papel, magro e com uma barba baixinha que deixava várias meninas loucas, e tinha um pequeno alargador em sua orelha esquerda.

Ele andava de um lado para o outro, impaciente, sem saber o que fazer. Suas redes sociais estavam quietas, o que era estranho, chegou ele a conclusão de como era uma sexta a noite os, seus amigos deveriam estar em alguma festa por isso não estavam falando; resumindo: aquela noite estava sendo uma das piores.

Até que por fim, ele resolveu ir assistir alguma coisa na tv. Nada estava chamando sua atenção na tv, só os mesmos programas ridículos e novelas que ninguém mais assistia, então ele resolveu ir assistir alguma serie no Netflix. Colocou a ultima serie que estava nos seus últimos vistos, que era Arrow.

Por volta das duas da manha, Stan acordou molhado de suor no sofá da sala onde adormecera, então ele ouviu um barulho vindo de fora e logo reconheceu que era um trovão. Percebeu que a televisão estava passando um outro episodio totalmente diferente do que ele tinha colocado, então ele pausou e tirou do episodio. As luzes estavam todas apagadas tanto as da sala como as do resto da casa, pois estava sozinho já que seus pais tinham saído e seus irmãos mais velhos tinham seus próprios planos.

A luz da tv banhava a sala deixado a mesma um pouco iluminada. Ele sentiu um vento frio vindo de fora e percebera que começara a chover, logo se apressou para fechar a janela da sala pois estava começando a molhar os moveis dentro de casa.

Quando fechou a janela, ele ascendeu as luzes e colocou uma roupa mais quente pois esfriara rápido. Ele olhou o relógio do celular e viu que passava das duas e meia da manhã e estava sem sono algum, já que tinha acabado de acordar.

Foi ver suas mensagens e dessa vez tinham várias, e uma boa parte dessas mensagens era de um numero desconhecido; o numero deixou 12 mensagens pra ele, 6 diziam ‘agora é a sua vez...’ as outras 6 diziam ‘você é o escolhido...’ e mais uma tinha acabado de chegar, totalizando 13 ‘é você.’. Ele, sem saber o que tinha acabado de ler, perguntou de quem era esse numero e como tinha conseguido o seu, nada nem ninguém respondeu, ele ficou meio assustado com o que tinha acabado de acontecer, perguntou mais uma vez e perguntou se era um de seus amigos fazendo algum tipo de brincadeira, mais uma vez ninguém o respondeu. Ele resolveu então perguntar a seus amigos se tinha sido algum deles, e todos negavam, ele simplesmente achou que foi engano, apagou a mensagem, voltou a apagar as luzes e esqueceu o ocorrido.

O menino dos cabelos negros ficou mexendo em seu celular e assistindo filmes aleatórios que estavam passando na tv até umas quatro e meia da manhã, e foi nessa hora que ele ouviu um barulho de porta sendo aberta seguido de passos para dentro da casa vindo do andar debaixo. O gelo tomou conta da sua espinha fazendo com que ele se arrepiasse e paralisasse no local, permaneceu parado mas ao ouvir que os passos estavam indo em direção a escada se levantou lentamente e foi para atrás das densas e grossas cortinas que haviam em frente a janela (para se esconder caso fosse algum assaltante ou algo do tipo) ficou espiando para ver se via alguém, ate que uma cabeça apareceu no topo da escada e ele logo reconheceu aqueles cabelos que eram quase tão negros quanto os dele.

‘Caleb, não me assuste mais desse jeito!’ falou ele gerando susto e olhares de espanto no irmão e em sua acompanhante.

‘Stan! Eu digo o mesmo pra você, seu idiota!’ disse o irmão com a mão no coração que estava acelerado. ‘Achei que estivesse dormindo, caramba. Por isso não fiz barulho ao entrar!’ concluiu ele acalmando-se.

‘Não consegui pegar no sono. E quem é essa dai?’ ele ainda estava um pouco assustado para se importar com educação naquele momento.

‘ “essa dai” tem nome, e é Sabrina!’ falou a moça com a voz alterada e fina que tinha, e jogou os cabelos loiros platinados para trás. ‘Prazer, esse dai!’ ela fez questão de enfatizar “esse dai” em um tom grosseiro.

‘Prazer...’ disse ele com um sorriso meio assustador no rosto que fez a moça se arrepiar. ‘então quer dizer que essa dai é a de hoje, Cal?’ falou no mesmo tom grosseiro dela

‘Stan!’ falou Caleb já se estressando e quase gritando com o irmão mais novo.

‘Desculpa, desculpa. Mas olha, lembra de usar camisinha dessa vez, não vai fazer que nem você fez com aquela outra que quase ficou gravida.’ o sorriso meio assustador, que só ele na família tinha, ainda estava estampado no rosto e os olhares de desaprovação do casal inundaram o ambiente criando um clima desagradável entre os três.

‘Sabrina, me segue.’ Disse Caleb, andando com uma expressão não muito agradável no rosto, e a moça logo o seguia atrás, logo os dois deixaram o moreno sozinho na sala.

Stan era um tipo de irmão super protetor e que não aprovava os relacionamentos dos irmãos, ele sempre desaprovou todos os relacionamentos que os irmãos tiveram e dessa vez, mais do que nunca, odiou Sabrina com toda sua alma. Depois de ficar uns minutos amaldiçoando a menina nos pensamentos, se jogou no sofá e voltou a assistir algum filme que passava na tv.

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Na tarde do mesmo dia, Stan havia ido ao parque da cidade com o seu irmão e a Sabrina, pois não aguentava mais ficar em casa, chegando lá ele resolveu se afastar dos dois e ir pensar um pouco. Perto de onde estava havia uma floresta e antes que pudesse perceber ele estava em frente a entrada da densa e escura floresta coberta com uma nevoa fina, que era carinhosamente chamada de Floresta da Perdição pelo cidadãos da cidade.

Tinha algo naquele lugar que chamava sua atenção, logo um grito agoniante chegou aos seus ouvidos e por algum estranho motivo ele gostou do que ouviu e deu um leve sorriso e se perguntou se mais alguém tinha ouvido, logo o grito se tornou choro seguido de gritos, então percebeu que os gritos eram de dor física, de tortura. Ele se sentiu atraído pela dor e pelo sofrimento do dono dos gritos, o mesmo sentiu uma forte tentação de seguir e não lutou e deixou que seus pés o levassem floresta a dentro; árvores secas e mortas, barulhos estranhos e uma forte sensação de estar sendo observado estavam presentes exatamente naquele lugar, ele, de alguma forma, que nem o próprio sabia explicar, não se incomodou com essas coisas e apenas continuou seguindo seu caminho; cada vez indo para mais dentro da floresta e ficando cada vez mais escuro e difícil de se ver, o belo som do grito voltara e estava mais perto, ele conseguia sentir.

A cada passo que ele dava a partir daquele momento, os gritos se intensificavam, até que chegou no centro da floresta onde havia uma velha pequena cabana, as madeiras estavam podres e o cheiro de mofo podia ser sentido a metros de distância, ele via a hora daquele lugar cair a qualquer momento. Parou em frente e ficou examinando a cabana, ouviu mais uma vez o grito seguido de choro, mas dessa vez o grito foi de clemencia e enfim conseguiu identificar a voz, era Sabrina; suspirou profundamente e deu um sorriso largo de como quem estivesse apreciando o que estava ouvindo. Entrou na cabana com uma certa pressa, e logo depois que entrou a porta se fechou atrás dele com força, deixando ele e “Sabrina” – se é que fosse ela mesma – sozinhos no escuro da cabana. Por fim um sussurro chegou ao seu ouvido

‘É... você...’ um pouco assustado com o que ouvira, se virou pra ver quem estava as suas costas, mas para sua surpresa não havia ninguém, quando se voltou para frente, meio confuso, seus olhos encontraram com um par de olhos vermelhos tão forte quanto o sangue que logo percebeu que eles tinham um dono, alguém estava à sua frente e estava usando uma capa tão escura quanto o lugar onde estavam.

Stan tentou falar algo mas não sabia exatamente o que falar, a figura encapuzada saiu de sua frente revelando uma porta onde levava a outro cômodo onde havia luz, o garoto seguiu até o cômodo e assim que entrou avistou em uma das paredes uma Sabrina largada no chão ensanguentada, nua, com furo de facadas em todo corpo, marcas de espancamento em seu rosto, algemada e se debatendo bruscamente no chão. A figura mais uma vez sussurrou ao ouvido do rapaz.

‘Faça...” indicando um machado para Stan do outro lado da sala.

Um desejo subiu aos olhos do menino enquanto ele andava em direção a menina, ela suplicava e pedia para q ele não o fizesse. Chegou mais perto da menina e fincou o machado em seu ombro espalhando sangue para todos os lados, retirou e fez mais uma vez no outro ombro, ela gritava de dor e pedia por piedade mas ele não a escutava, fez uma vez na barriga e continuou fazendo por mais alguns segundos até q por fim ele retirou a cabeça e viu o corpo sem vida caindo no chão de madeira da cabana. Todo ensopado de sangue, Stan procurou a figura encapuzada mas não encontrara em lugar algum, avistou algumas toalhas e um balde d’água ao lado, se limpou e saiu da cabana voltando para o parque.

Notas finais
Bem pessoal, foi isso, espero que tenham gostado, comentem o que acharam, façam criticas construtivas, sem me crucificar por favor, digam o que falta. Até a próxima, que eu não exatamente quando vai ser, espero que seja em breve.
xoxo
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.