Retrospectiva


Um Hollow estava para atacar Kazumi. Ela criou uma esfera de água na mão e atirou contra o seu rosto destruindo-o. Ela estava um pouco ofegante. Assim que o Hollow morreu, uma Garganta se abriu e outro saiu de lá colocando a língua para fora e agarrando Kazumi no alto com sua mão esquerda. Ele ria enquanto mexia sua língua de um lado para outro faminto.

- Você...é...minha...NINGEN! – Ele expressou glutão e então abriu a boca ao máximo.

Kazumi estava assustada, até que...

- Você não pode fazer isso. É feio sabia?Ainda mais quando se trata de uma mulher.

Kazumi observava o braço do Hollow que a segurava cortado no meio e pegando fogo, bem como toda sua face e tórax. Ela soltou-se e ele desintegrou.

No chão, assustada, olhou para trás e encontrou um garoto de cabelos azuis que usava um ray-ban preto e segurava uma espada flamejante, porém material, na mão direita. Diferente da katana de Matsume, sua katana não era essencialmente elementar, ou seja, a haste da espada era realmente de metal. Ele olhou para ela sorrindo.

- Olá. Eu sou Alexandre Seichõ, prazer. – ele se apresentou descendo um pouco o Ray-ban pelo nariz.

CAPÍTULO 9: Bleach – Gillian?!

Kazumi e Matsume chegavam na escola. Muitos alunos estavam lá fora conversando, gritando...

- Matsumeee!!! – gritava alguém vindo atrás.

Ela olhou. Era Hideraro com Rishimoru ao seu lado.

- Que saudade! – expressou Hideraro observando-a.

Ele estava muito contente. Há muito tempo não se via ele assim. De qualquer maneira, é assim que ele era quando passava bem. É a primeira vez desde que chegou da Espanha que ficou contente.

- Hideraro-kun?! – disse Matsume baixo, porém, com os olhos chamejantes.

Hideraro a abraçou. Foi um cumprimento bem saudoso.

- Tudo bem com você Hideraro-kun? – Matsume perguntou.

- Sim. As dores passaram.

Era verdade. Ele acordou bem neste dia e apesar de ainda sentir as dores, isso acontece somente se ele fazer um movimento abrupto.

- Mas e você, por que não veio ontem? – ele questionou.

- Ah! Sabe?! Estava com muito sono. – Matsume respondeu sorrindo e comichando os cabelos lisos e enormes.

- Você está bem Kazumi-chan? – perguntou Rishimoru.

- Sim. Com certeza. – respondeu ela como a amiga.

Kazumi parecia diferente do dia anterior. Estava mais risonha e não usava uma blusa por baixo da camiseta da escola.

- Isso é bom – concluiu ele sorrindo para ela.

Ela retribuiu.

- Aaah...Kazumi-chan...bom dia – disse Hideraro titubeando. Ele notou que havia esquecido dela.

- Bom dia pra você também Hideraro-kun. – ela replicou virando de costas. – Vamos, vamos entrar! – ela sugeriu.

- Matsume-san!!! E o Doroni-san? Provou para ele que você era capaz de dar uma rasteira no Ichikaze? – Rishimoru perguntou para Matsume colocando suas mãos nos ombros dela como se fizesse trenzinho.

- Não. – respondeu ela sorrindo. – Mas não se esqueça que você tem que chamar o diretor Ayame de Gordo-san com eu e Doroni pertos.

- ÃHN?!

- É, isso mesmo – ela confirmou presunçosa dando dois tapinhas na mão de Rishimoru.

- Aaaaaaah!!!! – ele caiu de cabeça no chão desapontado. – É mesmo – disse austero quando se levantou.

Eles continuavam conversando.

Hideraro-kun ria. Kazumi estava a seu lado olhando para frente.

- Veja como eles estão bem. – ele disse a ela tentando iniciar conversa.

- Eles sempre são assim. – ela respondeu ainda olhando para frente.

- Hmm...você está bem? – Hideraro perguntou com aparente receio do que acontecera outro dia.

- Sim. Estou sim.

- Mas eu já fiz isso. Ah!Ah!Ah! Eu já fiz isso! – Rishimoru dizia extasiado para Matsume.

- Sério?

- Sim. Ontem você faltou. Por isso não pôde ver. Ah!Ah!Ah!Ah! Me deve 2500 ienes!

- Mentira.

- Como?

Matsume fechou os olhos e encurtou a boca presunçosa. – Mentira.

- Claro que não. Você está dizendo isso porque não quer me pagar.

Matsume olhou de lado para ele. Aquilo foi tenebroso e Rishimoru estava assustado.

- Mas, co...como você sabia?

- Eu consigo ser, no mínimo, mais esperta que sua burrice.

- Ai! Isso machuca sabia – disse ele impotente.

- Sério? Vai machucar mais no Doroni-san por se deixar subornar.

Matsume era incrivelmente esperta. Eu digo isso como leitor.

Hideraro e Kazumi riam.

- É, parece que ele vai perder. – Kazumi disse.

- Pobre coitado! Além de perder dinheiro com Doroni vai ter que pagar Matsume ainda.

- Com certeza. – Kazumi assentiu rindo.

Hideraro olhou pra ela.

- Sabe, ontem eu pensei que estivesse nervosa comigo.

- Não. Foi só um dia cansativo. Não foi tão bom mas, quem pode negar que já teve um dia assim? – ela perguntou.

- Todos tem dias ruins na vida. – ela mesma respondeu sorrindo.

Hideraro estava muito mais tranquilo em ver uma Kazumi diferente. Se aquela era a verdadeira ou não, ele não sabia, porém, ele queria vê-la daquele jeito. Ela, junto com Matsume e Raizo foram os únicos que se preocuparam em conhecê-lo quando veio para o Japão.

- Você não pode fazer isso. É feio sabia?Ainda mais quando se trata de uma mulher.

- Olá. Eu sou Alexandre Seichõ, prazer.

- Você é...um...

- Sim. Eu sou um Elemental fullbringer. Você é Ainaru Kazumi né?!

- Como...sabe meu nome?

- Fique calma. Está bem? Deixe-me ver...

- Sim, estou. Muito obrigado mesmo, mas não precisa se preocupar tanto.

- Certo, hehehe. Eu já me vou.

- Não! Espere!

Seichõ desapareceu numa técnica típica de fullbringers chamada bringer light (Inglês de “portador de luz”).

Kazumi pensava nisso tudo após ter dito sobre os dias ruins.

- Matsume – Hideraro chamou a amiga do lado que falava com Rishimoru.

- O que?

- Raizo não vem pra escola com vocês?

- Sim.

- Então cadê...

- Ele vai chegar um pouco atrasado. – Matsume interrompeu a pergunta de Rishimoru.

- Por que? – perguntou Hideraro.

- Ele estava ocupado.

- Mas já? Tão cedo?

- Sim. – Matsume respondeu.

- É que ele se esqueceu de lavar a louça e varrer a casa ontem de noite. – complementou Kazumi comichando o cabelo e rindo.

- Hmm...é, ih!ih!ih!, isso mesmo. – confirmou Matsume comichando o cabelo de Kazumi.

Vai saber né?

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Eles chegaram na sala de aula.

- ÃÃÃHN?! RAIZO-KUN?! – Rishimoru gritou aturdido com o que via.

Raizo estava sentado em seu lugar; duas mesas atrás da de Matsume. Usava uma camiseta de gola V bege com cordão e uma calça cinza de taquitel.

- Bom dia Rishimoru-kun. – saudou Raizo, pacífico como sempre. – Bom dia para todos vocês. – dessa vez para os outros amigos.

- Bom dia Raizo-kuuun! – Matsume respondeu sorridente acenando com a mão.

Kazumi também acenou com a mão sorrindo.

- Como você pode estar aqui? Você saiu depois das meninas.

Raizo somente olhava para ele.

Hideraro se aproximou e tocou em sua mão. – Olá cara. Bom dia para você.

Raizo assentiu com a cabeça. – Pra você também. – disse apertando a mão de Hideraro.

Rishimoru se sentiu ignorado. – ÊÊÊÊHN!!! I’m here! I’M HERE (Inglês de “eu estou aqui”)!!!

Raizo continuou a olhar para ele. Raizo era sério demais. Apesar de ter aquele cabelo marrom emaranhado o que o fazia aparentar ser extravagante, ele não era.

- Como você chegou aqui primeiro que nós? Como? Já sei. Você entrou pela janela, hehe. RAIZO-KUN ENTROU PELA JANELA. AH!AH!AH!AH!AH!AH!AH!AH!

Raizo o olhava sério. – Isso não é engraçado.

- Hã?

- E eu não pulei pela janela. Eu simplesmente cheguei sem que vocês percebessem.

Rishimoru cai desorientado e desapontado consigo mesmo.

- É Hideraro-kun, parece que você o deixou carente durante esses 16 anos – Matsume brincou.

- NANIII? – exclamou Rishimoru exasperado.

- Não. Hideraro não fez isso. – negou Kazumi.

- Isso, Ah! Ah! Ah!, isso. Arigatou Kazumi-chan, arigatou.

- Foram só 15 anos ainda – ela completou.

Em pilhéria (Em piada, quando se faz uma situação gracejosa incomum): Rishimoru cai pela janela que havia citado até a sacada da escola.

Todos gargalham, inclusive Raizo.

Com a professora na sala e todos organizados em seus assentos, Kazumi olha para Matsume ao seu lado e gestiona um “depois eu preciso te contar uma coisa”. Hideraro percebeu aquilo mas resolveu não se intrometer.

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No intervalo, Hideraro caminhava na mesma passagem que dava no fundo da escola frente a arvore que um dia ele subira para fugir.

- Hideraro-kun! – chamou uma voz por trás.

- Matsume?!

- Você não pretende fugir de novo né?!

Hideraro riu levemente. – Não. Eu só estou aqui porque é o melhor lugar para se pensar.

- Para se pensar é?! – Matsume falou hesitante.

Matsume normalmente não ficava daquele jeito.

- Há alguma coisa? – Hideraro perguntou.

- Não. Quer dizer, sim. – ela se corrigiu não olhando no rosto dele.

- O que é? Diga-me.
— Hum!...nada – ela negou.

- Pode me fa...

- Nada não. – ela o interrompeu rindo. – Não é nada de muita importância. Você não precisa saber. Eu acho. – este último ela disse baixo e balançando a perna direita de um lado para o outro.

- Hum! – Hideraro a olhava um pouco pensativo.

Ela teimava em se desviar dos olhos dele.

- Hideraro-kun...é...você já está melhor né? – Matsume perguntou vacilando.

- Sim.

- Ah! Isso é bom. – Matsume abraçou Hideraro com uma face super feliz.

Por um momento, ele se surpreendeu, porém, retribuiu o abraço.

- É, é bom sim. – Hideraro confirmou sorrindo já após Matsume ter se afastado.

Matsume exprimiu um sorrisinho envergonhado enquanto olhava para baixo e passava o pé no chão de um lado para o outro com as mãos se segurando. Era a primeira vez que ela se mostrava retida.

- Tem alguma coisa que quer me dizer Matsume?

Matsume suspirou. – Não. É...não tem.

Ela hesitava tanto que Hideraro não pôde acreditar.

- Eu sei que você está mentindo.

- Não estou...

- Está. Você está. – ele a interrompeu.

Ele não estava exasperado, muito pelo contrário, estava calmo. Matsume teimava a olhar para baixo até que ele segurou em seus ombros.

- Olhe para mim, olhe para mim. Me diga, o que você tem?

Matsume olhou para ele. – Você realmente quer que eu te diga Hideraro-kun? Quer que eu diga o que sinto?

Hideraro ficou perplexo.

Os olhos dela estavam irradiantes, como se dependessem dele.

— Si..sim – Hideraro respondeu deixando claro que entendeu do que ela estava se referindo.

Matsume, que já não estava tão longe da face dele, o beijou. Após alguns segundos, eles cessaram. Ambos se olhavam sérios.

- Bem, vamos! Já deve estar próximo da hora. – sugeriu Matsume com um belo sorriso no rosto e se virando para partir.

- É, já deve estar na hora. – Hideraro concordou sorrindo e então, se dirigiu para sua sala ao lado de Matsume.

Atrás da porta de vidro que separava o pátio dos corredores das salas, Kazumi observava os dois.

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Hideraro e Rishimoru voltavam da escola para casa.

- Hideraro-kun, eu não te vi no intervalo. Onde estava?

- Ah! Eu estava...perto daquela árvore aos fundos do pátio.

- Fazendo o que?

- Nada nada.

- Hum. Bem, e a Matsume, falou com ela?

- Sim, falei. Por que?

- Sabe? Já que gosta dela, e ela gosta de ti, assuma isso.

Hideraro olha para Rishimoru. – Deixa eu te contar sobre meu dia.

Rishimoru assentiu com a cabeça.

- Bem, foi assim...

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Kazumi e Matsume voltavam da escola para casa.

- Matsume-chan, você está bem?

- Sim. Por que não estaria?

- Ah! sabe? Você tem lutado contra muitos Hollows esses últimos tempos.

- Eu não lutaria tanto se você estivesse do meu lado.

Kazumi entristeceu-se. – Ah! Desculpe-me Matsume-chan.

- Eu não estou dizendo isso por você me deixar sozinha, estou dizendo para não me deixar sozinha.

- Mas eu estou indecisa ainda.

- Ah! Kazumi, deixa disso. Com certeza se você tem reiatsu não foi por acaso. É o destino que te deu. E se você tem de frente inimigos que precisam da ajuda de seus poderes, então atue.

- Meus inimigos precisam de mim? – Kazumi perguntou olhando para Matsume com os olhos estalados e curiosos.

- Com certeza. Você já percebeu que eles se alimentam de alma humana, mas não se deu conta que eles são almas não ceifadas. De qualquer maneira, é melhor salvá-los desse estado deficiente de uma vez por todas e salvar também as pessoas que estão com as almas em jogo do que desampará-las.

Kazumi olhou para frente pensativa. Sua amiga estava dizendo-lhe para destruir de vez a alma que se tornou um Hollow. Talvez Matsume estivesse certa e seria melhor acabar com essas almas em estado deplorável e diminuir as chances de que aumente o número de pessoas vítimas.

Matsume soprou a franja que alcançava os olhos. Ambas continuaram a andar.

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Kazumi e Matsume estavam sentadas no sofá da casa de Tsuki. Para quem não se lembra, Tsuki é mãe de Kazumi. O relógio dizia 18h e o dia estava bem escuro, quase quanto 6h.

- Kazumi-chan, eu esqueci de te contar! – Matsume exprimiu como se tivesse uma grande surpresa.

- Naniii?! – perguntou Kazumi devolvendo a euforia.

- Hoje eu beijei Hideraro-kun.

Kazumi tornou-se séria. Matsume, efetivamente, conseguiu deixar sua amiga estatelada.

- Ah! Sim. Entendo – Kazumi disse olhando para o chão com um tom de voz quase nulo.

Matsume olhou para sua face e se arrependeu de ter dito isso.

- Ah! Descul...

- Mas e então? Como foi Matsume-chan? – Kazumi interrompeu perguntando com entusiasmo e alegria.

Matsume a olhou um pouco surpresa com a reação.

- Vamos Matsume-chan, diga-me. Eu quero saber... – Kazumi dizia sorridente e balançando o corpo da amiga pelos ombros. Matsume ainda estava um pouco surpresa.

-...Hideraro-kun se declarou? Hideraro-kun te deu flores? Orquídeas são maravilhosas...

- Não, ele não me deu orquídeas. – negou Matsume.

-...ele te deu uma caixa de Sonhos de valsa? Ai que fofo!

- Sonhos de valsa nem existem aqui no Japão, Kazumi-chan. – argumentou Matsume rindo.

- Ah! Mas Aquilegias blue colombine são as mais lindas. Nem acredito que ele te deu.

- Aquilegias blue colombine são raras aqui e também não é de costume dá-las para uma pessoa. – mais uma vez Matsume negou rindo.

Kazumi ia falando e falando extasiadamente.

- Olá, pessoas felizes. Querem me dizer alguma coisa? – disse a mãe de Matsume entrando na casa.

Tsuki estava noutro lado da sala. – Olá Matsume-san, Kazumi tem algo a nos dizer.

Akane olhou para Kazumi e Kazumi olhou para Akane.

- AKANE-SAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAN!

- AINARU-SAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAN!

Ambas correram e se abraçaram afetuosamente.

- Musume, eu já lhe disse para chamar ela de Matsume-san. – disse Tsuki para sua filha.

- Ah mama-chan, é porque eu já chamo a Matsume-chan assim. – disse Kazumi se referindo a sua amiga. – Então eu chamo sua mãe de Akane para não ficar igual. – ela completou.

- Tudo bem Kazumi kawaii, não tem problema. Eu amo o jeito que você me chama.

- Aiiiii! Eu também te amo. Amo tudo em você. – Kazumi disse abraçando ela mais uma vez.

* Tsuki e Matsume gota’* enquanto Akane e Kazumi se engraçavam.

- Bem, agora vamos ao ponto. – Akane disse e então se sentou no sofá ao lado da filha e da Kazumi.

Tsuki permaneceu de pé em frente a elas.

- Diga musume-san. – ordenou a mãe de Kazumi.

- Bom, ehn...ontem eu enfrentei alguns Hollows. Houve um momento em que um me segurou. Bem, ehn...um garoto me salvou e destruiu ele.

- Quem foi? Hideraro-kun? Rishimoru-kun? – perguntou Matsume.

- Não. Bem, ele tinha poderes de fogo. Então, eu desconfio que ele...

- Você está querendo dizer que... – Tsuki se surpreendeu.

- Seus poderes eram intensos o suficiente para ele ser o fullbringer herdeiro do fogo.

Todos na sala estalaram seus olhos.

- E qual era o nome dele? – perguntou Tsuki.

- Alexandre Keichõ.

- Alexandre Keichõ. – Tsuki repetiu e então olhou para cima. – Alexandre Keichõ. Estranho.

- Por que é estranho mama-chan?

Tsuki tinha pensado alto. — Ah! Porque...o nome é espanhol.

- E não poderia? – Kazumi questionou mais uma vez.

- É que eu não esperava.

- Você disse que seu poder era forte o bastante. Quão forte? – perguntou Akane.

- Bem, eu estava sendo segurada pelo Hollow e então a katana desse menino dividiu o braço horizontalmente ao meio e fez o fogo se alastrar por todo o corpo.

- Realmente, isso é muito poder. Fazer o fogo se alastrar por todo o corpo através de um corte em apenas uma região. – opinou Akane.

- É sim. – concordou Tsuki.

Repentinamente, uma reiatsu alta apareceu.

- Menos Grande?! – exprimiu Rishimoru no quarto de sua casa.

- Menos Grande?! – exprimiram Kazumi e Matsume.

- Um Hollow?! – exprimiu Hideraro numa praça ao lado do único parque do bairro.

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Rishimoru foi até a cozinha. Sua mãe estava lá sentada em cima da mesa.

- É um Gillian musuko-chan. – Ela disse para Rishimoru. – Você quer realmente ir? É perigoso.

- Sim. Eu vou okãsan. – ele afirmou e em seguida correu em direção a saída.

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- É um Gillian. Quer que vamos lá musume-chan? – perguntou Akane a Matsume.

- Não okãsan, deixe comigo e Kazumi.

Tsuki e Akane assentiram com a cabeça.

- Você vem comigo Kazumi-chan? – Matsume perguntou para confirmar.

- Sim, vou.

Matsume e Kazumi levantaram e saíram da casa correndo.

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- Essa presença está próxima da casa de Kaneko-chan. Eu preciso ir. – pensava Hideraro estarrecido e então começou a correr em direção a casa da criança.

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Rishimoru, Hideraro, Matsume e Kazumi se apressavam para chegar na presença do que aparentava ser um Gillian, a primeira classe dos Menos Grandes: A primeira evolução de um Hollow.