The New Geration
8 Capítulo 8
Notas iniciais
Não sei ao certo o que senti quando vi o que vi! Ele estava deitado em um sofá como se estivesse dormindo. Estava ao lado dele estavam Artemis, um homem de cadeira de rodas com cabelos cacheados castanhos medianos e outro homem que com cabelos cacheados e bochechas rosadas. Annabeth apertou a minha mão para que eu fosse para o canto com o percy. E foi o que eu fiz, todos estavam calados e Thalia não estava entre eles, quis saber onde ela estava mas não perguntei.
- Bem, esta tudo bem com o Sr. Kehler, aparentemente seu problema e insônia. – O homem de cadeira de roda quebrou o silencio.
- Se perda de memória e ‘estar tudo bem’. Sim ele está ótimo! – completou Artemis.
- Não me referia a isso lady Artemis. – se desculpou.
- Não quero saber disso, apenas me diga se ele recuperou a memória. – Ela parecia estar com raiva de algo ou alguém. – Dionisio!
- Ele ira recupera-la assim que acordar “maninha” – o homem de bochechas rosadas disse bebericando algo que parecia coca-cola.
- Não me chame de maninha. Não sou sua irmã!
- Meia irmã, esqueceu-se que também sou filho de Zeus?
- Esqueceu-se do você realmente era? – Artemis rebateu
- tcs, golpe baixo – Retrucou ele.
O homem de cadeira de rodas pigarreou.
- Bem, acredito que o Sr. D esteja falando que. Assim que o menino acordar ele fará as memórias voltarem. Não é? – disse olhando feio para o Sr.D
- Sim, Sim.
- Do que eles estão falando? – sussurrei para o percy.
- O garoto, Alexandre desmaiou minutos depois que você. Ele foi levado para a casa grande para os cuidados do Quiron. Foi descoberto que ele está sofrendo de um insônia ou algo assim. – Respondeu em um sussurro também – Você sabia disso?
Assenti que sim.
- E porque estão dizendo que ele perdeu a memória? – Annabeth quis saber.
- Lady Artemis disse isso. Disse que Apolo tinha feito meio que um feitiço na qual faz a pessoa no caso semideus esquecer tudo o que tinha vivido até determinada hora. – Determinada hora? Será possível? As lembranças estavam dançando na minha cabeça.
- Mari? – Annabeth disse tocando meu branco.
- O que?
- Você sabe de algo?
- Não... – menti. Não queria mentir para a annabeth e só que.... As coisas ainda estão embaralhadas de mais....
Alexandre narra:
Era uma floresta ondeTudo que se viaera Um ciclope carregando amordaçado um menino moreno de olhos verdes que estava sangrando, pois tinha um corte na cabeça e aparentava ter pelo menos uns 10 anos. O ciclope chegou com o menino até um ponto mais escuro da floresta onde ele recitou algumas palavras em grego antigo e uma enorme porta de bronze apareceu da floresta. O ciclope abriu a porta e entrou lá dentro todo que se via era uma enorme sala com tapetes vermelhos ligando a porta a um trono de prata mais adiante. Em cima da cadeira do teto tinha uma cortina formando um V de cabeça para baixo e atrás tinha uma pequena cortina branca meio transparente que dava para mostrar um pouco do que havia atrás do trono. E no trono estava um homem ruivo com olhos castanhos que estavam vermelhosusando um sobre tudo preto com uma espada na cintura.
- Meu senhor eu capturei o filho de Apolo como o senhor pediu — disse o ciclope fazendo reverencia ao homem.
O que eu estou fazendo aqui? Cadê a Marina? Quem e essa pessoa?
- Excelente estrupício agora vá trabalhar, quero tudo pronto quando a hora chegar. Agora me deixe a sós com o menino – Ele disse com desprezo da voz
- Como quiser meu senhor – O ciclope disse se retirando do cômodo
- O que você quer de comigo? – Disse o menino o encarando com seus olhos raivosos verdes para o homem.
Espera ai. Esse ai sou eu! Mas como? – Alexandre disse olhando para suas mãos que estavam meio transparentes como se ele fosse um fantasma. – Mas o que?
- Oh não fique assim filho de Apolo, pois a única coisa que quero de você e saber a onde está seu pai – O homem disse olhando para o menino o encarando. O mesmo deu um sorriso de canto.
- Não sei onde meu pai esta. Já perguntou lá no posto Ipiranga? (SIM, OLHA A PIADINHA TOSCA AI)
- Brincadeiras não vão o ajudar você – O homem disse sem expressão.
Arg, não me lembro disso! – Alexandre disse alto, porem as pessoas a sua frente não demonstravam que notavam a sua presença.
- O que você quer com o meu pai? – Ele disse com raiva – E quem e você? Olha eu não vejo o meu pai faz uns cinco meses não sei onde ele está e nem quero saber.
Isso e um sonho! Como os outros que eu tenho tendo, porem nunca vi esse cara antes – Disse chegando perto do homem de sobretudo preto. – Tem que ser um sonho! Não á outra explicação – Era isso que o filho de Apolo dizia, porem algo em seu interior dissera que não era um reles sonho.
- Sou Edward, Quarto guardião da ordem negra. – Disse com um sorriso meio louco na face.
Ordem negra? Onde já ouvi sobre isso?.... Aiii – Alexandre gritou colando sua mão na cabeça como se alguém disse lhe dado uma cacetada nela. – Ordem negra..... Morte.... Cicatriz.... Marina. – As lembranças daquela pessoa vieram tão rápido em sua cabeça que ele caiu no chão.
- Ordem o que?
- Ordem negra, garoto.
- Nunca ouvi falar
-Se soubesse nosso esforço para manter em segredo teria sido em vão. Mas voltando ao que interessa. Perguntarei pela ultima vez... Onde está Apolo?
- E eu responderei pela ultima vez: Eu-não-sei!
Rapaz, não sabia que eu era tão irônico quando era criança.
- Bem se é assim – Ele bufou — não preciso mais de você, então eu vou mata-lo já que você não sabe onde está Apolo não significa nada para min. E talvez sua morte traga Apolo para min. – Disse o homem para o menino que já estava suando frio.
- Você não vai conseguir meu pai jamais será persuadido por você Edward – O menino disse, já estava querendo correr para fora daquele lugar e procurar ajuda para qualquer um o homem tinha um sorriso de louco que assustava qualquer um.
- Na verdade os deuses são muito mais cegos quando se trata de família. Filhos fruto de um amor entre deuses e mortais, sabe dês das épocas mitológicas os deuses sofrem por causa do amor mortal e esse sempre foi a maior fraqueza de um deus, o amor e o fruto desse amor tanto mortal quanto imortal, então você entendeu? Se eu quiser acabar com olimpo eu vou ter que acabar com o orgulho dos deuses, os seus filhos com mortais. – Edward disse pacientemente para Alexandre que estava ouvindo tudo com muita atenção.
Esse cara me irrita. PORQUE DIABOS VOCÊ NÃO FOGE DAÍ SEU PATETA? – Alexandre se achou meio idiota por ter falado isso para si mesmo quando pequeno.
- Deuses olham mais para seu próprio eu do que os filhos! Duvido que eu seja a fraqueza do meu pai. – Alexandre disse convicto.
- Bem... Isso e o que você acha jovem semideus.
- Porque esta me contando disso tudo?
- Por isso mesmo vou te matar por isso estou te contando mais ainda sim sei que apenas tudo isso não ira conseguir acabar com o olimpo apenas deixar os deuses mais raivosos e é isso o que eu quero.
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