The New Fairy Tail
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Ano x813, cidade de Magnólia. Em todos esses anos que passaram-se, a cidade ficou ainda mais movimentada, assim como uma certa guilda, que não cansava-se de destruir qualquer parte e/ou lugar que visitassem.
Magnólia era o “lar” da guilda mais famosa do reino de Fiore: Fairy Tail.
A guilda só mudará fisicamente no decorrer dos anos, pois continuava a mesma agitação de sempre, e parece que seu “dom” de destruir qualquer coisa havia aumentado consideravelmente, mas nada que o Conselho não resolvesse — para a infelicidade do pobre mestre.
No centro da cidade, uma bela garota de cabelos rosados caminhava tranquilamente entre a aglomeração de pessoas. Estava retornando de uma missão solo, no qual havia completado com sucesso.
Natsumi Dragneel era uma excelente maga assim como seus pais. Era a única filha de Natsu e Lucy, a “princesinha” de ambos, como chamavam-na. Controlava as chamas, sendo assim, seria futuramente a próxima Dragon Slayer.
Possuía longos cabelos rosados, cor que herdara do pai, e penetrantes olhos achocolatados, mais claros que os de Lucy, quase num tom caramelado. Mesmo tendo apenas 16 anos, possuía um corpo curvilíneo assim como sua mãe, e um sorriso ainda mais belo que o da mesma.
Era, de fato, a maga mais bela de Magnólia, tendo vários pretendentes dispostos a pedirem sua mão em namoro, coisa que deixava Natsu de cabelos em pés.
“NINGUÉM irá namorar a minha florzinha”
Era o que o rosado dizia — lê-se: gritava – aos garotos que iriam pedir a mão da mesma em namoro, atitude que fazia a filha revirar os olhos. Seu pai a tratava como se fosse uma criança!
Não que ela quisesse namorar com algum deles, afinal, eram apenas garotos que estavam interessados por sua beleza superficial. E ela odiava esses tipo de garotos.
Fazia questão que seu pai expulsasse cada remetente seu, mas não precisava ser tão ignorante com os coitados.
“O papai as vezes exagera”- pensou, suspirando em seguida.
Logo a implicância com seu pai sessou quando percebeu que havia chegado a sua guilda. Sorriu, adentrando a mesma sendo recebida por um Exceed azul.
– Happy!!! — gritou, abrindo os braços para o gatinho, que voou em sua direção abraçando-a fortemente
– Nat-chan!! Que bom que você voltou!
Ao contrário de Lucy, Natsumi se dava muito bem com o gato, já que ele fora praticamente uma babá para a rosada quando a mesma era pequena. Lembrava-se até hoje às vezes em que importunava o pobre gatinho para brincar consigo.
– Princesa!! você está bem? Não se machucou na missão?! — perguntou Natsu, que veio correndo até sua filha quando sentiu o cheiro de cerejeiras que seu belo cabelo emanava.
– Estou bem sim papai, não precisa se preocupar tanto, foi fácil – disse, dando de ombros, depositando um beijo na bochecha do mesmo.
Sentou-se no velho balcão, ao lado de sua mãe, sendo recebida por um sorriso doce de Lucy.
– Como foi a missão, querida? — perguntou a loira, sorrindo
– Bem, obrigada por se preocupar- disse, retribuindo o sorriso.
Direcionou um “olá” animado à Mirajane, pedindo um copo de suco em seguida. Assim que pegou a bebida, sentiu delicados braços envolverem sua cintura.
– Que bom que você voltou, Natsumi-senpai!! — disse uma figura feminina, de curtos cabelos negros.
Mayumi Fullbuster era a filha de Gray e Juvia. Possuía cabelos negros como os do pai, e os belos olhos negros-azulados da mãe. Tinha 13 anos, controlava ambas as magias, água e gelo. Era a mais nova do grupo de Natsumi.
– Olá, May-chan! Onde está o Susuke-kun?
– Bem ao seu lado, senpai! — respondeu um garoto ruivo, de cabelos curtos repicados na altura do queixo.
Susuke Fernandes era filho de Jellal e Erza. Era uma cópia da ruiva, sendo apelidado pelo pai de “Erza Scarlet II”, apelido que o deixava bravo. Tinha 14 anos, e conseguia lutar com espadas corpo-a-corpo como sua mãe, entretanto, não conseguia reequipar armaduras para combate.
Seu pai havia conseguido se juntar á Fairy Tail após passar alguns meses na prisão, e agora era considerado um dos magos mais fortes da renomada guilda.
– Oi para você também, Susuke-kun- disse a rosada, depositando um beijo na testa do ruivo, apertando suas bochechas logos em seguida, atitudes que o deixaram vermelho dos pés a cabeça.
A rosada riu da cara que o garoto fizera, sendo acompanhada por Mayumi. Amava Susuke, ele e Mayumi eram como se fossem seus irmãos mais novos...
Conversaram animadamente por alguns minutos, até a rosada sentir falta se um certo moreno. Curiosa, perguntou:
– Onde está o Ryuu?
Ryuu era o quarto e último integrante de seu time. Era filho de Gajeel e Levy e assim como o pai, era o Dragon Slayer de Ferro. Possuía curtos cabelos negros naturalmente repicados, que destacavam-se na pele clara. Seus orbes eram caracterizados pelo vermelho vívido. Em resumo, era uma cópia fiel do pai, tanto na personalidade quanto na aparência.
– Antes de vir para cá eu acabei passando por ele. Ele está la atrás da guilda, lendo seus livros em baixo das árvores, como sempre – respondeu o ruivo, revirando os olhos. Não gostava muito de ler, e realmente não sabia como Ryuu conseguia ler aqueles livros enormes. Esta era a única coisa que o moreno havia puxado de Levy: a paixão pela leitura.
Natsumi sorriu em resposta, despedindo-se de seus companheiros, indo até o grande jardim que havia nos fundos da guilda.
Não demorou muito para encontrar uma cabeleireira negra entre as árvores. De longe pode ver que ele estava com um livro sobre seu colo, com a cabeça recostada no tronco da árvore. Ele parecia estar dormindo...
Em passos lentos, a rosada caminhou silenciosamente na direção oposta do vento, pois sabia muito bem que seu amigo, sendo praticamente uma Dragon Slayer, tinha um faro e ouvidos muito bem apurados, assim como ela.
Chegou perto do moreno que dormia serenamente. Aproximou seu rosto do garoto, encostando inconscientemente seu nariz com o do mesmo. Adorava provocá-lo, e sabia muito bem como fazer isso. Juntando todo o ar possível em seus pulmões, gritou animada:
–RYUU!!
O garoto acordou de supetão, com o olhos vermelhos arregalados. Seu coração palpitava intensamente, tamanho fora o susto que havia levado. Encarou os orbes achocolatados de sua amiga, ainda em estado de choque.
Como não percebeu ela se aproximando?
Voltou a sua postura de sempre, encarando a rosada seriamente. Entretanto, sua face rígida não durou muito, pois assim que notou a aproximação de seus rostos, corou fortemente.
Natsumi começou a rir da cara que seu amigo fizera, o “Ryuu Envergonhado” era um de seus lados que apenas a rosada conhecia, e mesmo não admitindo, o achava extremamente fofo quando ficava daquele jeito, acanhado.
– N-natsumi, o-oque você es-está fazendo?! — perguntou, tentando parecer sério, mas falhou completamente ao gaguejar.
– Vim te ver, bobo – sorriu docemente – acabei de voltar da minha missão.
– Hn... E o que eu tenho a ver com isso? — respondeu, voltando a ser o típico Ryuu, grosso e arrogante.
Natsumi, além de seus pais, era a única que lhe dava respostas à altura, ou ignorava suas falas grosseiras. Era por isso que eram tão amigos e gostava tanto dela. Ela não deixava de conversar consigo por ser do jeito que era.
– Como assim “O que você tem haver”? Pensei que se importasse comigo, Ryuu-kun... — disse manhosa, com os olhos marejados.
Mesmo sabendo que aquela cena era fingimento, o moreno não teve com achá-la fofa. Natsumi era perfeita em todos os sentidos.
– Hn... Que seja – falou, levantando-se em seguida – Vamos para dentro.
– Ai Ryuu, como você é chato! — falou, aumentando o tom de voz.
– Eu sei... Mas bem que você gosta desse chato – revidou, dando seu costumeiro sorriso de canto.
A rosada revirou os olhos. Seu amigo realmente adorava irritá-la...
– Gosto tanto que até caso contigo.
– Casa com a sua ironia.
– Seremos felizes para sempre!
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O trio estava sentado em uma das mesas próximas ao quadro de pedido, esperando a rosada voltar do mesmo. Estava escolhendo uma missão para fazerem, pois havia um tempo que não trabalhavam juntos.
Ryuu encarava Natsumi discretamente – ou ao menos pensava que encarava – enquanto tomava calmamente um refrigerante.
Mal ele sabia que seus outros dois companheiros o observavam, trocando olhares cúmplices.
– Natsumi-senpai é realmente bonita, não é, Ryuu-san? Quero ser linda como ela quando crescer! — falou Mayumi, fitando intensamente o moreno à sua frente, que arqueou uma de suas negras sobrancelhas com a súbita pergunta.
– Onde quer chegar com isso? — perguntou, olhando desconfiadamente para a garotinha, que sorria divertida.
“Desconfiado como sempre”- pensou a menina.
– Queremos chegar na parte em que admite que gosta dela – falou o ruivo, encarando-o com um sorriso abobado.
O moreno engasgou com o refrigerante que bebia, tossindo freneticamente, enquanto os outros dois tentavam inutilmente segurar o riso.
Vários olhares interrogativos – incluindo o da rosada – foram direcionados para o rapaz, que fuzilava mortalmente o ruivo.
– O que houve, pirralho? Não creio que se engasgou com um refrigerante! — falou Gajeel, rindo da cara que o filho fizera.
Em compensação, levou um cascudo de Levy, xingando-o pela atitude infantil.
– Você está bem, querido? — perguntou a azulada, preocupada.
– Sim mãe, eu não morri, não precisa se preocupar tanto assim. — falou suspirando pesadamente. Correu seus orbes até o ruivo, que mantinha um sorriso no rosto.
Porém, ao ver o olhar assassino que seu amigo lhe mandava, seu sorriso debochado foi trocado por uma expressão assustada.
– E-ei Ryuu, não m-me olhe assim cara, e-u não tenho culpa se v-você não assume s-seus sentiment-tos pela Na-
Nem pode terminar sua frase, pois em menos de um segundo o dragon slayer estava enfiando-lhe a latinha de refrigerante – agora completamente amassada – goela à baixo.
– Cala a b-boca! — gritou desesperado, tentando esconder o leve tom cor-de-rosa que suas bochechas adquiriram – N-não ouse abrir essa sua maldita boca para falar asneiras!
O ruivo ainda mantinha os olhos arregalados, e deu um breve aceno positivo, sendo solto em seguida pelo moreno.
Ambos, Levy e Gajeel, encontravam-se em estado de choque, não pelo fato de seu filho ter quase enfiado uma lata na boca de seu amigo, mas sim por três motivos:
1°: Ele havia gaguejado.
2°: Ele havia corado.
3°: Ele gostava de alguém.
– Kyaaaah! Eu não acredito! Meu dragãozinho está apaixonado! Gajeel, nosso menino está crescendo! — gritou Levy, enquanto sacudia-o freneticamente.
O garoto por sua vez, deu um tapa em sua face, deslizando lentamente sua mão sobre a mesma.
Estava pagando o maior mico...
Sentiu delicadas mãos pousarem em seus ombros, e se arrependeu – ou talvez não – quando virou seu rosto para ver quem era.
Natsumi o encarava com um sorriso brincalhão em seus lábios, enquanto apoiava o queixo em seu ombro. Sendo muito mais alto que a rosada, era possível sentir sua respiração bater inocentemente contra seu pescoço, causando-lhe, mesmo contra sua vontade, pequenos arrepios que para sua felicidade não foram percebidos pela mesma.
– Eeeh, então quer dizer que o cabeça dura do mini-lata de ferro tem alguém que ama? — perguntou, arqueando uma de suas sobrancelhas.
Enquanto a rosada se divertia “tirando sarro” do amigo, o moreno lutava para não ficar mais vermelho que os cabelos de Erza.
“Não core, não core, não core. A guilda não precisa saber desse seu ridículo lado envergonhado, Ryuu.”– repetia mentalmente.
– Me deixe em paz. — murmurou por fim, retirando as mãos da garota de seus ombros.
– Eu estou brincando, seu bobo! — falou, rindo da cara que o moreno fizera.
Murmurou um quase inaudível “hn” e não demorou para os cochichos começarem.
“O Ryuu gosta de alguém?”
“Esse cabeça dura apaixonado?!”
“Isso é mais inesperado do que a declaração que o Natsu fez para a Lucy”
“Quem será a sortuda?”
E mais centenas de perguntas e afirmações eram feitas, fazendo o moreno bufar irritado.
Que guilda mais fofoqueira!
– SILÊNCIO!! — gritou o mestre, tendo a atenção de todos os membros para si – Ver um jovem como o Ryuu apaixonado é algo realmente raro de se ver, então, vamos comemorar!!
Em menos de um minuto, a guilda estava em desordem total, fazendo novamente o jovem dragon slayer bufar irritado, indo à passos rápidos para fora da guilda.
Assim que estava a alguns metros da guilda, seus companheiros vieram correndo até si. Natsumi que estava à frente, segurava em suas mãos um folheto, que o moreno deduziu ser alguma missão.
– Ei maldito Ryuu, espere! — gritou a rosada.
– O que foi?
– Esqueceu que íamos à uma missão?
– O que temos que fazer?
– Hn... — a jovem pôs o dedo indicador sobre os lábios, enquanto lia o folheto – Temos que capturar um grupo de ladrões. Parece que eles roubaram um valioso colar de um importante vendedor de jóias, em Hargeon.
– Essa missão além de ser aparentemente fácil, dá uma recompensa bem gorda! — falou o ruivo, com ambas as mãos atrás da cabeça.
– A recompensa são exatos 400.000 jewels, dá para dividir certinho entre a gente!
– Hn... Que seja – disse por fim, dando as costas em seguida.
– Onde vai, Ryuu-san? — Perguntou Mayumi
– Deixe ele May-chan, pelo jeito ele não quer ir... Talvez ele queira ensaiar a sua declração para sua amada!! — gritou a última parte, fazendo a morena e o ruivo caírem na gargalhada.
Encarou mortalmente a rosada, que continha um sorriso divertido em seu rosto.
– Hunf... Já vou me arrumar!! — gritou bravo, enquanto caminhava rapidamente até sua casa.
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Assim que chegaram a estação de trem, certo moreno fora recebido por olhares maliciosos das mulheres, o que não passou despercebido por Natsumi.
– Tsc, parece que nunca viram um homem na vida – murmurou emburrada, com um bico em seus lábios.
Ryuu encarou-a surpreso. Ela estava com ciúmes?
Aproveitou-se da situação, abaixando-se um pouco para ficar na sua altura, e sussurou perto de seu ouvido:
– Está com ciúmes?
A voz rouca e grave invadiu seus ouvidos, e amaldiçou-se por achá-lo... Hn... Sexy?
Afastou rapidamente esses pensamentos, era seu amigo afinal. Entretanto, não pode deixar de corar com a atitude repentina do mesmo.
– Idiota, como se isso fosse possível – falou, deviando seu rosto corado do moreno, que deu seu tipíco sorriso de canto.
Natsumi sabia ser fofa quando queria...
– Eles se goxxxtam -disseram Susuke e Mayumi em unísssom, fazendo ambos os dragon slayers corarem.
– Gosto tanto desse imbecil que sou capaz de castrá-lo!
Ao ouvir isso, o o garoto arregalou os olhos, colocando ambas as mãos em suas partes intímas.
Natsumi também sabia ser um tanto psicopata quando queria...
– O trem chegou, vamos logo!! — falou assim que o trem havia parado e aberto suas portas para os passageiros entrarem.
Logo que adentraram no mesmo, Susuke e Mayumi rapidamente sentaram juntos em um dos poucos assentos livres, já que o trem estava completamente cheio.
O único assento que sobrara era único, para apenas uma pessoa. Ambos os jovens – que eram os únicos que ainda estavam de pé – entreolharam-se.
– Pode sentar. — falaram em uníssom, apontando para o assento estofado.
– Pode sentar Natsumi, eu aguento em pé.
– Tem certeza? São 4 horas seguidas de viagem, Ryuu...
Enquanto os dois discutiam para decidir quem iria sentar-se, o ruivo olhava aquela cena segurando o riso. Sentiu Mayumi cutucar-lhe. Virou seu rosto em direção a garotinha, que apontou à uma placa que encontrava-se fixa a parede.
“Proibido viajar em pé”
Novamente, sorriram cúmplices.
Ei, vocês dois! — gritou o ruivo – Vejam aquele aviso ali – falou apontando para a placa.
Assim que leram o pequeno cartaz incrustado na parede, petrificaram.
Natsumi tentava a todo custo não corar, ao imaginar sentar-se no colo do companheiro, enquanto o moreno praticamente babava ao pensar em cenas pervertidas que poderiam acontecer com a rosada sentada em seu colo.
– É melhor não desobedecer as regras, Natsumi-san, Ryuu-san... Você podem ser expulsos do trem, além de não ser seguro – falou a morena, sorrindo docemente.
A rosada encarou seu amigo, e pode ver o exato momento em que seu pomo-de-adão subiu e desceu na garganta do mesmo. Ele estava bastante nervoso...
O moreno foi até o assento, sentando-se em seguida. Colocou seu braço esquerdo no vão da janela, apoiando seu rosto em sua mão, enquanto a outra encontrava-se no bolso de sua calça. Encarou a rosada que continuava estática.
Logo que o trem começou a acelerar, a rosada trato de sentar-se.
A cabeça da mesma estava na altura da curvatura do pescoço do jovem, que ainda mantinha os olhos vidrado na paisagem.
Encarou-o, notando o leve rubor que suas bochechas possuíam.
Desviou sua atenção do moreno e resolveu conversar com os outros.
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Enquanto seus companheiros conversavam animadamente sobre um assunto banal e jogavam cartas – que Susuke havia trazido – Ryuu continuava em silêncio. A cada minuto cenas pervertidas rondavam sua mente, e admirar as pernas torneadas da rosadas expostas pela saia negra justa e seu pequeno decote entre os fartos seios, não ajudava em nada sua situação.
Suspirou. Realmente, seria uma longa viagem...
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