The Nanny
25 Querendo Ou Não Temos Que Nos Unir
Notas iniciais
Anteriormente The Nanny...
— Nós chegamos muito perto Regina. E infelizmente Robin e nossa filha pagou por isso!
Regina nesse momento fica tonta, ela estava quase caindo, Emma rapidamente a segura e diz:
— Você está bem!?
— Sim! Obrigada, acho que foi a informação demais. Pelo que estou entendendo Gold foi o responsável pelo acidente do meu marido! – diz Regina.
— Sim! Ele também foi o responsável pelo sequestro de nossa filha. Por causa de Gold. Nossa filha nunca esteve conosco! – diz David.
Emma fica sem ação Gold era um homem muito cruel...
Querendo Ou Não Temos Que Nos Unir...
No final dessa conversa, Regina somente tinha algo em sua mente. Ela queria acabar com Gold de uma vez por todas. Com raiva ela olha para David, Mary e Mellissa e diz:
— Eu vou destruir ele. Agora eu quero saber, tudo o que vocês, sabem sobre Gold tudo!
Nesse momento Emma, fica com um pouco de medo. Se Regina descobrisse sobre o relacionamento com Gold, com certeza Regina a colocaria na cadeia no mesmo instante.
Mellissa nesse momento toma a palavra e diz:
— Eu já contei um pouco da minha, situação com Gold. Vou deixar David e Mary, falar sobre as outras atividades ilegais dele. Vou sair um pouco, se você não se importa Regina, Emma vai comigo!
Regina não estava muito se importando com Emma nesse momento, ela somente faz um sinal com a mão, Mellissa pega a mão de Emma e leva para fora.
Mary sabia que seria uma conversa muito tensa, mas, dessa vez estava preparada para finalmente convencer a Regina, que estava na hora de pôr as diferenças de lado.
Mellissa tinha percebido como Emma tinha ficado, nervosa com o jeito que Regina estava. Então ela resolve levar Emma para dar um passeio.
Depois de sair da casa, Emma começa a sentir-se um pouco melhor. Elas começam a ir em direção de um parque que era perto da casa de Regina.
Quando chegam ao parque, elas vão para uma área do parque que tinha poucas pessoas. Elas vem uma arvore resolvem sentar-se ao pés, dela Mellissa senta e faz um sinal. Para que ela venha sentar-se com ela, Emma sorri e senta no meio das pernas dela, Emma deita no colo de Mellissa e diz:
— Eu estou com medo! Acho que ela, nunca vai me perdoar por colocar a família dela em perigo.
— Eu sei. Por essa razão temos, que agir rápido. Emma você mesmo não querendo, você vai ter que contar verdade para Regina. Há muitas questões e razões para não esconder mais, esse segredo. – diz Mellissa.
—Eu sei! Estou pensando em fazer isso, hoje mesmo. Afinal colocar todas as cartas da mesa. – conclui Emma.
— Eu vou estar do seu lado. Não vou deixar Regina, fazer nada contra você, prometo! – diz Mellissa.
Elas ficam assim mais, um pouco.
Na casa de Regina, ela escuta tudo que David e Mary estão contando sobre todas as atividades ilegais de Gold. Quanto mais, ela ouvia com mais, raiva ficava, no final de tudo Mary diz:
— Mesmo com ressentimento que você, tem por mim. Devemos por isso de lado, para que finalmente conseguimos por Gold na cadeia e ter nossa justiça.
Regina não queria aceitar isso, mas, sabia que esse era o momento de pôr as diferenças de lado para um bem maior, esse bem era por Gold atrás das grades. Ela respira fundo e diz:
— Você está certa! Eu aceito termos nossa trégua, mas, depois que tudo isso acabar, prefiro não ter contato algum com vocês.
— Eu compreendo. Mas, Regina entenda nos também sofremos uma grande perda, Gold nos tirou algo ou melhor nosso maior tesouro, eu só pude segurar minha filha por algumas horas no hospital. Depois ela foi tirada de nos. – diz Mary.
Regina fica sem saber o que dizer, afinal ela não saberia o que faria se alguém levasse um de seus filhos, com certeza ela estaria perdida, ela respira fundo olha para Mary e diz:
— Sinto muito. Eu não sei o que faria se algo assim acontece comigo. Vamos trabalhar juntos. Quem sabe um dia possamos ter um relacionamento.
Mary sorri, depois dessa conversa tensa Sidney avisa que ele, preparou um lanche da tarde para todos, Regina agradece, ela pede que ele chame as crianças.
No mesmo momento Emma e Mellissa chegam. Ao ver que o lanche da tarde estava pronto ajuda Sidney. Mellissa sorri e vai para a mesa junto com os outros.
O lanche foi tranquilo as crianças se comportaram muito bem, Regina não podia ter queixas com elas, depois da chegada de Emma. Elas ficaram muito mais, tranquilas e obedientes.
Mary e David vão para um hotel perto da casa de Regina, assim o contato com ela, seria mais, rápido. Mellissa tinha um ensaio sobre sua peça. Mas, ficaria pois, Emma iria conversar com Regina sobre Gold.
Regina estava em seu escritório lendo os documentos que David e Mary, tinha trazido. Emma respira fundo e vai até ela e diz:
— Senhora Mills! Preciso falar com a senhora!
Regina olha sério para ela, sem paciência diz:
— Miss Swan, estou ocupada não tenho tempo!
Mellissa estava do lado de Emma, segura sua mão e diz:
— Diga!
Emma respira fundo e diz:
— Eu conheço Gold! Na verdade acabei entrando dentro de sua casa, quando fugia dele! Mas, infelizmente ele conseguiu chegar até mim. E ameaçou seus filhos me obrigando a vigiar você!!
Emma fala bem rápido, mas, Regina tinha entendido perfeitamente. Ela olha para Emma, então levanta da cadeira vai até Emma, que estava com um olhar de medo.
Sem aviso Regina dá um tapa forte na face de Emma, fazendo ela soltar a mão de Mellissa, caindo sentada.
Mellissa tenta se aproximar, mas, Emma faz um sinal com a mão para ela não interferir. Regina com raiva puxa Emma pela gola de sua camisa e diz:
— Você tem dez minutos para pegar suas coisas, sumir da minha casa.
Emma sabia que isso poderia acontecer, ela suspira e diz:
— Certo!
— Sai da minha casa, nem ouse se despedir das crianças. Depois eu cuido disso! – diz Regina.
Ela solta a camisa de Emma. Mellissa sabia que não poderia interferir nesse momento afinal, casa era de Regina.
Emma vai para seu quarto, arruma suas coisa e vai embora da casa de Regina. Mellissa sai com ela, leva Emma para o mesmo hotel onde estavam David e Mary.
Regina estava com muita raiva, mas, deixaria para cuidar de Emma depois, seu único pensamento agora era destruir Gold. Por tudo que ele tinha feito.
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