The Mystery Of The Opera House

2 Primeira Cena - O Começo de tudo...


Notas iniciais
Uhul, o primeiro capitulo! Tá comprido... eu acho pelo menos XD
Bom, então, sente-se, pegue um suco, um lanche e um chocolate e boa história!

02 De Fevereiro De 2009

Acordo toda suada com o barulho do despertador. Olho em volta, mas a escuridão do quarto não me permite ver muita coisa.

-Desliga o celular... Só mais cinco minutinhos... — Escuto uma das minhas companheiras de quarto falar com uma voz sonolenta. Sento em minha cama e vejo uma garota sair do banheiro todo iluminado. – Apaga essa luz!Eu pedi mais cinco minutos!

Eu vi minha companheira de quarto se revirar, enquanto a garota que saia do banheiro dava risada.

-Já é quase sete horas Emily! Mais cinco minutos e você vai se atrasar- A garota disse. Alice é o que normalmente eu chamo de otimista- Sem contar que já estamos atrasadas. Temos que pegar...

Alice não conseguiu completar já que a porta do nosso quarto abriu com tudo revelando uma pessoa idêntica a Emily, só que com cara de brava ao invés de sonolenta.

-EMILY! Foi você que pegou o meu colan preto e sujou ele de chocolate!- Eu olhei para Emily, que agora estava sentada segurando o celular para ver que horas eram – Não me ignora! EMI-

A outra garota se esquivou a tempo, antes que o celular atingisse sua cabeça. Olhei para Emily, que voltava a dormir tranquilamente enquanto Alice, que já estava completamente vestida, pegava os destroços do celular.

- Muito estrago Alice?- Eu perguntei receosa, já que eu não queria ser acertada com um celular no primeiro dia de aula – Emily, esse já é o décimo nono nessa semana...

Alice deu risada enquanto a outra garota abria a porta de um guarda roupa, pegando um colan preto para ela.

- Não se preocupe Cristine, papai e mamãe vão cuidar disso depois, afinal não sou eu que quebro meus celulares porque fico tacando os na minha irmã gêmea- Olhei para Emily, que agora tinha tacado o travesseiro na outra gêmea em cheio, e dei um pequeno sorriso enquanto me levantava da cama – Hey! Não taca as coisas em mim! E eu não tenho culpa Emily, se eu consigo me controlar melhor do que você.

- A como se você controlasse muito Elena! Quem foi que deixou o ultimo notebook cheio de vírus porque deixou um hacker qualquer mexer? – Emily perguntou a Elena com um sorriso de deboche no rosto. Eu peguei o meu uniforme e andei em direção do banheiro desviando das coisas que voavam pelo quarto.

- Tentem não se matar antes da aula... — Eu tentei dizer, mas a briga entre as duas já estava bem feia. Vi Alice pegar um caderno e escrever “Se apresse, As duas só vão entrar na segunda aula!” para mim. – Ok Alice – E entrei no banheiro.

Abri a torneira de água quente enquanto eu olhava para meu reflexo no espelho.

- Uma loira sem graça, com olhos azuis, porque todo mundo pensa que eu tenho a maior sorte do mundo?- Eu me perguntei enquanto tentava achar algo de bonito ou de sorte em mim. Tomei um banho rápido para acordar, e fiz minha higiene pessoal antes de sair do banheiro toda vestida com o uniforme escolar, uma saia preta com dois riscos brancos, uma blusa social branca com colete preto e por fim um bolero preto com duas listras brancas, simbolizando a série, e a classe de aluno em que eu estou.

Eu estudo na Academia Du La Vallierre, a melhor academia de artes e educação de toda Paris, e aqui temos quatro tipos de classes, as vermelhas são as classes mais baixas, que tem alunos pouco esforçados, que tiram notas baixas, normalmente esses alunos não duram muito aqui na escola, e temos muito poucos alunos nessa classe. A classe média veste azul, mostrando ser regular, tanto nas notas quanto no comportamento. Tenho vários amigos nessa classe, apesar da maioria achar que a filha do diretor nunca iria se misturar com os azuis. Já os brancos são as classes altas, ótimos alunos que têm seu comportamento impecável, e suas notas ótimas, não perfeitas, mas como meu padrasto diz o suficiente para ser líder de um site, mas não o “grande chefão”. Emily e Elena estão nessa classe de alunos, nunca percebi desgosto por minhas amigas, ou pelo menos, não que elas tenha falado mal dessa classe.

Por fim temos a classe preta, ou a elite como o meu padrasto diz. Aqui estão os alunos que só tiram dez, e são tomados como exemplo para toda a escola. Alice diz que ela só está nessa classe só porque é minha melhor amiga, e pensando bem, eu concordo com ela, já que isso não tem nenhuma democracia, só facilita para os punks zoarem com as classes mais baixas. Sim eu também pensava que a melhor escola estaria livre de punks, mas infelizmente ela tem, e temos que aprender a lidar com isso.

- Cristine? Você está bem? – Eu escutei Alice me chamar, tirando minha atenção da linha de pensamento, afinal leitor, quem consegue seguir com seu pensamento quando alguém lhe chama? – Eu quero passar no dormitório masculino para ver se Erick está bem, ele agiu tão estranho durante as férias. Se bem que ele parecia aliviado quando chegou o final de semana passada. Deus que me livre, escolas só dão trabalho e mais trabalho...

Eu dei uma risada quando escutei Alice reclamar de Erick, seu irmão postiço. Alice ama Erick, mas ainda acha ele meio maluco por gostar tanto da Academia, mas eu não tiro a razão dele de gostar dessa escola. Apesar de ser uma injusta sobre as classes de alunos, os professores são ótimas pessoas, principalmente Madame Bovry, a nossa professora de história mundial.

Sem contar que Erick tem que manter seus estudos impecáveis para manter sua bolsa integral.

Erick é uma daquelas pessoas que a gente se mantém longe, por acreditar que a pessoa é muito misteriosa, e não digo ao contrário, ele parece sempre esconder alguma coisa, mas não posso pedir para ele me contar, ou obrigar a Alice descobrir, afinal, eu não sou a amiga mais intima dele... Ou melhor, eu acho que nós nunca passamos de meros colegas.

- Acho melhor a gente se apressar Alice, porque a gente ainda não pegou os nossos horários – Eu disse tentando acelerar Alice que continuava reclamando sobre a escola. Eu sei que a academia é um pouco difícil, mas ainda assim, me pergunto qual escola não seja... Paramos quando chegamos próximo ao dormitório masculino. Alice prometeu que seria rápida para achar Erick. Preferi não fazer um comentário do tipo “Claro Alice, achar Erick é tão fácil quanto achar uma agulha em um monte de palha”, mas seria muita falta de educação minha, sem contar que ela é minha melhor amiga... Apesar de ser um pouco doida demais.

- Se apresse Alice, eu quero chegar a tempo de pegar o horário, e ir direto para a sala antes do discurso de Pierre- Eu disse para o vento, já que Alice já estava correndo para a entrada do dormitório masculino, dando de cara com um garoto alto e musculoso. Eu já tinha visto Alice ficar vermelha, mas não virar um tomate maduro.

Eu estava ficando com falta de ar de tanto dar risada do que aconteceu até que um vulto passa-se correndo por mim, o que me fez ficar paralisada olhando tudo a minha volta. Eu não me sinto a vontade quando coisas sobrenaturais, ou que eu considero sobrenatural, passe em volta de mim. Sou uma pessoa que gosta de conviver com isso longe de mim, ou como certo alguém diz...

- Que Medrosa você é Cristine. Rindo do nada, e para de rir do nada de novo. Até parece que viu um fantasma- O garoto alto que trombou com a Alice falou comigo. Mostrei a língua para ele sem me importar se isso seria ato de uma mocinha ou não. Eu não sou a pessoa mais educada do mundo então não me importa o que ele pensa.

- Para de me chamar de medrosa, Raul! E para de me chamar de estranha também, eu não vi nenhum fantasma nem nada do tipo, e prefiro ficar longe disso também!- Eu disse empinando meu nariz. Raul deu um sorriso torto e me perguntou se eu estava indo para ouvir o discurso do diretor no anfiteatro.

Eu olhei bem para o Raul me perguntando se ele estava bem. Eu nunca assisto os discursos do meu padrasto, Pierre, e não vejo motivos para assistir, são os mesmos todos os anos, oh chatice. Pierre parece ser um cara inteligente, bacana, gente fina, mas como eu disse, só parece. Ele é um cara chato e cheio de modos de etiqueta, ah, sem contar dos discursos feitos pela sua secretária que é repetido todo santo ano. Eu acredito que a única coisa que Pierre sabe fazer direito é comandar todo mundo na academia, porque de resto, ele é um completo inútil. Não sei aonde minha mãe viu beleza nele. Continuo pensando que foi no bolso, mas quem sou eu para dizer alguma coisa.

Quando afirmei para o Raul que eu não iria ver o discurso do Pierre, este saiu em disparada para o anfiteatro. Este é outra pessoa que eu penso que tem problema na cabeça.

Olhei em volta procurando a Alice, afinal mais atrasadas do que nós estávamos meu leitor, impossível, mas com a Alice no jogo, acredito que tudo o que é impossível se torna possível. Principalmente quando quem ela estava procurando estava bem na nossa frente. Exatamente leitor, Erick estava sentado bem na nossa frente, do outro lado do chafariz que tinha na rua entre os dormitórios.

Pensei seriamente em ir falar com ele, mas achei mais sensato em ligar para Alice e dizer que Erick estava aqui perto de mim.

Quando estava ligando para Alice, me viro para checar de que Erick continuava ali, e para a minha sorte do destino, Erick se levantou e saiu andando. Eu me acho muito burra às vezes, eu deveria ter ido falar com ele para esperar a Alice, mas o fator que impede isso tudo é... Nós não conseguimos ficar na mesma área sem brigar durante cinco minutos.

Eu desligo meu celular e saio correndo atrás de Erick, mas alguma coisa cor-de-rosa choque entra no meio do caminho e eu caio com tudo na calçada.

- Ai! Olha por- Eu não consegui terminar de falar porque a coisa cor-de-rosa fazia parte da trupe da Jennifer Jugdgille. A coisa, na verdade era um cara vestido inteirinho de rosa com partes brancas, mostrando que ele é da classe branca. Já a continuação da coisa, são duas garotas com o uniforme rosa também, mas, ao invés de ter partes brancas, tinha partes azuis, classe dos azuis. Leo, Linda e Leni compõe a trupe “Rosa choque Jugdgille”. Eles até que são legais, mas se não obedecessem A Jennifer, eles seriam tão mais divertidos. Jennifer Carlotta Jugdgille é a uma das sopranos do coro, mas ela se considera a rainha da escola. Ela tem certo tombo por Erick, e tenta fazer com que ele se apaixone por ela, e é exatamente isso o que ela está tentando fazer agora, enquanto eu tento me levantar da calçada sem ficar cegar por olhar todo aquele rosa cintilante.

— Meu querido e lindo Erick, eu sei que você gostaria de ir comigo para assistir o discurso do diretor Pierre Du La Vallierre – Eu realmente estava me segurando para não vomitar. É nessas horas meu caro amigo (a), que eu falo um grande “AFF!”. Eu tenho dó dele nessas horas. Somente nessas horas. – E é claro que eu sei que você quer me dar um anel cheio de brilhantes para me pedir em namoro na frente de todo mundo – Eu já estava imitando o jeito da Jennifer falando com o Erick com uma grande pitada de sarcasmo na maneira como eu falava. Eu sei o que você está pensando leitor, eu não sou de fazer isso, mas a Jennifer realmente é uma daquelas pessoas que eu não suporto. Assim como vampiro não suporta luz do dia, super-homem não suporta criptonita, eu não suporto a Jennifer, mas eu já estou te atrapalhando demais.

Eu tinha parado de fazer as imitações quando Leo olhou para mim com uma cara feia. Olhei para o lado procurando parecer inocente e não dar risada, mas isso não adiantou muito, já que Alice saiu correndo do dormitório masculino e derrubando tudo o que tinha na frente dela. Inclusive o escândalo e o trio “L”.

— ERICK! Aí está você! Eu te procurei por todo canto e... Porque que a Jennifer, Leo, Linda e Leni estão estatelados no chão, e porque que a Cristine está tendo uma crise de riso forte? – Alice estava muito confusa, porque ela não tinha percebido o que ela fez, e como ela disse, eu estava me matando de tanto dar risada. O que eu posso fazer se minha amiga é super maluquinha e não percebe o que ela faz? – Cristine você está bem? – Ela colocou uma mão na minha testa para verificar se eu não estava com febre. Eu precisei esperar mais um pouquinho tomando um pouco da água que Erick me ofereceu para eu poder a falar normal.

-Estou bem sim, mas ainda acho que o escândalo e o trio “L” não, e muito obrigada pela água- Eu entreguei a garrafinha d’água de volta para Erick e olhei para o escândalo chamado Jennifer e sua trupe, que continuavam estatelados no chão fingindo muita dor. Olhei para Alice que já estava ligando para enfermaria da escola para socorrer as suas vítimas. Erick, que já estava de saco cheio de tudo isso, pegou a suas coisas e quando estava virando para ir embora, ele percebeu que eu estava o observando, e mostrou a língua para mim.

-Já lhe disseram que é feio ficar encarando as pessoas Cristine, ah espera, eu me lembrei de que nunca lhe disseram nada porque você é a queridinha da família – E saiu a caminho da secretaria.

-ERICK! SEU! AH! Idiota! Burro! Nojento! Eu não estava te encarando! Eu estava observando a paisagem e você estava bem no meio do caminho dela! – Como é que ele pode ficar me zoando assim tão fácil? Mas ele que me espere essa guerra ainda não terminou – E para a tua informação, eu não sou a queridinha da família!

Por que ele tem que ser tão... Argh! Ele realmente me paga, e Alice também que está dando risada disso tudo enquanto fazia Leo ficar sentado.

-Meu deus Cristine, você e o Erick realmente não conseguem ficar um do lado do outro sem brigar! – Ela deixou de tentar ajudar o Leo ou qualquer uma das outras perto dele dizendo que a ambulância deles já ia chegar, e veio perto de mim- Anote o que eu falo quem briga demais acaba casando se no final, e você e o Erick formam um casal tão bonitinho! – Ela deu mais risada da careta que eu fiz, porque meu caro leitor, eu e Erick, um casal, bonitinho? Nem aqui nem lá na China! — E por falar nisso, eu não consegui terminar de falar com Erick, bem, eu falo com ele depois. Agora nós temos que pegar os nossos horários- E com isso ela me arrastou em direção da secretária, pelo mesmo caminho que Erick tinha feito.

Achei estranho fato de a rua estar tão vazia, ou nós estávamos realmente atrasados, ou tinha alguma coisa errada. Olhei a minha volta, o bairro das orquídeas, com sua rua, prédios, muros, todos feitos de pedra, com várias orquídeas enfeitando todos os lugares possíveis e eu mal vi um aluno, quem diria uma alma viva.

-Alice, que horas são somente para eu saber... — Eu perguntei receosa, porque quando as coisas ficam muito calmas na academia, é por que algo está realmente errado. Logo depois que eu terminei de perguntar para Alice as horas, eu senti o mesmo vulto passar perto de mim. Olhei a minha volta novamente, mas não encontrei nenhuma alma viva agora. Alice que demorou a tirar o celular da bolsa e me olhou com uma cara de espanto.

-Que foi Cristine? Você tá bem? – Ela me olhou com uma cara preocupada. Ela simplesmente olhou para os lados e não viu ninguém – Parece que estamos realmente atrasadas, vamos para secretaria, assim você toma alguma coisa para melhorar essa sua palidez- Eu juro, quer pessoa mais preocupada que a Alice, é fácil, me pegar preocupada com a Alice. No final eu me deixei ser puxada até a secretaria, quase esbarrando na pessoa mais simpática que eu conheço. Desculpe-me, usei muito sarcasmo, ou como Emily diz, escorreu veneno.

-Erick! Ajuda-me levar a Cristine para dentro da secretaria, eu acho que ela está passando mal. Olha só para a palidez dela! – Alice disse para o Erick de forma autoritária. Quando eu olhei para o Erick, este parecia de certa forma, preocupado também... O que é muito estranho meu caro leitor. As palavras “Erick”, “Cristine passando mal” e “Preocupado” só aparecem na mesma frase se tive “não estar” no meio.

Ele me segurou no colo dele até que a secretária nos visse. E daí eu preferia esconder o que aconteceu por vergonha mesmo, mas eu tenho que contar, é um livro de memórias, não posso deixar de contar essa memória para vocês. Só um me deixe recomeçar isso.

Quando Alice falou para Erick como eu estava, o olhar dele mudou por um momento, um olhar de preocupação, coisa que eu não vejo. Ele me segurou no colo, me segurando forte contra o peito dele. Eu juro que eu nunca me senti tão desconfortável leitor, senti meu rosto queimar, e Alice colocar a mão dela de novo na minha testa.

— Cristine! Ai meu deus, você está vermelhinha! Espero que não seja nada grave – Ela disse com uma cara de super preocupada. Eu tentei falar que não era nada, mas com Erick me segurando não me deixava falar direito. Alice entrou na secretaria, com Erick bem atrás dela. – Madame Arianne! MADAME ARIANNE! – Alice gritava para a secretária que estava dormindo com uma máscara cor-de-rosa choque. Madame Arianne pula da cadeira em que estava sentada, tirando a máscara do rosto desajeitando o cabelo vermelho vivo. Ela nos olhou primeiramente com desprezo, mas depois quando me viu, ela se assustou e correu para abrir a porta da enfermaria.

— Dio Mio! Madeimoselle Du La Vallierre, a enfermeira vai te atender agora mesmo! Eu vou ligar para Pierre vir aqui logo depois do discurso! – Ela desandou a falar e andar pela secretária, uma sala grande estilo vitoriano com imagens de paris, com um bando de papéis nos braços. Eu suspirei, olhei para Alice com uma cara de brava.

— Alice, eu estou bem, só preciso de ar puro e pegar o horário – Erick que até esse momento tinha ficado quieto, simplesmente pegou dois horários, me deu para segurar e saiu da secretária caminhando para uma sala de aula. Eu não sei o porquê, mas, ele não me deixou descer do colo dele até que nós chegássemos à sala de dança sete. Olhei os horários que Erick tinha me dado e percebi que eram os mesmos.

-... Obrigado... Por me tirar de lá... François – Eu disse assim que eu me sentei encostada a um espelho. Ele me encarou e simplesmente pegou o horário dele sentando do outro lado do salão. Por que ele tem que ser tão estranho?

Fiquei olhando a porta, pela qual Alice e as gêmeas passaram logo depois que Erick sentou-se. Alice pediu desculpas pela preocupação exagerada dela e foi falar com Erick enquanto as gêmeas sentaram-se do meu lado e começaram a olhar para Erick e de volta para mim.

Notas finais
Gostaram da história? Curtiram a ideia? Deixem o comentário para deixar a criança feliz!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.