The Mystery Of Grander Hall- The Alexander´s Book
1 Capítulo 1- the start
Notas iniciais
Katherin Perrié era uma garota de quase 14 anos, olhos verdes, cabelos ruivos que lhe batiam nas costas ondulados, e um pouco mais alta que as outras meninas de sua idade.
A francesa era muito feliz, adorava fazer piadas , e sempre gostava de ajudar os outros, poucas eram as pessoas que desejariam mal á ela. Tinha uma sede por conhecimento, era ótima aluna ( mesmo tendo dislexia), amava ler e escrever, tinha uma curiosidade , que, até você conhece-la , pensava não existir em uma só pessoa.
Ela sabia cantar, tocava violino e piano, dançava ballet, e era uma escritora fantástica.
Raros eram os momentos em que alguém via Katherin chorando, triste, deprimida, negativa...
Quem a via assim, como era : sorridente, hiperativa, sempre a postos para ajudar, dançando, brincando, fazendo piada, sempre com os belos olhos verdes brilhando, nunca poderia imaginar que ela poderia ter um passado tão triste...
Katherin , tinha hiperatividade ,dislexia, as vezes crises de depressão. A francesa havia perdido os pais em um incêndio quando tinha 5 anos. Seus tios queridos e seu primo Samy (que sempre desejaram a guarda das irmãs Perrié , mas nunca conseguiram) tinham se mudado para Tokio a 3 anos. Sua irmã mais velha, Mary, havia ido estudar medicina em Harvad quando Katherin tinha 10. E, para piorar a situação, ela vivia com os padrinhos da irmã, que quando não a ignoravam, a destratavam.
A ruivinha tinha todos os motivos do mundo para sempre estar triste, chorando. Porém ela não o fazia. Sempre pensava positivo, sempre estava sorrindo, esperava o melhor de todos, vivia a vida alegre.
Katherin não era rejeitada , mas nunca era essencial para seus colegas de escola. Ela também não gostava muito de ficar entre eles ,pois, conseguia sentir quando alguém havia falado mal dela e não era confortável ficar ao lado da pessoa. Das pessoas. A curiosidade sua as vezes incomodava seus colegas. Ela adoraria poder controlar esse seu “poder”. Porém não consegue.
Agora Katherin estava na sua varanda. Olhando Paris ao fim de tarde. Deviam ser umas quatros horas e ela ainda escrevia ali, no chão frio da varanda.
As vezes lançava uns olhares pensativos para seu quarto. Ele não era nem um pouco arrumado. Tampouco era muito luxuoso. Mas, ela gostava assim.
Voltou seu olhar para a cidade. Entretanto, agora se fixava em um objeto: a Torre Effeil. Era um monumento realmente bonito. Ela conseguia vê-lo da varanda.
Katherin podia observar o monumento sem dificuldade, já que morava na cobertura. Seu prédio não era muito grande e ficava em frente a Square Lammartine.
Ela fechou o caderno em suas mãos, se levantou e foi até a borda da varanda. Ficou lá ,simplesmente olhando Paris a sua volta. Porém ela foi logo tirada de seus pensamentos pelo seu celular que tocava feito doido a música viva la vida, do codplay.
“Eric” pensou Katherin.
Ela correu até sua cama , se jogou em cima dela e pegou o iphone que estava no criado-mudo.
– Alô? Eric?- disse Katherin- Por quê está me ligando?
– Porque...-disse Eric como se fosse dar uma bronca nela- Eu resolvi ir até a loja do Seu Manuel. Você vem?
– Precisa perguntar?! Eu já estou indo pra sua casa! Daqui...- Mas, sua fala foi interrompida por Eric.
– Não precisa . Eu já me adiantei.- Ele ri- Olha pela varanda.
Katherin fez exatamente isso e viu Eric com sua bicicleta parado na calçada.Ela pegou o telefone e disse:
– Engraçadinho.
– Rapunzel, Rapunzel, jogue suas tranças!- Eric ri novamente- Vamos! Tá esperando o que? Vai logo se libertar das garras da bruxa!
– Em 5 minutos estou aí em baixo.
– Tá legal.
Katherin desliga o celular e vai até o armário. Pega um casaco de lã bege e a coloca por cima de sua blusa rose com estampa de pé de sapatilha. Eles já estavam quase no outono, mas, já fazia um pouco mais de frio em Paris. Ela soltou um suspiro. Isso significava que logo voltariam as aulas.
Ela pegou uma jeans limpa do armário e calçou suas botas de cano alto de couro marrons . Desceu as escadas correndo e disse a governanta que estava saindo.
– É melhor você voltar antes da bruxa velha chegar. Hoje ela tá difícil de aguentar. Menina, se não tivesse você nessa casa eu já tinha pedido as contas faz tempo!- disse a mulher. Seu nome era Lydia . Ela tinha pele morena escura, cabelos cacheados que viviam presos em um coque e era bem baixinha. Ela era a única pessoa daquela casa que realmente cuidava e se importava com Katherin.- Mas, posso saber aonde a mocinha vai ?
Calma Ly!- Katherin ri- Eu só vou na loja do Seu Manuel e talvez depois na casa da Cleo.
–Faça isso rápido, então. Porque é hoje que aquela bruxa põem a casa a baixo!
– Ta bom.- Ela vai até a cozinha, onde a mulher estava e lhe dá um beijo na bochecha- Tchau. Volto logo.
– Tchau Katy. Não vá se atrasar para o jantar. Eu estou fazendo uma macarronada.
– hum.. Delicia!- disse a garota passando a mão no estômago.
Ela pega as chaves ,abre a porta , desce as escadas do prédio até a garagem e pega sua bicicleta.
Quando estava no portão, Jered, o porteiro, disse:
– Hey, hey, Katy! Como vão as coisas?
– Bem como sempre . Obrigada. E você?
– Eu não vejo a hora de tirar minha aposentadoria! E ela está chegando!
Jered era um senhor de quase cinquenta anos muito simpático. Ele sempre conversava com Katherin. Era quase um grande amigo para ela.
– Vou sentir sua falta.
– Não se preocupe, queridinha! Quando eu me aposentar vou passar todos os meus dias conversando com você! – Ele sorri- Só que, acho que terá de ser em minha casa. Porque, com a dondoca ai , já sabe como é , né?
Katherin ri e concorda com a cabeça.
Ele abre o portão e ela finalmente está na calçada. Eric estava lá, encostado em um poste com sua bicicleta. Ela vai até ele.
Eric era alto, magro, de cabelos negros e olhos cinzentos. Ele tinha a idade de Katherin. Eram amigos desde o jardim da infância. Sua pele era branca meio morena. E, agora, ele a encarava com uma expressão cansada e com um sorriso irônico.
– Aleluia! Porque tanta demora?
– Eu não tenho mito tempo.- Katherin o ignorou- Logo ,logo a bruxa vai estar no castelo e eu nem quero ver se ela pegar a gata borralheira fora de casa.
Eles riram e subiram nas bicicletas. Pedalaram pelas ruas e pararam, não muito longe dali, na lojinha do Seu Manuel.
Eles desceram e entraram. Ao passarem pela porta um sininho anunciou a chegada. A loja era grande. Bem... Na verdade era um antiquário. Enfim, eles encostaram as bicicletas em um canto vazio da loja e seguiram em direção ao balcão , que ficava ao fundo.
– Seu Manuel?- perguntou Katherin.
Silêncio.
– Tem alguém aqui?- disse Eric.
Novamente ninguém responde. Eric, olhou para Katherin e cochichou:
– Que estranho... Ele sempre está aqui... Ele nunca nos deixou esperando...
– Talvez ele esteja dormindo. Vamos na sala dele ver.- disse a garota, que parecia nem se incomodar com o fato incomum.
– Ok.
Juntos , eles caminharam por metade da loja. Até que sentiram um vento frio . Pararam e observaram ao seu redor. Mas, isso era em vão. O antiquário tinha pilhas enormes de muitas coisas para todos os lados, que faziam uma espécie de corredores pelo estabelecimento e isso limitava o espaço tanto para se mover, tanto para ver.
Ambos se olharam e silenciosamente resolveram continuar. Dessa vez chegaram ao balcão da loja, que estava completamente bagunçado. Como se alguém o tivesse revirado , procurando por algo.
Katherin olhou para Eric, que também havia percebido a bagunça e sussurrou:
– Definitivamente há algo errado. Ele nunca deixaria o balcão desta forma. Eu mesma já peguei ele brigando com o filho porque ele bagunçava demais a loja.
Eric franziu as sobrancelhas.
– Parece que alguém andou procurando algo com muito interesse...
– A pergunta é : Será que encontrou?
Mal a menina havia terminado a frase, e se ouviu o som de um vaso se quebrando.
Eric arregalou os olhos e Katherin prendeu a respiração.
– Eu acho que não .- sussurrou Eric em tom de pavor.
– Esse som...- Katherin se virou para o lado esquerdo e começou a andar bem devagar- Veio daqui.
– O que você está fazendo?- sussurrou Eric desesperado
– Quero saber o que está acontecendo. Vou seguir a direção de onde veio o som.- Ela se virou e encarou o rapaz- Você vem ou não?
Eric soltou um suspiro e começou a segui-la.
Logo, chegaram a porta que dava para a sala de descanso de Manuel. Lá, Katherin pode ouvir vozes elevadas. Uma ela conhecia, era Manuel. A outra, não fazia ideia de quem seria.
A porta estava entreaberta, com apenas uma pequena fresta. Katherin ousou olha-la.
Ela viu Manuel encolhido no fundo da pequena sala e um homem vestido inteiramente de preto que lhe tacava coisas e berrava palavras incompreensíveis.
Katherin ficou pasma com a situação. Eric também via a cena por cima da cabeça da menina. Mas, ela não conseguia ver qual era a sua reação.
Finalmente o homem gritou algo compreensivo aos ouvidos de Katherin:
– Aonde está? Você não poderá esconde-los para sempre. Porquê você simplesmente não se rende e me conta Manuel?
– Porque isso foi deixado comigo por uma razão: para protege-los. E, eu vou cumprir meu juramento até meus últimos dias!- berrou o velho português.
– Que bom que pensa assim.- disse o homem maliciosamente pegando uma faca do interior de seu sobretudo.
Parecia que todo o sague de Katherin havia virado gelo. Ela viu o homem se aproximar lentamente de Manuel que gritava, implorava e se encolhia. Por um segundo pensou em sair da loja e buscar ajuda. Seria o mais sensato a fazer. Porém havia uma voz na cabeça dela que dizia “ vá e lute”.
Ela resolveu seguir seus instintos.
Katherin, subitamente, se levantou e empurrou a porta com toda a sua força. Eric a olhou espantado. Ela não costumava ser assim.
O homem de preto se virou para ela e só então a garota pode ver que ele estava mascarado. A máscara era horrível; era toda branca com uma boca aberta da qual saia uma língua comprida e torta, como a de uma cobra. Apesar de ter buracos para os olhos, Katherin não conseguia ver os do homem. Isso só o deixava mas amedrontador.
Antes que qualquer pessoa tomasse quaisquer iniciativas, Katherin perguntou para o mascarado em um tom alto e grave:
– Quem é você?
O homem riu. Sua risada era fria e escandalosa. A lembrava da risada maligna de Darth Vader.
– Quem é essa , Manuel? Uma de suas clientes? Ou uma de suas amigas?- ele ri novamente. Sua risada deixou Katherin desorientada por um segundo- Francamente...
A frase dele não pode ser concluída, pois Katherin, em um momento alucinante de coragem tornou a perguntar:
– Quem é você?
– Ora, ora, ora... Temos uma mocinha muito corajosa aqui. Porém,- ele se vira para Katherin. Ela ainda não pode ver seus olhos e isso a perturba- sou eu quem faço as perguntas por aqui.
– Eu perguntei, quem é você.- repetiu a garota dizendo cada palavra bem devagar, como se cada palavra a machucasse ao ser pronunciada.
O homem ri novamente e aponta a faca para a menina.
– Você não acha,- disse ele devagar- que, desafiar um homem com uma arma nas mãos, é idiotice? Ainda mais, quando você está de mãos vazias?
“ merda” pensou Katherin. “Me parece uma boa ideia ter pego algo. Nem que fosse uma frigideira!” Os olhos dela pararam na minicozinha atrás do mascarado. “ uma frigideira...”
Entretanto, Eric, num surto de coragem, correu até o homem. Como este estava desprevenido, acabaram os dois caídos no chão.
Katherin aproveitou a vantagem e foi até a cozinha e pegou a frigideira.
Ela consegui pegá-la. Todavia, o homem empurrou Eric contra a parede, fazendo-o gemer de dor e começou a andar em sua direção.
– As crianças de hoje em dia são tão idiotas assim?- ele repete sua horripilante risada.
Entretanto sua risada não assusta mais Katherin. Ela a deixa com raiva, com mais vontade de acertá-lo.
O homem se virou para Eric, que ainda gemia:
– Pare de gemer rapaz! Pare ou eu corto a sua língua!
Nesse exato momento Katherin resolveu agir. Ela levantou a frigideira, e correu em direção ao homem. Porém, este se virou no exato momento em que ela iria acertá-lo e lhe cortou profundamente o pulso com a faca, a fazendo soltar um berro e a frigideira. Ele a empurrou e ela caiu no chão.
– Você é realmente estúpida.- ele ri- E, francamente, não acho que uma frigideira seja uma boa arma. Você não me parece muito inteligente. Talvez se você usasse seu potencial para outra coisa...
Ela olha para Eric. Eles conversam silenciosamente pelos olhos. Eles já sabem o que fazer.
– É uma pena que eu tenha de mata-la. Você poderia ser útil mais tarde.- ele continua- Porém, agora, já está decidido. A garota será a primeira a morrer. Eu não quero subestima-la.
Katherin vê Eric se levantando silencioso como um gato e pegando o vaso de cima da mesa . Ela sorri e diz:
– Faça isso com força.
– O quê?- pergunta o mascarado.
– A desculpe- disse Katherin abrindo um sorriso travesso- Mas, eu não estava falando com você.
O homem se virou tarde demais . Eric tacou o vaso na cabeça dele, fazendo-o quebrar. Obviamente , o vaso não fez o ele desmaiar, como nos filmes e desenhos. Porém o deixou atordoado tempo mais que suficiente para Katherin se levantar , agarrar a frigideira e bate-la com força na cabeça dele.
Novamente, ele não desmaiou. Mas, ficou tão atordoado que seus joelhos quase cederam e ele soltou a faca.
A garota mergulhou rapidamente , pegou a faca e, antes que o homem se recuperasse, ela cortou-o no braço, fazendo aparecer sua pele, que era extremamente pálida.
Ele guinchou e berrou de dor. E, vendo que estava em desvantagem e desarmado, correu até a porta, parando na soleira para disser:
– Vocês vão me pagar. Eu voltarei. E desta vez, não vou falhar. Todos vocês morreram pelas minhas mãos.- sua voz ,agora, saia fraca e rouca, como a de Lorde Voldemort.
E assim saiu.
Um silêncio mortal cobriu a sala. Ele só foi quebrado quando Katherin, sem sair do lugar perguntou:
– Estão todos bem?
– Defina bem. Se bem for estar com a mão sangrando por causa dos cacos do vaso, com a cabeça e as costas latejando , sim, estou bem.-respondeu Eric rispidamente.
– Desculpe. Quer trocar de lugar?- respondeu ela no mesmo tom apontando para o pulso, que sangrava muito –quer o pulso sangrando, a cabeça com um galo do tamanho do monte Everest, as cotas latejando e ...
– Ok.ok. –disse seu Manuel com uma voz fraca do outro lado da sala- Os dois estão muito machucados e foram completamente corajosos. Agora , parem de brigar.
Ambos andaram devagar até Seu Manuel. Provavelmente teriam corrido, se não estivessem machucados.
– O senhor está...- Katherin deu uma risada fraca- Tá, eu não vou fazer essa pergunta.
– Pois eu quero fazer uma.- Disse o velho português- Por quê ainda está com a faca em punho?
Ela se assustou ao perceber que ainda segurava a faca e jogou-a para longe.
– Consegue levantar?- perguntou Eric.
Ele assentiu com a cabeça e os dois ajudaram-no a se levantar.
– Sentem-se . – disse Manuel – Eu vou pegar a caixinha de primeiros socorros.
Então caminhou lentamente até os armários atrás de si. Eram idênticos aos armário de escola. E abriu um deles , do qual tirou uma caixinha de madeira e foi até a mesa onde a abriu.
Depois de terem se medicado, Katherin perguntou:
– Hã... Seu Manuel,- disse cautelosamente- O que aquele homem queria?
Ele suspirou e virou-se para ela com um olhar triste.
– Acho... Acho que está na hora de te contar.- Dito isso fez um sinal para que o seguissem.
Manuel os levou até uma porta do lado direito da loja , que estava escondida por tapetes, e a abriu. Ao ter feito isso, a porta rangeu, como se não fosse aberta a muito tempo.
Dentro do cômodo, haviam dois sofás, uma mesa , e, nas paredes um incontável número de quadros e papéis, assim como vários armários de madeira.
– Sentem-se.- disse ele- Preciso contar-lhes uma história.
Eles obedeceram e o velho continuou:
“ Dias antes de seu pai morrer, Katherin, ele veio até minha loja junto de sua mãe. Eles me disseram que só pediriam duas coisas:
1º : Que, se algo acontecesse á eles, para que eu cuidasse de você. Mesmo que de longe.
2º : Eles pediram que eu guardasse isso para o dia em que você tomasse o rumo da família.”
Dito isso, ele foi até um dos armários e de lá tirou uma grande caixa de madeira com as inscrições GP em dourado na tampa.
– Eu nunca pude abri-la porque não tenho a chave. – e tirando os olhos da caixa , olhou para Katherin- Sua mãe disse que você teria.
Ela pegou seu colar . Ela o ganhara no dia de seu quarto aniversário, de sua mãe.
A garota pensou em abrir a caixa naquele exato momento. Porém, algo em sua cabeça a dizia para fazer isso em casa.
– A chave... Deve... Deve estar na minha caixinha de música. – Os dois olharam para ela- Minha mãe sempre gostou dela. E, como eu sempre gostei daquela caixa também, ela deve ter escondido lá.
– Então- disse Eric – acho que está na hora de voltar. Muito obrigada Seu Manuel.
Eles se levantaram e foram até a porta. Quando chegaram nela, Katherin parou e se virou para Manuel.
– Seu Manuel...- disse ela curiosa- Só mais uma pergunta. Eles... Eles te disseram qual era o “rumo da família”.
– Sim.- disse o homem com um olhar misterioso e um sorriso enigmático.- Mas, eles também me deram a resposta para essa pergunta. Creio eu , que eles sabiam que você perguntaria isso.
– E qual é ?
– Isso, você terá de descobrir sozinha.
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