The Music Of My Heart
3 O Poder Das Suas Palavras
Notas iniciais
Desculpem os erros, tá?
POV's Jenny
Ao acabar do banho, e deci e encontrei meu pai na sala. Sentei no sofá e perguntei pela minha mãe, e meu pai disse que ela havia saído. Ficamos conversando e meu pai me contou que traiu a minha mãe e que esse foi um dos motivos para a tal separação. Confesso que me surpreendi no começo, mas logo encarei a situação de boa. O que não durou muito.
- E agora minha ex-amante, será a sua madrasta! — meu pai disse rindo.
- COMO É QUE É? — praticamente gritei levantando e colocando as mãos na cintura.
- É isso mesmo -riu achando que eu tava de brincadeira- Eu já até pedi ela em noivado, e assim que sua mãe sair de casa, ela virá morar com a gente!
- E pra onde minha mãe vai mesmo? — perguntei.
- Pra casa da tua avó! — ele sorriu.
Peguei um papel que estava em cima da mesinha de centro, e uma caneta e escrevi "LEMBRAR DE NUNCA IR NA CASA DA AVÓ MARIA!", meu pai viu e riu. Logo depositou um beijo em minha testa e saiu da sala, subindo as escadas. Deitei no sofá e peguei o controle da TV, e quando estava mundando de canal, percebi que passava "Two and a Half Men" e sorri automaticamente! Lembrei do meninos... rs Assisti um pouco e acho que dormi ali mesmo no sofá. Acordei com fome, logo comi, tomei banho e fui pro computador, de pijama. Abri meu twitter e vi o excesso de followers! O que houve? Fui procurar saber, e os meninos da 1D haviam me seguido! Que lindos né? Só que eu já os seguia, tudo culpa da Fernanda!
Postei: "Tudo vai ficar bem!" e saí do twitter. Deitei em minha cama e fiquei escutando música. Um tempo depois, fiquei com sono e desliguei o celular, indo dormir.
Sábado, 10:20 da manhã.
- Filha? Jennifer? — senti alguém me tocando enquanto falava.
- Oi? — respondi passando as mãos nos olhos.
- Já to indo embora! Se um dia se interessar em me procurar, estarei na casa da sua avó! Leia isso, tá? — me entregou um papel — Beijo e desculpa por tudo! — disse minha mãe e depositou um beijo em minha testa.
- Tchau! — disse enquanto assistia ela saindo do meu quarto.
Coloquei o tal papel na gaveta do meu criado-mudo. Arrumei minha cama e fui tomar banho. Ao sair me arrumei pouco, colocando uma camisa gola pólo roxa, um shorts branco e um all star branco. Amarrei meu cabelo em um rabo de cavalo, e me maquiei, bem simples (pó, blush e rímel), e estava pronta. Desci as escadas encontrando meu pai na cozinha.
- Bom dia! — disse sorrindo á meu pai.
- Bom dia filha! Animada? — meu pai riu.
- Mamãe saiu de casa, we! — disse já atacando metde da mesa de café da manhã.
- Sim! — ele riu — Tá com fome, né?
- Tô sim! — disse e sorri — To indo pra Fê! Beijo! — disse pegando uma maçã e dando um beijo na bochecha do meu pai.
Saí de casa efui em direção a casa da Fernada. Quando virava a esquina, vi um tumulto na rua, mas deixei passar. Chegando na casa da Fê, fui recebida a gritos, abraços, xigamentos e tal.
- Sua vadia, como ousa sumir assim? — Fê disse.
- Desculpa amiga! — ri — Mas foi melhor!
Ficamos conversando por um bom tempo, sobre diversos assuntos, até mesmo sobre a One Direction! Mas preferi não contar para Fernanda que eu os conhecia. Não agora, eu tinha um plano muito melhor pra contar.
- Topa ir tomar um sorvete? — Fernanda perguntou.
- Claro! — Eu disse e saimos de casa feito idiotas que somos.
Chegamos na sorveteria, e entramos. O dono de lá era irmão da minha mãe, e era legal, eu gostava dele!
- Oi tio! — disse entrando e jogando um beijo pra ele que estava no balcão.
- Oi Jennynha! — ele riu.
Pedi um sorvete de 3 bolas de morango, e Fernanda pediu um de flocos. Sentamos em uma mesa com os sorvetes, e poucos minutos depois um dos garçons chegou em mim e me entregou um papel.
"Já estou com saudades! Beijos do seu irlandês xx" — assim estava dizendo no bilhete.
PÁRA TUDO! Será que é quem eu to pensando? :O Guardei o papel no meu bolso e peguei um guardanapo. Pedi uma caneta ao garçom.
"So call me maybe! rs, beijos da tua problemática!" - esse foi o meu bilhete.
Pedi para o garçim entregar o bilhete e Fernanda ficou igual a uma idiota perguntando o que estava acontecendo. Enrolei ela e ela acreditou, graças a Deus! Ficamos por ali conversando até acabar o sorvete. Pagamos e fomos embora. "Niall" já havia saído, eu vi. Fiquei rodando em Londres com a Fê, e depois fomos para a casa dela.
- Amiga, vou na cozinha pegar água, quer? — eu disse.
- Não amiga, pode ir lá! — ela disse e eu desci, indo pra cozinha pegar água.
POV's Fernanda.
Jennifer foi na cozinha buscar água, e deixou seu celular no quarto, que poucos segundos depois dela ter descido, tocou. Peguei e atendi, afinal, eu tinha liberdade pra fazer isso.
- Alô? — eu disse ao atender, sem olhar o visor.
- Jenny? Aqui é o Niall! — Disseram do outro lado da linha.
- É quem? — eu disse nervosa, com a voz trêmula.
- O Niall cara! Niall James Horan, teu irlandês, esqueceu? — ele disse rindo — Você disse pra mim te ligar se quiser, e eu quis, tá ae, liguei!
- Mas aqui não é a Jenny! É — fui interrompida pelo Niall.
- Então quem é? A Jennifer me deu o número errado mesmo? — ele disse cabisbaixo.
- Não Niall, o celular é da Jennifer, mas ela tá na cozinha e deixou o celular aqui no quarto e eu tomei a liberdade de atender! — eu dizia enquanto uma lágrima rolava pelo meu rosto. Nesse momento, Jenny entrou no quarto e perguntou quem era e se era pra ela. Eu somente entreguei o celular pra ela e sai do quarto.
POV's Jenny
- Alô? — Eu disse, sem ler no visor.
- Jenny? — Niall disse.
- Niall? Sou eu! — eu disse.
- Eu mesmo! Quem era a tua amiga que tava falando comigo? — Niall perguntou.
- Era a Fernanda cara, a minha amiga que é fanática por vocês! Cara, ela não sabia que eu conheço vocês, ela saiu do quarto chorando! — eu disse rápido quase chorando também.
- Vai atrás dela e depois me liga! Beijo! — Niall disse e desligou.
Coloquei meu celular no bolso e desci as escadas correndo. Torci o pé, mas eu tinha que ir atrás da Fernanda.
- Como você ousou fazer isso comigo, Jennifer? Logo você que sabia que eu sou apaixonada pelos minos da 1D! — Fernanda disse quando percebeu minha presença.
- Amiga, eu juro que iria te contar mas não assim, não hoje! — eu disse.
- Iria me contar? Quando Jennifer? E por que não me contou hoje? — Fernanda perguntou me olhando, parecia estar com raiva. E estava chorando bastante.
- Eu queria fazer algo especial! Eu marcaria hoje com o Niall, para poder chamar os meninos e fazer uma surpresa pra você, lá em casa amanhã. Mas não deu, pois você descobriu antes da hora e agora, por mais que eu fale milhares de coisas, você não vai acreditar em mim! — eu disse e algumas lágrimas rolaram pelo meu rosto.
- Especial? Você se importaria em fazer isso pra mim, por causa do meu amor pelos meninos? Não sei não, pois talvez agora depois de você ter os conhecido, você tenha mudado bastante! Será que ainda é capaz de ser a minha melhor amiga? — Ela gritou pra mim.
- Palavras machucam, tá Fernanda? — disse chorando e saí andando, ou tentando. — Aí! — gritei de dor.
- O que houve? Vai me dizer agora que faz parte do seu plano? — Fernanda disse, debochada.
- Não, eu machuquei o meu pé! — Eu disse e chorei mais ainda, sentando no chão e colocando a mão sobre o meu pé direito.
- Vou ligar pro seu pai! — Fernanda disse seca.
- Pode deixar, eu ligo! Só quero que me ajude a levantar... — eu disse e ela esticou as mãos pra mim, que segurei e senti ela me puxando!
- Tchau, pensa em mim, tá? — Eu disse e saí pulando em uma perna só, até a porta. Abri a porta e saí, me sentando na calçada da casa de Fernanda.
Não demorou muito e meu pai chegou, de carro.
- O que houve filha? — meu pai perguntou, preocupado.
- Torci o pé e tá doendo demais! Me leva pra um hospital, por favor? — implorei praticamente e ele me levou.
Chegamos no hospital, dei meu nome na recepção para ter consulta com o ortopedista, e poucos minutos depois, chamaram meu nome. Apoiei em meu pai e fui pulando até a sala.
- Olá Jennifer, deite-se aqui, por favor! — O médico disse e eu fiz isso né, mas com a ajuda do meu pai. — Aonde dói?
- Meu pé direito! — eu disse.
- Vamos fazer o raio — X! — o médico disse.
- X-Factor! — sussurrei.
- O que você disse? — o médico perguntou.
- Nada, esquece! — eu disse sorrindo.
Ele tirou o raio-X rápido e viu o resultado pelo computador.
- Você fraturou um osso do pé! Mas não é nada demais, você colocará botinha e em 15 dias, talvez já esteja boa! — o doutor disse.
- Ok então! — eu disse.
O doutor colocou a botinha em mim, e meu pai acertou o preço da consulta com ele. Fim de conversa, quero ir pra casa.
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