Notas iniciais
das galinhas KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK parei! Postei rápido, né? Pois é! Então, vamos ler? (((((((:

- E como foi a viagem, senhorita Débora Vezzali? – perguntei enquanto pegava a sua mochila. Ela carregava uma mala e Niall estava levando a outra.

- Ótimo... hm, pra onde vamos? – ela perguntou e eu sorri.

- Que tal irmos à sua casa e depois irmos à casa do Niall? – perguntei e ela sorriu, ficando vermelha.

- Nossa casa amor, conserta isso aí! – Niall falou se referindo à frase.

- Awn! – pronunciei e dei um selinho nele.

- Então vamos! – Debbie disse. Chegamos no estacionamento, colocamos as coisas da Debbie na mala e eu sai correndo para poder dirigir. Niall olhou e bufou alto. – Não entendi...

- Acho melhor você colocar logo o cinto de segurança! – Niall avisou já colocando o dele. Não deu tempo nem de Debbie pensar... acelerei com o carro e sai na voadora do estacionamento.

- Sua doida, para! – Debbie pediu se agarrando no banco de trás.

- Por quê? É tão divertido! – Eu falei rindo.

- Respeite os sinais, por favor! – Debbie e Niall pediram juntos e eu parava nos sinais, ao menos.

(...)

Niall e Débora foram uns chatos. Não me deixaram ultrapassar sinais por nada nessa vida, mas tá bom. Fomos na casa da Debbie que era perto da de Zayn e deixamos as coisas dela lá. Agora eu já tinha que ir pra casa do meu pai, para poder prender a Carolina. Debbie vai comigo!

- Vamos buscar minha mãe! – falei e entramos no carro de novo.

- Vou conhecer a criadora de problemas? – Debbie perguntou e eu ri.

- Agora ela está me ajudando a resolvê-los! Mas, vai sim! – falei e Niall encostou a cabeça no meu ombro. – Amor, tenho que dirigir.

- Cansei de quase morrer, amor! Deixa eu dirigir? – ele pediu.

- Esse Niall faz um drama! Vem logo! – falei e ele saiu do carro. Passei pro banco do carona por dentro do carro mesmo e me sentei colocando meu scarpin. Coloquei o cinto de segurança e Niall deu partida com o carro... mas ele era tão calmo pra dirigir que me dava sono.

- Qual é o plano? – Debbie perguntou.

- Todos vão ficar na sala junto com o meu pai e minha mãe, e eu vou subir pra falar com Carolina. Vou falar que já sei de todo o jogo dela e encurralar ela, depois vou falar que ela tem que descer e falar pro meu pai, ou se não eu chamo a polícia.

- E a polícia estará do lado de fora! Ela vai ser presa de qualquer forma... – Niall disse.

- Gostei! – Debbie disse e nós rimos. Demorou um pouco, mas chegamos na casa da minha avó, onde minha mãe estava. Se eu tivesse dirigindo, não iria demorar.

- Oi filha! Oi genro! Oi... ? – minha mãe falou entrando no carro.

- Débora... me chame de Debbie! – Débora disse sorrindo.

- Olá, sou a Carla... mãe da Jenny!

- Prazer, tia! – Debbie falou e nós rimos. Niall deu partida com o carro, mas sabe, né? Nada emocionante como se eu dirigisse. Me afundei no banco e fiquei esperando chegar na casa do meu pai. Demorou para chegarmos lá porque Niall não quase atropelava ninguém, não ultrapassava sinais e nem, ao menos, acelerava em ruas vazias. Mas por fim, chegamos lá e eu logo encontrei meu pai.

- Então pai, cadê a vadi... Carolina? – falei sorrindo pra ele.

- No quarto! – meu pai avisou e eu sorri, olhando maleficamente para a minha mãe que riu.

Subi as escadas com calma e caminhei pelo corredor, enquanto respirava fundo. Bati na porta. 3 toques.

- Entra! – Carolina gritou e eu abri a porta.

- Olá! – eu falei e ela me olhou. A cara de espanto dela foi ótima. Merecia uma foto pra ser postada no meu instagram! – Surpresa ao me ver? Já era de se esperar!

- Jennifer? – ela perguntou ainda sentada na cama com o celular na mão.

- Eu mesma! Não me reconhece mais? – perguntei. Sarcástica demais, beijo pros fãs.

- O que você quer?

- Conversar, oras!

- Veio pedir conselhos com o tal novo namorado? – ela falou jogando a cabeça pra trás e rindo como se estivesse tirando proveito da situação.

- Não!

- Então veio falar sobre o seu pai? Ele está bem, não viu?

- Eu vim falar sobre você!

- Sobre mim? O que?

- Como é trabalhar no cabaré mais famoso da cidade? – perguntei cruzando as pernas e levando as mãos ao joelho.

- Como assim? Do quê você tá falando?

- Do seu trabalho, poxa!

- Tá doida? Não faço isso!

- Não? Então, o que é isso aqui? – perguntei mostrando as fotos no meu celular.

- Que isso? Você me seguiu?

- Te achei! – falei e sorri.

- Eu vou apagar isso daqui! – ela falou arrancando o celular da minha mão.

- Tenho várias cópias dessas fotos, fica calma! – falei e ela me entregou o celular.

- O que você vai fazer com isso?

- Eu? Nada! Mas você vai!

- O que você quer que eu faça?

- Calma, vamos continuar conversando!

- Já disse que não tenho nada pra conversar contigo!

- Será? O que me diz sobre Cassie Lee Harrison ser sua filha?

- Com-Como é que é? – Carolina perguntou, engolindo seco.

- Isso mesmo! Cassie me contou em uma carta que deixou no bolso quando se suicidou! Como é ter sido o motivo da morte da filha?

- Deve ser da mesma forma de ser o motivo da filha cortar os pulsos, né querida Jennifer? – ela falou debochadamente para mim. Senti meus olhos se enxerem de lágrimas.

- Não sei, não sinto as coisas que minha mãe faz desde quando cortaram o cordão umbilical! – falei e me senti vitoriosa, sei lá.

- Engraçadinha você!

- Você acha? Obrigada! – falei e sorri. Debochaaaaada, ela é debochada (8). – Mas então, envolvimento em quadrilha já é demais, né Carolina Harrison?

- Quê?

- Tá tudo explicado na carta, agora bora! Ou você conta pro meu pai, ou eu te denuncio pra polícia! – falei e ela se levantou.

- Você vai... ?

- Te denunciar? Se você não contar pro meu pai, sim! – falei e ela assentiu.

- Vamos descer! – ela falou e saiu na minha frente. Festejei por dentro e desci atrás dela. Ela chegou na sala e todos a encararam sorrindo, como se não soubessem de nada.

- Fala Carolina! – eu falei pra ela e Debbie fingiu.

- Ela tá grávida? – Debbie perguntou, mas já sabia o que ocorria. Eu ri.

- Quer saber? Não vou falar nada! – Carolina falou e saiu correndo de casa.

Merda! Nem dava tempo de avisar os policiais do lado de fora!

- Ai caralho! – falei e todos correram. Carolina estava entrando no carro dela. Corri pro carro de Niall junto com Niall e Debbie. Eu dirigiria, claro! Meu pai e minha mãe foram pro carro do meu pai. Carolina deu partida com o carro e ela corria demais, eu me desesperei e dirigi correndo mais do que o normal.

- Calma Jenny, assim a gente vai morrer! – Debbie falou no banco de trás.

- Tão com o cinto de segurança? Vou ultrapassar! – falei.

- Pode ir! – Niall falou e eu sorri. Ultrapassei na toda.

- Liga pros policiais! – pedi e Niall ligou e colocou no viva-voz. Avisamos onde estávamos e sobre a fuga de Carolina. Me possibilitaram a fazer qualquer coisa pra prender ela, então...

- Se segurem! – falei e acelerei mais ainda. Acelerei demais mesmo. Fiquei lado a lado com o carro da Carolina.

- Conseguimos!

- Ainda não! – falei e Carolina acelerou mais. – Desculpa... eu pago o conserto ou até mesmo compro outro pra você, amor!

- O que? – Niall perguntou sem entender.

- É agora! – falei e acelerei mais, virando o carro na frente do de Carolina, que bateu na lateral do carro e parou. Ela não correria mais do que eu. Sai do carro e Carolina saiu junto. Ela saiu correndo em direção em que o carro do meu pai vinha. Quando ela percebeu que não tinha saída, parou. Daí eu chutei as costas dela e ela caiu de frente pro chão. Pronto Carolina, o jogo acabou!

- O que você vai fazer? – ela perguntou e eu virei ela de frente pra mim.

- Relembrar os velhos tempos! – Comecei a bater nela até que ela desmaiou. – Niall, me ajuda a colocar ela na mala!

- Na mala? – Niall perguntou.

- É! Vamos leva-la pra polícia! – falei.

- Okay! – Niall falou.

- Vamos pra delegacia! – meu pai falou e voltou pro carro. Niall pegou Carolina no colo e colocou ela na mala do carro.

- Nossa, que estrago! – falei observando a lateral do carro do Niall.

Notas finais
Goxxxxxxxxxxxxxtaram? Reviews? hahahahahahahahaha