The Most Powerful Magic Of All
5 Capítulo 5
Notas iniciais
Eu andava meio alienada e cheia de coisas para fazer, então...
Esse capitulo se passa só em FTL
Regina acordou atordoada, levou um momento para reconhecer seu velho quarto.
“O que aconteceu?” pensou confusa, como chegou lá?
Então ela se lembrou. A colina... O tumulo... Daniel!
Como poderia ter visto Daniel? Ela tentou levantar, mas sentiu sua cabeça girar e caiu novamente na cama.
“Stay strong Regina” ela ouviu a voz de Daniel em sua cabeça e começou a chorar.
Ela foi para o banco da janela, e viu a chuva cair lá fora, como se o mundo inteiro também chorasse.
Já passava da uma da manhã. “É hoje” pensou chorando ainda mais. Por que viera? Por que não escutou o pai? Agora todas aquelas terríveis lembranças que tentava reprimir vinham à tona.
Todos os bons momentos que tiveram juntos foi diminuído por aquela noite em que ele fora morto. Sempre que ela pensava em Daniel, lembrava-se do seu amado morto em seus braços e sentia uma imensa dor, que parecia fazê-la em pedaços.
***
Graham estava preocupado, o sol já havia se posto, a chuva ameaçava cair a qualquer instante e nenhum sinal de Regina. Ele e alguns cavaleiros foram procurar por ela. Graham a encontrou desmaiada em frente a um túmulo em uma colina.
Ele a levou de volta para a gigantesca mansão da família dela, instantes antes de a chuva começar a cair.
Ele a deixou no quarto aos cuidados de uma mulher que trabalhava lá e saiu, na chuva, voltando para o local onde a encontrara.
O túmulo tinha um nome e nada mais. Daniel.
Graham também notou que era o único tumulo por ali. Por que enterrariam uma única pessoa em uma colina? Quem era Daniel?
Ele voltou, mas Regina ainda não tinha acordado, e não conseguiam acordá-la de forma alguma.
Estava preocupado com ela. Não sabia dizer da onde viera isso, mas percebeu que se importava com ela.
Ele ia ver como ela estava de uma em uma hora. Logo depois da uma da manha ele ouviu um choro fraco e entrou. Regina estava sentada no banco da janela, olhando para fora, vendo a chuva cair, imersa em seus pensamentos. Parecia abatida, chorava sem parar.
Nunca a havia visto daquele jeito. Frágil.
***
– Your magic can’t keep us separate! I love him!
–And I love her.
–And I Love her too!
–If you loved me, you don’t try keep us separate!
– And if you Loved me, you don’t try run away!
–I’m sorry, but this is MY happiness. We going!
–No. You not...
–Regina? – Graham chamou, tirando-a de seus devaneios. – Tudo bem?
Ela ficou de pé, mas não respondeu. As lagrimas caiam incessantemente, mas esta noite ela não tentaria ser forte, esta noite ela não fingiria que tudo estava bem.
Graham a puxou em sua direção e ela o abraçou, enterrando o rosto em seu pescoço.
Sem afasta-la, ele deitou no banco atrás dela, deitando-a em seu colo. Ela chorou em seus braços, até cair no sono.
Ele não sabia o que estava acontecendo, mas não era o momento de descobrir. Agora Regina precisava de alguém com ela, e ele ficaria.
E então percebeu, percebeu o que se negava a acreditar, mas que agora não podia negar.
“Estou apaixonado por ela, como posso ter me apaixonado por minha carcereira?”
Mas ele sabia a resposta, nos últimos meses ele tinha conhecido um lado dela que ninguém conhecia. E foi por essa Regina que ele se apaixonou, não pela rainha má que ela era na maior parte das vezes, mas isso por algum motivo fazia parte dela.
Em algum momento em seus devaneios, Graham caiu no sono.
Na manhã seguinte, Regina acordou em seus braços e se perguntou por que ele estaria aqui? Por que ele se importava? Ela havia feito dele seu bichinho, por que ele se importava com ela?
Ela levantou e começou a se arrumar, enquanto ela se trocava Graham acordou.
–Esta melhor? – perguntou indo na direção dela e fechando o zíper de seu vestido.
–Sim – mentiu com um sorriso fraco, e virou para ele – Obrigado.
Ele deu um beijo em sua testa e saiu em direção à porta. Ele já estava no corredor quando ela o chamou.
–Pode preparar as coisas? Quero ir embora o mais rápido possível. Depois meu pai pode voltar e fazer o que tem que ser feito. – eles caminhavam para em direção à rua. — Acho que ele tinha razão, não foi uma boa ideia voltar. – ela disse mais para si mesma, do que para ele.
– Acho que consigo aprontar tudo para sairmos em uma hora, que tal?
– Perfeito – disse sorrindo- ainda tenho algo para fazer.
Regina mandou prepararem seu cavalo e foi para a colina, o que quer que ela tenha visto, ou achado que viu, não estava mais lá.
Ela se ajoelhou em frente ao tumulo de Daniel. As lagrimas começaram a cair novamente, mas ela rapidamente as limpou. Não queria mais chorar. Não queria pensar nele e lembrar daqueles terríveis momentos. Ele era seu verdadeiro amor, não deveria ser tão doloroso pensar nele, ela queria pensar em todos os maravilhosos momentos que tiveram juntos.
“O verdadeiro amor é a magia mais poderosa de todas, ele pode superar qualquer coisa”. “Não nesse caso” pensou com amargura.
Ela sempre o amaria. Iria vingar sua morte! Sua mão já fora, agora faltava apenas Snow White.
***
Eles chegaram ao palácio no fim da tarde, Regina tentou manter-se ocupada o resto do dia com Lucy.
À noite, antes de ir dormir, bateram na porta. Seu pai entrou e sentou na cama, há muito tempo Regina não se deixava ser consolada. Mas naquele momento era tudo o que precisava.
Ela deitou a cabeça no colo do pai, que sem fazer uma pergunta sequer, começou a acariciar seus cabelos, enquanto as lagrimas insistiam em escorrer pelo rosto dela.
Quando estava quase pegando no sono, viu Graham entrar e não conseguiu evitar sorrir.
Notas finais
Vou tentar postar o quanto antes, mas estou cheia de provas e etc.
Bjos xD
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