The Mirror of Erised Dramione
1 Prólogo
O herdeiro de fortunas inumeráveis, corria em sua mansão brincando enquanto seu pai tratava de negócios com alguns comensais.
Enquanto seu pai Lucius Malfoy, estava discutindo planos para reviver o mestre, o pequeno estava procurando alguma diversão nas paredes fria da mansão.
Numa sala que era usada apenas para os objetos mágicos que seu pai colecionava, ele tinha encontrado vários objetos de diversos países, porém um todo coberto lhe interessou, puxando o lençol que o cobria, revelou-se um espelho que por incrível que pareça não mostrava seu reflexo, mas sim uma visão de seus pais brincando com ele no jardim, algo que ele sempre quis que fizessem, mas estavam muitos ocupados para aquela trivialidade.
— Querido, cadê você?
O som da você afetuosa de sua mãe fizera sair do frenesi do espelho e o aperto no peito, afinal ele sabia que era amado tanto pelo seu pai quanto sua mãe, mas infelizmente ambos eram muito ocupados para que brincasse com ele, afinal ser um Malfoy tinha responsabilidades na qual ele herdaria futuramente, sabia que deveria honrar o sangue puro deles e também o status que ele carregava no seu nome.
Seguidamente passou várias primaveras, outonos e invernos se passaram, o pequeno herdeiro, já não era tão pequeno, havia crescido e como prova deste fato, recebeu a tão esperada carta de Hogwarts, já que sua mãe não aceitou ficar longe de si.
No caminho para estação, em que pegaria o Trem para Hogwarts encontrou uma menina com dificuldades com seus livros que acabou ajudando-a com um feitiço que levitava as coisas, ele sorriu ao perceber a surpresa da menina e depois o cenho franzido.
— Deveria ter pensado nisto – Ela disse e abriu um sorriso que ele acreditou que era tão bonito quanto o de sua mãe, mas preferiu guardar aquele segredo para si – Meu nome é Granger, Hermione Granger
Ele não conhecia aquele sobrenome, já que não era tão conhecido na Londres bruxa, mas poderia ser de outro país Bruxo.
Percebendo que a castanha de cabelos encaracolados que chegava a ser engraçados, estava esperando por uma apresentação de parte dele, então se apresentou
— Malfoy, Sou Draco Malfoy
Antes que pudesse falar qualquer outra coisa sentiu a bengala de seu pai bater na sua cabeça e disse com o maior desprezo.
— Os Malfoy não somos traidores de Sangue, Draco e por esta razão não nos envolvemos com Sangues ruins
Os olhos da menina encheram de lágrimas, mas ele tinha responsabilidades para lidar, já que era o herdeiro dos Malfoy e dos Black, não poderia estragar sua linhagem se envolvendo com pessoas como os sangues ruins. Afinal tinha sido criado para odiá-los e despreza-los.
O olhar acinzentado que continha curiosidade se tornou esnobe e desprezível para a menina que sentiu humilhada, porém era forte demais para deixar sua cabeça abaixar, pois tinha tato direito como ele.
Em Hogwarts tinha sido escolhido para Sonserina, em que não era uma surpresa já que todos os Malfoy de sua família haviam sido daquela casa, e com a fama do seu nome fez vários amigos e também inimigos como o Potter que desprezou sua amizade, apesar disto não deu tanta importância, já que queria ser amigo dele por causa de seu pai que talvez sentiria orgulho de ser amigo daquele que sobreviveu. Portanto incomodava tanto saber que ele era poderia ser amigo da sangue ruim, sem ser traidor de sangue, ele inconscientemente desejou que seu sobrenome fosse outro.
As férias chegaram e ele foi para sua mansão que estava sua mãe ansiosa para rever o filho, em que foi mimado pela saudade que tinha sentido do filho.
Narcisa tinha pedido para que servisse sua sobremesa favorita e enquanto não estava pronto, ele poderia brincar, porém ele estava velho demais para brincar, subiu para a sala que localizava o espelho que descobriu ser Espelho do ojesed que havia um na escola também segundo o seu padrinho Severo.
Recordou a explicação do espelho que um professor de história havia contado para os alunos que mostrava aquilo que você mais desejava.
O espelho mostrava apenas uma garota castanha que lhe chamava de Draco Potter que puxava e brincava com ele.
Sentindo o coração doer e sua respiração falhar, ele deu um muro no espelho que com o barulho fez com que sua mãe corresse para sala para ver o que havia acontecido, encontrou seu filho segurando a mão rente ao peito na tentativa de parar a dor e o sangue.
Narcisa vendo seu filho sangrar, já fizera o feitiço que limpou todo o sangue e fechou as feridas que continham vidro, e então enfaixou, contudo estava curiosa com o que seu filho havia visto.
— Querido — Chamou-o pequeno que encarou com medo a sua mãe — O que viu no espelho?
Respirou e ficou calado, mas sua mãe não desistiria ele sabia.
— Uma sangue ruim
Ela esperou que ele continuasse, e assim ele o fez
— Conversei com ela na estação, mas o meu pai disse que não podemos ser amigos, mas quando vejo ela estudando sozinha tenho uma enorme vontade de ser seu amigo, mas não posso, tive vontade de azarar o Weasley por ter feito ela chorar. Odeio quanto fazem mal e odeio ter que está distante ou fazê-la chorar. Parece que estou fazendo algo errado, mamãe?
Narcisa sorriu tristemente ao perceber que seu filho havia tido o seu primeiro amor, em que percebeu que o garotinho que antes falava que ela era a mulher mais especial no mundo, estava competindo com uma nascida trouxa, desejou que ele a esquecesse, mas conhecia a determinação e o coração do seu garotinho.
— Draco, você irá prometer para sua mãe que nunca contará seus sentimentos sobre esta garota para ninguém e será que será nosso segredo.
Ele sabia que não poderia desapontar sua mãe e com coração que estava um tanto aliviado, mas ainda doía tanto ao lembrar da imagem do espelho.
— Prometo, mamãe.
Os anos se passaram, os sentimentos não e ele sabia que nunca passaria, pois como o tempo passava e cada vez aquele sentimento proibido aumentava no seu peito e tortura de vê-la tornava suportável, mas esperava que com o tempo conseguisse descobrir a cura daquele seu sofrimento.
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