The Mark Of The Vampire

41 Capítulo 41 - The Mark Of The Vampire Parte I


Notas iniciais
Novamente o cap ta pronto e eu não consigo esperar até sexta pra postar, esse começa explicando algumas coisas.
Bjksss.

PVE

Estávamos todos reunidos e só faltava bella com Nessie e as pestes, até o bando de Jacob estavam aqui, era uma reunião importantíssima onde sairiam as soluções para nossos problemas, dessa vez nós não iríamos ficar parados esperando a boa vontade do inimigo em nos atacar, nós iríamos atacar primeiro. Nossa guarda estava confusa ao me ver do lado oposto a Maggie, eles estavam acostumados em nos ver sempre juntos, afinal ela vivia grudada em mim e agora não trocávamos uma palavra sequer, além do mais eu estava bem arrumado, havia tomado um bom banho e vesti uma das minhas melhores roupas, tudo pra que ela sentisse orgulho de mim, pra que ela gostasse de me ver e saber que eu estava produzido pra ela, isso também confundiu nossa guarda que eram acostumados a me ver desleixado e Alice sempre brigando comigo pra mim ser mais vaidoso. De todos os pensamentos confusos e principalmente curiosos, um em particular estava me irritando profundamente, os de Jonas, ele havia visto bella comigo e a achou muito interessante, eu sabia que ela tinha esse efeito sobre os homens tanto quanto a inveja para as mulheres, eu sabia que tinha que me acostumar com isso pra não bancar vampiro idiota, obsessivo e apaixonado, eu tinha que controlar isso pra que ela não ficasse chateada comigo.

Tudo estava como o planejado até bella chegar, não preciso dizer o quanto ela estava maravilhosa com um vestido justo e salto alto com os cabelos revoltos, quando a vi não agüentei e fui até ela lhe dando um beijo, além da minha vontade de beijá-la também queria deixar claro que ela estava acompanhada. Os pensamentos eram pervertidos e imundos, me segurei pra não mandar todos pros quintos dos infernos, precisávamos deles e agora não era hora de arrumar brigas e confusões entre nós. Disse a ela o quanto estava maravilhosa e em troca recebi um elogio, vindo dela com certeza era porque eu merecia, eu havia atingido meu propósito, me arrumar pra ela perceber que era tudo pra ela.

-agora que estão todos aqui. — disse Carlisle interrompendo nosso momento e me repreendendo por pensamentos "aqui não é lugar pra isso", fiz questão de ignorá-lo e nos viramos em direção a todos que nos olhavam com muita curiosidade, de mim pra bella e de mim pra Maggie, depois de bella pra Maggie e vice-versa, eles estavam comparando as duas e chegaram a uma conclusão óbvia, qualquer homem que tivesse a oportunidade de estar com bella não deveria desperdiçá-la por causo de outra mulher, eles também sentiam pena de Maggie, todos gostavam muito dela. — quero que saibam que temos grandes problemas pela frente, mas há anos nós treinamos e estamos preparados para enfrentar o que vier aquele animal que está lá fora é apenas uma amostra do que vamos enfrentar. — ele disse e teve uma leve agitação por parte da guarda que não entendiam onde Carlisle queria chegar com seu discurso, essa agitação foi contida pela cara fechada de Charlie, eles o respeitavam e o temiam na mesma medida. — o outro se chama Ares e está do mesmo lado que o nosso, é aquele animal enorme e de pelagem escura, é fácil identificá-lo e diferencia-lo dos outros, tanto pela cor quanto pelo tamanho, se alguém achar que deve enfrentá-lo fique ciente que terão que arcar com as conseqüências já que não é fácil vencê-lo numa luta e ainda enfrentar a íra da sua dona. — ele não queria ter perdas nesse momento e os avisou para que não se metessem com Ares, nós sabíamos o resultado disso e toda a ajuda era sempre bem vinda, ele apontou para bella que sorria convencida deixando os pensamentos agitados.

-não sou a dona dele — ela corrigiu Carlisle e todos o olharam confuso e queriam respostas verdadeiras. — sou a mãe dele. — quando ela disse isso alguns olharam para Ares que estava do lado de fora se perguntando como um ser lindo como ela deu a luz a um monstro como Ares.

-não a mãe biológica — Carlisle completou rapidamente. — ela o considera como filho.

-o que pra mim da na mesma, filho é filho não importa da onde saiu. — disse bella um pouco irritada pelo comentário, ela se ofendia por Ares. Mas sempre foi assim, até que ela andava bem calma.

-isso é verdade — concordou Esme nos olhando, para ela o que importava eram os sentimentos e não a genética.

-já que isso está esclarecido — disse Carlisle chateado, ele odiava que o corrigissem, ainda mais sendo bella. — vamos voltar ao assunto principal, quero lhes apresentar Isabella... — antes que ele falasse o sobrenome ela o cortou o deixando muito bravo.

-só Isabella Marie, sem sobrenome — ela disse satisfeita com algo e arqueou uma sobrancelha para Carlisle.

-que seja. — ele resmungou, ficou claro pra todos que o santo de Carlisle não batia com o de bella, mas ninguém se atreveu a perguntar, infelizmente eu sabia o que eles pensavam, sentiam pena de bella se acaso Carlisle resolvesse lutar com ela, eles não a conheciam e estavam se enganando com o rosto lindo dela. — quero vigilância constante em toda a propriedade e uma equipe vai investigar algumas coisas pra mim. — ele não queria dar muitos detalhes perto de bella, revirei os olhos pra ele. — Rosalie, Edward e Charlie irão com vocês.

-vou também — disse bella me olhando. — não quero ficar longe, nem matamos a saudade. — sorri com isso.

-isso é bom — falei dando um beijo no seu pescoço.

-desde que não atrapalhe a missão, mas acho que você deve ficar esse assunto não lhe diz respeito. — disse Carlisle, da outra vez nós ficamos muito dependentes dela e das suas informações, dessa vez ele queria evitar que isso acontecesse. A guarda estava agitada e confusa, mas já tinha algumas vampiras da guarda principal que não foram muito com a cara de bella.

Nossa guarda era divida entre guarda principal que tinha vampiros talentosos, com ótimos dons e ótimos lutadores, e tinha a guarda secundária, era a maior e continha o restante dos subordinados, todos muito bem treinados e mortais, além de leais e obedientes.

-eu nunca atrapalho — disse bella convencida. — mas vou junto. — Carlisle respirou fundo pra não retrucar, mas diante da guarda ele não queria começar uma discussão com bella, bem no fundo ele sabia que perderia.

-você que sabe — ele resmungou e eu fiquei imensamente feliz por bella ir conosco, poderíamos demorar a voltar e eu não queria ficar longe dela por muito tempo, acredito que esses cem anos já foram mais que o suficiente, não precisamos de mais. — Jonas, Erica, Miranda e Malvino da guarda principal, e Charlie, Edward e Rosalie vão com vocês, quero que vão até os Estados Unidos e descubram se há vampiros lá e se são muitos, se não pertencem a algum clã dêem a chance de se juntar a nós, caso contrário podem eliminá-los, vamos começar fazendo uma limpeza. — Carlisle concluiu. Ele fez questão de não incluir bella na lista, mas ela não parecia estar preocupada com isso.

-vamos ficar longe outra vez mamis — disse Nessie triste e bella foi até ela lhe dando um abraço, mas cada movimento dela era analisado por nossa guarda, ela andava elegantemente até para nós vampiros, confiante e desligada, mas nós sabíamos que ela era muito atenta e nada passava despercebido por seus olhos.

-mas eu volto, temos muito que conversar, muito mesmo — seu tom sério chamou a atenção da minha família.

-algo grave? — Nessie perguntou preocupada.

-depende do ponto de vista. — ela respondeu misteriosamente, eu estava fascinado, encantado ao olhar pra ela, acho que jamais me acostumaria com sua presença forte e marcante, pra mim seria sempre uma novidade. — do meu, por exemplo, é ótimo, mas não posso dizer o mesmo de alguns líderes de poderosos clãs, sabe, a inveja é bem grande. — pelo visto bella não perdeu a mania de ter a língua afiada.

-se tem algo a dizer pode falar abertamente e sem rodeios. — disse Jasper se metendo na conversa delas, bella bufou e olhou pra cima teatralmente.

-se eu tivesse falando com você, com certeza eu falaria claramente, por que idiotas intrometidos não entendem meias palavras. — ela retrucou e Jasper rosnou, fui imediatamente para o lado de bella.

-não faça isso — falei quando ele pensou em dar uma lição nela, apesar de tudo eu não queria mais brigas entre minha família e minha bella, eu queria pelo menos um pouco de harmonia pra poder curtir meu amor em paz, sem tantas repreensões e acusações, se algo desse errado eu saberia que eu tentei e não poderia culpar ninguém, pois a escolha foi minha e ninguém se meteu. Mas parece que estavam me vendo como criança e isso me irritava, pois sei que o culpado fui eu por ficar depressivo durante tanto tempo.

-o deixe Edward. — bella falou sorrindo para Jasper. — vem bebê, que a mamãe ta louquinha pra te dar umas palmadas — ela disse irônica e se afastou de mim andando lentamente em direção a Jasper, ele não estava nem um pouco com medo dela. — ou ao invés de umas palmadinhas posso te dar umas mordidinhas, bem dolorosas, percebi que você não tem nenhuma mordida minha, acredite querido, a minha mordida é pior que a dos vampiros. — ela falou ameaçadora e Jasper só arqueou uma sobrancelha, a guarda estava com pena de bella embora estivessem receosos com seu tom de voz, era bem intimidante, mas era Jasper que ela enfrentava. Vi o olhar de fascínio de Charlie em direção a ela, eu sabia o quanto ele adorava essa bella cínica e sarcástica, era isso que ele amava nela, sua capacidade de não temer o que todos temiam, ou quase todos, já que ele também não temia Jasper, disfarcei meu ciúme, eu não sabia até que ponto ele ficaria no seu canto, ou se mudaria de idéia e lutaria por ela.

-também posso te dar umas mordidinhas, mas as minhas também tiram pedaço, e você não quer estragar esse rostinho cínico o qual você tanto se orgulha. — ele respondeu da mesma maneira que ela.

-e você teria a capacidade de me morder? Sabia que o ultimo que me mordeu tirou um pedacinho de mim? Achei tão injusto fazer isso com uma mulher como eu — ela disse sedutora e se aproximou de Jasper quase colando seu corpo no dela, mas o que diabos ela está fazendo? Como ela pode fazer isso comigo? Eu nem olhava pra Maggie pra que ela não ficasse chateada comigo e ela faz isso, ainda mais com Jasper? Ele olhou bem pra ela com o rosto bem próximo ao dele e piscou confuso, ele estava deslumbrado por ela, então respirou fundo e bella sorriu sedutora. — teria coragem de morder e me machucar? — ela falando assim parecia uma pessoa frágil, o que de fato ela não é.

-não — ele sussurrou parecendo um idiota.

-obrigada Jazz, espero que não se intrometa no meu relacionamento com Edward. — ela continuou falando como se fossem amigos de longa data, ninguém entendia o que estava acontecendo, Jasper só concordava com tudo o que ela falava e sua mente começava entender que bella era amiga e não inimiga, mas o que.....só vi o vulto e o grito de Carlisle partindo pra cima de bella, me meti em seu caminho o qual ele desviou com habilidade e agarrou bella pelo pescoço a jogando com toda sua força na parede, mas antes dela bater ela girou no ar e bateu com os pés na parede e pousou elegantemente no chão, então ela sorriu arrumando o cabelo e disse:

-achei que fosse mais forte — ela ainda provoca.

-você estava manipulando a mente de Jasper. — olhei pra bella que continuava sorrindo.

-ops, me pegou — disse como se estivesse sem graça e ergueu as mãos em sinal de rendição, mas era tudo feito de forma teatral. E eu aqui com ciúmes, novamente me senti um idiota.

-não podem culpá-la por isso. — falei e alguns me olharam incrédulos, no caso, a maioria. — por isso temos dons, para usá-los, de que adianta ter um dom se quando se precisa dele não pode usar?

-Edward tem razão, da mesma forma que Carlisle agiu certo pra defender sua família, pronto, todos felizes e será que dá pra pararem? — disse Emmet olhando de bella para Carlisle e de Carlisle para bella, ela não sorria mais e os dois se olhavam mortalmente.

-mostre o que sabe doutorzinho de merda. — ela disse estralando os ossos e Carlisle não pensou duas vezes em partir pra cima dela, nós gritamos e nos metemos no meio impedindo Carlisle de se aproximar mais dela, bella não se moveu e ninguém se aproximou dela, a guarda estava começando a temê-la, e também admirá-la. Isso poderia se tornar um problema para bella no futuro, por isso guardei essa informação para mim.

-me soltem agora — ele ordenou e lentamente nós o soltamos, mas ficamos por perto. — como se atreve a falar comigo dessa maneira dentro da minha casa? — a cara de bella estava completamente fechada e seus olhos ficaram vermelhos, a guarda automaticamente ficou em posição de ataque.

-parem com isso agora — ordenou Charlie a eles que se olharam e voltaram a ficar na posição normal.

-THE MARK OF THE VAMPIRE — bella disse lentamente e nós ficamos confusos, menos Carlisle que congelou no lugar e até parou de respirar, mas o que...então eu vi em sua mente, o porque da sua reação.

-isso não existe — falei depois de um tempo analisando a nova informação, apesar de sermos seres sobrenaturais nem tudo o que se dizia era verdade, havia algumas coisas que eram somente lendas, como exemplo isso.

-Quando? Onde está? — falou Carlisle em quase desespero e puro fascínio indo até bella, mas dessa vez ele não estava furioso, parou diante dela com um leve sorriso nos lábios, somente eu sabia o porquê, todos os outros estavam confusos e perdidos com a reação de Carlisle.

-achei que fosse só mais uma história qualquer. — comentou Charlie, parece que ele sabia mais do que eu. Bufei e ele deu um risinho.

-querem nos dizer o que THE MARK OF THE VAMPIRE significa? — perguntou Rose impaciente, bella e Carlisle continuavam se encarando, mas dessa vez não havia qualquer sinal de tensão.

-quer dizer A MARCA DO VAMPIRO — disse a anta do Emmet confuso, revirei os olhos, a tradução todos nós sabíamos, mas não o significado.

-quero saber o que isso quer dizer, não a tradução. — retrucou Rose e ele deu de ombros.

-um volturi teve um filho. — comecei explicando a pedido de Carlisle, ele estava fascinado de mais pra contar isso.

-um volturi? Quando isso aconteceu e o que isso tem a ver? — Emmet me interrompeu.

-acho melhor você mesmo contar — falei a Carlisle, eu me sentia confuso e frustrado, eu não sabia que um volturi havia tido um filho, é muito raro os híbridos, nem todos os vampiros tem a capacidade de ter filhos, Charlie teve. E parece que um volturi também.

-há muitos anos um volturi se relacionou com uma bruxa, ninguém sabe a intensidade desse relacionamento — ele começou depois de respirar fundo. — desse relacionamento nasceria um filho, porque o tempo de gestação de uma bruxa é muito longo e varia de bruxa pra bruxa, quanto mais tempo à mãe resistir ao feto, mais forte será a criança, por isso só sabemos que ela engravidou e depois desapareceu, era uma bruxa muito poderosa e não deixou qualquer vestígio para trás apagando da memória do pai da criança seu relacionamento e escondendo que teria um filho.

-está dizendo que ela fugiu com o filho e que o volturi que é o pai da criança não sabe disso e não se lembra de nada? — perguntou Esme incrédula.

-isso mesmo, assim ele não poderia reivindicar o filho e não passaria qualquer informação adiante, só sabemos disso porque o romance era acobertado por um vampiro que tinha um escudo mental e jamais alguém poderia ler sua mente, mas ele queria poder e contou aos volturi sobre isso, eles não acreditaram e foram atrás de informações, mas não encontraram nada e condenaram o vampiro a morte por cometer perjúrio contra os líderes.

-típico deles. — falei e Carlisle concordou.

-mas a história se espalhou entre a guarda e foi ordenado a não falarem sobre isso, acredito que Charlie já estava com os volturi nessa época. — falou e olhou para Charlie.

-sim, lembro muito bem que não era pra comentar sobre a mentira inventada por um vampiro ganancioso, então sempre acreditamos que era só mais uma história, me admira que você a conheça. — disse Charlie a Carlisle.

-as informações sempre vazam e ninguém acreditava que era uma história verdadeira, mas continuando, o vampiro antes de ser morto disse que a criança seria tão abençoada quanto amaldiçoada, que caberia unicamente a ela seguir o caminho do bem ou do mal, e foi para protegê-la dos líderes gananciosos por poder que ela fugiu com um filho legítimo de um volturi no ventre.

-mas todos nós temos a chance de escolher ser do bem ou ser do mal — comentou Alice, então eu soltei a bomba.

-mas o que essa criança escolher não afetará somente ela, mas toda a humanidade pela marca que ela carrega, é tanto uma benção quanto uma maldição. — todos se olharam ainda mais confusos tamanho poder não existia.

-onde está o filho? Pra você saber dessa história só poderia tê-lo conhecido, quem contou a você sobre isso, como ele é? Você viu a marca? — Carlisle disparou suas perguntas a bella que deu um risinho.

-sim, eu o conheci — ela disse depois de respirar fundo, seu tom de voz foi bem hesitante, o que era muito raro nela. — como sabe que ele tem uma marca? — ela perguntou confusa.

-o vampiro que tinha o escudo era amigo da bruxa e muito próximo dela, ela disse a ele que seu filho carregaria uma marca muito poderosa, mas que não tinha idéia do quaõ forte seu bebê seria e que agüentaria o feto até perder todas as suas forças e seus poderes, ela amava o filho acima de tudo, mas agora me diga onde ele esta? — ele explicou e perguntou ansioso.

-não sei. — ela disse em voz baixa e eu corri abraçá-la, seja o que for a estava perturbando muito.

-venha descansar um pouco. — falei a pegando braços. — mais tarde vocês conversam sobre isso. — já avisei antes que começassem com as perguntas, ainda ouvi Carlisle dizer a todos enquanto eu corria dali com bella que tremia um pouco.

-bella conhece o filho do volturi que carrega a marca, se ela esta aqui é porque ele não a matou por algum motivo, exijo respeito com ela a partir de agora, o momento em que ele aparecer vai saber que a tratamos bem e pode nos recompensar por isso.


PVTERCEIRA PESSOA


O que Carlisle e mais ninguém sabia, a não ser Charlie, é que não era um filho do volturi que carregava a marca, e sim uma filha que nesse momento se encontrava chorando no colo do seu filho Edward no meio da floresta toda branca com neve do Alaska, ela já sabia que sua mãe a amava, mas mesmo assim ouvir da boca de Carlisle foi de mais. Se agarrou a Edward se questionando se deveria ou não contar a ele sobre seu maior segredo.

Enquanto procurava por respostas sobre sua vida encontrou com o tal vampiro amigo de sua mãe e que supostamente foi morto pelos volturi, mas não passou de uma ilusão criada por sua mãe com a ajuda do seu pai, a história que eles conheciam era um pouco diferente da verdadeira, mas só em alguns detalhes. Pequenos detalhes que faziam toda a diferença. Bella ergueu sua cabeça em direção a Edward e disse com a voz rouca pelo choro.

-preciso te contar uma coisa. — ao longe Ares os observava e ouviu o que sua mãe disse ao vampiro que antes era metido e agora um bobo apaixonado, ele acreditava que bella havia tomado a decisão certa, dando a Edward a prova que realmente o amava ao contar algo tão obscuro e de grande fascínio. O amor de Edward era papável e não deixava margens de dúvidas, ao abandonar sua esposa sem pensar duas vezes e ir contra sua família por uma bela mulher que o abandonou sem qualquer explicação, mas que apesar de tudo o que fez e tudo o que representa o ama com a mesma intensidade. Se não mais.