The Made Of Love
4 Chapter 4 - Poor Yoona, the druken master.
Notas iniciais
Já havia passado alguns meses desde que Taeyeon foi trabalhar para ali.
Max e Victoria não estavam em seus melhores momentos; Victoria sempre reclamando e Max apenas a ignorando. (…)
Victoria’s home
- Já não suporto mais essa sua ignorância total! – Berrou Changmin enquanto Victoria estava sentada na beira de sua cama, evidenciando algumas lágrimas em seus olhos ainda não muito húmidos.
- Como? Eu?! Eu ignorante!? Ao menos ainda tenho formação decente, ao contrário dessa sua empregadazinha ridícula! – Respondeu-lhe num tom semelhante de voz.
- Claro, seu pai tem dinheiro suficiente para mandar te implantar um cérebro artificial. – Changmin revirou os olhos após à própria resposta, deixando um riso nasal como rasto.
Victoria não tinha mais argumentos tanto que já desmanchava-se em lágrimas, e por mais educado que Max fosse, pôs-se totalmente indiferente ante àquela cena. – Tá querendo que eu vá embora, é? Olha que eu vou…! – Exclamou Victoria num tom desafiante levantando-se rapidamente do colchão e deixando-se rente ao noivo.
- … — Max olhou-a com os olhos levemente abertos, Victoria logo pensou que ele fosse ceder, isto até surgir um sorriso de canto nos lábios do mais alto. – Acha que me faria muita diferença? Eu já abri meus olhos há algum tempo, Vickyzinha. Como dizia o velho: “Não julgue as pessoas pelo que elas dizem, mas sim pelo que elas fazem”.
- Só pode estar brincando né…? Você sabe que não sou nada sem você… — Max riu-se nasal do dito da jovem, isto até o próximo. – Sou mil vezes melhor que aquela sua empregada… sabe-se lá o que ela faz fora do horário de trabalho… tem cara de… — Victoria fora então interrompida por um ato impaciente do oriental. Max atingira-lhe com a palma de forma a que a face da garota virou para o lado contrário do local agredido. Victoria logo olhou-o, não tão surpreendida do que o próprio Max. Ele nunca houvera feito algo assim e agora estava realmente assustado com ele próprio. “Porque fiz isto?”, foi o que ele pensou.
- Desculpa. – Disse-lhe num tom baixo. Desculpou-se apenas pelo fato de ter agredido uma mulher, não porque se tinha arrependido.
- Você… — Victoria ia sugerindo algo que Max já saberia no que iria dar; ela tentaria reverter a situação.
- Esquece tudo, Victoria. Melhor… esquece-me a mim. – Prosseguiu Changmin, saindo logo da habitação da garota.
A chinesa voltou então a sentar-se sobre a cama, depositando a cara sobre as mãos. Não chorava por ter perdido o noivo, bom.. o ex noivo. Chorava por ver seu plano ir por água abaixo. Victoria nunca gostou de Max, bem dizendo, estava mais interessada na boa vida que ele lhe proporcionava. Entretanto, algo em si doía, mas nem ela sabia o que era.
-------------------------------------------X----------------------------------------
- Yoona-sshi, Max ainda não chegou? O jantar vai esfriar… — Taeyeon afirmou num tom baixinho. Ela realmente não estava preocupada onde poderia estar seu patrão, ela era apenas curiosa demais.
- Não. – Yoona respondeu-lhe num tom simples, ou ao menos tentou já que aos olhos da outra, que sequer a conhecia direito, era mais que óbvia sua preocupação.
Segundos depois ouve-se um estrondo, ambas as garotas que estavam na cozinha assustaram-se de tal forma que cada uma desta executou um pequeno pulo.
- ABRAM ESSA PORTA! – Yoona arregalou as obres ao aperceber-se que aquela voz era de Changmin.
- Mas o que…? – Taeyeon parecia estar mais surpreendida do que a mais nova.
Rapidamente Yoona dirige-se à porta abrindo-a numa pressa tremenda. Não sabia se ria ou se puxava logo o outro para dentro. (…) Changmin encontrava-se num estado deplorável; estava completamente bêbado e para além do mais tentava enfiar a chave do carro na fechadura da porta.
- Mas porque raios isto não entra? – Balbuciou para si mesmo. – A fechadura tá estragada Yoona. – Disse à garota indicando o local da porta. Yoona suspirou, aproximando-se do rapaz e pondo um dos braços dele em volta de seus ombros, adentrando então a mansão.
- Você diminuiu… — Comentou Changmin ao olhar o topo da cabeça pertencente à jovem.
- Não senhor… você é que esta num degrau acima de mim. – Respondeu-lhe simpaticamente enquanto TENTAVA o encaminhar para o quarto. Ao chegarem neste, isto é, meia hora depois. (…) Mais tombo menos tombo ambos já estavam A SALVOS dentro do cómodo do rapaz.
- Yoona, eu tenho duas camas, é? – Max parecia inclinar-se para ambos os lados de tão desequilibrado que estava.
- Não senhor, só tem uma. – Respondeu-lhe Yoona ao pôr o corpo do mais velho sobre o colchão. Isto é… antes de ele cair levando-a juntamente consigo de forma a que ela ficasse sobre o corpo masculino.
- YOONA, VOCÊ VAI ME ESMAGAR… Ah não… são apenas seus peitos. Hehehe~ — Riu-se idiotamente com a cara mais ridícula possível. Yoona enrubreceu de imediato tentando rapidamente sair dali, o conseguiria se não fossem ambas as pernas do rapaz a laçarem-lhe a cintura.
- … — Yoona não estranhou somente o ato dele como também seu semblante, parecia um pervertido aos olhos da empregada que parecia estar sendo violada pelo olhar dele.
Aquilo parecia não estar sendo suficiente para Max que apresentava um estado inconsciente. (…) Este logo de seguida resolveu elevar minimamente a face de modo a que ficasse demasiado próxima à semelhante. Max entreabriu os lábios e permitiu que seu hálito quente – que tresandava a álcool – fosse de encontro à pele do rosto alheio.
- Yoona, não tô conseguindo respirar. – Changmin logo desenlaçou o corpo da outra que ia-se retirando de sobre si, mas este agarrou-lhe nos ombros e inverteu os lugares, deixando-se agora sobre ela. — … Yoona.. – Sussurrou-lhe propositadamente de forma sensual ao ouvido.
Yoona arrepiou-se por completo, mas queria negar qualquer tipo de sensação já que o outro não se encontrava em seu estado sóbrio. “Vou morrer” pensou ela, isto quando inconscientemente depositou a canhota sobre o tórax firme do outro que logo direcionou o olhar ao local e sorriu de canto. Yoona para argumentar e/ou disfarçar o ato passou a empurrar-lhe como se quisesse sair, mas isto de forma inútil já que a força do rapaz era superior à dela, obviamente.
- Agora é a minha vez de te tocar. – Max murmurou ao seu ouvido, ousando em por uma de suas mãos na coxa descoberta pela saia ligeiramente elevada o fazendo Yoona suspirar discretamente.
- N-não, senhor… — Yoona tentou impedir-lhe de forma delicada e quase sem forças.
- Senhor? Adoro quando me chama assim. – Voltou a sussurrar colocando as pernas da outra em cada lado do próprio corpo de forma a que estas o entrelaçassem na cintura fazendo a saia elevar-se ainda mais, se isso ainda fosse possível.
Yoona logo aceitou a forma com o outro agia permitindo com que seus braços laçassem-lhe o pescoço, diminuindo a distância entre ambos, deixando-se seduzir pelo patrão. Num ato mais audacioso Max moveu o rosto ligeiramente para a frente, o suficiente para que seus lábios roçassem ao pescoço da jovem que se arrepiou, entretanto o mais alto balbuciou um gelou a temperatura de Yoona.
- Victoria… — Sussurrou Max.
Yoona imediatamente o empurrou, conseguindo tirar o corpo alheio de sobre si, fazendo este cair a seu lado.
- Então? Agora que estava a ficar bom você quer parar? Ou… não aguenta? – Indagou Max num tom sacana. – Não me diga que nunca o fez? – Perguntou-lhe cinicamente num ar de deboche.
Yoona ficou praticamente imóvel com a questão do outro, de certa forma nunca tinha feito “aquilo” a que Max se referia. O jovem não precisou de ouvir uma resposta concreta, apercebeu-se da inocência dela através do estado em que esta ficara.
- Ora, ora.. – O rapaz apresentava o mesmo tom irónico e debochado de outrora. – Não é razão para ficar tímida. Não se preocupe, eu serei gentil. – Apesar da frase parecer formalmente bonita, o tom com que Max falava era totalmente o contrário.
Yoona ofendida olhou-o de forma reprovadora, queria chorar mas não faria à frente dele.
- Porque me chamou de… Victoria? – Perguntou a jovem de cabeça baixa.
- Isso não é importante agora…
- Claro que é! – Interrompeu-lhe Yoona, fazendo Max arregalar os olhos devido ao tom de voz que a outra usara. – Acha que me irei entregar a qualquer um…?
- Você não tem direito de argumentar. Eu te pago para ME obedecer. – Retrucou-lhe Max ao pôr-se sentado diante dela.
Yoona não podia acreditar no que acabara de ouvir. – Você me paga para te obedecer profissionalmente, mas não para realizar seus caprichos sexuais ou seja lá quais forem suas intenções.
- Mas posso te pagar para isso também, se for esse o problema. – O sorriso que Max exibiu nessa hora foi imediatamente cessado por um estalo que Yoona lhe ofereceu à face de modo a deixa-la avermelhada, chorando de raiva.
Max nem teve tempo de retrucar-lhe pois quando este se levanta, a outra já tinha abandonado o quarto. O jovem então deitou-se na cama deixando seu olhar fixado num ponto a algures do piso, adormecendo de imediato.
CHANGMIN’S POV
Seita minha cabeça prestes a explodir quando então vi que estava no quarto. Como teria eu ido ali parar?.. Oh não… tudo começou a ficar claro, digo, o ocorrido da noite anterior.
- Ai… o que eu fiz?.. – Levantei-me rapidamente da cama em direção à cozinha. – Taeyeon, onde está a Yoona? – Perguntei-lhe apressado.
- Não sei, não a vejo desde ontem. Porquê? Porquê?
- Te intromete na tua vida. – Olhei-a dos pés à cabeça com os olhos arregalados.
Será que ela se demitiu? Claro que sim… depois do que eu fiz ontem… ai! Porra! Às vezes consigo ser mesmo idiota! Espera ai… porque estou tão preocupado?
Ela não é NADA o meu tipo ideal..! Apesar de ser bonita e…. ai, ai, ai! O que estou pensando!? Maldita empregada que… quer saber? ES-QUE-CE. Onde ela se meteu afinal..?! Tem trabalho para fazer aqui! Será que….
(…)
CHANGMIN’S POV OFF
Yunho de repente surge na cozinha, isto depois de Changmin sair dali.
- O que se passou? – Perguntou ele quando viu, no caminho, a cara nada contente do amigo que sequer lhe falou.
- Não sei. – Respondeu Taeyeon dando os ombros infantilmente.
- Tenho fome! Podia me preparar algo? – Perguntou-lhe num modo ainda mais infantil, isto é, como um sorriso incrivelmente largo.
Taeyeon logo assentiu positivamente correndo pela cozinha, procurando fazer algo de bom gosto para o outro. Desajeitada como era, Tae tropeçou em um de seus pés e por sorte não caiu devido ao fato de Yunho estar ali, para lhe segurar.
O rapaz então encarou-a assustado por esta o estar olhando com os olhos esbugalhados.
- Porque tá me olhando assim? – Perguntou ele arquando ambas a sobrancelhas.
- Porque… porque… tá agarrando meu peito, Yunho-sshi. – Falou num tom envergonhado enquanto deixava as mãos à frente do rosto.
- AH! – Yunho assustou e largou imediatamente a moça que por sua vez caiu diretamente no solo. – Ommo, ommo! Desculpe! – Tentou ajudar a outra levantar-se.
- Porquê? Por me assediar ou me deixar cair no chão.
- A segunda opção já que foi a mais desagradável para você. – Deu os ombros com um semblante travesso. – Bem… eu não sabia que tava tocando n-nisso…. – Apontou para o “local”.
- Como não!? – Taeyeon logo pôs as mãos frente ao peito.
- Bom… você não tem lá muito o que agarrar… — Yunho fez uma careta olhando a garota dos pés à cabeça.
Esta sentiu-se ofendida, virou-lhe as costas e trancou-se na despensa.
- Veja lá se não devora tudo o que tá ai dentro. – Yunho logo riu baixinho ao escutar um resmungo da mais nova.
Fale com o autor