The Love of My Life
23 Perfect Nigth
Notas iniciais
POV Sadie
Fiquei chocada o olhando, eu estava tentando esperar por tudo quando o Arthur falou que ele iria fazer alguma coisa no jardim, mas jamais pensei que veria ele me pedindo em namoro de novo, menos ainda ajoelhado e com alianças de namoro!!
O olhei sorrindo e me abaixei.
–Eu aceito ser sua namorada. De novo. -falei sorrindo e o abracei, ele tinha mudado desde da nossa ultima briga, nunca mais ficou perto das garotas assanhadas, isso era ótimo.
Ele sorriu e me abraçou de volta, depois de um curto tempo me separei um pouco dele, ele pegou minha mão e colocou uma das alianças. Sorri meio boba e depois peguei a outra aliança, logo a colocando em seu dedo. O olhei sorrindo e lhe dei um selinho, o que por incrível que pareça me deixou um pouco corada.
–Não sei porquê fiquei assim. -falei sorrindo.
–Eu também não sei. — falou sorrindo.
–É culpa sua eu ficar assim. -falei tampando minha bochecha. -Por que tem que ser tão sedutor??
–Eu não sei. — falou sorrindo e se levantou, depois me ajudou a levantar.
–Como eu posso te deixar corado?? -perguntei tirando algumas gramas do joelho.
–Eu não sei. Então você tem que descobrir.
–Alguma dica??
–Nenhuma.
–Eu troco dicas por beijos. -falei sorrindo tentando suborna-lo.
–Isso não vai funcionar comigo. — falou sorrindo.
–Tem certeza?? Eu estou com gostinho de morango. -falei sorrindo e chegando perto dele, mesmo de salto tive que ficar um pouco na ponta. -Olha só como eu estou perto de você, só falar as dicas.
–Eu não vou te dar nenhuma dica. — falou sorrindo e colocou suas mãos em sua cintura. — Mas vou aceitar os beijos. — falou e me beijou. Tentei recuar, mas não resisti e correspondi, colocando minhas mãos envolta de seu pescoço. Ele estava recebendo o beijo sem nem me dar uma dica. Isso é trapaça.
–Isso é trapaça. -falei sorrindo o olhando, me afastando um pouco. -Pegou a recompensa sem dar a dica.
–Eu te disse que não ia dar nenhuma dica. — falou sorrindo.
–Mas eu não disse que você poderia me beijar. -falei lhe dando língua.
–Eu não preciso que você me diga, eu já sei que posso. — falou também me dando língua.
–Convencido. -revirei os olhos e depois olhei as estrelas. -Quer ficar aqui fora??
–Ham... Quero.
–Então, vamos conversar. -falei me sentando em um banquinho do jardim.
–OK. — falou se sentando ao meu lado.
–Sobre o que quer saber??
–Eu achei que você que queria saber algo. — falou me olhando.
–Quero saber sobre sua família. Sua história.
–O que você quer saber deles??
–Tudo. Quero saber como eles são, o motivo de você não gostar de falar sobre seu pai, o por que de você ficar triste quando falamos da sua mãe. Quero saber sua historia antes de nos conhecermos, o que você queria, como conseguia. Quero saber tudo sobre você e sua família. -falei o olhando.
–Bom... Eu não gosto de falar do meu pai porque eu não gosto dele, quando eu tinha uns 100 anos ele traiu minha mãe com outra. Eles se separam e eu fiquei com ele, então eu nunca mais a vi, até hoje eu a procuro. Depois de isso tudo acontecer eu comecei a fazer besteira, uma vez eu cheguei até ser preso. Meu pai sempre tenta se reconciliar comigo, mas eu quase nunca falo com ele. — falou me olhando. — Ham... Acho que só tenho isso a dizer.
–Uau. Sinto muito por isso. -falei o olhando e dei um mini sorriso. -Eu posso te ajudar a encontra-la, tenho parentes em todo mundo.
–Eu agradeceria muito. — falou e deu um sorriso.
–Irei falar com eles. -falei sorrindo. -Mas o que você fez pra ser preso??
–Eu roubei uma coisa.
–Você roubou?? -perguntei o olhando. -Só pelo seu sobrenome da pra ver que você tem tudo. O que você roubaria??
–Um carro pra disputar uma racha.
–Tudo bem, já passou. -falei o abraçando de lado. -Mas agora você só pode roubar uma coisa, a outra você já roubou e eu não quero de volta. -falei brincando com as suas mãos.
–O que?? — perguntou sorrindo.
–Isso vai soar muito meloso, mas ok. -falei sorrindo. -Você roubou meu coração, e eu quero que você cuide dele pra sempre. E você só pode roubar meus beijos, mas não quando eu estiver brava.
–Você esta brava??
–Não. Por que estaria?? -perguntei o olhando. -O que você fez??
–Nada, era só pra saber. — falou sorrindo e me beijou.
Sorri entre o beijo coloquei minha mão em seu pescoço, acompanhando ele no beijo que ficou lento e suave por pouco tempo. Senti-o passando a língua pelos meus lábios e logo dei permissão pra aprofundar o beijo. Eu sentia ele explorando toda a minha boca e eu fazia o mesmo na dele, até o ar nos separar.
–E eu inocente pensando que seria um beijinho suave. -falei me abanando.
–É uma pena que precisamos respirar.
–Se você pudesse você me beijaria o dia inteiro não é?? -perguntei sorrindo.
–Com certeza. — falou sorrindo.
–Sempre pensei que eu iria beijar mal. — falei rindo. -Mas pelos beijos que você me dar, parece que eu beijo bem, já que você quase me engole.
–Eu também achava que você beijava mal. — falou sorrindo. — Mas depois mudei de opinião.
–Nossa, valeu pela sinceridade. -falei fazendo uma careta. -Posso te morder??
–Claro que não.
–Eu não me importo. -falei mordendo seu nariz. -Mordi.
–Eu não gostei. — falou me olhando. — E você Sadie?? Qual a sua história??
–Bem, eu nasci na época Barroca, meu pai era um vampiro normal e minha mãe é uma Upierciz. Minha família é completamente misturada, hoje em dia só tem vampiros, mas já teve bruxas e humanos no passado. -falei tentando me lembrar.- Minha avó passou por cima das regras e me colocou como princesa por ela deixar bem claro que eu sou a favorita. Perdi meu pai com 16 anos e desde então ficava rodando o mundo inteiro com a minha mãe. Até parar aqui esse ano.
–Ham... Sinto muito pelo seu pai.
–Sem problemas. -falei segurando sua mão. -Tenho que te agradecer.
–Por quê?? — perguntou me olhando.
–Porque graças a você, eu estou começando a me entender com meu outro lado. -falei sorrindo. -Eu não estou mais me amarrando, não brigamos pelo controle. As vezes ela ainda pega o controle quando julga que eu faço alguma coisa errada, mas aos poucos ela vai virando meu subconsciente.
–Que bom. — falou sorrindo.
–Você me fez pensar que tipo: "Se muitas pessoas gostam de mim assim. Por que eu não me aceito??" então agora eu estou mudando.
–Isso é bom.
–Eu sei. -falei sorrindo. -Quer voltar pra festa?? Os noivos devem estar pensando besteiras.
–Pode ser. — falou sorrindo.
–Então vamos. -falei lhe dando um selinho e levantando.
Voltamos pra festa e fomos direto pra pista de dança, dançamos como nunca, mas sempre que era uma música lenta nos saímos porque ele não gostava. Mas a noite tinha sido incrível. Não só pra nos, mas para todos os formandos de todas as turmas.
Leiam as notas finais, é importante :3
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