The Love Violinist

1 Capítulo 1: O Violinista


Notas iniciais
Fala galera, TenshiAkumaNoLink trazendo aqui um novo projeto, dessa vez não é uma fanfic com gente morrendo ou pessoas se fudendo(assim espero u-u) é um romance maroto aí, The Love Violinist, antes que perguntem, eu tô sem criatividade pra Shikei e a Z.K tá parada por pura vagabundagem minha e da minha amiga a Sayori, mas eu vou tentar retornar assim que possível com a Shikei, a Z.K eu não tenho muita certeza por que não depende só de mim, mas eu espero que gostem desse novo projeto, e acompanhem todos os projetos daqui e das parcerias, Shikei e Z.K do Nyah, a saga G.S e a saga Reinos do Wattpad, tô buscando criatividade pra começar o próximo G.S, mas tá osso, muito obrigado por acompanhar, compartilhem, comentem, favoritem vamos espalhar essas histórias pelo mundo inteiro, TenshiAkumaNoLink vazando, FUI!!!!!!!!!!!!!

Todas as histórias de amor sempre tem aquele cara que é o “Cupido”, aquele cara que junta os casais, que ajuda o amigo ou a amiga a chegar na pessoa que ama, ou que simplesmente dá conselhos e escuta o que os outros tem a dizer. Bom, pode-se dizer que, eu carrego esse “ofício” comigo, por alguma razão, eu nunca entendi o motivo pelo qual todo mundo diz isso, mas sempre dizem que toda a vez que eu junto um casal, eles nunca se separam. Talvez isso seja verdade, mas eu nunca me importei com o amor, pelo menos, não até o conhecer de fato.

—--------------------------------------------Londres-Inglaterra---------------------------------------------------

Faltavam 30 minutos para a aula começar, era o meu primeiro dia de aula no ensino médio, era uma mistura de sensações que eu não conseguia descrever, eu usava uma roupa social, a calça era preta e a camiseta era branca, no seu bolso havia um lenço azul na tonalidade cobalto, eu usava um chapéu preto que cobria meus longos cabelos ruivos, estava usando sapatos pretos, com a minha mochila nas costas e minha capa de violino preta com meu Stradivarius azul cobalto dentro, que ganhei de aniversário do meu avô, além é claro dos meus óculos escuros para proteger meus olhos violeta hipersensíveis a luz solar, luvas e um sobretudo cobrindo meu corpo que estava levemente aberto, mesmo sendo de classe média baixa, consegui chegar até uma das escolas mais prestigiada de Londres, a escola Justice. Era uma escola gigantesca, tão grande quanto o castelo da rainha, e tinha muita gente lá, era simplesmente incrível a quantidade de pessoas aqui, eu estava tão empolgado, queria simplesmente conhecer cada uma delas, mas sem demora, fui procurar minha sala e minha turma, era a número 115 e a sala era a 286, logo fui para a minha sala, bem menor do que o colégio, não deu para contar muito rápido, devido a grande quantidade de pessoas adentrando na mesma, creio que haviam 45 assentos, logo fui a minha carteira, a primeira logo na frente, ao lado da janela, logo que me sentei, uma garota se aproximou de mim, ela estava extremamente mal vestida, com um estilo bem despojado, usando um tênis roxo, calças jeans rasgadas, uma camiseta de banda de rock e uma touca com orelhas de gato, ela era baixinha, talvez algo em torno de 1,50 e 1,60 era bem magra, tinha um cabelo castanho escuro levemente cacheado e olhos bem verdes. Ela me olhava com um olhar de reprovação, como se estivesse dizendo “saí do meu lugar garoto”. Ela ficou parada por alguns instantes me observando, até o momento em que uma mulher, aparentemente a professora disse em um tom sério:

— Senhorita Kimberly, sempre cometendo infrações, está aqui a cinco anos e não muda nunca, sempre com as mesmas roupas estapafúrdias e ridículas, manchando o nome da nossa escola, eu não admito que você continue deste jeito, depois da aula, eu vou falar com o diretor e encaminhar a sua expulsão desta escola, está retirando a chance de alguém com muito mais capacidade do que você. — Disse a alta mulher usando seu vestido preto, e salto alto, com o cabelo preso num coque. — Agora, pare de encarar o seu colega e sente-se.

— “Agora pare de encarar o seu colega e sente-se.” — Pensou Kimberly. — Que seja, eu nunca tive chance nessa escola de burguês mesmo. — Disse ela novamente sentando-se ao lado do garoto com uma mão no queixo emburrada.

— Bom dia a todos, vejo que temos alguns rostos desconhecidos este ano, você o que carrega o violino ao seu lado, apresente-se para a classe. — Disse a professora apontando para mim.

— Meu nome é Xavier V Hendriksen, é um prazer conhecer a todos vocês. — Disse Xavier sentando-se novamente.

— Muito prazer Xavier, eu me chamo Elisabeth Byron, sou a professora de música das turmas do primeiro ano, seja bem vindo a Justice, espero que goste da escola e que siga as normas com rigidez.

— Tá que seja, será que você pode começar a aula logo? — Disse Kimberly irritada.

— Senhorita Kimberly, não vou admitir que falte com o respeito comigo, basta, para diretoria já! — Disse Elisabeth apontando para a porta de saída. — Depois da aula eu passarei lá para conversar com o diretor sobre a sua expulsão.

— Tá que seja, tô pouco me lixando para o que vai acontecer comigo. — Disse Kimberly se levantando e saindo da sala. — Vou bater um papo com o diretor, pelo menos ele me entende.

— Que garota irritante! Dessa vez o diretor há de demitir ela, quer ele queira quer ele não queira! — Disse Elisabeth bufando e batendo o pé no chão.

— Professora, não que isso seja da minha conta, mas o que ela fez de tão ruim?

— Tudo Xavier, ela está aqui há 5 anos, na mesma turma, sempre cometendo infrações, e isso já está me cansando, hoje será o dia em que eu farei o diretor expulsar essa garota. Mas você não tem que se preocupar com isso, não é problema seu afinal. Sem mais demora, vamos começar a aula! — Disse Elisabeth indo para o quadro negro.

— Não é problema meu… — Disse Xavier baixinho para si, enquanto prestava atenção na aula.

—-------------------------------------------------------Diretoria-----------------------------------------------------

— Então, senhorita Maquiavel, o que te trás a diretoria logo no primeiro dia de aula? — Disse o homem gordo de bigode usando um terno marrom sentado na cadeira do diretor.

— Foi aquela chata da Elisabeth, aquela mulher simplesmente me odeia desde o primeiro dia que eu pús meus pés aqui nessa escola.

— Entendo, realmente essa briguinha de vocês é algo sério, por diversas vezes ela disse que eu deveria te expulsar, só não fiz isso por que sempre achei que você tivesse um grande potencial.

— Isso significa que você vai me liberar dessa vez?

— Bom, eu estive conversando com os outros professores e…

— Espera, o senhor não tá pensando em me expulsar, está? — Disse Kimberly com uma expressão de pavor em seu rosto.

— Eu sinto muito Kimberly, mas todos foram unânimes em decidir isso, infelizmente, eu não posso mais te acobertar, dessa vez, é o fim Kimberly… — Disse o diretor entristecido.

— Entendo… bom então eu vou esperar do lado de fora até que eu seja expulsa. — Disse Kimberly se retirando depressivamente da diretoria dando de cara com Xavier.

— Ahm… Oi, eu vim ver como você está. — Disse Xavier.

— Cai fora garoto, eu não tenho nada para tratar contigo.

— Eu ouvi a conversa toda.

— Hã?

— Eu lamento muito que tenha que ser expulsa, você realmente deve ser uma pessoa legal.

— Qual é a tua moleque, do nada tu tá sendo gentil comigo, e alias eu tô brava contigo por que tu pegou meu lugar na janela.

— Eu não sabia que era seu, me desculpe.

— Ah deixa isso para lá. Logo eu vou ser expulsa, não tenho mais por que me preocupar com um simples lugar.

— Por que ele é tão especial?

— Eu me sento naquele lugar desde o meu primeiro dia nessa escola, eu gosto dele por que dá para observar tudo lá fora, eu nunca liguei para essas coisas de estudar e me formar, só tô aqui por que meus pais pagam a escola, mas é inútil, eu queria era viajar pelo mundo, conhecer lugares, não ter lugar onde morar sabe? — Disse Kimberly sentando-se no banco. — Mas você não tem nada que ver com isso, não é problema seu. Agora cai fora, eu quero ficar sozinha…

— Eu sei, nunca é problema meu… — Disse Xavier pegando seu violino.

— O que?

— E é justamente por isso, que eu quero te ajudar. — Disse Xavier tocando o violino.

Então eu comecei a tocar uma música no violino, era uma música triste, que começou bem baixinha e suave, e foi crescendo aos poucos, todos os que andavam pela escola aos poucos pararam de andar, até que somente o som do violino ecoasse pela escola, naquele momento, todos começaram a se aproximar vagarosamente da porta da diretoria, alunos, professores e funcionários, todos pararam para ouvir o som melodioso, inclusive o próprio diretor, quando a música acabou, todos se mantiveram em um profundo silêncio, até o momento em que eu guardei meu violino e entreguei um papel a Kimberly e disse:

— Se você quiser ficar aqui, eu posso te ajudar, guarde esse papel consigo e me entregue no terraço, somente se conseguir ficar aqui, caso contrário, foi bom ter te conhecido. — Disse Xavier sorrindo e logo em seguida se retirando.

— Impressionante, jamais ouvi algo assim em toda a minha vida. — Disse Elisabeth.

— Hmmm, seu amigo realmente está disposto a lhe ajudar… Bom espere aqui fora, eu e os professores decidiremos seu futuro. — Disse o diretor sendo seguido pelos professores.

— E então diretor. — Disse Elisabeth. — Vai finalmente expulsar essa garota da escola?

— Então, eu pensei muito a respeito da situação da senhorita Maquiavel ao longo destes 5 anos, analisei sua situação, e eu pensei seriamente na possibilidade de expulsá-la, porém…

— Porém? Diretor Edgar, com todo o respeito, mas esta garota é incorrigível, não existe possibilidade de que ela consiga ser aprovada, ela está a 5 anos aqui e não aprendeu nada! — Disse o homem alto de terno azul. — Com toda a minha franqueza diretor, mas eu acho impossível que ela seja capaz de aprender se ficar aqui mais um ano, existem muitos alunos que estão mais aptos a ocuparem a vaga dela.

— Eu concordo com o professor Stuart, ela não pode mais continuar aqui. — Disse Elisabeth.

— Eu entendo o ponto de vista de todos vocês. Mas eu percebi uma coisa, aquele garoto no corredor, tocando o violino.

— Ah o Xavier? Ele esteve na minha aula hoje, um exemplo de aluno exemplar!

— Quando ele tocou o violino, ele tocou uma música extremamente triste, um Réquiem, e disse que poderia ajudar a senhorita Kimberly se a mesma ficasse, um garoto que recém chegou, querendo ajudar uma repetente, sem dúvida é digno de uma tentativa.

— Está querendo dizer que vai entregar a situação da Kimberly nas mãos de um novato?

— Nada disso Stuart. Eu estou dizendo que, talvez, ele possa ajudá-la, eu já tomei minha decisão. Retirem-se, a reunião acabou. — Disse Edgar enquanto os professores se retiravam da sala um por um, enquanto que Kimberly fitava os professores saindo, sem entender nada do que estava acontecendo, por último saiu a professora Elisabeth, que olhava com desprezo a Kimberly, mas logo se retirou, logo após saiu o diretor, que parou ao lado de Kimberly e disse:

— Se lembra do que o garoto disse após tocar o violino? — Perguntou Edgar.

— Lembro sim, por que?

— Kimberly, essa é a sua última chance aqui na escola, então, se quiser realmente ficar aqui, aproveite-a.

— É sério? Obrigada diretor Edgar! — Disse Kimberly abraçando o diretor com muita alegria.

— Agora, vá até o terraço, e devolva o papel ao garoto, eu quero que você se dedique ao máximo, e diga a ele, que eu o designei como seu tutor.

— Está bem diretor, eu estou indo.

— Kimberly.

— O que foi?

— Eu já te dei 5 chances, está é a sua última chance, um conselho de amigo, aproveite ela, caso contrário, eu terei que te expulsar.

— Pode deixar diretor, dessa vez, eu não vou te decepcionar! — Disse Kimberly correndo em direção ao terraço.

— Tem certeza do que está fazendo diretor? — Disse Elisabeth observando a cena.

— Não se preocupe minha pequena. Eu sei o que estou fazendo. — Disse Edgar sorrindo.

—-----------------------------------------------Terraço--------------------------------------------------------------

— Hey! Novato! — Gritou Kimberly procurando por Xavier que estava limpando seu violino no terraço. — Aí está você!

— Vejo que conseguiu! — Disse Xavier sorrindo. — Meus parabéns.

— Se não fosse por você eu não teria conseguido, graças a você, o diretor decidiu me dar uma última chance! Obrigada.

— Não tem por que me agradecer.

— Ah, aqui está. — Disse Kimberly entregando o pedaço de papel para Xavier. — Você me disse para te devolver caso eu conseguisse ficar. Aliás, eu ainda não sei o teu nome. E por que tu me deu um pedaço de papel?

— Bom, meu nome é Xavier, e meu avô sempre me disse, que se eu quisesse ajudar alguém e alguém precisasse de ajuda, eu sempre deveria tocar o Réquiem X e entregar um pedaço de papel para pessoa, se ela me devolvesse, é por que eu consegui ajudá-la, se não, foi por que falhei.

— E você já falhou alguma vez?

— Algumas vezes sim, outras não. Depende da situação.

— Entendi, bom, o diretor mandou avisar que você vai ser o meu tutor, então é melhor que eu passe de ano ouviu?

— Está bem, você passará de ano. — Disse Xavier.

— Já ouvi isso muitas vezes, o que te faz pensar que vai conseguir?

— Eu não sei, mas acho que você vai conseguir. — Disse Xavier sorrindo. — Agora vamos lá para dentro, presumo que a próxima aula começa daqui a pouco, certo?

— Sim, é melhor irmos. — Disse Kimberly. — Ah, e já que eu vou ficar, o lugar na janela é meu, estamos entendidos?

— Claro, como quiser Kimberly.

Antes de irmos até a porta que levava para dentro da escola, Kimberly se virou e parou na minha frente, e me observou, então ela tirou os meus óculos escuros e sem motivo algum, ela me deu um beijo, um simples selinho, logo ela colocou meus óculos de volta no lugar e disse:

— Você é legal, não conte para ninguém sobre isso ok? — Disse Kimberly se retirando.

— Ok… Pode Deixar. — Disse Xavier paralisado com o beijo de Kimberly.

Naquele momento, eu havia experimentado o que era o amor, embora tinha sido apenas um selinho, algo fugaz, simples, mas que havia mexido com o meu coração. Eu não havia me dado de conta, de que eu havia simplesmente descoberto, o que era o amor, e apenas segui, na minha feliz aventura pela escola, as coisas não poderiam ficar melhores, eu definitivamente, estou apaixonado.

Notas finais
obrigado por acompanharem, não se esqueçam de favoritar, comentar e compartilhar a fic, boa leitura galera! ^~^
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.