The Love Life Of Bennoda
1 O começo de tudo
Notas iniciais
Na faculdade, Chester Bennington não era uma pessoa muito popular. Ele não tinha muitos amigos e muitos não gostavam daquele ''menino todo tatuado do terceiro ano'' ou ''menino adorador do diabo'' (pelo gosto musical). Mas os poucos amigos que ele tinha foram essenciais no começo de Bennoda.
Num dia frio e chuvoso os terceiros anos teriam que fazer uma apresentação aos segundos anos de ciências. Chester estava nervoso pois, diferente de seus amigos, ele não era popular. Mas nervoso ou não ele tinha de fazer isso. Então ele deixou o nervosismo de lado e entrou na sala cuja aparência não era nada boa — O quadro negro era de giz e estava todo gasto. As paredes pintadas de um azul bebê estavam com pinturas mal feitas e rachaduras em todos os cantos pois a escola já era velha. As classes e cadeiras estavam enferrujadas e sujas — Então o professor Ruy deu as ordens ao grupo de Chaz:
- Este é o grupo de ciências do terceiro ano. Da turma 325.
- Olá alunos. — disse a menina do seu grupo que era popular — Hoje vamos ensinar a vocês...
Aquelas palavras foram se silenciando na cabeça de Chester, cada vez mais e mais baixo pois algo chamou toda sua atenção. Ele se deparou com um menino no fundo da sala, prestando nenhuma atenção ao trabalho. De alguma forma muito estranha, Chaz sentiu uma ligação entre eles, uma ligação muito forte. Ele não entendeu isso, mas foi acordado do transe pelo professor chamando seu nome pois era a vez dele de falar. Nesse momento, o menino olhou para Chester de um jeito que fez Chester perceber que ele sentiu a mesma coisa. Chaz deu um leve sorriso de canto da boca e continuou o trabalho.
No recreio, como sempre, Chester fazia as mesmas coisas. Primeiro ia ao seu ''canto'' aonde ficava sozinho e podia escrever letras para suas músicas e depois passava no bebedouro e entrava na sala. Mas nesse dia alguém mudou sua rotina. Depois de escrever suas músicas, Chaz foi ao bebedouro mas não percebeu a presença de alguém diferente por ali. Um grupo de amigos de Chester estavam ao lado do bebedouro conversando sobre o próprio Chester, cujo entrou na conversa por curiosidade.
- Chesteeer! Estavamos falando de você para o Mike. Ele disse que nunca tinha te visto na escola mas dissemos que você fica lá no seu ''cantinho''. — disse Sarah, a amiga dos dois.
- É mesmo? Eles estavam falando bem ou mal de mim Mike? — respondeu Chester.
Mas ele não tinha visto que Mike era o menino pelo qual ele se hipnotizou durante o trabalho no período passado. Mas quando percebeu ele congelou. Não falou mais nada, apenas olhava para Mike do mesmo jeito que havia feito antes. Mike deu uma risadinha e respondeu:
- Bem, eles estavam comentando que temos muito em comum e nos daríamos muito bem.
O rosto de Chester não estava mais da cor natural. Estava muito vermelho, pois ele era uma pessoa tímida. Ainda mais estranhos que o hipnotizam. Ele estava totalmente sem graça. Mike percebeu isso e deu outra risadinha, mas dessa vez ele deu uns tapinhas de leve nas costas de Chester e disse:
- Depois a gente conversa, cara. Muito legal conhecer você. Até amanhã.
Chester, ainda paralisado, conseguiu apenas abanar como despedida. Depois disso, ele foi correndo para a sala de aula aonde não conseguia se concentrar. Ele ficava pensando no Mike, não sabia o porque. Tentava fazer de tudo para tira-lo da cabeça e estudar mas não adiantava.
Quando as aulas terminaram ele só quis saber de ir correndo para casa. Aonde sabia que poderia tirar Mike de sua cabeça.
Chegando em casa ele vai direto para seu quarto e se tranca. Começa a tocar música muito, mas muito alto. Criando novas canções ele tinha algo para afasta-lo mentalmente de Mike. Mas ele tinha que dar um jeito nisso para sempre, pois era ainda uma das primeiras semanas de aula e ele veria Mike todo o dia.
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