The Love Is a Drug

8 Capítulo Único


Palco misterioso

– Olá e bem-vindos ao ENTREVISTA DE PORTADOR!!!! Nesse programa, iremos conhecer um pouquiiiiinho mais, sobre os nossos queridos portadores!!! E hoje nós temos mais três convidados, surpresa!!! Aêêêêê! Bom, semana passada, nós tivemos no palco: Miya Suzuki: A mentirosa; Katsuo Yamaguchi: O vidente; e Jonathan Alone: O tarado, pervertido, pedobear! Ou seja....que rufem os tambores!!! O programa passado foi...uma merda!! Vamos ver como fica esse programa de hoje.

Conversa com Lilith Thompson Miller

– Olá Lili!! Você está aqui com o Entrevista de Portador!!

– Ah...olá! — ela sorriu.

– Lilith, conta mais aqui pra gente, você tem uma amiga chada Mizuki Seisihari, certo?

– Sim, ela é uma das minhas melhores amigas! — ela deu um sorrisinho bobo.

– ótimo, ótimo...e é verdade que ela está apaixonada por você?

– Isso. — ela respondeu calma. Até que não é tão má assim.

– E você pretende salvá-la?

– Sim. Eu vou protegê-la durante o jogo, depois apenas irei defendê-la, até o final!

– Mas...no fim, você terá de escolher, pois salvar a Mizu não vai ser fácil...

– Puf...eu tenho uma estratégia.

– Legal! Pode nos contar como é?

– Beleza! É assim ó:

1º passo: Eu me torno amiga da Mizu na infância.

2º passo: A Mizu se apaixona por mim

3º passo: Eu digo a Mizu que irei protegê-la.

4º passo: Eu deixo alguém matar a Mizu acidentalmente.

5º e último passo: Eu choro falsificadamente pela Mizu, e depois viro Deusa. — ela sorriu. Um breve silêncio predominou no local. Grilos...

– Ok...uau! Que plano...perfeito.

– Eu sei, eu amo muito a Mizuki! Minha melhor amiga! — ergui minhas sobrancelhas.

– Tá bem...que amizade mais....intensa viu!

– Eu sei! — ela respondeu calmamente. Ela ouviu o que disse no 4º e no 5º passo?

– Acho que já podemos chamar outro, né? — ela fez que sim com a cabeça.

Conversa com Shina Machiro

– Oi oi Shina! Você está no... — ela me interrompeu.

– Ai por favor!!! Eu tô morrendo de dor de cabeça e cansaço!!! Vamos encerrar logo isso. — ela gritou. Eu hein...

– Shina, você está...se sentindo bem?

– Isso é óbvio que não, né?!! Eu tô morrendo de dor de cabeça!! Não consigo dormir há mais ou menos uns 3 dias!!

– Isso explica as olheiras...mas qual é o problema? — ela segurou meus dois ombros.

– Eu tenho tido constantes pesadelos, e pra piorar.. — se aproximou do meu ouvido. — Minha chefe não me dá descansos!! — ela disse quase chorando. Eita...

– Uau, mas...

– Não adianta pedir!! Minha vida está virando de cabeça pra baixo!!! — ela exclamou chorando.

– Escuta, senhorita Machino, você..

– Não, eu tô doida!!! Essa é a explicação! Eu tô ma-lu-ca!!! É ISSO!!! Buááááááá! — ela se derramou em lágrimas.

– Mas eu... — ela saiu correndo. Eu pensei que a Shina fosse madura e sensata....não entendi nada.

Conversa com

Chisa Nakata

A polícia Koban é tão merda, que no dia em que eu explodi aquela lixaria de garagem, eles nem sequer investigaram. Estão passando os olhos agora em Yumy Sato, uma loira oxigenada aí que desapareceu...Estou torcendo vagarosamente para que ela esteja morta. Preciso me contactar ao assassino, Lee Tao Jin. Ele é famoso, mas não sei bem o motivo, com aquelas musiquinhas chinfrim. Porém, se ele matou alguém, isso pode significar que ele seja de grande ajuda pra mim. Eu não faço a mínima ideia do porque ele matou Yumy, mas não me interessa. Eu só quero saber de duas coisas...Primeira: onde ele mora? Porque agora SIM ele merece fãs. Segundo: Sobre aquela foto...quem será que a tirou...? Eu tenho uma suspeita de uma certa ruiva psicótica, mas...tanto tempo que não a vejo, que nem sei se estou afim de procurá-la...

No outro lado da cidade...

– Hey, Satome, você trouxe a informação que pedi?

– Aqui está. — a menina lhe entrega um envelope grande e alaranjado, da mesma cor que seus cabelos, que eram bem longos.

– Ótimo, ótimo... — o homem abre o envelope, e se depara com algumas fotos, entre outros documentos escritos. — Pelo visto está tudo aqui.

– Se eu disse que iria trazer, é porque fui verdadeira, não acha? — a menina fala séria e ríspida.

– Sei, sei, mas você é muito esperta Satome. Confesso que não tenho palavra quanto a você, minha "au au". — ele cochicha no ouvida da garota, que fica pasma por um instante, depois se estressa.

– Se você ousar me chamar assim de novo, eu... — o homem a interrompe.

– Você vai fazer o que, huh? Pequena cachorrinha, você é apenas uma aprendiz.

– Vai cagar!

– Hum, estou mesmo com uma farda dor de barriga, Satome..você está liberada.

– Não recebo ordens suas, se eu quisesse ir embora antes, eu ia.

– Ah é? Então por que você aceitou tirar aquelas fotos para mim, huh?

– Não é da sua conta! — a menina grita, sem paciência.

– Vejo que você aprecia um bom trabalho, não é?

– Trabalho? — ela ergue uma de suas sobrancelhas. — De que diabos você está falando?

– Não estou falando de "diabos", e sim de "deuses".- a menina arregala os olhos, e depois expressa ódio em seu olhar.

– Não me interesso a Deuses! Na verdade, eu nem sequer ACREDITO em Deuses!

– Eh, vejo que tem uma aura maligna em você, cadelinha? — a menina o olhou sínica. — Além do mais...eu aposto que sua falta de fé, é tudo por culpa de Deus Ex-Machina.

– Seu imbecil! Não meta o nome desse deus cretino no meio!

– Ah é? Você prefere jogar assim com ele? — ela ergueu uma de suas sobrancelhas.

– O que quer dizer?

– E se você jogasse sujo com ele, hum? Daí assim você ganhava, no próprio joguinho dele.

– Eu não sei do que você está falando!

– Só não se mostre ser uma pessoa baixa, né? Afinal das contas, você pode matar todas aquelas doze pessoas, ou melhor os onze portadores restantes, não acha? — ela apenas suspirou de raiva. — Pensa comigo, Ex-Machina te livrou de uma, mesmo sabendo que você queria entrar.

– O que quer dizer com isso?

– Entretenha a Deus, e mostre ser uma pessoa de caráter. — ela sorriu maliciosamente.

– Huh, você acha mesmo que eu vou plantar veneno e depois meter o pé? Não é assim que a banda toca!

– Você talvez não esteja me entendendo. E já que mencionou "bandas"... — ela o interrompeu.

– Não! Já ajudei demais a mortinha, se preciso, apoiarei essa banda de sétima categoria!

– Como quiser... — ele se aproximou de seu ouvido, cochichando. — Mas saiba que, se você fosse um pouco mais "alta" e inteligente, saberia que se mostrar superior na frente de Deus Ex Machina, seria a favor do seu próprio potencial. — ele se afastou, saindo do local — Pense nisso, Misaki Satome... — Misa apenas o encarava.

Misaki Satome

Se eu refletir bem o que Bard disse, não será assim tão complicado vencer de Deus...talvez eu possa brincar com ele, sabe....mas...o que que eu to dizendo? Deus é Deus! Eu não tenho como vencer dele!! Que ideia!! Mas....parando pra pensar...até que não é má ideia entrar no jogo, sabe, eu posso me infiltrar. Matar é divertido e é um passatempo, já que não tenha para fazer. E também, afinal, eu já prejudiquei o quinto...eu posso voltar a me comunicar com Deus, e assim descobrir quem são os outros portadores e matá-los...hum, acho que vai ser muito....interessante.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.