The Light... The Darkness...
6 Capítulo 6:Mais uma perda.
Notas iniciais
Melissa POV:
Sai correndo, como de costume, quase cai das escadas. Fechei a porta da casa com tanta força que juro que mais um pouco ela poderia quebrar.
O Jeremy se vestiu e foi correndo atrás de mim.
– Como você pode fazer isso comigo?- Eu perguntei desesperada.
– Eu posso explicar!
– O que? Você acha mesmo?- Eu parei no meio da rua.
Quando ele tentou se aproximar eu disse: Saí daqui, eu tenho nojo de você. Ele quis chegar mais perto então eu corri para a floresta, ele me chamava e chamava, mas eu fiquei quieta abaixei perto de uma árvore e comecei a chorar.
– Por que isso está acontecendo comigo? Por quê?- Eu choraminguei.
– Ahhh!- O Jeremy gritou desesperado.
– Jeremy!? Jeremy!- O meu grito ecoou por toda a floresta.
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Sam POV:
Eu olhei no relógio, já fazia meia hora que a Melissa tinha saído. Eu comecei a ficar preocupado com tanta demora, então resolvi ligar para o Dean, só dava caixa postal.
– Droga Dean! Logo agora que eu mais preciso de você!
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Melissa POV:
Eu andei muito, eu estava com muito frio e muita sede. Eu cheguei até um galpão grande e vazio, eu só me lembro de sentir uma pancada bem forte na cabaça e ai eu apaguei.
Quando eu acordei eu estava amarrada em uma cadeira dentro de um círculo que pegava fogo com uma estrela no meio. E o Jeremy estava amarrado também, só que caído no chão.
Eu ainda estava vendo tudo embaçado, mas eu vi o suficiente para saber que aquilo era à sombra dos meus pesadelos.
– Engraçado como só algumas gotas de sangue deixa um anjo fraco.
Oque? Eu não estava entendendo oque ele dizia. Anjo? Isso era loucura!
– Ai, me desculpe. Meu nome é Lúcifer.
Um silêncio emudeceu como ele poderia ser o Lúcifer?
O resto da história você já sabe, ele começou a torturar o Jeremy, foram momentos que eu não faço questão de lembrar mais ainda assim estão acesas na minha memória.
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Dean POV:
Finalmente eu tinha conseguido pegar aquela garçonete. Eu adorava o jeito que ele falava meu nome enquanto estávamos na cama:
– Ou De... An!
Foi nesse momento que eu olhei para o meu celular e vi três chamadas de emergência Sam. Eu levantei tão rápido que a garota acabou caindo da cama, me troquei, peguei meu celular as chaves do carro, tirei a jaqueta da cabide e disse:
– Desculpa gata, emergência de família!
Eu saí me achando do hotel, arrumando a gola da minha jaqueta. Mas logo eu me lembrei do que era realmente importante, eu pensei que talvez Lúcifer tivesse colocado as mãos na Melissa.
Eu andei mais rápido, e chegando ao meu carro abri a porta malas e conferi se o Colt estava lá. Dirigi até a casa da Melissa, não encontrei nada, segui a rua reta e vi uma coisa correndo na floresta, desci do carro peguei as armas e fui para o interior da floresta.
– Sam!?
– Silêncio! É sou eu mesmo!
Eu joguei um pouco de água benta nele.
– Oque foi isso?
– Um bom caçador sempre se previne. – Eu disse dando um sorriso.
Nós chegamos até um galpão abandonado e ouvimos gritos de homem, era o Jeremy.
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Melissa POV:
Eu ouvi um barulho e parece que o Lúcifer também ouviu.
– Droga!- Disse Lúcifer muito irritado.
Ele virou para mim e disse: Eu estou acabando com todos os empecilhos para chegar a você, e acredite você mesma é o último!
Quando ele terminou de falar ele enfiou uma faca no Jeremy, logo depois Sam e Dean chegaram atirando no Lúcifer mais ele formou como se fosse uma proteção em torno dele e rapidamente saiu.
Sam apagou o fogo que estava em torno do círculo e me desamarrou, Dean foi socorrer o Jeremy mais ele olhou para Sam sem esperança no olhar.
– Você está bem?- Perguntou o Sam preocupado.
Eu fazia sinal de sim com a cabeça, ainda meio tonta fui ao encontro do Jeremy. Quando eu cheguei perto ele ainda tinha sinais de vida, mais estava todo sujo de sangue e gemia de tanta dor dos ferimentos. Eu o abracei não me importei de ficar suja, era o que menos importava no momento. Ele gaguejou um pouco até que conseguiu falar: Desculpe-me. Eu comecei a chorar, passei a mão pelo rosto dele e disse;
– Eu te amo!
E os olhos dele foram se fechando devagar... Devagar... Até que se fecharam totalmente.
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