The Letter
1 Prólogo
Notas iniciais
POVs Narradora
Allison Kyle, 23 anos. Morava com sua melhor amiga Elizabeth há 3 anos, desde que se conheceram na faculdade de direito e se tornaram inseparáveis desde então. Quando ambas tinham 20 anos e terminaram a faculdade, seus pais, que por meio das mesmas se tornaram amigos, decidiram que iriam comprar um grande e lindo apartamento pra elas em Nova York, já que tinham boas condições. Lá poderiam arranjar um emprego no mesmo escritório de advocacia. Allison e Elizabeth ficaram muito animadas com a ideia e concordaram com os pais. Allison, porém, tinha o sonho de adotar uma criança. Ela não queria se casar, tinha medo de que algo de ruim acontecesse e venhamos e convenhamos, os homens não são muito confiáveis. Depois de longos discursos pra convencer a seus pais e a Elizabeth, ela consegue a permissão. Quando já estão em Nova York empregadas e estabilizadas, Allison adota o Daniel. Ela o adotou quando ele tinha apenas dois meses. A madre do orfanato disse que ele já tinha um nome, tinha vindo com uma pulseirinha de ouro, que o garoto carregava. Segundo a mãe, o pai do garoto havia achado a pulseira e gostara do nome. Allison perguntou a madre por que o garoto tinha sido entregue a adoção se o mesmo tinha pai. Ela respondeu que ele não sabia e que a mãe estava condenada a morte por uma doença grave e rara. Allison se apoixonou pelo Daniel assim que o viu, assim como a Lizzie. Decidiu adotá-lo. Hoje, o Danny já tem 2 anos e é um lindo garotinho.
Nicholas Salvatore, 25 anos. Morava sozinho em Nova York. Era dono de uma empresa de advocacia, porém nunca aparecia por lá. Seu braço direito, esquerdo e podia dizer-se que o corpo todo era quem tomava conta de tudo. Nicholas tinha tudo que queria, dinheiro e mulher de sobra. Era um mulherengo nato, daqueles que se fosse possível teria dez mulheres por noite e no dia seguinte não lembraria o nome delas. Mas Nicholas recebe uma carta que, apesar de não mudar seu estilo de vida pavoroso, o envolve numa busca, e não sei bem o por que, mas o faz querer trabalhar todos os dias. O levando assim a sua empresa.
Carta :
Oi Nicholas! Se você está lendo essa carta provavelmente eu estou morta. Quero te dizer umas coisinhas:
– Você tem um filho! Legal né? Eu o entreguei pra adoção quando estava em fase terminal, ele tinha apenas 1 mês. O nome dele é Daniel, sabe por que? Lembra quando estávamos no central park e você achou aquela pulseira pequeninha com o pingente escrito Daniel, disse que amava esse nome e em seguida me deu a pulseira? Pois é, eu a guardei comigo assim que você me deixou e disse que não me amava. Logo após descobri que estava grávida e depois que ele nasceu desenvolvi uma doença rara, que me matou muito rápido. Entreguei o Daniel pra adoção com aquela pulseira, não queria que a família sortuda que o adotasse mudasse o nome que eu tanto amo! Ele é lindo, parece apenas com você. Branquinho, com os olhos perfeitamente azuis e com o cabelinho preto. Eu o amo tanto! Queria poder estar viva pra cuidar dele. Mas não estou, e quero que você o encontre e o ame como você não me amou.
Ah, a data de nascimento dele é dia 06/01/2013
Com carinho, Melissa.
11/02/2013
Nicholas ficou chocado com o conteúdo da carta, com certeza iria procurar o filho. Estava com muita raiva, por que eles não entregaram a porcaria dessa carta antes? Já estou em 2015. Meu filho já tem 2 anos. — Pensou. Sim, Nicholas iria procurá-lo, mas não abandonaria sua vida, não criaria raízes com uma mulher por isso. Poderia muito bem criá-lo sozinho, tinha certeza que Bernard o ajudaria.
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