The Last Tear
3 Capítulo 1 - A floresta - Revisado
Na Tarde de segunda-feira fui ao Starbucks, na 2nd avenue,encontrar a Laura para conversarmos sobre a nova escola dela,Riverdale Country School,aqui em Nova Iorque.
Enquanto esperávamos os frappuccinos de caramelo irresistíveis que sempre me davam água na boca, fomos sentar em uma mesa. A Laura estava linda como sempre,com aqueles cabelos loiros na altura da cintura, olhos azuis e com um vestido lilás da Calvin Klein que a mãe comprou na semana passada.Por que? Ela estava emburrada por mudar de casa e escola, então a mãe achou que se comprasse algo ela ficaria mais animada.E isso deu certo. A mudança a deixou muito triste, pois desde a infância ela morava naquela casa amarela, toda decorada com móveis chiques, em West End Avenue, com a mãe, o pai e seu irmão mais novo, Allan. Por causa do novo emprego de seu pai,como gerente de uma empresa exportadora, ela teve que se mudar.
–Kate,você está me ouvindo? — Disse ela, olhando-me com um sorriso delicado e tirando um fio de cabelo que estava em seus lábios.
–Sim,estou. — Na verdade não estava, nem havia escutado o que ela tinha falado depois de pedirmos os frappuccinos. Estava concentrada na expressão de felicidade dela enquanto falava e não o quê ela falava. Porque, essa era a primeira vez que a menina ficava tão feliz depois de ter se mudado. — Você estava falando sobre como a nova escola é grande e que você fez amizade com um menino muito bonito e blá,blá,blá... — A Laura conheceu um menino no primeiro dia de aula na Riverdale Country School. Ele estava sentado ao lado dela, na aula de matemática, quando sua borracha caiu e ele a pegou, depois disso eles começaram a conversar e a trocar o número do telefone e o e-mail.
–É, você não estava ouvindo. Eu disse que esse sábado vai ter uma festa na casa de praia do Nate e ele me convidou, mas como eu não conheço ninguém lá e como você é minha melhor amiga, pensei em te chamar. — Nate é o menino que ela conheceu, e pelo que eu ouvi ele deve ser bonito e rico. — Então, você vai ir? — Ela me olhou com aqueles olhos azuis, implorando para que eu fosse.
–Pode ser. — Não tinha nada marcado para o sábado à noite e eu realmente queria ver o tal do Nate. Meu pressentimento dizia que algo não estava certo. — Os seus pais deixaram você ir? — Perguntei por saber que os pais da Laura se preocupam muito com ela, por uma vez, quando criança, ela ter sido sequestrada no shopping. Enquanto eles estavam na loja da Burberry, ela tinha ido comprar um sorvete no McDonald's e depois de uma hora ela não voltou. Só no dia seguinte o sequestrador ligou pedindo uma boa quantia em dinheiro para devolvê-la. O bom é que ela não estava com nenhum sinal de agressão, só não se lembrava de nada depois de ter comprado o sorvete. Disseram que eles usaram algo para fazer ela dormir o dia todo, mas ainda não descobriram o que era.
–Eles deixaram eu ir, por incrível que pareça! — Ela falava toda animada, quando os frappuccinos chegaram. — Nossa, faz tempo que não tomo um desses! — Disse, encarando o frappuccino de caramelo com um sorriso exuberante, enquanto o garçom me olhava de canto,entregando o meu. Ele até que era bonitinho, com um jeito meio despreocupado e os cabelos loiros caindo nos olhos verdes .
Eu não me acho feia, sou uma morena com 1,70m de altura, magra, com curvas, cabelos castanhos escuros,compridos e meio ondulados,olhos cor de mel, as sobrancelhas perfeitas compridas,no qual me orgulho tanto e os lábios avermelhados.Enfim, dei uma piscada para ele e bebi o frappuccino, sem me importar do cara estar ali ou não.
–Então, que horas você quer que eu te pegue? — Peguntei, sabendo que ela iria querer que eu a levasse com o meu Camaro novinho que ganhei ano passado da minha mãe, quando tirei a carteira de motorista.
–Pode ser às 20hrs, depois eu te passo o endereço. Ok? — Ela terminou o frappuccino e eu já tinha terminado o meu. Peguei as chaves do Camaro e saímos do Starbucks.
A semana passou rápido e já era sábado. Eu estava exausta com os treinos que tive hoje. As líderes de torcida precisavam treinar todos os sábados e como EU sou a líder, precisava chegar mais cedo e planejar a coreografia, fora a aula ontem à tarde que tive com o mestre Chang, meu mestre de Kung fu. Ele é um chinês lá da china mesmo e fala até enrolado, ás vezes, por parte na maioria das vezes não fala nada com nada e eu acabo quebrando a cabeça com as baboseiras que ele diz, fora o chute que levei e ainda não entendi o que ele disse.
"Sua fraqueza é perceber o que fazer,mas não fazer por não saber e por isso acabar errando".
Foi isso o que ele disse, depois de ter me dado um belo chute bem na panturrilha quando tentei me defender, só que agora elas estão roxas e não posso mais usar o vestido da Michael Kors decotado em V e rendado nas costas,com a cor toda em bronze e feita de seda pura que comprei na quarta-feira, justo para esta festa.
Com o corpo todo dolorido e as pernas roxas, resolvi usar um jeans da Colcci e uma blusa prata estampada " It's your problem not mine" da Gucci, com uma sandália prata da Burberry e a bolsa de couro preto da Prada que eu adoro. Depois de me arrumar, saí para pegar o carro na garagem e ir direto para a casa da Laura.
No caminho para a nova casa da Laura fiquei pensando no que o mestre Chang disse e cheguei a uma conclusão de que precisava treinar mais e dar umas porradas naquele baixinho chinês, que não dizia nada coerente, a não ser as estúpidas frases sem sentido e ainda se achar "o cara". Bom, ele não disse que se achava "o cara", mas dava a impressão de que sim, ele se achava, fora a barbinha ridícula que devia ter uns 15cm quando ele a esticava para ficar passando a mão, enquanto pensava na frase estúpida que não tinha sentido algum com relação à minha pessoa. Ainda acho que o velho precisava se aposentar. Ele parecia ter em torno dos 50 a 60 anos e ainda dava aula de kung fu, e o pior é que sou eu quem levo a surra e não ele.
Cheguei na casa da Laura eram 20:10 hrs e ela ainda não estava pronta. Liguei para ela e ela disse que descia em 10 minutos, então saí do carro para tomar um ar fresco enquanto esperava, e reparei que a casa dela era bem maior que a anterior por fora, com um balanço pendurado em uma árvore na frente da varanda,para o seu irmão mais novo de 8 anos a usar e a pintura branca,com detalhes dourados que davam a impressão de ser um lugar tranquilo e relaxante, mas tinha algo que me incomodava, como se alguém estivesse me observando e aquela árvore me dava calafrios. Foi quando eu tive um flashback de um lugar escuro, cheio de árvores e plantas, mas eu nunca estive naquele lugar antes e quando voltei a mim mesma nem me dei conta de que a Laura estava na minha frente com uma expressão confusa no rosto, não entendendo nada do porquê de eu estar parada e encarando o nada.
–Então, vamos? — Abri a porta e sentei no banco de couro,colocando o sinto de segurança enquanto a Laura fazia o mesmo e fechava a porta, depois me dando um papel. — O que é isso?
–O convite da festa, o endereço está aí,você não precisa dele? — Ela disse, enquanto eu dava ré e ia direto para a estrada, pegando o papel da mão dela e dando uma olhada, depois o colocando na porta. Droga, esse lugar era longe. Manhattan
–Então,está se acostumando com a nova casa? — Perguntei porque achei estranho o que eu vi na frente da casa dela e o tal do calafrio que aquela árvore me deu quando a olhei. Era algo que eu nunca tinha sentido antes, um pouco de solidão e um vazio no coração, contudo eu ainda não sabia o que aquele flashback significava.
– É, ela até que é boa, bem maior que a antiga,mas eu ainda gostava da outra. Era mais aconchegante. — Ela estava com aquele sorriso, o de quando descrevia algo no qual gostava . Ela parecia um anjo com os cabelos loiros e os olhos azuis ,mas hoje estava diferente. Tinha posto uma maquiagem bem pesada, com o cabelo amarrado, uma bota preta com shorts jeans e uma blusinha preta caída no ombro com a frase "Be free always" estampada bem grande em branco.
–Ah é? E que cor está o seu quarto agora, preto? — Eu tinha que fazer esse comentário porque depois de tê-la visto desse jeito era até engraçado, um anjo com roupas de demônio.
– Ha.Ha.Ha. Muito engraçado, mas eu só estou assim porque o pessoal que o Nate convidou são todos mais velhos e eu não quero me passar por uma menininha de 10 anos por causa do meu tamanho e do meu rosto. — Ela estava brava e isso me fez rir, ainda mais.
– Desculpa. — Respondi, ainda enxugando uma lágrima quando estávamos fazendo a curva na colina de Manhattan.
Nós chegamos e o lugar estava lotado.Tinha gente por toda parte e como foi difícil encontrar uma vaga pro carro quando vários bloqueavam a passagem, o pior é que era final de semana.Depois de um tempo nós conseguimos achar uma vaga, ao lado de uma lanchonete que tinha ali perto e fomos andando até a casa do Nate, que ficava a algumas quadras ao lado .
Quando conseguimos entrar na casa, que estava um inferno de calor, com várias pessoas bebendo, gritando e dançando e a música bem alta, a Laura encontrou o Nate com um grupo de meninos bebendo uma garrafa de Vodka, perto das escadas, que provavelmente davam para os quartos no segundo andar.Depois que o viu,ela pegou minha mão e saiu esbarrando em todo mundo para conseguir chegar até ele.
A alguns metros de distância, ele nos viu e deu um sorriso largo.
–Hey, Laura! — Gritou, levantando a mão esquerda, que não estava segurando a garrafa de Vodka.
–Oi, Nate! — Ela respondeu, quase gritando por causa da música. — Eu trouxe a minha amiga, sabe a Kate. — ela me apresentou e ele me observou, da cabeça aos pés, com os seus olhos azuis escuros e os cílios compridos.
–A famosa Kate, finalmente te conheci. — Ele estendeu a mão e eu fiquei olhando ele pegar a minha. Será que esse cara é retardado? Só um pouquinho. — Sua amiga fala bastante de você, disse que é líder de torcida na Horace Mann School e ainda uma das primeiras na sala com as notas mais altas e, você é linda. — Só o que me faltava, o amigo da minha melhor amiga dando em cima de mim e ainda não largando a minha mão. Ele até que era bonitinho com aqueles olhos azuis,os cabelos castanhos claros e o seu corpo meio musculoso, usando uma camiseta azul da Colcci e uma bermuda branca. Ele era atraente, mas nada tão exagerado como um Deus Grego. Era só bonito, só isso.
–Ah...obrigada, mas você já pode largar a minha mão. — Sorri para não ser tão grosseira, mas a minha mão já estava começando a suar e ele não parava de me encarar.
–Opa, desculpa. — Falou como se fosse algo normal e ainda olhando firmemente nos meus olhos. Eu desviei o olhar dele e olhei para a Laura, querendo uma explicação de como que ela foi achar um menino tão estranho.
–Então, Nate, você não vai nos apresentar os seus amigos? — Laura perguntou e ele tirou os olhos ,finalmente, de mim e encontrou os dela.
–Claro, mas eles são todos mais velhos. — Respondeu, direcionando sua resposta mais para mim do que para ela.
–E quem perguntou a idade? — Retruquei, nem me importando e dando um sorriso de lado.
Nate nos apresentou primeiro o Mark, um homem alto com seus vinte e quatro anos, cabelos castanhos escuros, olhos castanhos negros, magro e bem simpático. O segundo foi o Jack, ele era ruivo,com olhos verdes,tinha a minha altura e a mesma idade que Mark ,era uma pessoa fácil de se conversar,bem alegre e aberto. Ao lado de Jack estava Andrew, ele era um ano mais novo que Mark e Jack, mas era bonito, tinha os olhos azuis, os cabelos loiros encaracolados e parecia ser forte,porém um pouco entediante, falava demais.
–Então, vai me dar a garrafa ou só vai ficar olhando? — Perguntei, indicando ao Nate a garrafa de Vodka que estava segurando, e ele ainda me encarava, enquanto a Laura conversava com o Jack e os outros dois falavam sobre Futebol.
–Aqui, pega. — Ele sorriu e me deu a garrafa, que só tinha para mais um copo e isso me decepcionou. — Não sabia que você bebia. — Sorriu meio bobo.
–É, por isso você devia ter perguntado, mas não tem outra? — Olhei para o meu copo vazio.
–Tenho. Está na cozinha,quer ir comigo? — Ele perguntou.
–Tudo bem, só vou avisar a Laura. — Fui procurá-la, pois nem percebi quando ela saiu do meu lado.
Ela estava de mãos dadas com o Jack, indo em direção ao monte de gente que se balançava,dançava e bebia ao som da música,no meio da sala enorme.
–Desculpa. — Falei, depois de ter pisado no pé de alguém.
Finalmente, depois de passar por várias pessoas e pisar nos pés de algumas, cheguei até ela e peguei sua mão. Ela se virou.
–Laura, vou estar na cozinha com o Nate. — Avisei.
–Tudo bem, mas não divirta-se muito com ele. — Deu um sorriso malicioso.
–Como se eu não conseguisse. — Revirei os olhos e depois indiquei para a mão dela enroscada com a de Jack. — Você também, não extrapole tanto com ele. — Sorri e saí de lá rindo. Fui direto aonde o Nate estava,perto da escada.
Ele me olhava da cabeça aos pés, novamente com aquele sorriso bobo no rosto.
–Vamos? — Peguei a mão dele. Menino fácil. — Não sei aonde fica. — Sorri tentando ser meiga e eu tinha que me divertir nesta festa, principalmente com alguém, não importa com quem.
–Eu te levo.- Sorriu um tanto atraente e me puxou para o seu lado, segurando minha cintura. Nem me importei, queria dar uma chance a ele e fazia duas semanas que terminei com o meu ex, Daniel.
Ele era muito possessivo, ficava toda hora com ciúmes quando eu saía com a Laura e não o chamava. Que seja, eu precisava ter conversas particulares com ela, só entre garotas, e não fazia tanto tempo que eu o namorava, só dois meses. Então, mandei ele dar no pé.
A cozinha ficava do outro lado, de frente para a escada e tivemos que atravessar a sala, onde as pessoas estavam uma colada na outra e dificultando a passagem, mas o Nate não largou de mim. Ele era alguns centímetros mais alto que eu e conseguia me proteger, afastando as pessoas que me empurravam e tentavam entrar no meio da gente.
Quando chegamos na cozinha, onde não havia muitas pessoas, provavelmente umas dez, eu finalmente consegui me mover. O Nate saiu do meu lado e foi para um armário, onde tirou uma garrafa. Aquilo não era Vodka, era Tequila.
–Só encontrei essa. — Ele me deu duas taças, abriu a garraffa e despejou o líquido que estava dentro, depois dei a taça dele. Nós bebemos a primeira dose e fomos sentar na mesa retangular, desocupada. Ele sentou ao meu lado e colocou a garrafa em cima da mesa. Eu peguei e enchi a minha taça, depois enchi a dele e bebi a minha.
–Você é boa. — Pegou a garrafa e nos serviu mais.
–Isso é só o começo. — Respondi — Você ainda não viu nada. — Dei um sorriso atrevido e bebi a terceira dose. Quando estávamos na décima dose, o Nate pegou a minha cintura e me puxou para perto dele.
–Você é incrível. — Sussurou no meu ouvido. — Parece uma Deusa. — Eu ri, muito. O cara estava mal. Muito mal.
–E você parece bêbado. — Respondi, afastando-me um pouco.
–Eu não estou bêbado. — Ele levantou a cabeça e olhou nos meus olhos, sério. Nenhum sinal de cansaço. Ele estava ótimo, melhor que eu.
O Nate estava bem. Ele tomou uma garrafa de Vodka, mais dez doses de Tequila e estava bem. O pior é que não estava mal e falando coisas bizarras, mas estava bem. Muito bem. Ele colocou sua mão no meu maxilar e me puxou para perto, me beijando. Era um beijo doce que foi ficando mais intenso, e foi quando eu vi, atrás dele estava pendurado um relógio de perede, que marcava 01:00 hora.
– Droga. — Afastei-me dele.
–O que foi? — Ele perguntou frenético.
–Tenho que ir ou a mãe da Laura chama a polícia. — Levantei e peguei a bolsa apressadamente, indo em direção à porta da cozinha. O Nate me seguiu.
–Por que a polícia? — Perguntou rindo.
–A mãe dela tem um trauma de deixar a filha comprar sorvete sozinha e ela nunca ter voltado. — Fiz um movimento com a mão, mostrando que ela era doida. — E ela falou para a Laura voltar lá pela meia noite e meia, mas agora é 01:00 hora e a mãe dela vai me matar, fora a viagem daqui até lá. — Expliquei, entrando na multidão que ainda restava na sala e o Nate ao meu lado, segurando minha cintura, da mesma forma que passamos quando fomos para a cozinha.
Nós chegamos do outro lado, onde havíamos nos encontrado, perto da escada. Ela já não estava lá. Droga. Olhei ao redor, mas nada. Então a vi descendo as escadas com o Jack. Os dois se beijando e eu olhando a cena, merda! Totalmente sem a noção de espaço eu interrompi o casal e não me importei nem um pouco.
–Vamos! — Peguei a mão dela. — Sua mãe vai me matar se você demorar mais dez minutos, e ela me mata mesmo, então anda logo! — Apontei para o Jack e ele ficou vermelho. Ela deu um último beijo e eu me despedi do Nate, pegando seu número.
Saímos da casa do Nate e fomos pegar o carro, perto da lanchonete.
Ela estava feliz e ficava falando várias coisas sobre o Jack, como ele era romântico, aventureiro, que queria estudar na França, entre outras coisas que nem prestei muita atenção.
–Então, como foi? — Ela perguntou, entrando no carro.
–Como foi o quê? — Respondi, fechando a porta e colocando o cinto de segurança.
–Você e o Nate. — Ela sorriu e me deu um cutucão.
–Ele é bom. Pelo menos é melhor que o Daniel, não fica me enchendo o saco e discutindo sobre como eu passo mais tempo com você e não com ele, e blá,blá,blá... — Fiz uma cara de nojo quando mencionei o meu ex.
–Só isso, Que ele é bom?- Ela perguntou incrédula.
–É, o beijo foi bom e ele até que é bonitinho, mas eu acho o cara meio doido.- Lembrei quando ele me chamou de Deusa. Quem, com dezesseis anos, chama alguém de Deusa,com um rosto sério? E, que nem conhece a pessoa direito.
–Kate, ele estava totalmente... — Ela não terminou a frase porque alguma coisa bateu, ou caiu no carro. E nós estávamos na mesma colina de Manhattan, que dava para uma floresta se saíssemos da estrada.
O carro perdeu o controle e saiu da estrada.
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