The Last Chance

4 They come to me.


Ao acordar no dia seguinte, mal acreditava que tinha conseguido dormir. Como fora capaz, quando sua mente estava repleta de pensamentos confusos e atormentados?.

– Estou feliz, ou estou preocupada de mais para ficar feliz? perguntei a mim mesma.

Pela manha Fui para a classe de herbologia que fora meio.. melecada. A professora Sprout, sempre fora muito, digamos...Cabivel.Mas naquele dia muitos alunos chiaram quando ela dissera para que colhessem ramos de Andromeia, esses que se encontravam na plantação fora da estufa. No fim da aula fui em direção a um corredor no primeiro andar. Quando me trombei com Draco.

– Já não disse para olhar por onde anda Chevalier? Disse me fitando com um sorriso.

– é né..

Draco continuou a andar.

– Draco! Corri para alcança-lo.

– fala

– Você devia me mostrar o restante do castelo não? Afinal sou aluna nova e não conheço tudo por aqui.

– se vire, eu não tenho nada a ver com isso.

– por favor. Disse fazendo beicinho

– vai me dizer que não conhece o castelo?

Neguei com a cabeça

– nossa Alice, se os cérebros fossem ouro você seria mais pobre do que os Weasley.

– Uma palavra: você é doente

– foram três.

– tanto faz. Vai fazer o que eu quero ou não?

– Ok, que seja!

Abri um sorriso enorme, mesmo sabendo que estava agindo ridiculamente, como uma criança, mas por alguma razão queria manter o garoto por perto ainda mais depois da profecia.

Malfoy me levou a cada canto do castelo, desde a sala de troféus a biblioteca. Ja era noite quando chegamos ao jardin, Draco conjurou uma toalha e se deitou ao meu lado. Conforme ele mexia a cabeça devagar, respirando sobre meus cabelos, eu pensava: como seria se eu simplesmente amasse o Malfoy?

– Sabe quando foi a ultima vez que olhei de verdade para as estrelas? perguntou ele.

Aconcheguei-me mais para o lado dele tentando me manter aquecida naquela noite fria.

– Não faço ideia.

– Um tutor me fez estudar astronomia há alguns anos.Quando vemos as estrelas mais de perto, percebemos que elas tem cores diferentes.

– Calma lá. A ultima vez que olhou para as estrelas foi para estuda-las? e a diversão?

Draco riu.

– Diversão. Vou ter que expreme-la entre as reuniões de negocios do meu pai, no que, aliás, sou pessimo.

– E no que mais você é pessimo? perguntei passando a mão em sua camisa engomada.

– por que quer saber isso? perguntoub fingindo irritação

– Porque ainda sei tão pouco sobre você. E você parece ser perfeito em tudo.É bom ter uma prova do contrario.

Ele se apoiou sobre um cotovelo e fixou os olhos no meu rosto:

– Posso parecer. Más você sabe que não sou.

– Mas está quase lá. respondi

– o.k Descobri que sou um completo fracasso em ficar longe de você. Um problema muito grave.

Sorri.

–você já tentou?

Draco fingiu pensar.

– Bem, não. E não espere que eu vá começar.

Rimos baixo, era tão fácil, nesses momentos, me imaginar assim pelo resto da vida. O farfalhar das folhas anunciavam a chegada de alguem. Rapidamente me levantei. Malfoy fez o mesmo.

– Esta ficando tarde, acho melhor irmos. propus

– esta bem, boa noite Alice.

– Boa noite Draco.

Ele me observou caminhar até o quarto e fechar a porta.

Tempo. Eu vinha necessitando de muito tempo ultimamente.Tinha a esperança de que, se tivesse tempo suficiente, tudo iria se resolver.