The Kuchiki Heir Needs a Mother!
2 1 - Algo que vocês devem saber sobre Ninjas
Notas iniciais
Capítulo 1
Algo que vocês devem saber sobre Ninjas
Uma manhã comum no quartel da Segunda Divisão.
- OOMAEDA, SUA MULA GORDA E INÚTIL! — berrava Kaori Miyake, chefe da guarda pessoal da Comandante da Milícia de Execução, chutando violentamente a cabeça do Tenente caído ao chão, cujo rosto estava coberto de lágrimas, sangue e terra.
- Mas o que foi que eu fiz dessa vez? — ele choramingava, tentando se proteger das agressões e, vendo que isso era completamente impossível, começando a se arrastar para longe da shinobi enlouquecida.
- E AINDA PERGUNTA? — ela gritou, aterrissando no meio das costas dele com uma voadora de duas pernas — VOCÊ, SUA CRIATURA BALOFA E PERVERSA, ESTAVA FAZENDO AQUILO DE NOVO!
- Aquilo o quê, pelo amor de Kami-sama? — ele gemeu, depois de conseguir voltar a respirar. Apesar de não parecer, aquela coisa que naquele exato instante o espancava era estupidamente forte.
- ESTAVA — FLERTANDO — COM — A — COMANDANTE! — sua voz se esganiçava enquanto ela intercalava cada palavra com um pisão na cabeça do pobre shinigami, enterrando-a cada vez mais no chão (o que explicaria por que diabos o rosto dele estava sujo de terra).
Os olhos verde-amarelados da garota praticamente gritavam “MATAR, MATAR, MATAR, MATAR” quando ela levantou seu pé a uma altura considerável e, ajeitando sua touca negra sobre os longos cabelos castanho-escuros presos folgadamente com um laço nas pontas, preparou-se para dar o golpe de misericórdia e finalmente matar aquela coisa redonda e infernal.
Então, um pigarro.
Os dois olharam para a origem do som, constatando logo em seguida que estavam completa e irreversivelmente ferrados.
- C-Comandante? — cumprimentou a jovem, fazendo aquela cara de criança arteira que foi pega fazendo bagunça e saindo de cima de Oomaeda — B-bom dia!
- Capitã! — grunhiu o homem, levantando-se num pulo como se não tivesse apanhado quase até a morte — Capitã! Ela... Ela fez de novo! Ela me bateu!
Soifon encarou a dupla com um olhar quase mortal.
- Ela é má comigo, Capitã! Ela me bate por qualquer coisa! Eu nem me recuperei da última surra e ela já está me espancando de novo! — ele fez menção de ir em direção à superior, mas a aura maligna de Kaori o impediu de se mover.
- Não ouse chegar perto da Comandante — advertiu, estreitando os olhos.
- Calem a boca, vocês dois — ordenou a mulher, cruzando os braços — Oomaeda, pare de reclamar como uma criança. Miyake, não bata no Oomaeda sem razão.
- Isso! Não me bata sem razão, ouviu, Miyake? — zombou o Tenente, fazendo uma careta para a garota.
-... SEM RAZÃO, UMA OVA! EU VOU TE MATAR, SEU ABUSADO! VEM AQUI... — antes que a shinobi pudesse fazer qualquer coisa, Soifon deu um soco em seu rosto que a fez voar para o outro lado do hall — Ai, doeu... Perdoe-me, Comandante... Ai...
Oomaeda começou a rir, mas logo também foi calado por um belo murro no queixo.
- Chega de idiotice. Pelo menos por hoje, já que amanhã vocês vão fazer essa mesma cena de novo — ela silenciou por um momento, enquanto ambos murmuravam mil desculpas — Mudando de assunto, o Kuchiki convocou uma reunião de súbito; parece que tem um anúncio importante a fazer.
- Byakuya Kuchiki? — indagou a garota, empolgando-se além da conta e recebendo mais um olhar reprovador da Capitã.
- Existe outro Capitão Kuchiki, por algum acaso? Enfim, estou indo para lá agora e exijo que você, Oomaeda, tome conta do quartel em minha ausência.
- Por que o Oomaeda? A senhora confia mais nessa mula manca do que em mim? Estou desolada... — deprimiu-se Kaori, indo se encolher num canto, enquanto o Tenente sorria vitorioso sussurrando para si mesmo “Ainda bem que a Capitã sabe que o Oomaeda-sama é superior a essa ninja ciumenta” ou algo assim.
Ainda não acredito que escolhi esses dois para serem meus imediatos... A Comandante pensou, dando um tapa na própria testa.
Já se acostumara com a inutilidade de seu Tenente; porém, mesmo depois de tanto tempo de convivência, era difícil entender como uma shinobi eficiente como Kaori pudesse ser tão infantil a ponto de socar e chutar seu colega quase até a morte por ciúmes. Tudo bem que a aparência da chefe de sua guarda pessoal era quase de uma criança -no máximo dezesseis anos — mas quando se tratava de cumprir missões, ela era formidável.
Pois é. Nada é perfeito.
- Estou indo — repetiu, dando as costas aos subordinados — E se vocês resolverem se matar enquanto eu não estiver aqui, por favor já estejam os dois mortos quando eu voltar. Assim tenho menos com o que me preocupar.
E desapareceu.
- Ah, Soifon-sama, um dia eu serei tão boa quanto a senhora... — pressagiou a ninja, saindo de seu canto emo e chorando copiosamente — Que inveja desse shunpo...
- Sabe que você tem problemas mentais muito sérios? — perguntou o colega, observando aquela estranha demonstração de admiração.
- Você é que é a mula aqui — ela retrucou, tirando a poeira de seu uniforme negro do Batalhão de Operações Secretas com as mãos e seguindo para a mesma direção em que Soifon desparecera. Então se virou de volta para o Tenente e acrescentou, zombeteira — E pode ficar aí tomando conta de tudo, enquanto eu vou lá ver a grande revelação de Byakuya Kuchiki!
- O QUÊ? Espere aí, eu--
Mas ela já havia desaparecido também.
-*-
Uma manhã nada comum para o Capitão da Sexta Divisão.
Com um passo determinado após o outro, Byakuya seguia em direção ao imponente quartel da Primeira Divisão. Quanto mais rápido acabasse com aquilo, mais rápido acabaria seu sofrimento. Estava irritado, sentia-se humilhado, não tomara café da manhã e, ainda por cima, acordara com uma terrível coceira no nariz que não pararia tão cedo. O mundo parecia conspirar contra ele.
Não, o mundo não. Aqueles desgraçados do Conselho de Anciãos. Iria matá-los na primeira oportunidade que tivesse.
- Ei, Capitão! Capitão!
- Capitãããão! Capitão Byakuya!
- CAPITÃO!
- CAPITÃO BYAKUYAAAAA!
O homem interrompeu sua caminhada e olhou para trás a fim de ver quem eram as criaturas que o chamavam tão desesperadamente. Não se surpreendeu em encontrar seu Tenente, Renji Abarai, e a Terceira Oficial de sua Divisão, Harusame Tatsuya. Quem mais poderia fazer aquele escândalo todo?
- Puxa, Capitão, dava para o senhor ir um pouco mais devagar? — reclamou Renji, parando logo atrás de seu superior para tomar fôlego.
- É. Desse jeito a gente não aguenta — completou uma Harusame também ofegante, apoiando-se no colega e jogando para o lado sua franja desalinhada.
- O que vocês dois estão fazendo aqui? — inquiriu o nobre, lançando-lhes um olhar quase fulminante, que fez o ruivo congelar-se de medo, mas não pareceu surtir efeito algum sobre a jovem.
Harusame era, de fato, uma garota singular. Não só por não temer um olhar reprovador de seu Capitão; para começar, suas vestimentas não se pareciam nada com as de um shinigami comum. Ao invés da conhecida calça de sete pregas que compunha o hakama, ela vestia uma saia negra curta com o forro branco. Seus cabelos, de um tom castanho, tinham uma coloração verde nas pontas, o que certamente chamava a atenção. E seus olhos. Estranhas íris que começavam negras e tornavam-se verde-vivas conforme mais perto da pupila.
- Como assim? Nós viemos te apoiar nesse momento difícil, é lógico.
Byakuya franziu o cenho. Momento difícil. Não podia discordar desse fato. Ser obrigado a se casar por causa de seu Clã jamais poderia ser algo fácil, não é? Ainda mais tendo apenas um mísero mês para escolher a noiva, sendo que, se não o fizesse, teria de se conformar com alguma mulher determinada pelo Conselho de Anciãos do Clã Kuchiki. Para eles, Byakuya simplesmente tinha que se casar, não importando com quem fosse. E ter um filho. Bem, como sempre, situações complicadas exigem medidas excepcionais. Não havia outra opção.
Pior do que isso, só se ele fosse obrigado a se casar com Yoruichi Shihouin. Provavelmente se mataria se tivesse que passar por isso.
- Você sabe que a gente te ama, né, Capitão? — sorriu a Oficial, acotovelando Renji nos rins para que ele concordasse com ela.
O nobre encarou-os impassível por mais alguns segundos.
- Só não interrompam a reunião — pediu, atravessando em seguida o grande portal do Ichibantai.
-*-
- Eu, o Capitão-Comandante Genriuusai Shigekuni Yamamoto, declaro aberta esta reunião dos capitães da Gotei 13!
Todos os capitães estavam presentes. Alinhados em duas fileiras, os representantes das Divisões pares se encontravam à direita do Capitão-Comandante, e os representantes das Divisões ímpares à esquerda.
E Kaori estava dentro do forro, acima do teto, estrategicamente posicionada em cima da cabeça de Yamamoto. Como ela foi parar lá, era um mistério; ninjas podem ser extremamente imprevisíveis. Era ali que costumava entrar para acompanhar as reuniões, e jamais fora descoberta. Duvidava que até mesmo Soifon soubesse desse esconderijo.
- Capitão Kuchiki, dou-lhe a palavra agora — anunciou o idoso, e Byakuya deu um passo à frente.
- Caros colegas Capitães — iniciou-se o nobre, com sua voz profunda, enquanto Kaori colava sua orelha ao forro para tentar escutar alguma coisa, afinal, o teto daquela construção era bem alto. Sua sorte era que a acústica dali era realmente boa — Eu venho lhes comunicar que, de acordo com as vontades do meu Clã, pretendo me casar em breve.
Um silêncio momentâneo se instalou na câmara antes de começarem os murmúrios.
- É verdade? Parabéns, Byakuya-kun! — exclamou Shunsui Kyouraku, tirando seu chapéu.
- Isso é muito bom, Capitão Kuchiki — concordou Retsu Unohana, sorrindo brandamente.
- Já não era sem tempo — acrescentou Juushirou Ukitake, tossindo um pouco em seguida.
Os capitães restantes também o cumprimentaram, não tão expressivamente, até que Shunsui novamente levantou a voz e perguntou:
- E a noiva?
Mais silêncio.
- Esta é a exata razão pela qual os convoquei — Byakuya respondeu, hesitante. Sentia-se extremamente humilhado fazendo aquilo — Pretendo me casar, porém ainda não tenho uma noiva. Estou aqui para pedir-lhes uma relação com todas as mulheres não comprometidas em suas Divisões.
- Uma lista de pretendentes — esclareceu Toshirou Hitsugaya.
- Exato.
Kaori pressionava sua cabeça ao forro com tanta força que logo acabaria abrindo um buraco no teto da câmara; sua curiosidade, entretanto, a distraía. Byakuya Kuchiki decidira se casar novamente após todos esses anos? Isso era inédito!
- Incluindo Capitãs e Vice-Capitãs?
A kunoichi se surpreendeu ao ouvir essa pergunta vinda de ninguém menos do que sua Comandante. Um sinal soou nas profundezas de sua mente: teria sua superior algum tipo de interesse oculto pelo nobre Capitão Kuchiki? Rebuscou algumas memórias de seu passado, pesou prós e contras, fez duas ou três operações matemáticas, chegou a algumas conclusões, criou mais perguntas, ponderou sobre o clima e, no exato instante em que finalmente decidira que porcaria era aquela, sentiu algo se partindo sob sua cabeça.
- NOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO... — foi o som que encheu o salão quando ela despencou daquela altura absurda e teve sua queda amparada ninguém menos do que o Capitão-Comandante — Darkness...
- Fmhamhmhshfffhmfhfhmfh! — grunhiu o velho amassetado pela garota.
- Numinchigiuquielifalô — resmungou Kaori, atordoada, rolando para o lado e saindo de cima do superior de seus superiores. Sua cabeça pendeu para o lado, e seus olhos encontraram os de alguém que não estava nem um pouco feliz com aquela cena — Oi, Comandante... — Fechou os olhos, dramática — Por favor, não me mate...
- KAORI MIYAKE! — urrou Yamamoto, levantando-se irado — COMO OUSA INVADIR O QUARTEL DA PRIMEIRA DIVISÃO DURANTE UM ENCONTRO DE CAPITÃES?
- Ousando... — ela gemeu em resposta. Levar pancadas fortes na cabeça faz as pessoas falarem coisas que não devem.
- ORA... ORA... VOCÊ...
- Capitão-Comandante, permita que eu providencie a devida punição para minha subordinada — interveio Soifon, calma por fora, mas soltando fogo pelas ventas por dentro.
Com a visão um pouco borrada, a jovem viu a Capitã aproximar-se lentamente dela. Lentamente mesmo. Parecia que tudo estava muito devagar, e dançando; tinha realmente batido a cabeça com força. Enquanto a Comandante não chegava, a shinobi voltou a ponderar sobre a pergunta que ela fizera para Byakuya a respeito das pretendentes. Jamais passou — e jamais passaria — pela cabeça dela que aquela indagação não fora nada além de uma simples dúvida; a garota tinha certeza de que havia “algo” por trás daquilo. E sendo Kaori quem era, entenderemos “algo” como “uma paixão tórrida e secreta pelo nobre bonitão”.
De onde diabos veio essa idéia, talvez jamais saibamos. Mas se sua Comandante realmente o amava, e ele estava procurando uma noiva, Kaori não podia ficar parada. Já tinha uma nova missão: juntar Byakuya Kuchiki e Shaolin Fon.
Então a sombra de Soifon cobriu seu rosto.
- Você é uma desgraça para a Milícia de Execução — anunciou, posicionando seu pé sobre a cabeça da garota — E é meu dever, como sua Comandante, aplicar-lhe o devido castigo...
Um silêncio assustador se instalou — mais uma vez — na câmara antes de começarem os gritos e as risadas.
- EU SABIA QUE VOCÊ IA ME SEGUIR ATÉ AQUI, CRIATURA DESPREZÍVEL — berrava Soifon pisando seguidas vezes no meio do rosto de Kaori — EU TINHA CERTEZA! EU ESPERAVA PELO MENOS QUE VOCÊ FOSSE UM POUCO MAIS DISCRETA COM ESSA SUA CURIOSIDADE INCONTROLÁVEL!
- EU SEI, SOIFON-SAMA, PERDOE-ME! NÃO SOU DIGNA DO MEU POSTO! — respondia a pisoteada, rindo estranhamente — MAS É QUE O KUCHIKI IA FALAR ALGUMA COISA IMPORTANTE! EU NÃO PUDE FAZER NADA! PERDOE-ME!
- O que eu tenho a ver com essa história...? — sussurrou Byakuya para si mesmo ao ouvir seu sobrenome entre as risadas da shinobi.
- Por que exatamente ela está rindo ao levar os chutes? — indagou Shunsui ao pequeno Capitão ao seu lado.
- Pela mesma razão pela qual ela acabou de cair do teto — ironizou Hitsugaya em resposta — Uma perturbação mental muito séria.
- Quantos chutes ela levou até agora? Já perdi a conta — comentou Ukitake, confuso.
- Acho que foram mais de oito mil... — alarmou-se Komamura, arregalando os olhos.
- Droga, queria brigar também — riu Zaraki, quase indo ajudar Soifon.
- AAAAAHAHAHAHAHAHA EU NÃO QUERO MORRER — Kaori finalmente reagiu às agressões e segurou o pé de Soifon quando ele estava prestes a atingi-la novamente, olhando de relance para Byakuya — NÃO POSSO MORRER — então subitamente arrancou o sapato da Capitã e rolou para o lado, colocando-se em posição de luta — EU TENHO UM SAPATO! E NÃO TENHO MEDO DE USÁ-LO! — ela encarou o calçado por um segundo, depois voltou a olhar para os Capitães — E É CHINÊS, HEIN?
Vendo que todos na sala, sem exceção, a olhavam como se ela fosse algum tipo de pomba mutante geneticamente modificada, acrescentou, apontando cada um dos presentes:
- Por que os senhores estão me olhando com essas caras? Eu não sou a única que fica espionando as reuniões de vocês, não! — como ninguém se manifestou, ela continuou com a mesma empolgação — Posso até ser a única que cai do teto em cima do Capitão-Comandante, mas não sou a única enxerida! — então indicou a parede leste da câmara — A Rangiku está bem ali! — a cabecinha de Matsumoto surgiu na janela com um sorriso amarelo, e Kaori mudou seu foco para o lado oposto da sala — E a Nanao ali! — Nanao também apareceu e corou quando Shunsui lhe mandou um ‘tchauzinho’ — A Yachiru lá, a Hinamori lá, o Yumichika ali, o Hanatarou lá... E a Harusame — fez uma pausa dramática, apontando triunfantemente para um vaso de plantas que estava no canto do salão — ALI!
- Precisava contar os esconderijos de todo mundo, Ka-chan? — reclamou a Oficial, saindo do meio das folhas.
- Desculpa, Haru-chan, mas é uma questão de sobrevivência — jogou o sapato de volta para sua Comandante — Bem, meus senhores, é isso. Obrigada pela atenção. Estamos aí todas as quintas-feiras — Então voltou seu olhar para Byakuya, acrescentando com uma piscadela — Case-se com a Soifon-sama.
E saiu correndo que nem uma doida.
To be Continued...
Nossa heroína deverá correr! Porque não há apenas uma Soifon-sama irada atrás dela agora, e sim os dez mais fortes shinigamis da paróquia! O que ela fará para salvar sua vida? Até onde irá para cumprir essa sua tão insana missão? Não perca o próximo capítulo de “The Kuchiki Heir Needs a Mother”, que sai no dia--
PÁ!
Ai! Que foi isso?
Kaori: “Isso” foi eu. Quer parar de predizer minha morte? E, aliás, de onde você veio? Eu que sou a narradora dessa coisa.
Você narra antes do começo, e eu depois do final.
Kaori: Ah, faz sentido... Mas eu não narrei antes do começo desse capítulo!
Você narrou o prólogo, Ka-chan.
Kaori: É verdade, mas... Peraí, Ka-chan? Harusame, és tu?
Sim, és eu. Agora corre porque aqueles lá não vão te dar trégua, não.
Todos os capitães:VOLTA AQUI, MIYAKE!
Kaori: Fui, hein!
Tchauzinho, Ka-chan! E para você, leitor, até o próximo capítulo!
Notas da autora:
[1] — Noooo, darkness: http://www.youtube.com/watch?v=XjfG3IsP5S8&feature=related
[2] — Mais de oito mil: http://www.youtube.com/watch?v=qIF95eY_78A&feature=related
Fale com o autor