Notas iniciais
Essa história sera tomada a partir da perpectiva do Godzilla.sua visão e razão pra atacar em 1954.a versão de design usada aqui é o LegendaryGoji

Godzilla,o rei dos monstros,até agora nunca tinha devastado a civiliação sem eles atacarem primeiro,exceto por duas vezes:

Sua primeira aparição em 1954,e quando estava possuído por alamas da segunda guerra mundial em 2001.

Esta é a história da primeira vez em 1954

Acordo,como sempre fiz nesses ultimos milhões de anos,começo a nadar.

Sem rumo.

Nesses anos,em TODOS esses anos,não tenho um lugar pra chamar de lar,enquanto penso nisso,como uma das milhares de orcas que povoam esssa região.

Minha única companhia.

Derrepente sinto dor,nunca,a séculos,sinto dor,checo o que foi,uma criatura,uma serpente marinha azul e com chifres(é o Manda pra quem não sabe)ela estava me desafiando,ou por comida,ou por território,eu já ia sair mesmo mas antes,isso vai pagar,nado,impulsionado pela minha poderosa cauda,seguro aquilo com as duas mãos pelo meio do corpo,ele se enrola em mim,tentando me sufocar,mas logo se dabate,pois eu estava quase rasgando ele em dois,podia fazer isso,podia ter transformado aquilo em comida pras outras criaturas daqui,mas decidi só ensinar uma lição,minhas placas dorsais brilham no imensidão azul,iluminando o local,o grito de dor da criatur foi abafado,por causa da água,mas ainda sim era horrivel,soltei,ele sai nadando em vergonha,percebo uma fileira de placas dorsais pela minha visão periférica,nado o mais rápido que posso,que sabe pode ser um da minha espécie,mas não é nada.

Morto

Só um esqueleto vazio,mesmo assim,sinto pena,a solidão continua a me afligir,tenho só uma coisa a fazer.

Sepultá-lo

Pela primeira vez em anos,sai pra terra,não era muito grande mas era o mais próximo de mim,se eu continuasse carregando provavelmente os ossos iriam se soltar,mais uma vez,gasto um pouco da minha energia pra abrir um buraco pra por os restos mortais de um possível amigo.

Sou o ultimo.

Esta solidão está me enlouquecendo,o que posso fazer?Sou o único que sobrou da minha espécie...nada posso fazer,senão esperar o abraço frio da morte,em anos,novamente eu.

Sinto Dor.

Quem fez isso irá pagar!Vejo que foi,uma coisa que nunca vi antes,um peixe cinza e grande,quase do meu tamanho,ele lançava coisas contra mim,elas doiam,não muito,mas ao invés de perceber isso,ele continua,rujo em aviso,ele continua...

Ódio me aflige agora

Vou em direção a ele,como ele ousa me atacar vendo que isso era inificiente?continuo indo,vou só passar na frente dele,assustá-lo,só pra ele fugir,esse dia teve morte e violência demais pro meu gosto,ele recua e percebeu o perigo,mas continua atacando.

Fúria se acende em mim.

Me lanço novamente,dessa vez atinjo ele com tudo,ele se parte com um som horrível,olho pra cima e vejo coisas duras flutuando.

Aquilo não era vivo,simplisnte era algo feito por algum coisa,algo que usa violência pra ter o que quer.

Um tirano.

Agora minha existência tem razão,eu não parar até que ele morra,até que ele caia,mas antes tenho que observá-lo,subo a superfície uma segunda vez em anos,dessa vez era noite,as estrelas são mais bonitas do que eu lembrá-va,paro e as observo,tão lindas e distantes,como será a visão delas?Relembro o por que de eu voltar a ve-las e rujo de raiva e frustração.Como eu vou fazer isto,se eu praticamente tenho repulsa só de pensar no ato?

Me escondo atrás de uma montanha,só minha cabeça é visível,e os observo,são tão pequenos e frágeis,que eu fiquei apreensivo “Como eles são tão pequenos e faze coisas desse tamanho?”AS suas colônias(construções)as vezes até eu tinha que olhar atrvés delas,até que algo me chocou.

Eu vi um deles matando o outro sem motivo.

Minha ira tem razão,essa espécie,essas criaturas,são obminações,mata umas as outras por nada,nem sequer pra comer.

Agora minha repulsa recai sobre eles,todo meu furor se demonstra no que fiz em seguida.

Derrubei suas colônias,rugi em selvageria furiosa,a cada passo que eu dava,uma parte de suas construções caia,suas montarias eram esmagadas perante meus pés,minha poderosa cauda derrubava o que meus braços deixavam atrás.

Mais daquelas coisas,dessa vez aladas,me atacaram,eu sentia as bolas de ferro batendo em minhas escamas,rugi,minhas placcas dorsais brilharam azul novamente,os destruí com minha ira e ódio canalizados no raio que saia das minhas mandíbulas,minha ira cega me faz tomar riscos inuteís,pois levei um choque,a dor foi intensa,mas derrubei os fios eletricos dali,ataquei por várias horas,o sol já ia raiar,e mesmo que isso fosse algo que eu já tenha visto várias vezes,eu senti repulsa por mim mesmo.

Pela minha ira.

Logo depois de me lembrar disso,pensei denovo,pelo que eu vi devia ter pensado que cedo ou tarde eles se destruiriam sozinhos,por que eu fiz isso?Envergonhado e triste com meus atos,volto mar adentro,percebo denovo aquelas criaturas,dessa vez carregando um cilindro estranho,um deles volta pra cima,o outro me encara e abre uma coisa,sinto o ar em meus pulmões saindo,e ao redor da água tambem,estava sentindo me dissolver na água,aquela criaturinha tinha se sacrificado pelos outros,ato nobre,percebo bondade em seus atos,sorrio,e e fecho meus olhos esperando o frio abraço da morte enquanto rugo triunfante

Notas finais
Por isso godzilla atacou em 1954
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!